Por: Ascom Zé Luiz da 63
O empresário José Luiz Pereira Filho, conhecido como Zé Luiz da 63, protocolou, no final da tarde desta segunda-feira, a chapa “União ACIPA”, oficializando sua pré-candidatura à presidência da Associação Comercial e Industrial de Palmas (ACIPA), a maior entidade representativa do setor empresarial do Tocantins.
Com a construção de um amplo diálogo junto aos associados e lideranças empresariais, Zé Luiz conseguiu consolidar um consenso em torno de seu nome. Com isso, a chapa registrada será a única a disputar a eleição da entidade, demonstrando a convergência em torno de um projeto voltado ao fortalecimento do associativismo empresarial.
À frente da chapa “União ACIPA”, Zé Luiz reafirma o compromisso de ampliar o protagonismo da associação, fortalecendo sua atuação como elo entre os empresários, o poder público e os diversos setores da economia palmense.
Entre as principais propostas defendidas pelo pré-candidato estão a expansão de programas, a promoção de ações conjuntas entre os empresários, o incentivo ao desenvolvimento de parcerias estratégicas e a valorização da participação dos associados nas decisões da entidade.
“Queremos uma ACIPA cada vez mais forte, conectada aos empresários e preparada para construir soluções coletivas para os desafios do setor produtivo. Nosso propósito é cada dia mais unir experiências, fortalecer relacionamentos e criar oportunidades para quem empreende em Palmas”, destacou Zé Luiz.
A eleição marca um ciclo com foco no fortalecimento institucional, a representatividade da classe empresarial e a ampliação das iniciativas voltadas ao desenvolvimento econômico da capital.
Zé Luiz da 63
Ainda criança, Zé Luiz chegou à capital com sua família para viver o sonho de uma cidade que estava apenas começando. Cresceu vendo empresários abrirem as portas antes mesmo de haver certezas, acompanhando de perto a coragem de quem transformou desafios em oportunidades. Essa também se tornou a sua história.
Aos 19 anos, foi aprovado em concurso para a Polícia Civil, mas foi no empreendedorismo que encontrou sua verdadeira missão: gerar empregos, criar oportunidades e acreditar no potencial de Palmas.
À frente da 63 Uniformes, construiu uma empresa respeitada pela qualidade, pela credibilidade e pelo compromisso com seus clientes. Mais do que empreender, escolheu participar. Porque entende que nenhuma empresa cresce sozinha e que uma cidade forte depende de empresários unidos.
Foi esse propósito que o levou à ACIPA, onde atualmente é diretor de Indústria, defendendo diariamente quem produz, investe, gera empregos e movimenta a economia da capital. Também leva essa experiência para a gestão pública como superintendente de Indústria e Comércio do Tocantins, sempre trabalhando pelo fortalecimento do setor produtivo.
Zé Luiz representa uma geração de empresários que acredita que o associativismo não é apenas uma entidade: é uma rede de apoio, de representação e de construção coletiva.
Sua história é parecida com a de milhares de empreendedores de Palmas. Gente que começou pequeno, enfrentou dificuldades, venceu com muito trabalho e nunca deixou de acreditar na força da união.
Mulheres continuam sendo a maioria do eleitorado, com quase 51%
Da Assessoria
A democracia tocantinense chega fortalecida às Eleições Gerais de 2026. Mais de 1,18 milhão de eleitoras e eleitores estão aptos a escolher, em outubro, os representantes que irão definir os rumos do país pelos próximos anos. Os números definitivos do eleitorado foram divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta segunda-feira, 20, e a Justiça Eleitoral do Tocantins ressalta o crescimento de quase 1% no eleitorado tocantinense em relação aos números da última eleição.
No total, o Tocantins conta com 1.182.307 eleitoras e eleitores, sendo que 86% são de votos obrigatórios. As mulheres continuam sendo a maioria, com 601.991 votantes (50.92%), e os homens somam 580.316 (49.08%).
Outro destaque é o avanço da identificação biométrica. Com 95.83% do eleitorado cadastrado, o Tocantins supera a média nacional (89%) e reforça a segurança e a confiabilidade do processo eleitoral.
