Cenário é de empate numérico entre os candidatos; na última Flávio marcava 52% e Lula, 48%
Com SBT - TV
Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem 50% das intenções de voto contra 50% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em cenário de segundo turno das eleições de 2026, mostra pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22). A situação é de empate técnico dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Na rodada anterior, publicada em 8 de outubro, ambos estavam tecnicamente empatados: o senador tinha 52% ante 48% do mandatário. Brancos, nulos e votos em nenhum candidato registram 5% (eram 6%), enquanto 2% se declaram indecisos (era 2%).
Na contagem de votos totais, em que são considerados os brancos, nulos e indecisos, o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) chega a 47% (eram 47%) e o petista atinge 46% (eram 45%).
Segundo turno: votos gerais
Flávio Bolsonaro (PL-RJ): 47% (eram 47%);
Lula (PT): 46% (eram 45%);
Brancos, nulos e nenhum candidato: 5% (eram 6%);
Indecisos: 2% (eram 2%).
Segundo turno: votos válidos
Flávio Bolsonaro (PL-RJ): 50% (eram 52%);
Lula (PT): 50% (eram 48%).
Registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-09709/2026 e encomendada pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo, a pesquisa Datafolha entrevistou 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 20 e 22 de outubro. O nível de confiança da margem de erro é estimado em 95%.
O último levantamento do instituto sobre as eleições presidenciais será divulgado no sábado (24), véspera do segundo turno.
Acordo foi assinado na sede do TSE e prevê a disponibilização pública das informações até o fim desta quinta-feira
POR CAIO SPECHOTO, MARIANA BRASIL E LUÍSA MARTINS
Os candidatos à Presidência da República Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) assinaram nesta quinta-feira (22) um acordo pela quebra mútua de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico. O acerto também envolve parentes de ambos os candidatos.
Lula desafiou Flávio a abrir seus sigilos no domingo (18), durante o debate da Band. O candidato bolsonarista não aceitou a princípio. Depois, colocou condições para aceitar o acordo. A campanha petista vinha pressionando o adversário publicamente.
O acordo foi assinado na sede do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e prevê a disponibilização pública das informações até o fim desta quinta-feira. Flávio foi representado na assinatura por sua equipe jurídica.
“O presidente Lula assinou, e o [compromisso] do candidato Flávio Bolsonaro foi assinado por procuração por sua advogada. O do presidente Lula foi assinado por ele próprio porque ele sempre defendeu a transparência de seus dados”, disse o presidente do PT, Edinho Silva.
As campanhas demonstravam divergências em relação ao tema pouco antes da assinatura. A advogada da área eleitoral de Flávio Bolsonaro, Maria Claudia Bucchianeri, por exemplo, pediu que as quebras de sigilo abrangessem um período mais longo do que o previsto na petição inicial de Lula, que cita oito anos.
“Lula está no poder há quase 20 anos, então a gente precisa saber se nesse período ele e sua família e empresas enriqueceram”, disse ela antes da assinatura. A advogada também afirmou que eram necessárias informações sobre entrada e saída dos palácios da Alvorada e do Planalto, e do telefone do ex-chefe de gabinete de Lula Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola.
Ela também afirmou que a análise seria feita com ajuda do senador eleito Deltan Dallagnol (Novo-PR), que foi procurador da Operação Lava Jato.
A advogada também declarou que só mostrará os documentos de seu candidato depois de checar os de Lula. “Primeiro eu vou ver se ele vai trazer tudo o que pedimos. Se a gente confirmar que tudo o que comprometeu ele trouxe, a gente traz imediatamente”, declarou. Apesar da assinatura do acordo, aliados do presidente da República ainda duvidam que Flávio Bolsonaro vá abrir suas informações.
O advogado Marco Aurélio de Carvalho, coordenador da campanha de Lula em São Paulo, afirmou que a campanha bolsonarista tenta avocar para si competências da Polícia Federal, da Receita Federal e dos tribunais superiores ao dizer que só entrega as informações depois do petista. “As alegações da campanha de Flávio são inacreditáveis”, disse.
“Flávio não tem condições de assumir e de cumprir o desafio, e é exatamente por isso que, em uma tática diversionista, tenta provocar obstáculos para que a abertura de seus dados seja de conhecimento público”, disse o advogado.
Os aliados de Lula afirmam que Flávio Bolsonaro tentou deixar fora da abertura de sigilo uma empresa ligada ao advogado Willer Tomaz com a qual ele teria relação. Amigo de Flávio, Willer tem sido alvo de investigações.
