Fake News de Bolsonaro, aniversário de Palmas e um negócio da China

Postado em Terça, 21 Maio 2019 07:40
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Aniversário de Palmas

Em uma das comemorações dos 30 Anos da Capital o Desfile cívico levou mais de três mil pessoas participaram do evento ruas do Aureny I. Foi a primeira vez que o desfile foi realizado no setor. Avenida Tocantins foi o palco. A comunidade compareceu em peso para assistir.

 

Cerca de três mil pessoas participaram do evento, de acordo com a organização. Os primeiros a desfilar foram os militares do Exército Brasileiro. Também houve estudantes, policiais militares, bombeiros e representantes de várias instituições da sociedade civil.

Para abençoar a festa Palmas foi entre outras realizamos o culto ecumênico com o pastor Amarildo e o padre Valdeon. Com bolo e tudo mais.

 

A prefeita Cinthia Ribeiro foi a primeira a receber dos Correios um telegrama com o selo comemorativo do Palmas 30ª anos.

 

 

Bolsonaro Anistia partidos

No sábado (18), o presidente negou as informações publicadas pela imprensa de que tivesse sancionado a anistia.

 

“A imprensa está dizendo que eu sancionei uma lei ontem para anistiar multa de R$ 60 milhões mais ou menos, tá? De partidos políticos. É mentira, eu vetei. Estão dizendo que eu sancionei. É o tempo todo assim. É só mentira”, disse Bolsonaro.

 

É verdade foi publicada ontem segunda-feira (20) no Diário Oficial da União, a lei sancionada pelo presidente Bolsonaro que anistia partidos que não investiram o mínimo exigido para incentivar que mulheres participem da política. A nova lei sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro anistia partidos que não investiram o mínimo de 5% do fundo partidário para promover a política das mulheres entre 2010 e 2018.

 

O texto, aprovado no Congresso, teve como relator na Câmara o deputado Paulinho da Força, do Solidariedade, e determina que os partidos que “tenham utilizado esses recursos no financiamento das candidaturas femininas não poderão ter suas contas rejeitadas ou sofrer qualquer outra penalidade”.

 

Mourão que fazer um negócio da China

Na Bolsa de Valores de Xangai, ontem segunda-feira (20), o vice-presidente general Hamilton Mourão disse que "país vive momento de transformações significativas" e defendeu liberalização econômica para recuperar a saúde financeira, durante seminário de promoção do mercado financeiro brasileiro.

 

Em inglês, o vice-presidente falou por seis minutos sobre a reforma do sistema fiscal, privatizações e concessões públicas em energia e infraestrutura. Discursar em língua estrangeira foge da regra adotada por funcionários do alto escalão que visitaram a Bolsa chinesa na última década. Ele diz estar aberto a investimentos em infraestrutura

 

Janaina Paschoal sinaliza saída do PSL e diz que deputados 'estão cegos'

A deputada estadual Janaina Paschoal (PSL) afirmou nesta segunda-feira (20) que os colegas de partido dela "estão cegos" e que quer deixar a bancada da legenda na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Atendi as pessoas com quem havia agendado na Alesp e vim gravar o programa Provocações, compromisso marcado há um mês.  Estou recebendo  mensagens, indagando se eu teria saído do PSL, não saí. Saí do grupo de Whatsapp. Só isso. Como o Brasil, o partido deve ser plural. Disse ela. Eleita com mais de 2 milhões de votos, a maior votação na história recebida para o cargo no país, a advogada que se notabilizou com o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) fez críticas nos últimos dias à manifestação que está sendo convocada para domingo (26) em apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PSL).

 

5º BPM em ação

O 5°Batalão de Policia Militar com sede em Porto Nacional reuniu ontem segunda-feira (20/05/19), uma chamada geral para orientar a tropa sobre os trabalhos pertinentes ao serviço diário do policial militar e na ocasião ouvir os questionamentos referentes aos assuntos abordados. Também teve como convidado especial o Juiz de Direito Dr. Alan Ferreira Martins, da Comarca da cidade de Porto Nacional/TO, onde abordou o tema "Audiência de Custódia" .

 

O magistrado na sua fala expôs a finalidade e as orientações do Conselho Nacional de Justiça referente às audiências de custódia.

 

Na ocasião o comandado do 5º BPM apresentou ao magistrado os dados estatísticos do índice de criminalidade, bem como, as regiões onde acontece o maior número de ocorrências em Porto Nacional – TO.

 

Ao final presenteou o magistrado com uma miniatura de viatura caracterizada da Policia Militar da Força Tática.

 

Bate e alisa

Presidente diz que políticos são ‘o grande problema' e, mais tarde, que ‘valorizamos, sim, o Parlamento'. Com problemas na articulação política que atrapalham a tramitação das reformas e a aprovação de medidas provisórias no Congresso, o presidente Bolsonaro deu sinais contraditórios de seu relacionamento com os parlamentares. Pela manhã, no Rio, afirmou que “o grande problema” do Brasil “é a nossa classe política”. À tarde, em Brasília, disse que “valorizamos, sim, o Parlamento” O aceno ao Congresso foi feito no lançamento da segunda fase da campanha publicitária sobre a reforma da Previdência. O governo corre o risco de ver caducar a medida provisória 870, que reduziu o número de ministérios e precisa ser votada até

 

Atos de rua no domingo

 

Aliados de Bolsonaro buscam adesão o presidente criticou classe política; depois, mudou tom e disse que valoriza Congresso. Enquanto aliados de Jair Bolsonaro buscavam apoio para os atos pró-governo, no domingo, o presidente voltou ontem a culpar parlamentares e “grupos corporativistas” pelos problemas de sua administração. “(O Brasil) E um país maravilhoso, que tem tudo para dar certo, mas o problema é a nossa classe política”, afirmou, se incluindo nela. Depois, mudou o tom e disse que os parlamentares estão empenhados em aprovar a reforma da Previdência. Pelo menos 60 cidades têm manifestações programadas. A pauta de reivindicações, no entanto, provoca divergências. Enquanto o objetivo dos atos é a defesa das reformas da Previdência e administrativa e do pacote anticrime, diferentes grupos pedem uma CPI contra o Judiciário e o enfrentamento do Centrão, entre outros pontos. O Clube Militar, lideranças evangélicas e dos caminhoneiros endossaram as manifestações e pelo menos 19 dos 54 deputados federais do PSL convocaram apoiadores.

 

WhatsApp divide caminhoneiros

Motor da paralisação dos caminhoneiros, há um ano, os grupos de WhatsApp também ajudaram a criar desavenças entre eles. Ao mesmo tempo que entenderam o poder que têm sobre a economia, os motoristas não chegam a um acordo sobre novas greves nem se sentem representados pelos que vão a Brasília discutir a situação da categoria. Doze meses depois, não surgiu um líder que consiga unir os caminhoneiros, relata Renée Pereira, que acompanha, desde o ano passado, as discussões em grupos no aplicativo.

 

Para categoria, situação piorou

Um ano depois, a tabela do frete, principal conquista dos caminhoneiros, não funciona adequadamente e o diesel voltou a subir. Estudo mostra que o rendimento dos donos de caminhão subiu 28%, enquanto o dos autônomos caiu 20%.