GESTÃO JOAQUIM MAIA: FRAUDE ELEITORAL E FARRA COM O DINHIRO PÚBLICO:

Posted On Sexta, 09 Agosto 2019 14:18
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Caros Portuenses, venho por meio de esse singelo instrumento tecer alguns comentários sobre a fatídica atual gestão municipal de Porto Nacional, ou seja a GESTÃO JOAQUIM MAIA.

 

Por CAPITÃO DIÓGENES

 

O mesmo foi eleito sob a égide de promessas de mudança radical na forma de fazer política, condenando a familiocracia e todas as más práticas políticas até então predominante na nossa centenária PORTO NACIONAL.

 

Muitos coordenadores de prometeram empregos públicos a muitos eleitores e, a “chapa da mudança” também tratar os servidores públicos com total respeito e propondo uma valorização jamais vivida por esses servidores que executam os serviços públicos e fazem a cidade andar.

 

Prometeu ainda dar total apoio à classe empresarial de forma que esses se sentissem tão contemplados a ponto de investirem em seus empreendimentos, o que culminaria numa boa de geração de empregos e renda.

 

Em fim, prometeu valorizar os portuenses para que a auto estima do munícipio ficassem em alta, o que geraria sensação de bem estar e consequentemente resultaria em melhor qualidade de vida a toda a população.

 

CONSEQUÊNCIAS:

Na primeira semana da gestão da ¨dita mudança”, o calote eleitoral já começou a se evidenciar, pois bastava passar a frente da Prefeitura Municipal para constatar uma verdadeira romaria de moradores de PORTO NACIONAL à porta da Prefeitura cobrando os empregos prometidos e não cumpridos, até porque não se pode empregar toda a população desempregada de Porto Nacional. Nesse quesito, temos que repudiar tanto os membros da campanha que prometeu empregos, quanto os eleitores que votaram buscando interesses pessoais, pois ambos cometeram fragrante prática anti republicanas que sustentam o sistema corrupto.

 

Quanto à prometida valorização dos servidores efetivos, a frustação também se deu já na primeira semana, pois além dos três meses atrasados do pessoal contratado, o prefeito da “dita mudança”, ao receber a gestão com os salários do mês de dezembro a ser pago, ao invés de buscar soluções para que esses servidores recebessem seus vencimentos, propôs o IMORAL e INÉDITO parcelamento dos salários desses servidores efetivos, o que aumentou o endividamento de pais de famílias que realizaram compras de final de ano e tiveram que renegociarem as suas dívidas, diante da tirania da gestão.

 

Nesse ponto ressalto que protocolei um ofício em que sugeria que deixasse para nomear Secretários e Cargos Comissionados depois que pagasse os funcionários efetivo, sendo que a segunda sugestão seria sugestões era pegar um empréstimo para que o servidor não fosse penalizado, infelizmente o prefeito ignorou o ofício.

 

 

 

Ainda no mês de Julho do primeiro ano de gestão, sob o argumento de fazer caixa para o município que passava por dificuldades, adotou mais uma humilhante medida aos contratados da educação e, de forma inédita rompeu o contrato de muitos pais de famílias no mês de julho para recontratá-los depois das férias de julho, medida essa sem previsibilidade alguma, enquanto isso criava mais de 60 cargos de Assessorias Especiais com salários entre 1.500 a 8.000 reais, cargos esses totalmente dispensáveis ao bom funcionamento da administração e que abrigam os familiares e apaniguados políticos da deprimente gestão da “dita mudança”.

 

Nesse ponto vale ressaltar que hoje são mais de 90 cargos especiais distribuídos entre apaniguados políticos que geram um prejuízo anual de quase R$5.000.000,00(CINCO MILHÕES DE REAIS) aos cofres públicos, uma vez que, a simples extinção dessas Assessorias Especiais, gerariam esse montante em receita a ser investidos em serviços básicos revertidos à coletividade da população.

 

DESCASO COM OS IMPACTADOS:

Acompanhamos um VERDADEIRO MARTÍRIO dos moradores de Porto Nacional que são impactados e tem suas moradias fortemente impactado pelas águas em períodos chuvosos, o prefeito da “dita mudança” prometeu resolver a situação nos primeiros meses e, até agora não se tomou providencias concretas, apesar de ter conseguido empréstimo de 15 milhões de reais, endividando o município de forma desnecessária, uma vez que a simples extinção das Assessorias Especiais já resultaria numa economia de quase 20 milhões de reais durante os 4 anos de gestão.

 

DESVALORIZAÇÃO DO PORTUENSE:

A desvalorização do portuense também foi patente desde o início da “dita gestão da mudança” já nos primeiros dias de gestão, basta observar que, enquanto a população carente fazia romaria buscando emprego para sustentar a sua família, o reizinho JM abarrotou a prefeitura de moradores de Palmas, sendo estes inclusive, os que detém grande parte das tais assessorias especiais.

