Da Assessoira

 

O índice de despesas com pessoal da Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto), relativo ao 1º quadrimestre de 2026, se manteve abaixo dos limites de alerta, prudencial e máximo estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Os dados foram publicados no início desta semana, no Diário Oficial Eletrônico da Aleto.

Em termos orçamentários, o Poder Legislativo gastou R$ 232,2 milhões em despesas com pessoal nos últimos 12 meses, o que representa 1,47% da Receita Corrente Líquida (RCL) do Estado, que girou em torno de R$ 15,7 bilhões. O comportamento orçamentário demonstra que a Aleto preservou uma margem de mais de R$ 47,1 milhões em relação ao limite máximo da LRF.

 

Deputado Amélio Cayres, presidente da ALETO

De acordo com o diretor administrativo da Aleto, Antônio Braga Júnior, o relatório reflete o rigor fiscal e o planejamento administrativo e financeiro da gestão conduzida pelo deputado Amélio Cayres. “Conseguimos manter um planejamento que equilibra redução de despesas com investimentos tanto na melhoria das condições de trabalho, com aquisição de equipamentos, sistemas e mobiliário, quanto na nomeação de servidores efetivos. Tudo isso, para também melhorar o atendimento ao cidadão”, afirmou.

O diretor destacou que o atual índice de despesas com pessoal confere segurança à nomeação dos servidores aprovados no concurso público da Assembleia, sem risco de comprometer a folha de pagamento da instituição ou de ferir a LRF.

 

Posted On Sexta, 29 Mai 2026 13:54 Escrito por

Encontro reuniu 12 prefeitos da região, que destacaram a trajetória da senadora, sua atuação municipalista e a confiança em sua capacidade de gestão para liderar o Tocantins

 

Da Assessoira

 

A senadora Professora Dorinha Seabra esteve nesta quinta-feira (29) em Arraias, onde recebeu o apoio de prefeitos da região Sudeste do Estado à sua pré-candidatura ao Governo do Tocantins. Acompanharam o senador Eduardo Gomes, o deputado federal Carlos Gaguim, o deputado estadual Vilmar do Detran, além de vereadores e vereadoras dos municípios da região e lideranças locais.

 

Conhecida pela riqueza histórica, cultural e pelas potencialidades no agronegócio, turismo e mineração, a região Sudeste do Tocantins tem papel estratégico para o desenvolvimento do Estado. Estavam na reunião para oficializar os prefeitos Herman, de Arraias; Paulo Roberto, de Taguatinga; Maria do Socorro, de Taipas; Ivanilda Pereira, de Novo Alegre; Dione do Pastel, de Combinado; Edinalva, de Rio da Conceição; Paulo Sérgio Fernandes, de Conceição do Tocantins; Hormides Neto, de Dianópolis; Denison, de Lavandeira; Fábio da Farmácia, de Paranã; José Luciano, de Ponte Alta do Bom Jesus; e Dr. Pedro, de Porto Alegre do Tocantins.

 

No encontro, prefeitos e lideranças da região destacaram a atuação da senadora em defesa dos municípios tocantinenses e reafirmaram apoio ao seu projeto político. O prefeito de Arraias, Herman Gomes, falou da parceria construída com o município e afirmou que o reconhecimento ao trabalho de Dorinha é percebido no dia a dia da população. “O político tem esse dinamismo e hoje estamos com a senhora. Esse carinho que a senhora tem por Arraias. O arraiano terá orgulho de tê-la como governadora porque sabe que foi aqui que a senhora começou, porque sabe que seus olhos estarão para cá. A senhora já fez e continuará fazendo muito por nossa cidade”, afirmou.

 

Paulo Roberto, prefeito de Taguatinga, ressaltou que a reunião é uma das maiores demonstrações de força política desta região.

 

“Aqui no Sudeste, com esse grupo de prefeitos, lideranças e pessoas que têm serviço prestado, começa uma caminhada muito forte. O trabalho que está sendo feito aqui mostra que temos todas as condições de vencer, e vencer bem. Mas ninguém ganha eleição antes da hora. Toda eleição exige respeito, humildade, presença e muito trabalho. Aqui tem gente de raiz, gente que conhece o Tocantins, que entra na casa das pessoas, que olha nos olhos e sabe pedir voto porque tem história, tem entrega e tem compromisso com a população”, disse

 

A passagem por Arraias teve um significado especial para Dorinha. A cidade foi a primeira do Tocantins onde ela morou, após ser aprovada no concurso da Unitins, marcando o início de sua trajetória profissional e sua ligação com o povo tocantinense. “Voltar a Arraias sempre mexe muito comigo. Foi aqui que comecei minha história no Tocantins, construí amizades, aprendi muito e fortaleci meu compromisso com a educação e com esse Estado que escolhi para viver. Receber esse apoio das lideranças do Sudeste aumenta ainda mais minha responsabilidade e minha vontade de trabalhar pelo Tocantins”, disse a senadora.

