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Postado em Segunda, 20 Maio 2019 13:46
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VEJA E ÉPOCA FALAM EM “TSUNAMI” NO GOVERNO E ISTOÉ FALA DA “DIREITA ANTI-BOLSONARO”

 

Veja

Alerta de tsunami

Com a articulação política em frangalhos, a economia em declínio, protestos populares e acusações contra Flávio Bolsonaro, o governo enfrenta seu momento mais difícil.

 

Causando até certa apreensão no momento de sua fala, o presidente Jair Bolsonaro previu um “tsunami” na semana passada. Se lhe falta sensibilidade em algumas situações, o capitão mostrou que tem talento para prognósticos.

 

A sucessão de fatos negativos para o governo nos últimos dias combina, à perfeição, com a imagem ameaçadora de uma grande onda que se forma. Segundo dados preliminares do Banco Central, a economia brasileira recuou 0,68% no primeiro trimestre.

 

No Congresso, o Planalto sofreu mais uma derrota, com a convocação do ministro Abraham Weintraub para prestar esclarecimentos sobre o congelamento de gastos na área da educação. Enquanto o ministro falava no plenário da Câmara, manifestantes foram às ruas em mais de 200 cidades para protestar contra o bloqueio de verbas, na primeira grande mobilização popular contra a gestão Bolsonaro.

Houve ainda um revés no campo da ética, aquele em que a primeira-família da República desla como imaculada. A Justiça decretou a quebra dos sigilos bancário e scal do senador Flávio Bolsonaro, o Zero Um, suspeito de lavar dinheiro por meio de transações imobiliárias e de reter parte dos salários dos funcionários de seu gabinete quando dava expediente como deputado estadual no Rio de Janeiro.

 

As milícias digitais

A pernambucana Duda Beat e o paulista Jão conjugam letras de fossa típicas do brega a batidas eletrônicas dançantes para criar um gênero: a sofrência pop.

 

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Istoé

O tsunami da Educação

Milhões de estudantes, professores e pais lotam as ruas em todo o País, protestam contra o corte nas verbas na área da Educação e fazem balançar a estabilidade do governo.

 

Vice-líder do PSL, o deputado federal Alexandre Frota sempre esteve no epicentro de polêmicas – ele é excessivamente irreverente e, digamos, casca grossa. Frota vivenciou diversos momentos de fama e de fracasso em seus 55 anos de vida, mas assegura que agora encontrou na política “uma espécie de redenção frente a um passado marcado por inúmeras situações controversas”.

 

O fato de falar o que pensa e a disciplina fora do comum que costuma manter foram essenciais para que se visse alçado à “tropa de choque” do PSL: todos os dias, às dez horas em ponto, reúne-se com correligionários e participa de workshops políticos para entender as matérias que estão sendo discutidas em plenário.

 

Ele diz que o seu passado como ator o ajuda a brilhar “dentro do circo”, sendo que “circo”, no caso, é a sua definição para a Câmara. Voltar a atuar na televisão? Ele garante que sequer cogita essa hipótese, ressaltando, no entanto, que o fato de ser ator facilita falar no plenário.

 

Comando da PGR vira briga

Procuradores disputam eleição acirrada para a lista tríplice que indicará o nome do novo líder da instituição. O presidente resiste à ideia de escolher o mais votado.

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Época

A direita anti-Bolsonaro

 

Por que vozes conservadores estão se voltando contra o governo Apesar de compartilharem pautas comuns ao presidente, adeptos ilustres da direita veem frustração ao defender gestão, por desgastes recentes. Governo de Bolsonaro é 'intelectualmente indigente', diz Miguel Reale Júnior Ex-ministro da Justiça, o jurista Miguel Reale Jr. foi um dos autores do pedido de impeachment da petista Dilma Rousseff e diz não se surpreender com o governo de Jair Bolsonaro. Em entrevista a ÉPOCA, classifica o governo como "tosco", que mira a "violência" e cuja a única associação de ideias possível é em relação a "namoro". "O governo Bolsonaro é, antes de tudo, de um obscurantismo rudimentar".

 

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