 

Esse fato gerou dois fenômenos: O primeiro foi o aumento do fluxo de veículos de Palmas/Porto Nacional/Palmas logo no alvorecer do dia e no final da tarde. O segundo fenômeno foi o esvaziamento do comercio local nas datas em que a Prefeitura realiza os pagamentos dos servidores, uma vez que aqueles que percebem maior vencimento, fazem suas compras em Palmas, prejudicando mais uma vez a sofrida PORTO NCAIONAL.

 

 

 

Tais atitudes, além de desmotivar o morador de PORTO NACIONAL, também contribui para que o desaquecimento o comércio local, causando também desemprego e aumento da miséria em nossa cidade.

 

Para sacramentar a total desvalorização aos portuenses e o prestígio à capital Palmas por parte da Gestão Municipal, “dita mudança”, fomos surpreendidos ao perceber que Palmas foi contemplada com a maior quantidade do local de provas do concurso de da Prefeitura de Porto Nacional, sendo que, tanto na sede, como em Luzimangues, tem muitos locais que poderiam também abrigar as realizações das provas certame, o que não foi observado. Esse fato, além de prestigiar a rede hoteleira e demais serviços como alimentação, moto taxis e outros serviços com relação a Luzimangues, pode ferir o princípio da isonomia, caso seja constatado que moradores de outras cidades como Silvanópolis, Brejinho e até da sede de Porto Nacional tenha que se deslocar até Palmas e nenhum morador de Palmas tiver que se deslocar da sua cidade para realizar as provas.

 

FAMILIOCRACIA:

Uma das bandeiras mais combatidas pelo então humilde Vereador de Palmas acabar coma familiocracia de duas famílias que ocupavam quase todos os cargos na gestão anterior a sua, pois bem, nesse quesito o gestor da mudança também se superou, pois ao invés de duas, além de distribuir cargos para mais de 5 famílias amigas do rei, criou as tais assessorias especiais para abrigar familiares dos que ficaram insatisfeitos com os cargos assumidos, foi realmente mais um calote aos portuenses, chegando-se ao absurdo de algumas famílias abocanharem de 15 a 20 mil por mês cargos para a sua família, muitos até jovens de primeiro emprego oficial, que passaram a receberam de 3000 a 6000 reais, enquanto os professores concursados e com muitos anos de serviço não recebem nem 2000 reais.

 

MORALIDADE PÚBLICA:

Se não bastasse o acima exposto a gestão prometeu auditoria para responsabilizar a gestão anterior pela má aplicação do erário público e até o momento, a população não teve conhecimento de nada nesse sentido.

 

A Gestão também teve conhecimento através de publicações em redes sociais e também em entrevista na Rádio Porto FM, de denúncias de que pessoas com cargos comissionados estariam recebendo vultuosas quantidades de horas extra, o que é proibido por Lei e, ao invés de investigar e punir os responsáveis por essas irregularidades, o prefeito da “dita mudança”, promoveu servidores que recebiam essas pecúnias de forma irregular.

 

 

 

Ao invés de moralizar a gestão o que se ver a cada dia são denúncias de empresas fantasmas de familiares e amigos do rei, bem como denúncias de vultuosos volumes de abastecimento de combustíveis de veículos particulares com requisições pagas pelo município, ambas as denúncias estão sendo investigadas pelo MP de Porto Nacional.

 

OBRAS ELEITOREIRAS:

Passados quase 3 anos de gestão a Prefeitura começa a ensaiar obras pela cidade, algumas até que a gestão passou quase três anos falando que não poderia fazer porque era da jurisdição do Estado e que, portanto jamais poderia realizar, como é o caso da correção do asfalto da saída de Porto Nacional a Silvanópolis.

 

Com essas obras o prefeito pensa que enganar a população e os fazem esquecer de todo os descasos e sofrimentos imposto pela gestão durante esses quase 3 anos de gestão, prática essa já reprovada na gestão anterior à dita “gestão da mudança” FINALMENTE, eu poderia lotar todas as páginas desse conceituado jornal para expor as peripécias da gestão JM, creio que o acima exposto já é o bastante para afirmar com todas as letras que a GESTÃO JM FOI A MAIOR FRAUDE ELEITORAL E PROMOVE A MAIOR FARRA COM O DINHEITO PÚBLICO.

 

CAPITÃO DIÓGENES é Militar da Reserva Remunerada da PMTO, Mestre em Ciências do Movimento Humano, ativista social de Direita e atual Presidente do PSL de Porto Nacional.

Última modificação em Quarta, 14 Agosto 2019 20:40

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