Locutor, produtor comercial da WV Estúdio e um dos melhores apresentadores de palco do país, ele transforma comunicação em relação
Da Redação
Tem voz que informa. Tem voz que vende. E tem voz que marca gerações.
A de Wilson Veras faz as três. E faz com excelência.
Há mais de 30 anos ele liga o microfone e desliga a distância entre quem fala e quem ouve. Nascido em Pedro Afonso, criado em Guaraí e hoje com raízes profundas em Porto Nacional, Wilson tem orgulho de dizer: _”Sou Portuense de coração”.
E é justamente esse coração aberto que fez dele referência no Tocantins e nome respeitado em várias partes do Brasil.
Locutor, produtor comercial à frente da WV Estúdio e apontado por colegas e grandes contratantes como um dos melhores apresentadores de palco do país, Wilson Veras construiu uma carreira rara: sólida nos números, mas gigante nos valores.
Três pilares sustentam tudo: excelência, humildade e respeito pelo público.
Do estúdio ao palco:A versalidade que faz a diferença.
De segunda a sexta, das 15h às 17h, Porto Nacional para para ouvir.

É o “Top Hits”, na Rádio Porto FM, líder de audiência no horário. São duas horas onde música de varios estilos encantam o ouvinte,informação com credibilidade e um bate-papo que vai do Tocantins ao Brasil e ao mundo.
Mas não é “só rádio”.
É companhia na cozinha. É trilha sonora no carro. É conversa no balcão da empresa. É o locutor que o ouvinte sente que está do lado de cá do rádio, falando direto com ele.
“Ele tem o dom de transformar notícia em conversa e música emoção. Quando ele fala, parece que é pra mim”, desabafa Maria Lúcia, ouvinte fiel há 15 anos.
Fora do estúdio, Wilson Veras veste outra camisa: a de produtor comercial da WV Estúdio, E aqui o jogo muda, mas a regra é a mesma: respeito.
Ele senta com o empresário, entende o negócio, cria roteiro, entrega áudio e resultado. Anunciante que entra, fica. Porque percebe que comercial bem feito também comunica e vende com verdade.
E se no rádio e na publicidade ele já é nome forte, é no palco que Wilson Veras vira espetáculo à parte.

Formaturas para milhares de pessoas. Shows nacionais. Eventos corporativos. Solenidades oficiais. Cidades do Tocantins, e várias partes do Brasil já aplaudiram a condução segura, elegante e carismática dele.
O segredo?
Ritmo para segurar o tempo sem deixar cair.
Improviso para resolver ao vivo o que ninguém planejou.
Leitura de público para sentir quando a plateia quer emoção ou quer energia.
Domínio de cena para comandar palco sem perder a leveza e a simpatia.
Qualidades que colocam, sem exagero, o nome de Wilson Veras entre os melhores apresentadores de palco do País .
O diferencial:Gente como a gente.
Com mais de 30 anos de estrada e convites de muitas cidades do Brasil, seria natural o ego crescer. Mas quem conhece Wilson Veras fala uma palavra só: humildade.
“Ele é parceiro de verdade. Sabe ouvir o estagiário, respeitar o colega de profissão, valoriza o cliente e honra o público. Não existe estrela aqui. Existe trabalho, suor e compromisso”, resume um colega da capital, Palmas.
Wilson Veras não fala para as pessoas. Ele fala com as pessoas.
E o público sente.
“Comunicação sem respeito não dura uma semana. O ouvinte percebe na hora quando é verdadeiro. E eu aprendi cedo: microfone é poder, mas é também responsabilidade. É com ele que a gente educa, informa e acolhe”, afirma o locutor.
Orgulho de Porto Nacional
De Pedro Afonso para Guaraí. De Guaraí para Porto Nacional.
Wilson Veras carrega o Tocantins na voz e devolve para sua terra tudo o que aprendeu:
profissionalismo, compromisso e amor pela comunicação.
Em tempos de “nova estrutura, novo conforto” nas emissoras de rádios, nomes como o dele explicam por que o rádio continua vivo, forte e atual. Porque ainda tem gente que acorda cedo, estuda o roteiro, respeita o ouvinte e ama o que faz.

