23 cabeças de gado foram localizadas em Conceição e Jaú do Tocantins

 

 

 

Por Renata Mendes

 

 

A Polícia Civil do Tocantins, por meio da 50ª Delegacia de Polícia de Pedro Afonso, recuperou 23 cabeças de gado furtadas e apreendeu um caminhão utilizado na prática do crime. A ação realizada na última sexta-feira, 10, é resultado de cerca de 5 dias de investigações.

 

O furto foi registrado no inicio do mês de julho, em uma chácara localizada na zona rural do município de Pedro Afonso. Após a instauração do procedimento, a equipe policial deu início às diligências para apurar a autoria e materialidade do delito.

 

Durante os trabalhos investigativos, os policiais civis identificaram o caminhão que teria sido utilizado para o embarque dos animais. Após receberem informações sobre um suposto dano patrimonial na cidade de Conceição do Tocantins, envolvendo um veículo com as mesmas características, as equipes passaram a atuar de forma integrada com a Polícia Civil de Conceição.

 

As diligências na região resultaram na localização e apreensão do caminhão utilizado no crime.

 

Na sequência, as equipes passaram a diligenciar para localizar o rebanho. Quatro animais foram encontrados em uma chácara próxima ao município de Conceição do Tocantins. Parte do rebanho já havia sido negociada pelos autores.

 

Com o avanço das investigações, os policiais civis localizaram e apreenderam o restante do gado no dia 10 de julho, em uma propriedade rural na cidade de Jaú do Tocantins. Todo o rebanho foi recuperado e colocado à disposição da Justiça.

 

Um dos autores do crime já foi identificado. As investigações prosseguem para identificar os demais envolvidos e possíveis partícipes.

 

Sugestão de legenda: Rebanho de 23 cabeças de gado recuperado pela 50ª DP de Pedro Afonso. Os animais foram localizados em Conceição e Jaú do Tocantins

 

 

Posted On Segunda, 13 Julho 2026 13:10 Escrito por O Paralelo 13

Visita técnica teve como objetivo conhecer boas práticas e soluções tecnológicas adotadas pelo estado para fortalecer a integração e a gestão da segurança pública

 

 

Por João Guilherme Lobasz

 

 

O secretário da Segurança Pública do Tocantins, Luciano Cruz, realizou nesta segunda-feira, 29, uma visita técnica ao Centro Integrado de Comando e Controle do Estado da Paraíba (CICCE), em João Pessoa. A unidade é considerada uma das principais referências do país em integração tecnológica voltada à segurança pública e foi apresentada ao gestor como parte da agenda institucional que antecede a reunião do Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp), que ocorre ao longo desta semana na capital paraibana.

 

Durante a visita, o secretário conheceu de perto a estrutura tecnológica utilizada pelo estado da Paraíba para monitoramento, despacho operacional e integração entre as forças de segurança. Entre as soluções apresentadas estão o sistema estadual de videomonitoramento, composto por câmeras inteligentes com reconhecimento facial e leitura automática de placas de veículos (OCR), distribuídas em diversas regiões do estado.

 

O secretário também acompanhou a demonstração do sistema próprio de despacho operacional, responsável pelo gerenciamento em tempo real das viaturas em serviço durante as 24 horas do dia, além da estrutura de radiocomunicação que permite ao Centro Integrado manter contato direto com policiais em atuação em qualquer município paraibano.

 

Outro destaque foi a plataforma de coleta e cruzamento de informações sobre veículos, que reúne dados como placas, modelos e características dos automóveis, fortalecendo o compartilhamento de informações entre os órgãos de segurança e ampliando a capacidade de localização e recuperação de veículos furtados e roubados.

 

Ao final da visita, o secretário Luciano Cruz destacou a importância da troca de experiências entre os estados e ressaltou que conhecer iniciativas consolidadas contribui para o aperfeiçoamento das políticas públicas de segurança.

 

"Foi uma oportunidade muito importante para conhecer soluções tecnológicas que já apresentam resultados positivos na Paraíba. São ferramentas que fortalecem a integração entre as forças de segurança, qualificam o atendimento às ocorrências e ampliam a capacidade de monitoramento e resposta. Essa troca de experiências é fundamental para que possamos avaliar boas práticas e buscar, dentro da realidade do Tocantins, iniciativas que contribuam para o fortalecimento da segurança pública em nosso estado", afirmou.

 

A visita integra a programação institucional do secretário em João Pessoa, onde participa, ao longo desta semana, da reunião do Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp), fórum que reúne gestores de todo o país para discutir estratégias, políticas públicas e ações integradas voltadas ao fortalecimento da segurança pública brasileira.

