AMASTHA ESPERNEIA, MAS SUA CANDIDATURA ESTÁ IMPUGUINADA PELO TRE

Postado em Quarta, 23 Maio 2018 07:30
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A única dúvida que paira é se colombiano quer fazer o povo de bobo ou, singelamente, busca seus direitos eleitorais a qualquer custo

 

Por Edson Rodrigues

 

Permanecer na mídia.  Segundo os principais analistas políticos com quem costumamos confabular, esse é o único propósito do colobiano naturalizado brasileiroe ex-prefeito de Palmas, Carlos Amastha, em insistir com a sua campanha, mesmo sub judice.

 

Amastha já teve sua candidatura rejeitada por unanimidade pelo Pleno da Corte eleitoral por cinco voto a um. Dessa forma, os analistas só vêem a permanência na mídia e uma tentativa de confundir os eleitores, como motivo para essa insistência de Amastha em se afirmar candidato.

 

Nesta terça-feira, um comitê de Amastha foi lacrado pela Justiça Eleitoral com a ajuda da Polícia Federal, justamente no dia em que o colombiano fazia uma ação de campanha na cidade.  Ou seja, o desespero está tamanho, que vale até gastar dinheiro para ter resultado zero.

 

As chances dos recursos de Amastha serem acolhidos pelo TSE são próximas de zero e, mesmo assim, o falastrão e boquirroto faz de tudo para parecer que sua campanha anda às mil maravilhas, o que, definitivamente, não é verdade e só serve para tentar – mais uma vez, ludibriar o povo.

 

SEM A CANETA

Amastha sabe que já não tem a caneta na mão, seus poderes dependem da fidelidade de quem colocou em seu lugar, mas, ao que parece, nem com isso ele poderá contar.  Sem cargo, Amastha amarga as consequências e os riscos de ter que tirar do próprio bolso para “compensar” as adesões de que necessita.  Como empresário e empreendedor, ele sabe que o risco de prejuízo, agindo assim, é muito grande.

 

A realidade é que o colombiano perdeu o brilho e passa a ser tratado com qualquer um, como um ex que tenta voltar a ter representatividade sem ter nada além do poder econômico para oferecer em troca.

 

RETRATAÇÃO

O desespero é tanto que Amastha deve um pedido público de desculpas á classe política tocantinense, que, em um de seus arroubos de insensatez, classificou com adjetivos que temos vergonha de reproduzi-los aqui, mas que ficaram marcados na mente, na memória e na honra dos atingidos.

Amastha esqueceu que, ao caluniar os políticos tocantinenses, atingiu em cheio a honra e a inteligência do próprio povo tocantinense, que tem nos políticos atingidos, amigos, benfeitores e, principalmente, suas escolhas para comandar os destinos do Estado.  Ou seja, o colombiano menosprezou diretamente os eleitores que ele tanto busca nessa sua sina de ter que desdizer o que foi dito.

 

Além de infeliz em suas declarações, Amastha esqueceu – ou fez que esqueceu – que os homens e mulheres que ele atacou são parte da história libertária do Tocantins, dedicaram suas vidas à luta separatista e merecem todos os elogios e gratidão do povo tocantinense.

 

Já ele, Amastha, caiu de pára-quedas em uma sociedade que já tinha suas tradições, sua cultura e seus representantes e, consta na história, não moveu uma palha para ressaltar esses feitos dos nossos irmãos tocantinenses.

 

JURISPRUDÊNCIA POPULAR

Pois é o povo do Tocantins quem rejeita tanto as tentativas desesperadas do colombiano em conseguir seu registro de candidatura quanto os resultados de ações semelhantes, quando elegeu, por exemplo, o saudoso João Cruz, o “João do Povo”, em Gurupi, com 86% dos votos e viu sua escolha ser impugnada em benefício do segundo colocado, Dr. Tadeu.

 

Ou, até mesmo, o caso doe Marcelo Miranda, que, eleito para o Senado, com sua candidatura amparada por uma liminar, mas acabou impedido de ser diplomado pelo TSE.

 

O eleitor tocantinense não admite mais esse tipo de eleição “na marra”, onde seus escolhidos pelo voto soberano, acabam substituídos pelos rejeitados, via judicial.

 

Apesar de ser um direito adquirido pelo colombiano naturalizado brasileiro em tentar até a última instância emplacar a sua candidatura e participar das eleições mesmo que sub judice, planejando um reagrupamento do seu grupo político,  o povo, os eleitores sabem as conseqüências nefastas dessa “forçação de barra”.

 

Portanto, segundo os analistas políticos, a divisão está latente, porém bem definida: poucos acham que Amastha “apenas busca seus direitos.  Mas, a maioria já percebeu que o colombiano apenas faz jogo de cena, numa tentativa desesperada de manter seu nome em voga, uma vez que já não tem mais cargo eletivo nem caneta, muito menos o Diário Oficial a seu favor.

 

Observemos e julguemos!