Ferramentas de ponta nas mãos de profissionais de ponta.
E Wilson Veras é a prova viva disso.
A prova de que quando a gente ama a profissão, a gente não faz só rádio.
A gente conecta vidas. Conecta cidades. Conecta o Tocantins com o Brasil.
Cidade onde a senadora viveu parte da juventude recebeu investimentos em saúde, educação, infraestrutura, assistência social, turismo e desenvolvimento urbano.
Da Assessoria
Porto Nacional celebra neste 13 de julho seus 165 anos de emancipação política e 288 anos de história consolidando uma trajetória marcada pela cultura, pela educação e pela importância para o desenvolvimento do Tocantins. A data também tem um significado pessoal para a senadora Professora Dorinha (União), que morou no município e mantém uma relação próxima com a cidade e sua população.
Ao longo da vida pública, Dorinha direcionou mais de R$ 112,2 milhões para Porto Nacional, contemplando investimentos em saúde, educação, infraestrutura, assistência social, mobilidade, turismo, desenvolvimento rural e obras estruturantes. "Porto Nacional faz parte da minha história. Foi uma cidade onde vivi, trabalhei, construí amizades e aprendi muito. Tenho um carinho enorme por esse povo e procuro retribuir esse sentimento com trabalho, buscando recursos e acompanhando projetos que ajudam a melhorar a vida das pessoas", afirma a senadora.
Recursos para o município
Somente nos últimos meses, os recursos destinados pela parlamentar garantiram R$ 11 milhões para o fortalecimento da saúde, com incremento do teto de Média e Alta Complexidade (MAC), além de investimentos para assistência social. Também foram destinados recursos para o recapeamento de ruas e avenidas, recuperação de estradas vicinais, infraestrutura turística e apoio à realização do Porto Verão.
A atuação da senadora no município também deixou marcas na educação, uma de suas principais bandeiras. Entre os investimentos estão a construção e ampliação de escolas em Porto Nacional e nos distritos de Luzimangues, Pinheirópolis e Escola Brasil, além de recursos para a expansão do câmpus da Universidade Federal do Tocantins (UFT), incluindo a construção da biblioteca do campus, infraestrutura universitária e novos espaços acadêmicos.
Na infraestrutura urbana, os recursos viabilizaram pavimentação e recapeamento de dezenas de ruas e avenidas, drenagem, iluminação pública, construção do Parque do Guariba, reforma da Biblioteca Municipal Eli Brasiliense, além de obras em bairros e distritos que contribuíram para melhorar a mobilidade e a qualidade de vida da população.
Da Redação
Porto Nacional celebra, na próxima segunda-feira (13), 288 anos de história e 165 anos de emancipação política. Como homenagem à cidade, será lançada nesta sexta-feira (10) a música "Porto Nacional Minha Jóia", uma composição que retrata, de forma emocionante, a história, a cultura, as tradições e as belezas do município.
A obra é de autoria de Wlisses Negre (@wlissesnegre), natural de Monte do Carmo (TO), que destaca a forte ligação afetiva que possui com Porto Nacional por meio da família, da esposa, dos amigos e da própria história, profundamente conectada às origens de Monte do Carmo.
Com uma letra rica em referências históricas e culturais, a música percorre desde o legado de Félix Camôa, o Arraial do Carmo e a navegação pelo Rio Tocantins até os dias atuais, exaltando o Centro Histórico, a Catedral das Mercês, a Praia Porto Real, a Avenida Beira Rio, a Semana da Cultura, a Feira, Luzimangues, Pinheirópolis, Escola Brasil, além da força do agronegócio, da aviação, do turismo, da gastronomia e dos eventos tradicionais que fazem parte da identidade portuense.
Administrador e empresário na área de consultoria em gestão pública e empresarial, Wlisses Negre decidiu transformar em música um antigo sonho. Mesmo sem ser cantor ou instrumentista, desenvolveu o projeto utilizando inteligência artificial para produzir os arranjos e a interpretação vocal, preservando a autoria integral da letra.
Além de "Porto Nacional Minha Jóia", o compositor também é autor da música "Palmas Cidade Girassol, Caçulinha do Brasil", que já ultrapassou 4 milhões de interações nas redes sociais. Atualmente, prepara novos projetos musicais em homenagem ao Tocantins, valorizando a história, a cultura e as riquezas do Estado.
Mais do que uma canção, "Porto Nacional Minha Jóia" é uma declaração de amor à cidade, reunindo em versos a memória, a fé, a cultura e o orgulho de um povo que ajudou a construir uma das mais importantes histórias do Tocantins.
Da Assessoria
A Justiça condenou o ex-presidente da Câmara de Vereadores de Porto Nacional e atual vice-prefeito da cidade, Joaquim Pereira de Carvalho Neto, em ação civil pública por ato de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público do Tocantins (MPTO). Durante sua gestão no Legislativo (2019-2020), ele teria direcionado servidores públicos para atividades particulares de seu interesse pessoal. A sentença foi proferida no último dia 3, sendo passível de recurso.
No processo, a 5ª Promotoria de Justiça de Porto Nacional relata que dois servidores públicos da Câmara Municipal, nomeados para cargo comissionado e de assessoria, atuavam, na realidade, como motoristas particulares do réu, realizando fretes de mudanças e serviços agrícolas em propriedades de sua família.
A conduta foi enquadrada como enriquecimento ilícito pela Lei de Improbidade Administrativa, uma vez que o réu obteve vantagem patrimonial indevida ao gerar economia para suas finanças pessoais à custa do erário.
Por parte do Ministério Público, atua no processo a promotora de Justiça Thais Cairo Souza Lopes.
Penalidades
Como penalidades pela prática de improbidade administrativa, foram impostas ao ex-vereador a suspensão dos direitos políticos por oito anos, a perda de eventual função pública que estiver ocupando atualmente e a proibição de contratar com o Poder Público pelo prazo de cinco anos.
Além disso, o ex-parlamentar foi condenado ao pagamento de multa civil equivalente a dez vezes o valor da remuneração mensal que recebia, na época, como presidente do Legislativo.
Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues
A sucessão estadual de 2026 entra em uma fase decisiva e, mais uma vez, Porto Nacional ocupa uma posição estratégica no tabuleiro político tocantinense. Na avaliação do Observatório Político de O Paralelo 13, poucos municípios exercem tanta influência sobre uma região inteira quanto Porto Nacional. Mais do que o quarto maior colégio eleitoral do Tocantins, a cidade funciona como uma verdadeira caixa de ressonância política da região central do Estado.
Ao seu redor estão dez municípios que mantêm forte ligação econômica, comercial, educacional, bancária e de serviços públicos com Porto Nacional. Somados, esses municípios representam um universo eleitoral superior a 84 mil eleitores, capaz de influenciar diretamente o resultado das eleições para governador e para o Senado.
Em um Estado que possui 1.182.767 eleitores, qualquer candidato que pretenda vencer a disputa majoritária precisa compreender o peso político da região central.
UM COLÉGIO ELEITORAL QUE MERECE SER OUVIDO

