Anvisa aprova novos medicamentos para diabetes tipo 1, câncer de mama e doença rara

Posted On Quarta, 11 Março 2026 03:55
Avalie este item
(0 votos)

Registros publicados no Diário Oficial autorizam uso de três novos tratamentos no Brasil, incluindo remédio que pode retardar avanço do diabetes tipo 1

 

Com Agência Brasil

 

 

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de três novos medicamentos para tratamento de diabetes tipo 1, câncer de mama e angioedema hereditário, uma doença genética rara. As autorizações foram publicadas no Diário Oficial da União na última segunda-feira (9).

 

Um dos registros aprovados é o Tzield® (teplizumabe), indicado para retardar o início do diabetes tipo 1 em estágio 3. O medicamento pode ser utilizado em pacientes adultos e crianças a partir de 8 anos que já estejam no estágio 2 da doença.

 

O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune crônica que geralmente aparece na infância. Nessa condição, o sistema imunológico ataca as células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina.

 

Sem tratamento adequado, a doença pode aumentar o risco de complicações graves, como problemas cardíacos, renais e oculares.

 

Novo tratamento para câncer de mama avançado

A agência também aprovou o Datroway, indicado para pacientes adultos com câncer de mama irressecável ou metastático.

 

O medicamento é voltado para casos em que o tumor apresenta receptor hormonal positivo e HER2 negativo e para pacientes que já passaram por terapia endócrina e pelo menos uma linha de quimioterapia.

 

O termo irressecável é usado quando o tumor não pode ser completamente removido por cirurgia. Já o câncer metastático ocorre quando a doença se espalha para outras partes do corpo.

 

Remédio aprovado para doença genética rara

Outro medicamento aprovado pela Anvisa foi o Andembry (garadacimabe), indicado para prevenir crises de angioedema hereditário.

 

A condição genética rara provoca episódios repentinos de inchaço em diferentes partes do corpo, como pele, mucosas e órgãos internos.

 

Esses episódios podem causar dor intensa e, em alguns casos, comprometer a respiração quando atingem as vias aéreas. Colaborou Antonio Souza

 

 

{loadposition compartilhar} {loadmoduleid 252}