“Infelizmente nós tivemos um embate agora para que a empresa, ou a relação com o Willer Tomaz, não ficasse de fora desse gesto de transparência. Eles acataram depois de nós não cedermos e nós colocamos como condicionante que eles acatassem”, disse Edinho Silva. Ele estava acompanhado do senador Camilo Santana e do ministro Guilherme Boulos (Secretaria Geral) na entrevista a jornalistas após a assinatura do termo.
“Agora, mesmo depois de eles terem feito chicana, demorado, tiveram que assinar. Aceitaram as condições colocadas pelo presidente Lula. E daqui a até domingo a nossa expectativa é que o Brasil vai saber quem é o ladrão e quem é honesto”, disse Boulos.
Um integrante da campanha de Flávio relatou à Folha de S.Paulo que a advogada se sentiu encurralada e assinou a petição sem concordar com todas as medidas propostas, já que a não-adesão poderia surtir efeito negativo para a candidatura de Flávio e passar a impressão de que ele teria algo a esconder.
A advogada não descarta peticionar no TSE para rever alguns pontos do acordo e levantar um debate sobre a necessidade ou não de autorização judicial do ministro André Mendonça para que os candidatos abram seus respectivos sigilos.
Depois da assinatura, aliados do candidato do PL criticaram o presidente. “Mais uma vez Lula frustrou e descumpriu sua promessa. Lula não entregou documentos. O que basicamente apresentou foi mais uma petição, mais um pedido para que tudo seja entregue por todo mundo, que já estava nos autos”, disse Deltan Dallagnol.
LISTA DE SIGILOS
O documento assinado prevê o levantamento dos sigilos das pessoas listadas na petição inicial, da qual constam, do lado petista:
Luiz Inácio Lula da Silva presidente da República e candidato à reeleição;
Janja Lula da Silva primeira-dama;
Lurian Cordeiro Lula da Silva filha de Lula;
Marcos Cláudio Lula da Silva filho de Lula;
Fábio Luís Lula da Silva filho de Lula conhecido nacionalmente como Lulinha;
Sandro Luís Lula da Silva filho de Lula;
Luís Cláudio Lula da Silva filho de Lula.
Além disso, está na lista a empresa L.I.L.S. Palestras, Eventos e Publicações, da qual Lula é sócio.
Do lado bolsonarista, as pessoas listadas na petição inicial são:
Flávio Bolsonaro senador e candidato a presidente;
Jair Bolsonaro ex-presidente e pai de Flávio;
Rogéria Bolsonaro mãe de Flávio;
Carlos Bolsonaro irmão de Flávio;
Eduardo Bolsonaro irmão de Flávio;
Jair Renan Bolsonaro irmão de Flávio;
Fernanda Antunes Figueira Bolsonaro mulher de Flávio.
Também estão incluídas na petição quatro empresas que seriam ligadas a Flávio e a Alcazar Holdings, registrada fora do Brasil por Willer Tomaz, com a qual o candidato do PL também teria ligação.
Imagem foi feita no início de 2025, durante uma viagem à Finlândia para ver a aurora boreal
COM FOLHAPRESS
Fotografias obtidas pela revista Veja mostram Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Lula (PT), a bordo de um jato executivo fretado ao lado da lobista Roberta Luchsinger. Os dois são investigados pela Polícia Federal sob suspeita de corrupção e tráfico de influência.
De acordo com a revista, a imagem foi feita no início de 2025, durante uma viagem à Finlândia para ver a aurora boreal. A aeronave era um Embraer Praetor 600, modelo cujo exemplar novo custa mais de US$ 20 milhões. Em outro registro, o grupo posa diante do avião, numa pista coberta de neve.
As fotos estavam no armazenamento em nuvem do celular de Roberta, segundo a Veja, que publicou o material nesta quarta-feira (21).
Procurado pela revista, o advogado de Lulinha, Marco Aurélio de Carvalho, negou irregularidades e disse que as viagens decorrem de uma forte amizade entre o cliente e a empresária. Ele também questionou a divulgação das imagens às vésperas da eleição. “Essa suposta estratégia de atribuir responsabilidade à Roberta não procede. É especulação. É uma tentativa sórdida de criar uma intriga entre amigos”, afirmou à Veja.

Lulinha e Roberta são alvo de três inquéritos no STF (Supremo Tribunal Federal), abertos a partir de buscas e quebras de sigilo da Operação Sem Desconto, que apura fraudes no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). A PF suspeita que os dois mantinham uma sociedade oculta. Segundo essa linha de investigação, ela atrairia empresas interessadas em contratos públicos, e ele usaria o nome e o acesso ao Palácio do Planalto para encaminhar as demandas. A defesa dos dois nega irregularidades.