 

 

 

Posted On Sexta, 29 Mai 2026 13:52 Escrito por

OLHO NO OLHO

 

 

Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues

 

 

 

O Observatório Político de O Paralelo13 vem acompanhando atentamente os bastidores da sucessão estadual de 2026 e pode afirmar com tranquilidade que uma parcela significativa dos eleitores e eleitoras tocantinenses cansou do excesso de discursos vazios, promessas antecipadas e do velho “blá, blá, blá” político que diariamente invade os grupos de WhatsApp e as redes sociais.

 

Empresários, jovens, lideranças comunitárias e até integrantes de grupos políticos admitem reservadamente que a antecipação da sucessão estadual acabou produzindo um desgaste precoce no ambiente político tocantinense. A avaliação predominante é que o processo eleitoral começou cedo demais, principalmente após o rompimento político e os desentendimentos públicos entre o governador Wanderlei Barbosa e o vice-governador Laurez Moreira, fato que acabou acelerando o debate sucessório quase dois anos antes das eleições.

 

 

 

Nos bastidores, muitos avaliam que a população começou a ser exposta antecipadamente a um clima permanente de disputa política, trocas de acusações, movimentos de bastidores, especulações e campanhas veladas, criando um cenário de saturação junto ao eleitorado. Há uma percepção crescente de que parte significativa dos eleitores tocantinenses demonstra cansaço diante do excesso de narrativas políticas, vídeos, declarações e movimentações eleitorais ainda longe do período oficial da campanha.

 

A leitura de observadores políticos é que o desgaste não atinge apenas uma candidatura isoladamente, mas todo o ambiente sucessório. O excesso de antecipação acabou produzindo um processo de fadiga política, principalmente entre os eleitores mais jovens, empresários e setores produtivos, que começam a cobrar propostas concretas, debates objetivos e menos confrontos pessoais entre grupos políticos.

 

Há um excesso de exposição, muito discurso, muita narrativa, inúmeros vídeos, incontáveis postagens e, ao final, pouca ou nenhuma objetividade. O eleitor começa a dar sinais claros de que deseja menos marketing político e mais demonstrações concretas de capacidade administrativa, equilíbrio e preparo emocional para governar o Tocantins.

 

O LIMITE CHEGOU

 

 

 

Uma coisa é fato: as pré-candidaturas ao Governo chegaram ao limite da fase da propaganda antecipada. Daqui para frente, o jogo muda completamente. Agora será momento de arrumar a casa, engraxar os nervos, evitar erros, preservar alianças e controlar vaidades.

 

E principalmente garantir combustível político e financeiro suficiente para atravessar o período mais pesado da pré-campanha até as convenções partidárias. A partir dos próximos dias, o ambiente político tende a mudar radicalmente.

 

O governo e seus aliados devem começar a sair da toca. O Palácio Araguaia, até agora, ainda não entrou efetivamente no jogo sucessório com toda sua força institucional e política. Mas aliados próximos do núcleo palaciano admitem que a tendência é de fortalecimento interno da base governista, reorganização da estrutura política e acomodação de diversos aliados dentro do governo.

 

O VELHO MANUAL DA POLÍTICA VOLTA À MESA

 

Nos bastidores, antigos ensinamentos da política tradicional voltam a circular entre lideranças governistas. O saudoso Pedro Ludovico já dizia: “Aos adversários, o rigor da lei. Aos companheiros, os favores da lei.” Já o ex-governador baiano Antônio Carlos Magalhães, considerado um dos maiores estrategistas políticos do país, costumava afirmar: “À oposição pode faltar tudo, inclusive luz. Aos companheiros, não pode faltar nada.” E é justamente esse tipo de lógica política que começa a reaparecer nos bastidores do Tocantins.