Porto Nacional possui 47.207 eleitores. Mas sua influência vai muito além desse número. Os municípios de Fátima, Oliveira de Fátima, Santa Rita do Tocantins, Brejinho de Nazaré, Ipueiras, Silvanópolis, Pindorama do Tocantins, Santa Rosa do Tocantins, Ponte Alta do Tocantins e Monte do Carmo mantêm Porto Nacional como referência regional.
São cidades que dependem da estrutura portuense para atendimento hospitalar, comércio, serviços bancários, educação superior e atividades administrativas.
Na prática, trata-se de uma região que compartilha os mesmos desafios e acompanha de perto as decisões tomadas em Porto Nacional. Por isso, quem dialoga com Porto Nacional dialoga, ao mesmo tempo, com toda uma região estratégica do Tocantins.
AS DEMANDAS CONTINUAM AS MESMAS
Ao observar o sentimento predominante entre lideranças comunitárias, representantes classistas e diversos segmentos da sociedade, o Observatório Político de O Paralelo 13 identifica uma cobrança recorrente: Porto Nacional quer ser mais ouvida durante o processo eleitoral.
Entre as principais reivindicações frequentemente apontadas estão a pavimentação do Parque Industrial, considerada fundamental para atrair novos investimentos e ampliar a geração de empregos; a duplicação da rodovia que liga Porto Nacional a Palmas, uma obra aguardada há anos e considerada estratégica para a mobilidade e o desenvolvimento regional; e a construção de um novo Hospital Regional, diante do crescimento da demanda por atendimento especializado.
Independentemente das responsabilidades administrativas de cada esfera de governo, essas obras permanecem no centro das discussões da sociedade portuense.
A HORA DA PRESTAÇÃO DE CONTAS

As eleições também representam um momento de prestação de contas.
Na avaliação do Observatório Político de O Paralelo 13, candidatos ao Governo, ao Senado, à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa precisarão apresentar à população de Porto Nacional não apenas novas propostas, mas também um balanço da atuação de seus mandatos e dos compromissos assumidos com o município.
O eleitor deseja saber quais investimentos foram destinados à cidade, quais projetos avançaram e quais demandas permanecem pendentes. Mais do que discursos, a população espera respostas concretas.
A REGIÃO CENTRAL PODE DECIDIR A ELEIÇÃO

Em disputas equilibradas, cada voto ganha importância ainda maior. A região central do Tocantins reúne um eleitorado expressivo, distribuído entre municípios historicamente conectados a Porto Nacional.
São eles:
• Porto Nacional — 47.207 eleitores
• Ponte Alta do Tocantins — 5.662
• Monte do Carmo — 5.120
• Silvanópolis — 4.862
• Santa Rosa do Tocantins — 4.259
• Brejinho de Nazaré — 4.224
• Fátima — 3.991
• Pindorama do Tocantins — 3.715
• Santa Rita do Tocantins — 2.128
• Ipueiras — 1.995
• Oliveira de Fátima — 1.694
Juntos, esses municípios formam um importante corredor eleitoral, cuja influência ultrapassa os limites geográficos de Porto Nacional.
O TEMPO DA ESCUTA

O calendário eleitoral avança rapidamente.
As convenções partidárias definirão oficialmente as candidaturas e, em seguida, começará a campanha nas ruas.
Na avaliação do Observatório Político de O Paralelo 13, este é o momento para que os candidatos deixem os gabinetes, percorram os municípios e conversem diretamente com a população.
Porto Nacional não reivindica privilégios. Reivindica prioridade. Quer participar do debate sobre o futuro do Tocantins. Quer apresentar suas demandas. E quer ser tratada como protagonista de uma região que desempenha papel decisivo no desenvolvimento econômico, educacional e social do Estado.
Em uma eleição que promete ser uma das mais disputadas da história recente do Tocantins, ignorar Porto Nacional e sua região de influência pode significar abrir mão de um dos mais importantes polos eleitorais do Estado.
E, como costuma afirmar o Observatório Político de O Paralelo 13, quem pretende governar o Tocantins precisa, antes de tudo, aprender a ouvir Porto Nacional.