Temos muito orgulho de sermos filhos de Ana Rodrigues, uma mulher forte, determinada e, acima de tudo, visionária
Por Edivaldo Rodrigues
Mesmo analfabeta funcional, com profissão de lavadeira, nos acendeu ao mais alto pódio da dignidade, da ética, da moral e do conhecimento, nos espelhando muita garra para integrar o contingente discente das principais universidades de Goiás, o que nos proporcionou preparo para sermos, hoje, empresários/proprietários de um dos mais respeitados veículos de comunicação do Estado do Tocantins, o Jornal O Paralelo 13.
Nós, a Família Paralelo 13, respeitamos e aplaudimos todos que enveredam pelo universo da cultura, principalmente no campo literário.
O que não aceitamos são embusteiros, os tendenciosos a mentir descaradamente, criando historinhas enviesadas, desprovidas de cultura identitária, de responsabilidade social e de respeito ao conjunto de valores das pessoas.
Em qualquer ambiente sadio e de respeito em Porto Nacional, Ana Rodrigues, mesmo 16 anos após a sua partida em direção à casa do Pai Criador, continua sendo reverenciada como uma mulher sábia, respeitadora, ciente de suas responsabilidades enquanto mãe e na sociedade.
E, por ser assim, não vai ser nenhum “zé-ninguém”, desprezado pelos seus e estorvo social, que vai macular a grandiosidade dessa amada mulher, chamando-a, no seu texto capanga e burro, de sem educação. Vamos reagir aqui, agora e em qualquer momento que esse cidadão ousar macular e diminuir a singularidade da vida da nossa mãe.
Edson, Edivaldo e Edimar Rodrigues
Família Paralelo 13