 

O MOMENTO É DE ESCOLHA

 

 

 

O ambiente político vai ficando cada vez mais claro. Quem decidiu fazer oposição ao Palácio Araguaia precisa compreender que essa escolha terá consequências políticas e administrativas. É absolutamente democrático apoiar candidaturas de oposição. Faz parte do processo político. Porém, também considera incoerente permanecer ocupando cargos estratégicos de chefia, direção ou confiança dentro da estrutura governamental enquanto atua politicamente contra o próprio grupo que concedeu o espaço.

 

O mais correto, ético e coerente seria a entrega espontânea do cargo. E isso vale inclusive para os padrinhos políticos dos indicados.

 

Por outro lado, o Observatório Político alerta que os servidores mais humildes, especialmente aqueles que recebem entre um e cinco salários mínimos, não merecem ser vítimas de perseguições políticas ou caça às bruxas.

 

OPOSIÇÕES PRECISAM MUDAR A CHAVE

 

 

 

A partir de junho, as oposições precisarão reorganizar completamente suas estratégias. Será necessário construir discursos mais agregadores, apresentar propostas concretas e trazer bandeiras que dialoguem com os problemas reais da população.

 

A fase do ataque pelo ataque começa a dar sinais de desgaste. O eleitor quer solução, equilíbrio, preparo e serenidade.

 

As oposições também precisarão se preparar para enfrentar o chamado “rolo compressor governista”, que tradicionalmente ganha força nos meses que antecedem as convenções. Vale lembrar que o calendário eleitoral começa a impor limitações importantes.

 

No dia 4 de julho encerram-se diversos prazos relacionados a contratações temporárias, nomeações em cargos comissionados e transferências voluntárias de recursos entre Estado e municípios fora das previsões constitucionais. A partir daí o ambiente político começará a entrar numa nova etapa.

 

QUALQUER ERRO PODE SER FATAL

 

Daqui para frente, qualquer escândalo, denúncia ou erro estratégico envolvendo pré-candidaturas majoritárias poderá produzir danos irreversíveis. O ambiente eleitoral está extremamente sensível.

 

Uma fala errada, uma denúncia, uma gravação ou uma operação policial podem ganhar proporções gigantescas nas redes sociais. Dependendo da gravidade, isso poderá representar uma crise irreversível para qualquer candidatura.

 

COMPRA DE VEREADORES NÃO GARANTE ENTREGA DE VOTOS

 

 

 

O Observatório Político de O Paralelo13 faz questão de refrescar a memória política do Tocantins. Em eleições passadas, um empresário bem-sucedido decidiu disputar o Senado acreditando que poderia terceirizar sua campanha através de acordos políticos com vereadores e lideranças municipais.

 

A lógica era simples: cada vereador teria um “valor político” calculado conforme o tamanho do eleitorado de sua cidade. O investimento foi feito. Os compromissos financeiros foram cumpridos. Mas os votos prometidos não chegaram.

 

Na época, o segundo colocado ao Senado obteve pouco mais de 214 mil votos. Segundo aliados do projeto derrotado, caso não houvesse traições políticas, a candidatura poderia ter ultrapassado os 330 mil votos.

 

A HISTÓRIA PODE ESTAR SE REPETINDO

 

 

 

Hoje, segundo relatos recebidos pelo Observatório Político, existem ao menos dois pré-candidatos ao Senado considerados extremamente endinheirados apostando novamente na estratégia de concentração de apoios via vereadores.

 

O risco é gigantesco. Primeiro porque vereador não transfere voto automaticamente. Segundo porque compra de voto é crime eleitoral. E terceiro porque o Ministério Público Eleitoral e a Justiça Eleitoral acompanham cada vez mais de perto movimentações suspeitas.

 

Há candidaturas que poderão enfrentar problemas graves antes mesmo da diplomação. O velho ditado popular continua atual: “O costume de colocar no cachimbo entorta a boca.”

 

EDUARDO SIQUEIRA FORTALECE DORINHA E TRANSFORMA PALMAS EM PEÇA-CHAVE DA SUCESSÃO

 

 

 

A articulação política em torno da pré-candidatura da senadora Professora Dorinha Seabra ao Governo do Tocantins ganhou nesta semana um movimento considerado estratégico nos bastidores políticos.

 

Sob o comando político do prefeito de Palmas, Eduardo Siqueira Campos, o Podemos vem consolidando espaço dentro do grupo que sustenta a pré-candidatura de Dorinha ao Palácio Araguaia.

