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Posted On Sexta, 16 Agosto 2019 16:21
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BOMBÃO

Uma delação premiada, já em poder das autoridades, pode causar um grandíssimo estrago políticos e afetar, de forma profunda, um grupo já formado, contaminando aliados, e candidatos às eleições de 2020.

Segundo fontes, a delação atinge, também, políticos em evidências de outros três estados e, os reflexos do conteúdo já colhido, transformam os recursos envolvidos na Operação Ápia em “troco do cafezinho”.

As investigações ainda estão em curso.

 

PONTE DE PORTO

A população de Porto Nacional já abriu contagem regressiva para ver o início da instalação do canteiro de obras para a construção da nova ponte sobre o Rio Tocantins.

A obra, mais que uma promessa, é um compromisso do governador Mauro Carlesse, assumido no dia em que liberou a ponte para a passagem de carros de passeios, em que foi taxativo ao afirmar que seria neste mês de agosto.

O mês de agosto tem 31 dias, logo, faltam, exatamente, 15 dias para o fim do mês.  Até lá, todos estão muito esperançosos.

 

AFASTAMENTO

O Palácio Araguaia, com a discrição recomendada pelos movimentos do xadrez, está, gradativamente, se afastando do prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas.

O xeque-mate começou com a “desidratação” da sua força, tirando dele o comando do PTB no estado e passando para o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Toinho Andrade.

Vale ressaltar que Toinho Andrade é aliado do governo Mauro Carlesse.

 

PTB E PP

O PTB e o PP são as siglas escolhidas para abrigar os companheiros do grupo político do Palácio Araguaia.  São esperadas muitas filiações de prefeitos e pré-candidatos a prefeito e a vereador.

 

WANDERLEI BARBOSA

O vice-governador, Wanderlei Barbosa, deve anunciar sua filiação em breve, momento em que  deixará cristalino que é pré-candidato à prefeitura de Palmas.

A família Barbosa jamais perdeu uma eleição na Capital.

 

SANGUE NOVO

Rumores nos bastidores políticos de Palmas apontam que estão para acontecer, a qualquer momento, pelo menos, três substituições na equipe de auxiliares do governo do Estado e outras duas na prefeitura da Capital.

Novidades estão por vir.

 

CÂMARA DEVE ENDURECER

A Câmara Municipal de Palmas  não descarta a convocação da prefeita Cinthia Ribeiro para se explicar sobre as insinuações e acusações, em tom pejorativo, feitas a membros do Legislativo Municipal nas redes sociais.

Segundo um dos vereadores, que pediu anonimato, surpresas podem acontecer e um jogo duro será travado entre as quatro linhas, com o Legislativo com bastante “jogadas ensaiadas” que lhe garantam uma vitória por goleada.

Tomara que a população não seja prejudicada com a disputa dessa “partida”, mesmo esse tipo de embate fazendo parte do exercício democrático.

 

EQUILÍBRIO

Cinthia Ribeiro não pode se tornar refém do Legislativo, muito menos o Legislativo pode permitir que se governe por meio de medidas provisórios.  Mesmo com o impasse entre os poderes, o exercício da democracia deve existir sempre, e deve prevalecer entre os Poderes de forma que a administração e a população da Capital não sejam prejudicados.

 

CANDIDATURA PRÓPRIA

O presidente do MDB de Porto Nacional, Arlindo Almeida, esteve nesta quinta-feira agendando um café da manhã com os membros do Diretório Municipal com o presidente estadual da legenda, Marcelo Miranda.  Na pauta, está uma candidatura própria na eleições de 2020.

Parece que o MDB está “encontrando o rumo” em Porto Nacional.

 

SEM RADARES

A Polícia Rodoviária Federal (PRF), em cumprimento aos despachos do presidente da República, Jair Bolsonaro, que determinou a suspensão do uso de radares estáticos, móveis e portáteis nas rodovias federais, mandou recolher esses equipamentos do serviço diário de fiscalização das rodovias federais até que o Ministério da Infraestrutura conclua a reavaliação da regulamentação dos procedimentos de fiscalização eletrônica de velocidade em vias públicas.

Nessa quinta-feira (15), a instituição emitiu nota circular administrativa, ordenando aos gestores e servidores que procedam o "imediato cumprimento da decisão presidencial até que o Ministério da Infraestrutura conclua a reavaliação da regulamentação dos procedimentos de fiscalização eletrônica de velocidade em vias públicas".

 

QUEM MANDA SOU EU

Ao comentar trocas no comando da Polícia Federal, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou nesta sexta-feira (16) que é ele quem manda e argumentou que as mudanças precisam passar por sua análise para que ele não seja um "presidente banana".

"Se ele resolveu mudar, vai ter que falar comigo. Quem manda sou eu, vou deixar bem claro. Eu dou liberdade para os ministros todos, mas quem manda sou eu. Pelo que está pré-acertado, seria lá o [superintendente] de Manaus", afirmou ao deixar o Palácio da Alvorada.

"Quando vão nomear alguém, falam comigo. Eu tenho poder de veto, ou vou ser um presidente banana agora? Cada um faz o que bem entende e tudo bem?", disse.

As declarações foram feitas em resposta a um questionamento sobre a substituição do superintendente da PF no Rio, Ricardo Saadi.

 

MUNICÍPIOS MOSTRAM FORÇA

A CNM (Confederação Nacional de Municípios) quer alterar a proposta de reforma tributária que tramita na Câmara dos Deputados (PEC 45) para aumentar a fatia das prefeituras na arrecadação nacional.

Serão apresentadas cerca de dez emendas à PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que estão sendo elaboradas pela entidade e por parlamentares. Algumas se referem a tributos que não estão incluídos na reforma, que trata apenas daqueles ligados ao consumo.

Os prefeitos querem, por exemplo, obrigar a União a compartilhar, com estados e municípios, a arrecadação da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) e também de todos os tributos que vierem a ser criados pelo governo federal após a reforma.

"Concordamos com esse imposto único [sobre bens e serviços], porque vai haver uma simplificação, mas estamos apoiando uma proposta em que os municípios possam ter uma maior participação no bolo tributário", afirma o presidente da CNM, Glademir Aroldi.

"Pelas responsabilidades que temos hoje na prestação de serviços à população, teríamos de estar com no mínimo 24% no bolo tributário", disse Aroldi.

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