Maiores e menores colégios eleitorais
Em Palmas, maior colégio eleitoral do estado, o eleitorado soma 218.504 pessoas, cerca de 18% do total. A capital é seguida por Araguaína (124.000), Gurupi (61.407) e Porto Nacional (47.207).
Já os quatro menores colégios eleitorais tocantinenses são os municípios de Oliveira de Fátima (1.693), Sucupira (1.762), Tupiratins (1.804) e Crixás do Tocantins (1.827).
Faixa etária
Os dados ainda demonstram a diversidade geracional presente nas eleições tocantinenses. A maior faixa etária registrada é de jovens adultos entre 25 e 29 anos, com 121.903 eleitores.
Em segundo lugar, os eleitores de 40 a 44 anos somam 121.124 pessoas, seguidos dos grupos de 30 a 34 anos (119.017) e de 35 a 39 anos (116.186). Entre os votos facultativos, são 23.568 adolescentes de 16 e 17 anos e 103.993 idosos de mais de 70 anos.
Autodeclaração racial e identidade quilombola
Dos mais de 1,18 milhão de eleitores tocantinenses, apenas 30% responderam à autodeclaração racial para o cadastro eleitoral. Desse número, 229.205 pessoas se declararam pardas, 62.778 brancas, 52.461 pretas, 5.739 indígenas e 2.648 amarelas.
Dessa mesma porcentagem de respondentes, 4.827 pessoas informaram serem quilombolas.
Planejamento das Eleições 2026
Os dados na íntegra podem ser conferidos na página de estatísticas da Justiça Eleitoral. Com a divulgação dos números definitivos do eleitorado, a Justiça Eleitoral do Tocantins dá continuidade aos preparativos para as Eleições 2026, orientando e planejando a execução do pleito em todo o Tocantins.
Texto: Lanne Hadassa (Ascom/TRE-TO)
Anúncio foi realizado pelo prefeito Eduardo Siqueira Campos durante mutirão na Unidade de Saúde da Família (USF) Heder de Oliveira Silva
Da Assessoria
A Prefeitura de Palmas deu início, na manhã do último sábado, 18, a mais uma etapa do mutirão de castração do Programa Animal de Rua Zero, com o anúncio da oferta de 6.523 vagas gratuitas para cirurgias em cães e gatos.
O evento de lançamento aconteceu na Unidade de Saúde da Família (USF) Heder de Oliveira Silva, na Quadra 1304 Sul, reunindo protetores da causa animal, moradores e equipes da pasta. Nas primeiras 48 horas que anteciparam o evento, foram registrados mil cadastros inscritos, o que aponta a alta demanda no Município.
O prefeito de Palmas, Eduardo Siqueira Campos, esteve presente e detalhou que, nesta primeira fase, serão feitas 2.585 castrações, e, em um momento seguinte, serão abertas 3.938 novas vagas gratuitas. Para receber o atendimento, é necessário que tutores e pets estejam registrados no Programa SinPatinhas, do governo federal.
"O cuidado com os animais, sejam domésticos ou que estão nas ruas, também é uma questão de saúde pública. É cuidar diretamente da nossa cidade e da população. Estamos promovendo o controle populacional, o combate ao abandono, além de oferecer um serviço de excelência gratuitamente, que faz diferença na vida de milhares de famílias. Esse é um investimento em respeito à vida", afirmou o prefeito.
Política pública estruturada
O mutirão é coordenado pela Secretaria Municipal de Proteção e Bem-Estar Animal (Sebem). A pasta vem estruturando a rede de apoio na capital por meio de medidas como a criação da Lei Municipal nº 3.174/2025, o Conselho Municipal da área (Conbem), o Sistema Municipal de Proteção e o primeiro Censo Animal de Palmas. Outro destaque é o Programa Tigela Cheia, que já entregou 23 toneladas de ração para protetores independentes, ONGs e famílias de baixa renda.
Balanço da gestão
Desde a criação da Secretaria, o balanço aponta os seguintes resultados:
4.260 cães e gatos castrados;
5.242 animais microchipados;
2.279 atendimentos veterinários e 878 procedimentos;
2.039 animais vermifugados e 2.027 vacinados.
A atuação também inclui a organização de feiras de adoção, consultas gratuitas para a comunidade e frentes práticas de acolhimento, como a fabricação de casinhas para animais comunitários.
