Apresentações gratuitas reuniram alunos de 7 a 12 anos no Espaço Mais Cultura e aproximaram famílias do processo de formação artística
Texto: Mari Silva
A Fundação Cultural de Palmas (FCP), por meio do Centro de Criatividade, realizou na noite desta segunda-feira, 15, mais uma edição do projeto Palco Aberto no Espaço Mais Cultura Atriz e Educadora Marcélia Belém. A programação contou com apresentações dos alunos do curso de iniciação ao teatro, que encenaram os espetáculos 'Em Busca do Tesouro', criado coletivamente pelos estudantes, e 'A Bruxinha que Era Boa', clássico infantil da dramaturga brasileira Maria Clara Machado.
A iniciativa tem como objetivo proporcionar aos alunos a experiência do contato direto com o público, além de aproximar pais e responsáveis do trabalho pedagógico desenvolvido nos cursos ofertados pela Fundação Cultural de Palmas.

De acordo com a gerente do Espaço Mais Cultura, Andrea Bangoim, o projeto Palco Aberto funciona como uma vitrine para os resultados alcançados pelos estudantes ao longo das aulas.
“A ação oportuniza apresentações das turmas e também um diálogo mais direto com os pais sobre o que estamos desenvolvendo com esses alunos. É uma forma de mostrar o processo de aprendizagem e, ao mesmo tempo, permitir que eles tenham contato com o público. Os alunos são muito brilhantes na área da interpretação e essa é uma oportunidade de compartilhar esse talento com a comunidade”, destacou.
As apresentações foram realizadas pelos alunos do curso de iniciação ao teatro, com idades entre 7 e 12 anos, sob orientação do professor João Welson.
A Fundação Cultural de Palmas ressalta que, além de estimular a criatividade e a expressão artística, o projeto Palco Aberto fortalece a formação cultural dos estudantes ao proporcionar vivências práticas de palco e incentivar a interação entre artistas em formação, familiares e público.
Texto: Mari Silva - estagiária sob a orientação da Diretoria de Jornalismo da Secom
Apresentações gratuitas reuniram alunos de 7 a 12 anos no Espaço Mais Cultura e aproximaram famílias do processo de formação artística
Texto: Mari Silva
A Fundação Cultural de Palmas (FCP), por meio do Centro de Criatividade, realizou na noite desta segunda-feira, 15, mais uma edição do projeto Palco Aberto no Espaço Mais Cultura Atriz e Educadora Marcélia Belém. A programação contou com apresentações dos alunos do curso de iniciação ao teatro, que encenaram os espetáculos 'Em Busca do Tesouro', criado coletivamente pelos estudantes, e 'A Bruxinha que Era Boa', clássico infantil da dramaturga brasileira Maria Clara Machado.
A iniciativa tem como objetivo proporcionar aos alunos a experiência do contato direto com o público, além de aproximar pais e responsáveis do trabalho pedagógico desenvolvido nos cursos ofertados pela Fundação Cultural de Palmas.
De acordo com a gerente do Espaço Mais Cultura, Andrea Bangoim, o projeto Palco Aberto funciona como uma vitrine para os resultados alcançados pelos estudantes ao longo das aulas.
“A ação oportuniza apresentações das turmas e também um diálogo mais direto com os pais sobre o que estamos desenvolvendo com esses alunos. É uma forma de mostrar o processo de aprendizagem e, ao mesmo tempo, permitir que eles tenham contato com o público. Os alunos são muito brilhantes na área da interpretação e essa é uma oportunidade de compartilhar esse talento com a comunidade”, destacou.
As apresentações foram realizadas pelos alunos do curso de iniciação ao teatro, com idades entre 7 e 12 anos, sob orientação do professor João Welson.
A Fundação Cultural de Palmas ressalta que, além de estimular a criatividade e a expressão artística, o projeto Palco Aberto fortalece a formação cultural dos estudantes ao proporcionar vivências práticas de palco e incentivar a interação entre artistas em formação, familiares e público.
Texto: Mari Silva - estagiária sob a orientação da Diretoria de Jornalismo da Secom
Capital tocantinense é apresentada como referência na integração entre planejamento urbano, natureza, inovação e valorização da cultura local
Por Josiane Mendes
Palmas é uma das cidades retratadas na Revista Turismo Brasil – Turismo Inteligente, publicação eletrônica do Ministério do Turismo (MTur) que apresenta destinos brasileiros que vêm adotando soluções para aprimorar a gestão da atividade turística e a experiência dos visitantes.
Na publicação, a Capital é descrita como a mais jovem capital planejada do país e um exemplo de integração entre urbanismo e natureza. O material destaca que Palmas participa da estratégia Destino Turístico Inteligente (DTI) desde 2021 e vem utilizando sua infraestrutura urbana para fortalecer ações voltadas à inovação, à mobilidade sustentável e à gestão da atividade turística.
Entre os atrativos apresentados na revista estão a Praça dos Girassóis, considerada uma das maiores praças da América Latina; a Praia da Graciosa, principal cartão-postal da cidade; a Ilha Canela; o Parque Cesamar; e o Lago de Palmas, que oferece opções de lazer, esportes náuticos e contemplação do pôr do sol.
A publicação também chama atenção para aspectos da identidade cultural palmense, como o artesanato em capim-dourado comercializado na Feira do Bosque dos Pioneiros e a culinária baseada em peixes de água doce, elementos que ajudam a fortalecer a identidade da Capital como destino.
O conteúdo ainda ressalta a força da economia criativa em Palmas, citando ações que aproximam tecnologia, desenvolvimento local e empreendedorismo, como o Festival Gastronômico de Taquaruçu (FGT), que neste ano chega à sua 20ª edição, além de parcerias que fortalecem o artesanato e a culinária regional.
Reconhecimento
Para a secretária municipal de Turismo, Ana Paula Setti Nogueira, a presença de Palmas na publicação representa o reconhecimento de um trabalho que busca valorizar os diferenciais da cidade sem perder de vista a inovação.
“Palmas tem características muito próprias. É uma capital planejada, cercada por atrativos naturais e com uma cultura fortemente ligada ao Cerrado. Ver esses elementos sendo apresentados em uma publicação nacional do Ministério do Turismo amplia a visibilidade do destino e reforça nosso potencial para receber visitantes de diferentes regiões do país”, destacou.
A Revista Turismo Brasil reúne experiências e iniciativas de 27 cidades e tem como objetivo divulgar exemplos de municípios que vêm construindo novos caminhos para o desenvolvimento do setor no país.
Por: Rojas Gregório
A cantora Duda Ruas sobe ao palco do Lanterna Eventos, na 104 Sul, neste sábado (6), para o show de lançamento do EP “Bonita Demais Pra Sofrer”. A apresentação começa às 21h e marca a conclusão do primeiro trabalho autoral da artista em formato de EP.
O projeto reúne as músicas “Legal Demais Pra Você”, “Eu Tô Cansada” e “Pra Sempre Com Você”, lançadas ao longo dos últimos meses. As canções abordam diferentes momentos emocionais e refletem experiências pessoais vividas pela cantora, transitando entre elementos do pop e do rock.

