Reeleito, o defensor público-geral Pedro Alexandre seguirá à frente da instituição em novo mandato com início em 2027
Atos de nomeação foram formalizados nesta sexta-feira, 18, após os resultados das eleições realizadas pelos dois órgãos
Por Mara Sousa
Foram nomeados nesta sexta-feira, 18, os dirigentes do Ministério Público do Estado do Tocantins (MPTO) e da Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) para os próximos mandatos. Respectivamente, Abel Andrade Leal Júnior foi nomeado procurador-geral de Justiça para o biênio 2027/2028, enquanto Pedro Alexandre Conceição Aires Gonçalves foi nomeado defensor público-geral para o período de 2027/2029. Os atos de nomeação serão publicados no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira, 18, conforme os procedimentos previstos na legislação.
Procurador-Geral de Justiça

Abel Andrade foi reconduzido ao cargo após a votação realizada na quinta-feira, 17. Candidato único, recebeu 120 dos 123 votos registrados pelos integrantes do MPTO, o equivalente a 97,56% da votação. Também foram contabilizados um voto em branco e dois nulos. Com a apuração concluída, a documentação foi encaminhada ao Poder Executivo, responsável pela nomeação do procurador-geral de Justiça.
Integrante do Ministério Público do Tocantins desde 2001, Abel Andrade atuou em diferentes Promotorias de Justiça do Estado e exerceu as funções de subprocurador-geral de Justiça e membro do Conselho Superior do Ministério Público.
Defensor Público-Geral
Pedro Alexandre também seguirá à frente da instituição após ser reeleito em candidatura única. Ele obteve 90,6% dos votos das defensoras e defensores públicos ativos. Dos 118 membros habilitados a participar do pleito, todos compareceram à votação, realizada por meio eletrônico, na quinta-feira, 17.
Defensor público do Estado desde 2013, Pedro Alexandre é graduado em Direito pela Universidade Federal de Goiás (UFG), possui especialização em Direito do Trabalho e mestrado em Direitos Humanos e Prestação Jurisdicional pela Universidade Federal do Tocantins (UFT), em parceria com a Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat). Ao longo da carreira, atuou em diferentes unidades da Defensoria Pública no Estado e exerceu funções de coordenação na instituição.
Os novos mandatos terão início em 2027.