 

 

 

Posted On Terça, 30 Junho 2026 05:41 Escrito por O Paralelo 13

Investigado teria assumido a gestão de escritório de contabilidade após a fuga do principal alvo da investigação; na residência foram apreendidos equipamentos eletrônicos, carimbos e porções de maconha

 

 

Da Assessoria

 

 

A Polícia Civil do Tocantins, por meio da Divisão Especializada de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributária (DRCOT), com o apoio de auditores fiscais da Superintendência de Enfrentamento a Fraudes Fiscais Estruturadas (SEFFE), da Secretaria da Fazenda, deflagrou, na manhã desta terça-feira, 23, nova fase da Operação El Dourado. A ação resultou no cumprimento de um mandado de busca e apreensão na residência de um contador de iniciais I.P.K., de 32 anos, no Plano Diretor Sul, em Palmas.

 

A operação integra as investigações que apuram a atuação de uma organização criminosa especializada em crimes contra a ordem tributária, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Segundo a investigação, o grupo utilizava empresas de fachada, conhecidas como "empresas noteiras" ou "de prateleira", para simular operações de compra e venda de grãos, gerando créditos fictícios de ICMS que eram utilizados para reduzir indevidamente tributos de terceiros.

 

As investigações apontam que apenas uma das empresas utilizadas pelo grupo teria causado prejuízo superior a R$ 55 milhões aos cofres públicos.

 

Conforme apurado pela DRCOT, o investigado não figurava entre os principais alvos nas fases iniciais da investigação. No entanto, após a fuga de Paulo César Maciel dos Santos, apontado como líder da organização criminosa e no momento foragido da Justiça, ele teria assumido a administração do escritório de contabilidade utilizado pelo grupo.

 

As diligências também revelaram que o contador exercia papel estratégico na movimentação financeira da organização. De acordo com a investigação, ele controlava contas bancárias por meio de seu próprio aparelho celular e se deslocava até os chamados "laranjas" apenas para utilizar o reconhecimento facial deles, procedimento necessário para autorizar transferências e pagamentos de elevados valores.

 

Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, os policiais civis localizaram notebooks, aparelhos celulares, carimbos pertencentes ao principal investigado e a outro contador envolvido no esquema, além de duas porções de substância análoga à maconha, prontas para consumo.

 

Todo o material apreendido será encaminhado à Diretoria de Inteligência Policial (DIP) e à Polícia Científica, onde passará por perícia e análise, com o objetivo de subsidiar o avanço das investigações.

 

O delegado responsável pela investigação, Vinicius Mendes de Oliveira, destaca que a operação representa mais uma etapa no enfrentamento às fraudes fiscais estruturadas e ao crime organizado. "As provas apreendidas nesta fase contribuirão para aprofundar a responsabilização dos envolvidos e reforçam o compromisso da Polícia Civil com o combate aos crimes tributários e à lavagem de dinheiro", ressalta.

 

As investigações prosseguem para localizar os demais envolvidos. O principal investigado, Paulo César Maciel dos Santos, permanece foragido. Recentemente, teve negado o pedido de liberdade pela Justiça de primeiro grau, pelo Pleno do Tribunal de Justiça do Tocantins, por unanimidade, e também teve indeferido pedido liminar em habeas corpus junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

 

 

 

Posted On Terça, 23 Junho 2026 13:37 Escrito por O Paralelo 13

A Operação Carteira Vazia é uma ação da Polícia Civil do DF integrada com participação das PCs do Tocantins e Maranhão

 

 

Por Rozeane Feitosa

 

 

 

A Polícia Civil do Tocantins (PC/TO) participou, nesta quarta-feira, 17, da Operação Carteira Vazia, deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PC/DF), com a colaboração da PCTO e PCMA, para desarticular um grupo criminoso investigado por furtar criptomoedas por meio de um sofisticado esquema de fraude eletrônica. Na ação em Paraíso do Tocantins, policiais civis cumpriram mandado de prisão preventiva contra um homem de 26 anos autuado em flagrante por tráfico de drogas e apontado como um dos principais integrantes do grupo.

 

Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão na residência do investigado, os agentes encontraram um laboratório de produção de crack e cocaína destinado ao abastecimento do tráfico de drogas na região. No local foram apreendidos mais de 2 quilos de crack, porções de cocaína, e cerca de 900 gramas de substâncias e insumos químicos utilizados na produção e mistura de entorpecentes, além de uma prensa hidráulica.

 

Na operação, outro investigado, irmão do suspeito de 31 anos, foi preso em Porto Franco, no Maranhão. Segundo a apuração, ambos já possuíam histórico de envolvimento com estelionatos praticados pela internet.

 

As investigações apontam que os irmãos integravam um grupo especializado em furtar criptomoedas utilizando um sofisticado esquema de phishing. Os criminosos criavam sites falsos que reproduziam com grande fidelidade a aparência de uma plataforma de investimentos em criptomoedas.