 

A manifestação conjunta da presidente nacional do partido, Renata Abreu, do deputado federal Tiago Dimas e do próprio Eduardo Siqueira foi interpretada como um gesto claro de fortalecimento político da candidatura governista.

 

Nos bastidores, a avaliação é de que Eduardo Siqueira passa a ocupar posição ainda mais relevante dentro do processo sucessório estadual. Além de presidir o Podemos no Tocantins, Eduardo administra atualmente Palmas, maior colégio eleitoral do Estado, responsável por aproximadamente 18% de todo o eleitorado tocantinense.

 

Aliados entendem que o prefeito da Capital concentra hoje uma importante força política, administrativa e eleitoral, capaz de influenciar diretamente os rumos da disputa majoritária.

 

A leitura dentro do grupo governista é de que Palmas poderá ser decisiva tanto no primeiro quanto em um eventual segundo turno das eleições de 2026.

 

Além do peso eleitoral, Eduardo Siqueira também mantém forte capacidade de articulação política junto a vereadores, lideranças comunitárias, setores empresariais e segmentos organizados da sociedade palmense.

 

Outro ponto observado por aliados é que Eduardo vem conseguindo manter protagonismo político sem entrar diretamente em confrontos públicos, preservando diálogo com diferentes correntes políticas e ampliando sua influência dentro do tabuleiro sucessório.

 

A aproximação entre o Podemos nacional, Eduardo Siqueira e a pré-candidatura de Dorinha passa a ser vista como um dos movimentos políticos mais importantes desta etapa inicial da sucessão estadual.

 

O TABULEIRO COMEÇA A ESQUENTAR

 

O Tocantins entra agora numa fase decisiva da pré-campanha, em que as agendas serão intensificadas, as visitas ao interior tendem a aumentar e as articulações silenciosas ganharão velocidade.

 

Os próximos dias prometem fortes emoções nos bastidores políticos. As novidades poderão surgir a qualquer momento dentro do tabuleiro sucessório de 2026.

 

O tabuleiro segue aberto. E os próximos movimentos poderão provocar efeitos colaterais capazes de alterar completamente o rumo das eleições estaduais.

 

Estamos de olho…

 

 

Posted On Sexta, 29 Mai 2026 06:10 Escrito por

O prefeito de Palmas, Eduardo Siqueira Campos, recebeu, nesta quinta-feira, 28, homenagem em nome do pai, o ex-governador José Wilson Siqueira Campos, durante sessão solene realizada pela Assembleia Legislativa do Tocantins em celebração aos 30 anos de criação da Arquidiocese de Palmas.

 

 

Da Assessoria

 

 

A homenagem, entregue pelo deputado Jair Farias, reconheceu a contribuição de Siqueira Campos para a propagação da fé cristã no Tocantins, incluindo o incentivo à divulgação
conteúdos religiosos em veículos de comunicação, a inclusão de festas religiosas no calendário oficial do Estado e a atuação no processo de criação e fortalecimento da Arquidiocese de Palmas.

 

“Meu pai sempre acreditou que uma cidade não se constrói apenas com concreto, ruas e prédios. Ela se constrói com valores, união e fé. Ele era um homem de profunda devoção ao Divino Espírito Santo e nos ensinou que todo poder é, antes de tudo, constituído por Deus”, afirmou o prefeito.

 

Eduardo Siqueira Campos também relembrou o papel da fé nos primeiros anos de construção da Capital. “As celebrações religiosas tiveram um papel muito importante naquele período inicial de Palmas porque reuniam famílias, fortaleciam vínculos e renovavam a esperança de quem estava começando uma nova vida aqui”, disse.

 

 

Segundo o prefeito, houve resistência à criação da Catedral de Palmas durante o período de implantação da Capital. “Todos sabem que houve muita pressão para que Palmas tivesse apenas um centro ecumênico. Mas meu pai foi firme ao defender aquilo em que acreditava e disse: ‘Na cidade que fundei, haverá uma Catedral’”, recordou.

 

A solenidade reuniu autoridades religiosas, parlamentares, lideranças políticas e representantes da comunidade católica. A sessão homenageou personalidades que contribuíram para a história e o fortalecimento da Igreja Católica no Tocantins.

 

Durante a cerimônia, o desembargador Marco Anthony Villas Boas, um dos homenageados, relembrou a participação do ex-governador na consolidação das instituições religiosas e sociais do Estado. “Há 30 anos tive o privilégio de participar, ao lado do então vice-presidente Marco Maciel e do governador Siqueira Campos, do ato solene de posse do arcebispo Dom Alberto Taveira Corrêa como arcebispo metropolitano de Palmas”, afirmou.