Contemplado pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), o EP foi gravado em São Paulo e produzido por Lucas Marmitt. O trabalho representa uma nova etapa na carreira de Duda Ruas, que vem construindo sua trajetória artística entre Palmas e São Paulo.
Além do show, o evento terá caráter beneficente. O público poderá contribuir com doações destinadas à Casa 8 de Março, instituição que realiza ações de acolhimento e assistência a mulheres em situação de vulnerabilidade social. Serão recebidas cestas básicas, alimentos não perecíveis, produtos de higiene pessoal e itens para composição de kits de redução de danos.
A programação também contará com a participação de DJs convidados, que comandam a pista antes e após a apresentação principal.
Serviço:
Show de lançamento do EP “Bonita Demais Pra Sofrer” – Duda Ruas
Data: Sábado, 6 de junho de 2026
Horário: A partir das 21h
Local: Lanterna Eventos – 104 Sul, Palmas (TO)
Ação beneficente: Doação de cestas básicas, alimentos não perecíveis, produtos de higiene pessoal e itens para kits de redução de danos destinados à Casa 8 de Março.
Projeto contemplado pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB).
Reconhecimento nacional celebra tradição secular tocantinense e integra programação dos 292 anos de Natividade
Por Gabriela Santos
O município de Natividade viveu um momento histórico nesta segunda-feira, 1º de junho, com a cerimônia oficial de entrega do título de Patrimônio Cultural do Brasil aos detentores da Ourivesaria de Natividade. Realizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), por meio da Superintendência do Iphan no Tocantins, o evento ocorreu na Praça Leopoldo de Bulhões e integrou a programação comemorativa dos 292 anos do município.
A solenidade reuniu autoridades, mestres ourives e membros da comunidade para celebrar o reconhecimento de um dos mais importantes saberes tradicionais do Tocantins. Durante a cerimônia, foram entregues títulos aos detentores do ofício da Ourivesaria de Natividade, prática cultural transmitida entre gerações e que constitui parte fundamental da identidade local.