Iniciativa fortalece cultura de prevenção para reduzir riscos de acidentes durante a temporada de praias
Da Assessoira
Com o slogan “Um instante de distração pode ser para sempre”, a Defesa Civil de Palmas promove a campanha “Não Desvie o Olhar”, que visa prevenir afogamentos infantis nas praias da Capital. A primeira edição foi realizada no último domingo, 19, na Praia do Caju, com a participação de 17 servidores, que distribuíram panfletos educativos, prestaram orientações preventivas e realizaram a identificação das crianças por meio de pulseiras.
A campanha alia educação preventiva, orientação aos pais e responsáveis e identificação das crianças, buscando reduzir os riscos de acidentes e fortalecer a cultura da prevenção. Realizada pela Gerência de Intervenção Imediata, a finalidade é alertar sobre os riscos do afogamento infantil, que pode ser rápido e silencioso, e que um momento de distração pode ter consequências irreversíveis.
Além das orientações verbais, cada família recebeu um panfleto educativo contendo recomendações de segurança, como manter as crianças sempre ao alcance da visão, não permitir que elas permaneçam sozinhas na água, respeitar as áreas destinadas aos banhistas, evitar o consumo de bebidas alcoólicas por quem estiver responsável pela supervisão e acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193, órgão responsável por ocorrências de afogamento.
“A equipe realizou uma abordagem individual com cada família, esclarecendo dúvidas e reforçando medidas simples que podem evitar acidentes”, ressaltou a gerente de Intervenção Imediata, Gessiane Ferreira da Silva.
Orientação e identificação
Também foi realizada a identificação das crianças e responsáveis por meio de pulseiras, com a finalidade de garantir que a criança permaneça identificada durante todo o período de permanência na praia. “Além de facilitar a rápida identificação em caso de desencontro, a pulseira também funciona como um lembrete permanente da principal mensagem da campanha: não desviar o olhar da criança enquanto ela estiver na água. Mais do que distribuir pulseiras, buscamos alertar pais e responsáveis de que a atenção constante é a medida mais eficaz para proteger crianças e evitar afogamentos”, afirma Gessiane.
Durante a primeira edição da campanha, mais de 200 crianças foram identificadas e mais de 135 famílias orientadas.
Cuidados
A Defesa Civil recomenda que, quando a criança estiver na água, apenas um adulto permaneça exclusivamente responsável por sua supervisão, evitando distrações com o celular, conversas, consumo de bebidas alcoólicas ou qualquer outra atividade que comprometa sua atenção.
Os pais ou responsáveis também são orientados a nunca presumir que outra pessoa esteja observando a criança. Caso o responsável precise se ausentar, essa responsabilidade deve ser transferida de forma clara para outro adulto, evitando que a criança permaneça sem supervisão.
Por Edson Rodrigues
A política, tantas vezes, se deixa seduzir pela ilusão. Uma bolha se forma: feita de pesquisas encomendadas, de assessores que filtram a realidade, de lambe-lambes e baba-ovos que alimentam vaidades. Dentro dela, reina o conforto da certeza; fora dela, pulsa o povo — inquieto, desconfiado, dependente, mas nunca totalmente previsível.
Não somos professores e nem queremos o ser, muito menos videntes. O que temos é experiência: em mais de sessenta anos de vida entre Brasília e Goiás/Tocantins, são quase quarenta anos de direção em O Paralelo13. Essa vivência nos dá autoridade para afirmar que já testemunhamos campanhas “ganhas” que se transformaram em derrotas amargas ao abrir das urnas. O motivo? Sempre o mesmo: candidatos cegos políticos, cercados por aduladores, incapazes de ver, sentir, perceber a realidade. Ainda há tempo de enxergar, escutar, sentir e corrigir.
TOCANTINS

No Tocantins, a política se mistura com fé e irmandade. Pessoas com quem conviví, como Dr. Brito Miranda e Moisés Avelino, e pessoas com quem ainda tenho o prazer de ver atuar, como Marcelo Miranda, Eduardo Gomes, Eduardo Siqueira Campos e Israel Siqueira, entre outros — nomes que carregam não apenas trajetórias, mas vínculos de confiança.