O caso virou um dos principais focos de desgaste da campanha de Lula à reeleição. No debate da Band, no domingo (18), Flávio Bolsonaro (PL), adversário do petista no segundo turno, cobrou explicações sobre Lulinha. Lula respondeu que o filho havia autorizado a PF a acessar seus dados bancários e telefônicos.
Nos dias seguintes, o presidente formalizou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a proposta de abrir os sigilos bancário, fiscal e telefônico dele e da família, incluindo Lulinha. A abertura, porém, só vale se Flávio fizer o mesmo.
Outro registro é do réveillon na mansão que Roberta alugava em Brasília. Na foto, Lulinha aparece ao lado de Swedenberger Barbosa, hoje chefe-adjunto do gabinete pessoal da Presidência. Segundo a Veja, a lobista arcava com o imóvel, cuja manutenção passava de R$ 100 mil por mês, e a casa serviu por mais de um ano como ponto de reuniões com integrantes do governo e de festas.
Como a Folha de S. Paulo mostrou, a investigação da PF indica que Roberta mandou seu motorista fazer pagamentos em espécie a integrantes da cúpula do ministério de Wellington Dias. Os beneficiários seriam Ranniêr Costa Ciríaco, secretário-executivo adjunto da pasta, e José Martinho Ferreira de Araújo, coordenador do cerimonial. A apuração também aponta que ela guardava dinheiro vivo em malas em casa.
Lulinha vive desde junho de 2025 em Madri, em um condomínio de luxo onde o aluguel médio gira em torno de 5.000 euros (cerca de R$ 28 mil). Segundo o advogado, ele se mantém com trabalho de consultoria e governança.
À Veja, Roberta disse que pessoas ligadas à empresa presidida por Amauri Rodrigues Pinha, ex-vizinho de Lulinha em São Paulo, ajudariam o filho do presidente a pagar as contas na Espanha. Pinha preside o conselho da Empresa Construtora Brasil, do grupo Mota-Engil, que venceu o leilão do túnel Santos-Guarujá e assinou recentemente um contrato de R$ 4 bilhões com a Petrobras.
A lobista rompeu publicamente com o presidente depois que Lula, em entrevista ao Jornal Nacional em 27 de agosto, disse não conhecê-la e a chamou de “pilantra”. Segundo a revista, ela afirmou ter recebido ligações de vários ministros depois disso. “Todo mundo com medo, né? Medo de eu abrir minha boca. Porque, se eu abrir a minha boca, ele [Lula] perde a eleição”, disse.
No último sábado (17), em entrevista à CNN Brasil, Roberta anunciou que pretende fazer delação premiada. “Não vou poupar o filho do presidente, não vou poupar o presidente”, disse.
Em nota sobre a entrevista, Lula afirmou que “jamais manteve qualquer interlocução com ela, nunca recebeu suas demandas” e que não há contrato do governo federal com a lobista. O presidente também disse estranhar que as declarações tenham surgido às vésperas do segundo turno.
Em petição protocolada nesta quarta-feira no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) revidou o desafio de Lula (PT) para que ele abrisse o sigilo bancário de suas contas e exigiu que o petista também divulgue os gastos com cartões corporativos da Presidência da República
Por Malu Gaspar - O Globo
O candidato do PL também quer o levantamento do sigilo bancário e telemático do Instituto Lula, do empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e suas empresas, do ex-chefe de gabinete de Lula Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, da agenda da primeira-dama Rosângela Janja da Silva e dos registros de entrada do banqueiro Daniel Vorcaro e de “seus intermediários”, como o ex-ministro Guido Mantega no Palácio do Planalto e no da Alvorada.
A campanha do PL também cobrou a lista de visitantes que o dono do Banco Master recebeu durante o período em que ficou detido na superintendência da PF em Brasília, que foi colocada sob sigilo pela corporação. Exigiu ainda a divulgação da lista completa de passageiros do jatinho de Vorcaro entre 10 de novembro e 20 de novembro de 2025, o que abrange o período da época de sua primeira prisão, determinada pela Justiça Federal de Brasília no dia 17 daquele mês.
Flávio desafiou o governo Lula a informar os registros de entrada e saída da lobista Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, nos Palácios da Alvorada e do Planalto, além da relação completa de reuniões em órgãos do governo federal de que ela tenha participado e dos voos em aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) nos quais ela tenha sido passageira.
