EDITORIAL
Há 37 anos, o sonho do líder maior do Tocantins, sonhado junto com seu povo, ganhava a forma de uma cidade com traços de futuro, agasalhada no colo de um bioma em transição entre as barrancas adormecidas do rio Tocantins e o aconchego exuberante da Serra do Carmo.
E o lendário Siqueira Campos já carregava as imagens de Palmas segregadas em seu arquivo emocional, onde se guardam esperanças e a resiliência para os enfrentamentos que cimentaram os pilares de sustentação da história de uma coletividade desafiada a vivenciar o futuro.
Para que isso fosse possível, o visionário Siqueira Campos não abriu mão dos princípios e valores que fundamentaram o ideário da nova capital de todos os tocantinenses, agigantando-se diante dos contrários, que sonorizavam rebeldia em favor do legado histórico de centros urbanos já estabelecidos.
E assim nasceu Palmas, fundada no dia 20 de maio de 1989, pela Lei Estadual nº 070, de autoria do então deputado Pascoal Baylon Pedreira, aprovada pela Assembleia Estadual Constituinte. Dos traços arquitetônicos ousados e arrojados moldou-se uma cidade do zero, do primeiro tijolo às ações e atos administrativos, como um movimentado centro político que se constituiu no motor de desenvolvimento que, naquele instante, impulsionou o Estado do Tocantins a seguir adiante em busca de sua identidade progressista.
O então governador Siqueira Campos, para viabilizar Palmas, contou com um expressivo grupo de sonhadores que, unidos no propósito de erguer, no coração do Brasil, uma cidade que pudesse transbordar oportunidades e pertencimento, tiveram dedicação extremada na execução desse objetivo.

Nesse grupo de transformadores de sonhos em realidade, destacava-se dona Aureny Siqueira Campos, que, naquele momento histórico, era a primeira-dama do Tocantins e se constituiu em uma guerreira na construção da capital, liderando um contundente trabalho social e priorizando ações que registraram, para toda a vida, sua importância para a cidade. Naquele momento, ela liderou expressivos projetos de assistência aos mais vulneráveis, como, por exemplo, o programa Pioneiros Mirins, que reside até hoje na memória afetiva dessa gente tocantinense.
Outro que também imprimiu seu nome na história de Palmas foi o jovem José Eduardo Siqueira Campos, filho do governador Siqueira Campos, eleito o primeiro prefeito escolhido pelo voto popular dos palmenses. Sua gestão, entre 1993 e 1996, abriu as portas da capital para o mundo, para o desenvolvimento e para aquilo que a cidade representa hoje.
Hoje, a capital do povo tocantinense tem uma economia impulsionada principalmente pelo setor de serviços e pela administração pública, atuando como um forte polo logístico e de influência para a região do MATOPIBA. Conta também com forte participação do comércio e da construção civil, que vêm ganhando ainda mais impulso com a segunda passagem de Eduardo Siqueira Campos pelo Executivo municipal.
Nessa sua segunda passagem pela Prefeitura de Palmas — ainda nos primeiros 500 dias de gestão —, o prefeito Eduardo Siqueira Campos avança com ações que vêm transformando a vida das pessoas, impactando positivamente em uma melhoria substancial na qualidade de vida dessa coletividade e imprimindo grandes transformações na infraestrutura urbana da cidade.
Esse novo jeito de fazer as coisas, de administrar os bens públicos, vem permitindo à atual gestão implantar grandes transformações no Plano Diretor da cidade, nas largas avenidas, nas praças, nas quadras e nos distritos, onde se destacam a pavimentação asfáltica, grandes obras de macrodrenagem, além de atenção especial ao esporte, lazer, moradia popular, mobilidade urbana e saúde. Essas últimas duas áreas vem tendo atenção exclusiva por parte do prefeito Eduardo Siqueira Campos.
A atual gestão vem promovendo significativas melhorias e avanços no serviço do transporte público em Palmas, mudanças essas que fazem parte de um compromisso com a prestação de um serviço público de qualidade, como por exemplo a tarifa Zero e Linha exclusiva para mulheres,
alterações e expansões de rota, novas estruturas de ponto de ônibus, contratações inclusivas, além de novas formas de pagamento.
Na área da saúde é diferente, o foco é o mesmo. Com uma nova forma de gerir o setor, foram terceirizados varios serviços na área, como exames laboratoriais, exames de imagem, locação das ambulâncias, serviços de limpeza, manutenção predial, lavanderia e serviços de copeiragem. Mais de 20 contratos estão sendo executados por terceiros, o que vem garantindo um ótimo funcionamento das UPAs, e liberando as unidades básicas para um atendimento mais prolongado e mas próximo do povo.
E, mesmo com as terceirizações, as UPAs continuam sendo 100% públicas, gratuitas e integrantes do Sistema Único de Saúde.
O modelo de gestão compartilhada que foi implementada pela Semus substitui a fragmentação desses contratos por um único contrato de gestão, isso é administrar em benefício da coletividade como um todo.
Certamente, trata-se de uma gestão diferenciada e de resultados, o que impõe visibilidade ao legado do icônico Siqueira Campos, o criador de Palmas, um homem maior do que o seu tempo.
Família Paralelo 13
Edivaldo Rodrigues e Edson Rodrigues
