DIRETO DA REDAÇÃO
A porção do povo de Deus que pertence à Diocese de Porto Nacional viveu, nestes últimos anos, perambulando a esmo como ovelhas sem pastor.
Depois de longo interregno, finalmente, o Sumo Pontífice Romano Leão XIV elegeu para Porto nacional, um sacerdote jovem inteligente, piedoso, dinâmico e intelectualmente preparado para ser o novo pastor desta sofrida Diocese.
Demos Graças a Deus.
As alvíssaras matinais logo percorreram as ruas estreitas, as praças, adentraram o interior dos casarões, subiram as ladeiras e desceram as ribanceiras do lago. De cochicho em cochicho até a eloquência dos arautos, logo todos participaram do regozijo.
O que se percebe nas pessoas diante do acontecimento é uma inegável sensação de alívio. Mas não um alivio que as remete ao afrouxamento das expectativas, e sim ao energisamento interior das esperanças quanto à tempos bem melhores.
O nome, as primeiras imagens e palavras do Bispo eleito já revelam algo novo!
Do seu batismo ele trás consigo o nome de José(o justo esposo da Virgem), Paulo(o apóstolo dos Gentios) e Francisco(o Santo dos pobres). O que não deixa de ser uma notável singularidade!
Sua imagem transmitiu jovialidade e a seriedade de um Canonista. Quanto as palavras, ele foi sereno e modesto, como convém a quem assume altas responsabilidades.
Certamente a decisão Papal projeta um corte na raiz de tantos malefícios que acometeram a Diocese durante este último episcopado.
Oremos para que o Santo Espirito ilumine o nosso Novo Pastor, Monsenhor José Paulino Francisco Neto, e que ele nos conduza novamente à verdes pastagens.