Conforme informou a equipe do blog, o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) se recusou a informar os registros de acesso da lobista Roberta Luchsinger no Palácio da Alvorada, sob a alegação de que a divulgação das visitas ao presidente Lula “gera risco à segurança de instituições ou altas autoridades nacionais ou estrangeiras e seus familiares”.
A resposta de Flávio é uma reação à ofensiva de Lula, que apresentou ao TSE, na terça-feira (20), uma petição na qual autorizou a divulgação de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico dos últimos oito anos, com a condição de que Flávio fizesse o mesmo. Além de Janja, a autorização também seria válida para seus cinco filhos: Lurian, Marcos Cláudio, Fábio Luís, Sandro Luís e Luís Cláudio.
Neste caso, Flávio teria que levantar o sigilo em relação ao seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, sua mãe, Rogéria Bolsonaro, sua esposa, Fernanda Bolsonaro, além de seus irmãos: o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, o senador eleito Carlos Bolsonaro (PL-SC) e o deputado federal eleito Jair Renan (PL-SC).
A proposta de Lula foi divulgada no debate da Band, no último domingo (18), em resposta às acusações de Flávio relacionadas à corrupção. O objetivo, segundo o presidente, seria “ver quem de fato é bandido”.
‘Últimas consequências’
Em resposta à provocação de Lula, a campanha de Flávio informou ao TSE que “não se limita a aceitar o desafio, mas o leva às suas últimas consequências”.
“De toda forma, para evitar que o candidato adversário se valha de mais uma promessa vazia às custas do eleitorado, de mais uma mentira feita apenas para exista enganar o povo brasileiro, como é do seu feitio, o aceite ao desafio é manifestado com uma única condição: a de que o candidato Luiz Inácio Lula da Silva, em exercício de honestidade para com a população brasileira, acrescente à sua autorização todas as informações que há muito clamam pelo melhor desinfetante: a luz solar”, afirma o time jurídico do candidato do PL à Presidência.
“Que se abram, então, todas as gavetas, inclusive aquelas que o candidato adversário mantém deliberadamente trancadas no Governo, para que o povo brasileiro, conhecendo a verdade, se liberte e decida livremente. Para tanto, deverá o candidato adversário cumprir as condições que seguem. Elas acompanham os dois tempos desta história, o passado e o presente.”
Na petição, o senador também chama o desafio de Lula de “promessa vazia” a fim de “ludibriar o eleitorado”, já que a “abertura proposta não mostraria nada”. A campanha de Flávio acusa o petista de que eventuais irregularidades em seu patrimônio estariam “escondidas” em sigilos de terceiros. Em relação ao sigilo telefônico, a campanha de Flávio ressalta ainda que Lula não possui aparelho celular, o que tornaria inócua qualquer medida nesse sentido.
Por Marina Finelli
A quarta sondagem da Futura Inteligência sobre o segundo turno, cujos resultados vieram a público nesta quarta-feira (21). Nesse sentido, registra 48,9% das intenções de voto para Flávio Bolsonaro (PL) e 46,1% para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que busca a reeleição.
Entre os entrevistados, 2,0% optaram por voto branco ou nulo e outros 2,3% não responderam ou disseram não saber.
Apesar da vantagem nos números, a disputa segue tecnicamente empatada. A explicação está na margem de erro de 2,2 pontos percentuais, tanto para mais quanto para menos, que posiciona os dois concorrentes dentro do mesmo intervalo estatístico.
Como os números mudaram desde segunda-feira
Frente ao estudo divulgado na segunda-feira (19), as duas extremidades registraram variação. Flávio Bolsonaro avançou 0,6 ponto, partindo dos 48,3% que marcava anteriormente. Já Lula recuou 0,7 ponto no mesmo período.
Olhando somente para os votos válidos, o candidato do PL avançou de 50,4% para 51,1%; Lula, nesse mesmo recorte, oscilou dos 49,6% para 48,9%.
Na forma espontânea, que não apresenta ao entrevistado os nomes dos candidatos, Flávio Bolsonaro avançou de 46,5% para 47,2%, ao passo que Lula permaneceu com 46,1%.
Dentro dessa simulação, 0,5% lembrou de outros nomes, 2,3% optaram por branco ou nulo e 3,9% não deram resposta.
Como a pesquisa foi feita
Conduzido pela Futura Inteligência em conjunto com a 100% Cidades, o estudo entrevistou 2.000 eleitores com 16 anos ou mais. A coleta foi feita por telefone entre segunda (19) e terça-feira (20), abrangendo os 26 estados e o Distrito Federal.
O índice de confiança apontado é de 95%, e o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-06614/2026.