Mas é também aqui que se revela o risco da bolha: um estado onde mais de 347 mil vivem de programas sociais e milhares mantêm vínculos temporários com o poder público. Um eleitorado vulnerável, que transforma a política em terreno delicado. A transferência de votos não se decreta; se conquista com proximidade e credibilidade.
INSTITUTOS DE PESQUISAS

Pesquisas eleitorais são espelhos quebrados. Muitos entrevistados, temendo represálias, preferem se esconder na indecisão. Outros respondem o que acreditam ser seguro. A partir de agosto, quando a sombra da demissão já não paira sobre tantos, a voz do eleitor tende a se libertar. É nesse momento que a bolha pode estourar, revelando o que estava oculto.
FATO
Há prefeitos que conseguem transferir votos, como Wagner Rodrigues em Araguaína ou Eduardo Siqueira em Palmas, que se expõem publicamente em apoio a seus candidatos e traz consigo o apoio de seu vice, dos seus vereadores e apoiadores. Mas são exceções. A maioria dos prefeitos está envolta em coligações frágeis e alianças contraditórias, não consegue entregar o prometido, com seus vices apoiando adversários, vereadores pulverizados em outras candidaturas e seus apoiadores desconfiados. A bolha do “apoio garantido” se desfaz diante da realidade plural das câmaras municipais e das famílias divididas em suas preferências políticas.
CÂMARA MUNICIPAL
Nos pequenos municípios, o prefeito ainda pode impor candidaturas. Mas nas cidades maiores, cada vereador já possui seu próprio caminho, sua própria base. A política se fragmenta, e a bolha da unanimidade se revela como miragem.
ATENÇÃO

O jornal O Paralelo13 não muda nem negocia a sua postura: crítica, independente, destemida, principalmente com as candidaturas paraquedistas, que tentem se legitimar com discursos bonitos, mas que nada fizeram pelo desenvolvimento do Estado, e que acham que agora cairão nas graças do eleitorado. Mesmo assim, ainda há candidatos majoritários acreditando que qualquer prefeito consegue transferir votos e que isso basta. A partir das convenções, o observatório político intensificará sua vigilância contra abusos de poder e manipulações da máquina pública. São quase quarenta anos de garimpagem jornalística, moldados por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues, sustentados pela convicção de que a liberdade editorial não se negocia.
Não fazemos jornalismo cego, descomprometido com a verdade. Nosso compromisso é com a transparência, com a crítica dura quando necessária, e com a coragem de dizer o que muitos preferem silenciar.
A bolha é confortável, mas enganosa. Quem nela se refugia corre o risco de ser surpreendido pelas urnas. A política exige humildade, proximidade, coragem de ouvir o povo sem filtros. O jornalismo exige independência e compromisso com a verdade.
E é nesse encontro — entre líderes que caminham com sandálias gastas e jornalistas que não se curvam — que se constrói a esperança de uma democracia menos contaminada e mais transparente.
Ainda há tempo de ver, enxergar, escutar, sentir e corrigir. Quem não o fizer, estará condenado às surpresas desagradáveis que só as urnas sabem revelar.
Com uma longa vivência na política tocantinense, posso aqui assegurar: as candidaturas majoritárias ao Senado serão decididas por pequenos detalhes — e não pelo apoio político do governador ou dos prefeitos, mas pelas ações pessoais de cada candidato. Lembrando que, a partir do próximo dia 5 de agosto, último dia permitido para realizar convenções, quem errar menos terá chances de ser eleito.
Aos que andam rodeados de baba-ovo e lambe-lambe: cuidado com seu futuro político diante dos resultados das urnas.
FATO DECISIVO

Um fato será decisivo nestas eleições: o povo e sua soberania. A política e os políticos tradicionais estão falidos em Tocantins. A ideologia de direita ou esquerda não influenciará nos resultados finais. O que pesará será a capacidade de cada candidatura de se conectar com a realidade, com a voz das ruas, com a essência da democracia, assim como os veículos de imprensa sérios e comprometidos com a verdade. A imprensa que não se traveste de “assessoria” aos candidatos, como alguns veículos vem fazendo de forma disfarçada, agindo como lambe-lambes e baba-ovos dos candidatos, faltando com a verdade que tanto esses candidatos quanto o povo, precisam ouvir.
Quem insistir em viver dentro dessa bolha, ignorando o povo, será inevitavelmente derrotado pelo próprio povo.