Por Rogério de Oliveira
No final da manhã desta segunda-feira, 7, a Polícia Civil, por intermédio da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de Palmas, efetuou a prisão de Eduardo Augusto Rodrigues Pereira, também conhecido como “Duda”.
Ele é suspeito de ser o mandante do homicídio que vitimou Wenceslau Leobas, crime ocorrido no dia 28 de janeiro de 2017, em Porto Nacional e foi preso, mediante cumprimento de mandado de prisão preventiva quando se apresentou na sede da DHPP, em Palmas.
Conforme apontaram às investigações da Polícia Civil do Tocantins, Duda também é suspeito de ser o mandante do homicídio de José Marcos de Lima, autor dos disparos contra Wenceslau e que foi morto dentro da Casa de Prisão Provisória de Palmas, no dia 3 de março de 2017,supostamente a mando de Eduardo.
Após o cumprimento da ordem judicial, policiais civis da Divisão de Homicídios e também do Grupo de Operações Táticas Especiais (GOTE), encaminharam o suspeito até o IML de Palmas, para a realização de exame de corpo de delito. Em seguida, os policiais do GOTE e da DHPP, conduziram o suspeito até o fórum da Comarca de Porto Nacional para que o mesmo participasse da audiência de custódia com o juiz responsável pelo caso.
Após a audiência, os policiais civis encaminharam Eduardo Pereira até a Casa de Prisão Provisória de Porto Nacional, onde o homem permanecerá à disposição do Poder Judiciário.
O Departamento Estadual de Trânsito do Tocantins (Detran/TO) continua a chamar a atenção dos condutores do estado para o uso do cinto de segurança
Por Umbelina Costa
Dados estatísticos do Detran apontam que no ranking de infrações cometidas pelos motoristas, de 1º de janeiro de 2015 a 5 de julho de 2017, 42.083 condutores deixaram de usar o equipamento. Muitas mortes causadas por acidentes de trânsito poderiam ser evitadas se os ocupantes do veículo tivessem a consciência de preservar sua própria vida. Com o cinto, condutor e passageiros não são lançados pra fora do veículo e nem se chocam contra as portas, para-brisa e painel.
Conforme o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), deixar o condutor ou passageiro de usar o cinto de segurança é infração grave, com multa de R$ 195,23, retenção do veículo até a colocação do cinto pelo infrator e cinco pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH).
A obrigatoriedade de utilização do cinto de segurança para todos os ocupantes dos veículos automotores (inclusive no banco traseiro), em todas as vias do território nacional, trata-se de inovação do atual CTB, já que, até 1997, a legislação de trânsito limitava a exigência de uso apenas às rodovias.
Somente é possível impor o uso deste dispositivo de segurança, nos veículos em que é exigível a sua existência, como equipamento obrigatório. O artigo 105 do CTB e a Resolução 14/98, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) dispõem sobre os equipamentos obrigatórios, e incluem nas exigências de uso do cinto, os ônibus elétricos e tratores de rodas, de esteiras e mistos.
Para o gerente de Fiscalização e Segurança do Detran, capitão Geraldo Magela, o uso do cinto para todos os ocupantes do veículo é imprescindível para a preservação de vidas. “Observamos que na maioria dos acidentes de trânsito com vítimas fatais e feridos graves, os ocupantes do veículo estavam sem o cinto de segurança. Chamamos a atenção dos condutores e passageiros para a responsabilidade com a sua própria vida. A intenção do Detran não é multar, mas educar para que haja paz e vida no trânsito”, disse. Crianças O transporte de crianças em veículos é regulamentado pelo Artigo 64 do CTB, que faz referência à idade mínima para se transportar no banco dianteiro somente a partir dos dez anos de idade.
A Resolução 277/08 do Contran regulamenta a exigência de utilização de dispositivo de retenção para crianças, específico para cada idade:
- para crianças com até um ano de idade, dispositivo de retenção “bebê conforto”;
- para crianças com idade superior a um ano e inferior ou igual a quatro anos, a “cadeirinha”;
- para crianças com idade superior a quatro anos e inferior ou igual a sete anos e meio, o “assento de elevação”;
- para crianças com idade superior a sete anos e meio e inferior ou igual a dez anos, a utilização do próprio cinto de segurança do veículo.
A obrigatoriedade dos dispositivos de retenção, no transporte de crianças até sete anos e meio, não se aplica aos veículos de transporte coletivo, aos de aluguel, aos de transporte autônomo de passageiro (táxi), aos veículos escolares e aos demais veículos com peso bruto total superior a 3,5t.