Ourives Uardon Moreira recebe título de superintendente do Iphan no Tocantins, Danilo Curado
A Secretaria de Estado da Cultura (Secult) foi representada pela gerente de Acervos e Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural, Alline Alves, destacou a relevância do reconhecimento para a preservação da memória e da cultura tocantinense.“Para a Secult, esse título fortalece as políticas públicas voltadas ao patrimônio cultural, amplia a visibilidade dos mestres detentores desse conhecimento e contribui para que essa tradição seja transmitida às futuras gerações ”, afirmou.
O superintendente do Iphan no Tocantins, Danilo Curado, explica a importância do título no contexto do patrimônio cultural brasileiro.“Esse reconhecimento insere a Ourivesaria de Natividade no conjunto dos bens culturais registrados pelo Iphan como Patrimônio Cultural do Brasil. Entre 68 os bens imateriais reconhecidos em todo o território nacional, agora o Tocantins passa a contar com essa importante representação de sua história, cultura e tradição”, destacou.
Valorização e reconhecimento
Aprovada como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Iphan em novembro de 2025, a Ourivesaria de Natividade consiste na produção e no uso de joias artesanais confeccionadas com ouro e prata extraídos da própria região. Entre as peças produzidas estão crucifixos, colares, cordões, gargantilhas, brincos, pingentes, pulseiras e anéis, elaborados a partir de técnicas tradicionais transmitidas ao longo dos séculos.
Para a presidente da Associação Comunitária Cultural de Natividade (Asccuna), Simone Araújo, o reconhecimento representa a consolidação de uma trajetória de preservação e resistência cultural.
“Recebemos esse reconhecimento com muita alegria. Houve um tempo em que essa tradição corria o risco de desaparecer, e hoje vemos o saber e o fazer da Ourivesaria de Natividade reconhecidos como Patrimônio Cultural do Brasil. É a confirmação de que vale a pena continuar preservando e transmitindo esse conhecimento às futuras gerações”, ressaltou.
O mestre ourives de Natividade, Uardon Moreira, que atua no ofício desde 1996, destacou a importância do reconhecimento para os profissionais que mantêm viva a tradição da ourivesaria no município. “Esse reconhecimento é muito importante não apenas para mim, mas para todos os ourives de Natividade. Receber esse título em âmbito nacional valoriza o nosso trabalho, fortalece a profissão e contribui para a preservação desse saber que vem sendo transmitido entre gerações”, disse.
Texto, fotos e vídeo de Jô Cristina
No último sábado, 30 de maio, a cidade de Porto Nacional foi palco de mais um importante momento para a cultura e a literatura regional. O jornalista e escritor portuense Edivaldo Rodrigues lançou seu 16° livro, “Ladainhas, Benditos e Cabarés”, em um evento realizado no tradicional Bar Central, conhecido por muitos como o antigo Bar do Zé da Pedra, um dos espaços mais emblemáticos da história e da convivência social do município.
A cerimônia reuniu familiares, amigos, autoridades, membros da comunidade literária e admiradores do trabalho do autor, que prestigiaram mais este capítulo de sua trajetória na preservação da memória e da identidade cultural portuense.

Durante a programação, o público acompanhou momentos de confraternização e apresentações musicais de cantores e compositores da região, que contribuíram para tornar a noite ainda mais especial, celebrando a cultura popular e as tradições locais.

Na obra, Edivaldo Rodrigues conduz o leitor por uma viagem ao passado, retratando aspectos do cotidiano de Porto Nacional em diferentes épocas. Com sensibilidade e riqueza de detalhes, o autor aborda manifestações religiosas, costumes populares, histórias de bares, cabarés e personagens que ajudaram a construir a memória social e cultural da cidade.

“Ladainhas, Benditos e Cabarés” chega ao público como mais uma importante contribuição para a valorização da história de Porto Nacional, preservando lembranças, tradições e narrativas que fazem parte da identidade do povo tocantinense.