 

O decano destacou ainda o papel de Siqueira Campos na estruturação institucional do Tocantins. “Cabe aqui reconhecer o trabalho hercúleo do eterno governador Siqueira Campos para prover o Estado e a nossa Capital de todas as instituições essenciais à organização social e ao desenvolvimento da nossa comunidade”, disse.

 

Segundo o desembargador, entre essas iniciativas esteve a implantação da Arquidiocese de Palmas, criada em 27 de março de 1996 pelo Vaticano. Villas Boas também recordou da capela em homenagem à Santa Rita de Cássia, instalada pela então primeira-dama do Estado, dona Aureny, e mencionou que a santa chegou a ser cogitada como padroeira de Palmas antes da definição de São José.

 

O prefeito também relembrou momentos pessoais ligados à história da Arquidiocese e da Capital. “O Cruzeiro de Palmas, instalado em 20 de maio de 1989 como marco da primeira missa da Capital, simboliza muito isso. Eu estava aqui nos dias anteriores e me lembro de quando meu pai me chamou e disse: ‘Meu filho, vá ajudar a assentar o Cruzeiro com o Adroaldo e os outros trabalhadores’. Assim eu fiz, e guardo esse momento com muito orgulho e emoção”, afirmou.

 

30 anos da Arquidiocese

 

Criada em 27 de março de 1996, a Arquidiocese de Palmas foi instalada oficialmente em 31 de maio do mesmo ano. O primeiro arcebispo foi Dom Alberto Taveira Corrêa. Desde 2010, a Arquidiocese é conduzida por Dom Pedro Brito Guimarães.

 

Ao longo de três décadas, a instituição ampliou sua atuação pastoral e social na Capital e em municípios da região, com presença em comunidades, pastorais, movimentos religiosos e obras sociais.

 

 

Posted On Sexta, 29 Mai 2026 06:07 Escrito por

 

Por Lauane dos Santos

 

 

Em reconhecimento à trajetória de fé, evangelização e serviços prestados à comunidade tocantinense, o presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins, deputado Amélio Cayres, presidiu, nesta quinta-feira, 28, Sessão Solene em celebração aos 30 anos de criação da Arquidiocese de Palmas.

 

A solenidade, requerida por Amélio Cayres juntamente com os deputados Ivory de Lira e Júnior Geo, reuniu autoridades religiosas, parlamentares, lideranças e fiéis para homenagear pessoas que contribuíram significativamente para a história e fortalecimento da Igreja Católica no Tocantins. O chefe do Legislativo destacou a importância da Arquidiocese na promoção de valores humanos, espirituais e sociais ao longo das últimas três décadas.

 

“A Arquidiocese de Palmas tem um papel fundamental na construção de uma sociedade mais humana, solidária e cheia de esperança. Esta homenagem é um reconhecimento à missão evangelizadora e ao trabalho que transforma vidas diariamente”, ressaltou o presidente da Aleto.

 

Homenageados

 

Dentre as personalidades homenageadas, Amélio Cayres fez questão de agraciar líderes pertencentes ao clero da Igreja Católica, reconhecidos pela dedicação pastoral, compromisso com a fé cristã e relevantes serviços prestados à comunidade tocantinense. Dentre os homenageados estão o 1º arcebispo de Palmas, Dom Alberto Taveira, bem como o atual arcebispo Dom Pedro Brito Guimarães. Também receberam homenagem do presidente os primeiros diáconos ordenados em Palmas há 30 anos atrás e atualmente padres Paulo Cristiano, Camilo Macário; bem como o pároco da Catedral de Palmas, Pe. Eduardo Zanom.

 

O presidente também prestou homenagem ao músico Badinho Araújo e aos diáconos Arquimar Coelho e Wilmar Francisco Souza Silva que, atualmente, servem na capela Nossa Senhora Rainha da Paz, dentro da Casa de Leis. “Todos os homenageados de hoje são lideranças que acolhem, orientam e ajudam tantas pessoas todos os dias. Tenho profunda admiração por esse trabalho realizado com tanto amor, fé e dedicação”, frisou Amélio.

 

 

 

Posted On Quinta, 28 Mai 2026 15:14 Escrito por
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