A infração de trânsito, pelo descumprimento a estas regras, é a prevista no artigo 168 do CTB, sendo de natureza gravíssima, multa de R$ 293,47, sete pontos na CNH e retenção do veículo.
Conhecida como a Capital da Cultura, Porto Nacional possui quase 300 anos de história. Veja no fim da página homenagen a cidade
Da redação
Por aqui já se hospedaram diversos homens que ficaram nacionalmente conhecidos, como Carlos Prestes, em 1925, Teotônio Segurado, Antônio Siqueira Campos, dentre tantos outros no período da Revolta do 18 do Forte de Copacabana. Nesta quinta-feira, 13, os portuenses estão em festa, hoje comemora-se os 156 anos de emancipação política do município.
O vilarejo, que tornou-se cidade, do então norte goiano, era rota trajeto para tantos homens e mulheres, trabalhadores que transportavam grãos e sal. Foi também um ponto de mineração, com a exploração do ouro e demais recursos naturais. Hoje com 52 mil habitantes, a história e o crescimento da cidade fazem parte da história do Tocantins.
Estrategicamente localizado, com terras férteis, o município esta ligado a mineração e agricultura, senda o 4ª cidade do Estado com a arrecadação do maior Produto Interno Bruto (PIB), do Tocantins. De acordo com o jornalista e historiador Edivaldo Rodrigues a fundação de Porto se deu por volta de 1840. "Com a decadência das minas de ouro do Carmo, a margem direita do [rio] Tocantins, muito fértil, virou um aglomerado de agricultores”.
A formação da cidade também teve a ver com conflitos com os povos indígenas da região. "Com a belicidade dos índios Xerente e Xavante, que invadiam o Pontal, que era o povoado que existia do outro lado, que também era de mineradores e agricultores. Os que sobreviveram vieram para Porto Nacional e aí formou-se esse núcleo, que depois se deu esta grande cidade". Hoje, diferente daquele período, os embates fazem apenas parte da história, em que a população pode aproveitar de ruas pacatas, uma arquitetura colonial e principalmente que guarda em suas construções parte da história.
Além da praia de Porto Real, que lota durante a temporada em julho, há também o centro histórico, a orla e a catedral de Nossa Senhora das Mercês, como atrações. Além disso, muitas ruas ganharam apelidos próprios pelas características que levam. Hoje tornou-se um dos atrativos turísticos para aqueles que visitam o Tocantins.
Segundo veiculado peo G1, uma das primeiras ruas da cidade, a Coronel Pinheiro, é conhecida pelos moradores como rua do Caba Saco. Outra, onde ainda é possível ver moradores conversando sentados na porta de casa, é chamada de rua das flores, por causa dos vasos de flor nas portas de muitas casas.
A dona Iara Costa, que mora na rua Padre Antônio, conhecida como rua da cadeia, conta o motivo de tanto amor pela cidade. "Porto Nacional é hospitaleira, carinhosa, é uma gente ainda humilde, que sobrevive em qualquer lugar. Nós somos expoente no Brasil", diz ela.
A cidade ainda guarda muito do passado, mas caminha a passos largos para o futuro. "Aquele charme, aquela aura de cidade do interior, essa coisa da fotografia, das casas antigas, essa catedral maravilhosa, enfim. É uma cidade encantadora que vale a pena demais ter voltado e eu quero voltar outras vezes", diz o turista e cineasta Alberto Araújo.
O Centro de Ensino Médio Félix Camoa, município de Porto Nacional, está realizando no período de 26 a 29 de junho a SEMANA DA CULTURA, organizada pela Professora Maria das Graças Cantão
Da Assessoria
Com a participação de alunos, professores, pais e reponsaveis foram realizadas palestras, documentários, exibição de vídeos de um minuto, exposições de telas e fotografias com releitura de obras literárias e lançamento do Clube do Livro. A abertura do evento contou com um momento musical com a participação de alunos e professores.
O festival de vídeos de um minuto tem como objetivo promover uma socialização de conteúdos audiovisuais, estimulando o senso de criatividade dos alunos, com a parceria dos professores: Graças Cantão, Wanderson Lucena e Rosilde Aires que incentivaram os alunos a produzirem conteúdo audiovisual de até 60 segundos. Para participar, é preciso apenas um celular, uma câmera ou uma filmadora digital e muita criatividade para transformar ideias em produções de um minuto de duração. Uma oportunidade para os futuros aspirantes a cineastas mostrarem seus talentos.
A exposição de telas retratou as obras de vários artistas como Romero Brito, Tarsila do Amaral, Volp e Portinari, trabalhos feitos pelos alunos nas aulas do ProEMI da Professora Evanice Matos.
