No Brasil, sem exceção territorial, a área da saúde tem seus pilares de sustentação amparados pelo SUS – Sistema Único de Saúde, que nada mais é do que um modelo universal e gratuito que atende mais de 165 milhões de pessoas.

 

Mesmo envolvendo milhares de profissionais altamente preparados, com dedicação extremada e tendo o humanismo como princípio, a iniciativa enfrenta desafios como a falta crônica de recursos, longas filas de espera, falta de leitos, equipamentos hospitalares e medicamentos e, principalmente, uma gritante desigualdade regional na distribuição de médicos.

 

Mas toda essa dura realidade está sendo combatida com inteligentes ações governamentais no Tocantins. Exemplo disso é o que está acontecendo no Hospital Regional de Porto Nacional, sob nova direção. O jovem José Ribamar, o popular Ribinha, vem conduzindo essa importante unidade de saúde, que atende vários municípios da região central do Estado, com muito dinamismo, dedicação, profissionalismo e, acima de tudo, um respeito maiúsculo a todas as pessoas, independentemente da origem, que buscam a excelência do Hospital Regional de Porto Nacional.

 

Exemplo disso é o depoimento espontâneo de Dona Tatiana, oriunda da cidade de Cristalândia do Piauí, que externa, em alta voz, o tratamento que os servidores e profissionais técnicos do HRPN estão proporcionando à sociedade tocantinense e de outros estados.

 

Todos merecem a nossa gratidão, respeito e admiração.

 

Família Paralelo 13

 

Edivaldo Rodrigues

Edson Rodrigues

 

 

Posted On Sexta, 06 Março 2026 13:57 Escrito por O Paralelo 13

Direto da Redação

 

 

Dissecar os elementos anatômicos da cultura da secular Porto Nacional é preciso: graduação em povo, ter um relacionamento comunitário com a terra batida das periferias e suas manifestações; sentir o pulsar da sua musicalidade, na voz, nos tambores, nas violas, violões e guitarras de poetas e cantadores das ruas, becos, ruelas e bares; e ter ciência do movimento cativante das mãos dos artesãos que nos retratam e nos favorecem em madeira e barro, num solitário cotidiano de vivências sociais.

 

 

 

É assim, ao adentrar com profundidade a alma da cultura de Porto Nacional, sabendo que seu caminhar se iniciou no Castelo Medieval de São Maximim, no norte da França, no século XI, de onde vieram os Frades Dominicanos e aqui chegaram em outubro de 1886 para contribuir com essa coletividade na construção dos seus pilares definitivos da educação, da filosofia, das ciências, do humanismo, das línguas, das artes, da arquitetura, da engenharia e, principalmente, da fé cristã.

 

Fazer cultura em Porto Nacional, que desde o período do abandono e opressão exercido pelos grilhões que nos prendiam ao Sul opressor de Goiás, é ter consciência de que essa cidade já era intitulada a “Capital da Cultura do Norte Goiano”. Isso nos impõe compromisso administrativo, profissionalismo, responsabilidade, investimentos e respeito para com a trajetória dessa sociedade que atravessou a linha do tempo sendo altiva, soberana e definitiva. Ao contrário disso, é tratar a secular trajetória dessa centenária coletividade como estorvo cultural.

 

 

Insensível, a atual administração agride a história do povo portuense, criando factoides, desenhando sombras descaracterizadas, inventando normas enviesadas. Prova disso foi criar e veicular uma logo em que se lê: “Capital do Agronegócio e Cultura”. Trata-se de uma irresponsabilidade gritante, já que tentam apagar a história cultural da centenária cidade portuense que, ainda nos idos de Goiás, era oficialmente chamada Capital da Cultura do Norte Goiano.

 

Nada contra o agronegócio, que é uma das forças propulsoras da economia do nosso município, e isso se fortalece ainda mais com a potência do setor de serviços e a capacidade de gerar renda e riqueza oriundas do crescente polo de educação superior que a cidade abriga. Porto Nacional ganhou força econômica com esses setores e hoje é um polo de desenvolvimento. Mas isso não autoriza ninguém a tentar apagar as conquistas de um rico passado que serve de pilar e baliza para fortalecer esse presente na preparação de um futuro promissor e próspero.

