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Partido Novo pedirá inelegibilidade de Lula assim que candidatura for registrada

Posted On Terça, 17 Fevereiro 2026 05:11
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A sigla alega abuso de poder político e econômico e diz que houve propaganda antecipada com recursos públicos.

 

 

Por Rany Veloso

 

 

O partido Novo anunciou que vai pedir a inelegibilidade do presidente Lula assim que a candidatura for registrada. A sigla alega abuso de poder político e econômico, e diz que houve propaganda antecipada com recursos públicos.

O senador e pré-candidato à presidência, Flávio Bolsonaro, também prometeu acionar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o PT por ataques pessoais ao ex-presidente Jair Bolsonaro e aos cristãos.

 

Já a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro criticou a representação de Bolsonaro como palhaço atrás de grades durante o desfile. Ela disse que “quem foi preso por corrupção foi Luiz Inácio Lula da Silva”.

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, disse que vai entrar na Justiça por preconceito religioso no desfile que homenageou Lula. O governador argumenta que uma ala do desfile “Neoconservadores em conserva” ridicularizou a fé ao representar evangélicos dentro de latas.

 

Por outro lado, integrantes da base do governo elogiaram o desfile e alfinetaram a oposição. O líder do PT na Câmara, Pedro Uczai, destacou a encenação da subida de Lula na rampa do Planalto e postou o vídeo de um palhaço preso com a legenda "sem mitos falsos, sem anistia".

O também petista Paulo Pimenta ironizou as críticas, ao dizer que a oposição não precisa de “recalque” lembrando que Jair Bolsonaro foi tema de escola de samba em 2022. No entanto, em um contexto diferente ao mostrar o ex-presidente se esquivando da vacina contra a Covid.

 

 

O presidente Lula, está em Brasília e usou as redes sociais para celebrar o evento. Ele disse ter acompanhado o desfile da Acadêmicos de Niterói com honra e alegria. Já a primeira-dama Janja disse em nota que não desfilou no sambódromo para evitar perseguição à escola e a Lula.

 

Em entrevista à CBN, o professor e advogado Pedro Benatto, da Escola Paulista de Direito classificou o desfile em homenagem a Lula como uma “zona cinzenta”.

 

Em publicação na redes, o especialista em direito eleitoral Márlon Reis, disse que não houve ilegalidade no desfile, já que a lei exige o pedido explícito de voto para configurar propaganda antecipada.

 

Ao menos 10 ações na foram protocoladas na Justiça e no TCU até o momento.

 

 

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