Durante a semana houve uma exposição do Documentário “ROMANA”, a documentarista da Universidade Federal do Tocantins Campus Porto Nacional Helen Lopes, com o apoio do Professor Dr. Marcelo Brice, mostrou a história de Dona Romana, uma mulher com um estilo de vida peculiar, moradora da cidade de Natividade Tocantins. Romana é uma das líderes religiosas da região, segundo ela, nunca frequentou a escola, inspirada pela religiosidade, sua residência e esculturas são cheias de significado.
O evento contou também com uma Palestra sobre o livro “Do Girassol ao Capim Dourado: Apropriação e ressignificação de elementos naturais na narrativa identitária do Estado do Tocantins”, ministrada pela Escritora e Professora da UFT Ana Carolina Costa dos Anjos. O livro que teve sua origem de uma dissertação de mestrado, discutiu em um contexto histórico sobre o processo de construção dos símbolos políticos que, em tese, sustentam e dão legitimidade aos principais mandatários do Estado. A escritora mostrou como o Estado do Tocantins se tornou solo fértil para que tradições políticas fossem por aqui também inventadas, todo trabalho foi respaldado por uma farta documentação analisada minunciosamente pela autora, que fez o público navegar por nossa recente história do Tocantins.
Concomitantemente ao evento está acontecendo o lançamento do Clube do Livro, que foi uma iniciativa dos Professores Richardson Melo, Jefersandro Jácome e a coordenadora de Apoio Iraildes Costa. O Clube é formado por um grupo de alunos que tem a missão de ir aonde nenhum outro homem foi.. Todos a bordo (Nossa nave é a leitura) e, a partir daí, eles socializaram com outros alunos, para motivar a criar o hábito da leitura. O aluno Felipe Fernandes Souza, da turma 33.05, falou dos pontos primordiais na aprendizagem do aluno leitor, que são: criatividade, interpretação, escrita e cultura. Futuramente querem expandir para outras escolas.
Rosilda Ferreira, coordenadora de apoio pedagógico do CEM Félix Camoa ao lado da escritora Ana Sabiá e a Diretora Tathiania Mallaco (na Foto de Graças Cantão)
“Contribuições de um Engenheiro na Superação dos Desafios da Logística no Brasil” foi o tema da palestra realizada pelo gerente do Terminal Integrador de Porto Nacional da VLI, Gabriel Azevedo, para universitários do curso de engenharia do Instituto Federal do Tocantins (IFTO). No evento, organizado pelos estudantes, a VLI apresentou um panorama da atividade no país e o perfil de profissionais para área.
Da Assessoria
A VLI é uma empresa especializada em operações logísticas que integram terminais, ferrovias e portos. Com números significativos de ativos, concessões de duas ferrovias, três portos e mais de 6 mil empregados espalhados por suas unidades de negócios no Brasil, a empresa de soluções logísticas, desenhou no seu plano de negócios, cinco corredores logísticos que atendem às regiões norte, nordeste, centro-oeste, sudeste e sul. Os estados do Tocantins e Maranhão englobam o Corredor Centro-Norte, cujo potencial operacional se apresenta como um dos mais notáveis, se comparado aos demais corredores, graças à sua localização privilegiada e por configurar uma importante fronteira de produção agrícola para o país.
Na palestra, o gerente do Terminal de Porto Nacional, Gabriel Azevedo, destacou a importância da logística para assegurar a competitividade dos produtos brasileiros. “Esse segmento é uma das variáveis mais importantes do comércio no atual contexto de globalização, em função do alto grau de competitividade que as instituições são obrigadas a apresentar para garantir a sobrevivência nas relações internacionais de troca de mercadorias”, explicou gerente ao lembrar que a engenharia, entre elas a de produção, torna-se imprescindível para a estrutura operacional da logística”.. Cerca de 100 alunos participaram do evento.
Sobre a VLI
A VLI tem o compromisso de apoiar a transformação da logística no País, por meio da integração de serviços em portos, ferrovias e terminais. A empresa engloba as ferrovias Norte Sul (FNS) e Centro-Atlântica (FCA), além de terminais intermodais, que unem o carregamento e o descarregamento de produtos ao transporte ferroviário, e terminais portuários situados em eixos estratégicos da costa brasileira, tais como em Santos (SP), São Luís (MA) e Vitória (ES). Eleita a melhor empresa de infraestrutura do país pelo anuário Épocas Negócios 360º e escolhida como uma das 150 melhores empresas para se trabalhar pela revista Você S/A, a VLI transporta as riquezas do Brasil por rotas que passam pelas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.