 

É sabido que o prefeito de Porto Nacional tem seus acordos políticos na formação da sua equipe, mas isso não lhe dá o direito de “jogar merda no ventilador da cultura portuense”.

 

 

Em nenhum momento ele respeitou essa área, sempre desconhecendo a competência, a capacidade e, acima de tudo, a vivência e a profundidade da relação com o lugar dos filhos de Porto Nacional, o mais respeitado berço cultural do Tocantins, para dirigir essa área que é reconhecida em toda a Região Norte do país como fermentadora do “berço da intelectualidade”, com nomes dessas terras de Félix Camoa se destacando em várias áreas no Brasil e no exterior.

 

 

 

Essa política nefasta da atual gestão de Porto Nacional garante que suas nomeações para ocupar a Secretaria da Cultura do município, tão importante cargo na consolidação da trajetória histórica portuense, têm que atender tão somente a critérios políticos, aliadas a visões caolhas e distorcidas para a execução de políticas culturais para nossa gente.

 

 

 

Ele e seus nomeados acreditam que a cultura de Porto Nacional é um estorvo administrativo e se resume à execução dos projetos milionários do Carnaval e do período das praias de Porto Real e de Luzimangues. Só como parâmetro: no Carnaval 2026, quase um milhão e oitocentos mil reais saíram do município em direção ao mundo. E isso com o Museu Municipal desmoronando, a Biblioteca entregue às traças, o Centro Histórico da cidade em total abandono, com ruas esburacadas e entregue ao mato e ao descarte de lixo.

 

 

 

A atual titular da pasta da Cultura da municipalidade, festejada nas redes como amiga do poder e da governança estadual, ainda não entendeu nada. Apegou-se à organização da folia. Fazer Carnaval pagando cachê a bandas acima de 700 mil reais e empregando mais de um milhão de reais só em infraestrutura é fácil, pois não requer compromisso com um processo que envolve o conjunto complexo e dinâmico dos saberes, das crenças, das tradições e costumes nossos e de todos.

 

 

 

Fazer impulsionar a cultura de Porto Nacional requer mais do que currículo, mais do que amizade com poderosos; mais do que milhões oriundos dos nossos tributos, que nesse caso foram pessimamente empregados.

 

Certamente, impulsionar a cultura no município portuense, antes de tudo, exige capacidade criativa, comprometimento, valorização artística e, acima de tudo, conhecimento dos nossos valores coletivos e de cidadania.

 

Cultura não permite amadorismo nem submissão político-partidária.

 

Fica o aviso!

 

Família Paralelo 13

 

Edivaldo Rodrigues e Edson Rodrigues

 

 

Posted On Quarta, 04 Março 2026 05:19 Escrito por O Paralelo 13

Prefeito Ronivon Maciel agradece apoio do parlamentar: "Ele se sensibilizou e honrou com seu compromisso com a população de do Tocantins, em especial, Porto Nacional".

 

 

Com Assessoria

 

 

A reconstrução da cobertura metálica do Terminal Rodoviário de Porto Nacional (TO) foi concluída. O serviço, que beneficiará os usuários do setor de embarque e desembarque, foi entregue pelo prefeito Ronivon Maciel. Em suas redes sociais, ele fez questão de agradecer o apoio do deputado federal Vicentinho Júnior (PSDB): " Ele se sensibilizou e honrou com seu compromisso com a população de do Tocantins, em especial, Porto Nacional".

 

 

A estrutura desabou em março de 2025 em virtude de fortes chuvas que atingiram a cidade. O investimento no local foi de R$ 1,1 milhão. O gestor anunciou em suas redes sociais que, em abril, lançará a licitação para a reforma geral do local.

 

"Esta é mais uma prova que nosso mandato não olha para partido, apoio, se é aliado ou adversário. Não poderia faltar com a minha Porto Nacional. Cumpri minha obrigação como parlamentar", afirmou Vicentinho Júnior, que também parabenizou o prefeito pela conclusão do serviço.

