Mais preparada: Kátia Abreu domina debate da Record assumindo compromissos com tocantinenses

Postado em Quarta, 23 Maio 2018 07:00
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Da Assessoria

Com respostas seguras e consistentes, Kátia Abreu (PDT), candidata a governadora pela coligação Reconstruindo o Tocantins dominou o debate realizado pela TV Jovem, afiliada da Record no Tocantins, entre os candidatos ao governo na eleição suplementar de 3 de junho, no início da tarde desta terça-feira, 22.

 

Os candidatos Carlos Amastha (PSB), Mauro Carlesse (PHS) e Vicentinho Alves (PR) fugiram do debate de propostas para o Tocantins. Marcos Souza (PRTB) alegou que não participaria do evento devido incompatibilidade de agenda.

 

Kátia Abreu, Mário Lúcio Avelar (Psol) e Márlon Reis (Redes) debateram temas como: segurança pública, educação, combate à pobreza, corrupção, infraestrutura e outros.

 

Ao ser questionada pelo candidato Marlon Reis sobre o que iria fazer para combater à corrupção, Kátia disse “eu tenho a convicção de que o combate à corrupção é muito mais uma atitude, um comportamento um princípio e não uma bandeira que você pendura e anda para todo lado. O comportamento, a atitude dura, firme em todos as áreas e vigilância constantes, através de auditorias é que realmente podemos conseguir extirpada a corrupção não só do Tocantins, mas em todo o Brasil”.

 

Na área da educação, a candidata falou que pretende atrelar a educação básica com o ensino superior. “Não quero uma educação picada, a alfabetização com a prefeitura, o ensino médio com o Estado e o ensino superior com a União. Queremos uma educação entrelaçada para que possamos levar para educação básica a ciência, inovação e a tecnologia como ponto importante na formação das nossas crianças e dos nossos jovens do Tocantins”.

 

Quando debateu sobre desenvolvimento econômico, Kátia defendeu a revisão do código tributário e uma política fiscal atraente que proporcione segurança jurídica aos investidores. “Se Deus permitir que seja eleita no primeiro dia de governo vou acabar com a complementação de alíquota. Esse imposto só existe no Tocantins e no Rio Grande Sul e está matando nossas micro empresas e acabando com nossos empregos. Precisamos estabelecer regras, oferecer segurança jurídica aos investidores para industrializar o Tocantins”, afirmou.