 

O golpe funcionava em tempo real. Enquanto a vítima inseria suas credenciais no site fraudulento, os dados eram imediatamente retransmitidos para a plataforma oficial pelos criminosos, que também capturavam o código de autenticação em dois fatores (OTP). Com isso, conseguiam acessar as contas das vítimas e transferir os ativos digitais para carteiras de criptomoedas sob seu controle.

 

Segundo informações, foram identificados pelo menos cinco domínios falsos com nomes praticamente idênticos ao da plataforma verdadeira. Os endereços fraudulentos apareciam entre os primeiros resultados de pesquisas na internet por serem anúncios patrocinados, o que dificultava a identificação da fraude pelas vítimas.

 

Até o momento, foram identificadas pelo menos três vítimas do esquema, com prejuízo estimado em aproximadamente R$ 300 mil em criptomoedas.

 

Meio para identificação

 

A identificação dos suspeitos ocorreu por meio da análise de vestígios cibernéticos e financeiros, especialmente pelo rastreamento das criptomoedas desviadas.

 

Na Delegacia de Polícia em Paraíso, o investigado de 26 anos confessou que aplicava golpes utilizando plataformas falsas para subtração de criptomoedas havia cerca de dois anos. Ele também afirmou que mantinha o laboratório de produção de crack em funcionamento há aproximadamente um ano.

 

Durante a operação, também foram bloqueadas contas bancárias, contas em fintechs e valores em criptomoedas pertencentes aos investigados. Além disso, diversos dispositivos eletrônicos foram apreendidos e serão submetidos à perícia para aprofundar as investigações.

 

Os dois irmãos permanecerão presos e responderão pelos crimes de estelionato qualificado. O investigado preso no município de Paraíso também responderá por tráfico de drogas. Somadas, as penas máximas podem chegar a 23 anos de reclusão.

 

Segundo a Polícia Civil do Tocantins, as investigações continuam e a operação reforça a importância da atuação integrada entre as polícias civis no enfrentamento aos crimes cibernéticos, que não possuem fronteiras geográficas e fazem vítimas em diferentes estados do país.

 

A ação realizada pela PCTO integra a Operação Brasil Contra o Crime Organizado, coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.

 

 

 

 

 

 

Posted On Quarta, 17 Junho 2026 13:32 Escrito por O Paralelo 13

Investigação apura supostos crimes relacionados à contratação de organização social para gestão das UPAs de Palmas

 

 

Por João Guilherme Lobasz

 

 

A Polícia Civil do Tocantins, por meio da Divisão Especializada de Repressão à Corrupção (DECOR), deu cumprimento, nesta terça-feira, 10, a dois mandados de prisão preventiva expedidos pela 1ª Vara Regional das Garantias da Comarca de Palmas no âmbito das investigações decorrentes da Operação Falsa Emergência, deflagrada no último dia 21 de maio.

 

As medidas cautelares foram cumpridas contra dois investigados por suposta participação em um esquema criminoso relacionado ao processo que resultou na celebração de parceria entre o Município de Palmas e uma organização social para a gestão das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Capital.

 

De acordo com a investigação conduzida pela DECOR, após a deflagração da operação foram reunidos novos elementos de informação que, em tese, apontam para a continuidade de práticas destinadas à ocultação de provas, interferência na produção probatória e alinhamento de versões entre investigados.

 

Diante desse cenário, a autoridade policial representou pelas prisões preventivas, medidas posteriormente deferidas pelo Poder Judiciário. Já foram detidos um servidor público com atuação na área de planejamento estratégico da Secretaria Municipal de Saúde e uma gestora municipal na mesma área.

 

Além das duas prisões cumpridas nesta data, também foi expedido mandado de prisão preventiva contra Cláudia Fernanda Cândido da Silva, apontada pelas investigações como articuladora dos interesses da organização social e uma das principais operadoras do esquema investigado. No entanto, ela não foi localizada durante as diligências e é considerada foragida da Justiça.

 

A Polícia Civil solicita que qualquer informação que possa contribuir para a localização da foragida seja repassada às forças de segurança pelos telefones (63) 3901-7202 ou (63) 3901-7203. O sigilo da identidade do denunciante é garantido.

 

Operação Falsa Emergência

 

A Operação Falsa Emergência foi deflagrada pela Polícia Civil do Tocantins com o objetivo de apurar possíveis crimes contra a Administração Pública, falsidade documental, associação criminosa e lavagem de capitais relacionados ao termo de colaboração firmado para a gestão das UPAs de Palmas.

 

As investigações seguem em andamento e visam ao completo esclarecimento dos fatos, bem como à responsabilização de todos os envolvidos, observados os princípios do devido processo legal e da ampla defesa.

 

 

 

 

Posted On Quarta, 10 Junho 2026 13:46 Escrito por O Paralelo 13
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