 

 

 

Posted On Domingo, 01 Março 2026 03:46 Escrito por O Paralelo 13

Temos muito orgulho de sermos filhos de Ana Rodrigues, uma mulher forte, determinada e, acima de tudo, visionária

 

 

Por Edivaldo Rodrigues

 

 

 

Mesmo analfabeta funcional, com profissão de lavadeira, nos acendeu ao mais alto pódio da dignidade, da ética, da moral e do conhecimento, nos espelhando muita garra para integrar o contingente discente das principais universidades de Goiás, o que nos proporcionou preparo para sermos, hoje, empresários/proprietários de um dos mais respeitados veículos de comunicação do Estado do Tocantins, o Jornal O Paralelo 13.

 

Nós, a Família Paralelo 13, respeitamos e aplaudimos todos que enveredam pelo universo da cultura, principalmente no campo literário.

 

O que não aceitamos são embusteiros, os tendenciosos a mentir descaradamente, criando historinhas enviesadas, desprovidas de cultura identitária, de responsabilidade social e de respeito ao conjunto de valores das pessoas.

 

Em qualquer ambiente sadio e de respeito em Porto Nacional, Ana Rodrigues, mesmo 16 anos após a sua partida em direção à casa do Pai Criador, continua sendo reverenciada como uma mulher sábia, respeitadora, ciente de suas responsabilidades enquanto mãe e na sociedade.

 

E, por ser assim, não vai ser nenhum “zé-ninguém”, desprezado pelos seus e estorvo social, que vai macular a grandiosidade dessa amada mulher, chamando-a, no seu texto capanga e burro, de sem educação. Vamos reagir aqui, agora e em qualquer momento que esse cidadão ousar macular e diminuir a singularidade da vida da nossa mãe.

 

Edson, Edivaldo e Edimar Rodrigues

 

Família Paralelo 13

 

 

Posted On Terça, 17 Fevereiro 2026 16:28 Escrito por O Paralelo 13

Edson Rodrigues

 

 

Na Capital da Cultura do Tocantins, quem fez o Carnaval 2026 acontecer foi a força da amizade. Em Porto Nacional, o bloco Os Misturados mostrou que tradição se constrói com afeto, música boa e muita animação.

 

O bloco nasceu do desejo simples e poderoso de reunir amigos para curtir juntos a melhor festa do calendário brasileiro. E deu certo. Cerca de 90% dos integrantes são amigos de infância, muitos hoje espalhados por cidades como Brasília, Goiânia e Palmas, mas que mantêm viva a conexão com suas raízes portuenses.

 

Quatro dias de festa e identidade cultural

 

 

A programação foi pensada nos mínimos detalhes. Durante quatro dias, o ponto de encontro foi o tradicional Bar Central, na Cidade Velha, cenário perfeito para celebrar o Carnaval com aquele clima 

acolhedor, cerveja gelada, tira-gosto caprichado e ambiente familiar.

 

A cantoria começou por volta das 19h desta sexta-feira (13), e só terminou na manhã de sábado (14). Uma maratona carnavalesca digna dos grandes blocos do Brasil. E a promessa para a segunda noite é ainda mais batucada, mais energia e mais emoção.

 

 

A trilha sonora ficou por conta de bandas e duplas formadas por filhos de Porto Nacional, valorizando talentos da terra e reforçando o orgulho cultural da cidade.

 

A presença de Murilo Macedo

 

Entre os nomes que abrilhantaram a festa está Murilo Macedo, portuense de coração que atualmente reside em Goiânia. Ele é um dos grandes incentivadores do bloco e fez questão de estar presente para celebrar entre irmãos, amigos e convidados.

 

 

 

Sua participação simboliza exatamente o espírito do “Os Misturados”: gente que pode até morar longe, mas nunca se distancia das origens.

 

Organização

 

À frente do bloco estão por conta dos amigos Joana Fonseca, Elza Barros, Pedrim Pereira e Gege. Um time que mostra que organização, amizade e paixão pela cultura popular são os ingredientes primordiais para um Carnaval inesquecível.

 

O bloco “Os Misturados” não é apenas festa. É reencontro, é memória afetiva, é identidade. É Porto Nacional pulsando no compasso do samba, da marchinha e da amizade.

 

E se depender da energia dessa primeira noite, o Carnaval 2026 na Capital da Cultura ainda vai fazer história.

 

 

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Posted On Sábado, 14 Fevereiro 2026 14:49 Escrito por O Paralelo 13
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