Atendimento será realizado a partir das 8 horas, na Subprefeitura do Taquari, para orientar e cadastrar famílias interessadas sobre melhorias de até R$ 40 mil por residência
Da Assessoria
A Prefeitura de Palmas realiza nesta quinta-feira, 3, um mutirão de cadastramento para moradores do Jardim Taquari interessados em participar do Programa Periferia Viva – Reformas. A ação será realizada a partir das 8 horas, na sede da Subprefeitura do Taquari, onde equipes da Secretaria de Infraestrutura e Habitação (Seihab) estarão disponíveis para orientar a população, esclarecer dúvidas e efetuar os cadastros das famílias que atendam aos critérios do programa.
O Periferia Viva é uma iniciativa do governo federal, coordenada pelo Ministério das Cidades, em parceria com a Caixa e tem como finalidade promover melhores condições de moradia para famílias em situação de vulnerabilidade social. As intervenções poderão receber investimentos de até R$ 40 mil por imóvel.
Nesta etapa, serão atendidas 140 famílias do Jardim Taquari, residentes nas Quadras T-20, T-21, T-22, T-23, T-30, T-31, T-32, T-33, T-41, T-42 e T-43. A mobilização busca ampliar o acesso das famílias ao benefício e garantir que os moradores da área contemplada tenham a oportunidade de participar da seleção. Durante o atendimento, os técnicos também irão informar sobre a documentação necessária e as etapas do processo.
Quem pode participar
Para participar do programa, o imóvel deve apresentar inadequação sanitária e não necessitar de reconstrução total. Também é necessário que a família possua renda bruta mensal de até R$ 2.850, além de atender aos demais requisitos estabelecidos pelo governo federal.
Famílias inscritas no Programa Bolsa Família, que possuam integrante beneficiário do Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou residam em áreas com situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecida pela União são isentas da contrapartida financeira. Para os demais beneficiários, a participação será de até 1% do valor da melhoria executada.
Em reunião na Senasp, senadora também tratou de recursos para formação de oficiais da Polícia Militar; Ministério da Justiça enviará equipe ao Tocantins para encaminhar situação dos veículos
Da Assessoria
A senadora Professora Dorinha Seabra (União) se reuniu nesta quarta-feira (02) com o secretário Nacional de Segurança Pública, Francisco Lucas Costa Veloso, para tratar de investimentos e pendências na área da segurança pública do Tocantins. Participaram da reunião o comandante-geral da Polícia Militar do Tocantins, coronel Cláudio Thomaz, e o superintendente da Polícia Federal no estado Reginaldo Donizetti e o próximo superintendente Fernando Paganelli.
Entre as principais demandas estão a liberação de R$ 8 milhões de emenda parlamentar para concluir a nova sede da Polícia Federal em Araguaína que, segundo a senadora, com esse recurso, será possível finalizar e inaugurar a obra no prazo de até seis meses.
Dorinha também solicitou aporte financeiro para o curso de formação de oficiais da Polícia Militar, como parte das ações para ampliar a capacidade operacional da segurança pública no Estado.
Caminhonetes

Outro ponto central foi a situação das caminhonetes destinadas ao Tocantins por emendas da senadora e do deputado Carlos Gaguim (União). Os veículos tiveram a cessão aos municípios autorizada pelo Ministério da Justiça para ações de enfrentamento à violência contra a mulher, mas foram posteriormente recolhidos pela então gestão da Secretaria Estadual de Segurança Pública de 2025.
A situação das caminhonetes ganhou urgência diante do crescimento da violência contra a mulher no Tocantins. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2026, os casos de feminicídio cresceram 52,8% no Tocantins em 2025, na comparação com o ano anterior.
“Esses veículos foram adquiridos para ajudar a proteger as mulheres e precisam estar onde realmente devem: atendendo a população. O Tocantins vive um crescimento preocupante da violência contra a mulher e essa estrutura não pode ficar parada ou fora da sua finalidade”, afirmou Dorinha.
Como encaminhamento, ficou definida a realização de uma reunião em Palmas para buscar uma solução administrativa definitiva. A diretora do Fundo Nacional de Segurança Pública, Camila Pintarelli, deverá ir ao Tocantins para tratar diretamente da questão.
“A senadora Dorinha é uma parceira aqui do Ministério da Justiça e Segurança Pública e trouxe demandas para avançar tanto na aplicação de recursos de emendas destinadas ao Tocantins como em questões relativas à Polícia Federal e à melhoria de sua infraestrutura. Da nossa parte, nos comprometemos com celeridade”, afirmou Francisco Lucas.
Sobre as caminhonetes, o secretário defendeu uma solução rápida. “O que nós não podemos aceitar é que as caminhonetes continuem paradas sem servir à população tocantinense, principalmente no enfrentamento à violência”, declarou.
Da Assessoria
O deputado federal Ricardo Ayres foi recebido, nesta terça-feira, 1º, por mais de 500 pessoas em Nazaré, em um grande encontro organizado pelo grupo político do prefeito Clayton Paulo, que apoia a candidatura do parlamentar à reeleição para a Câmara dos Deputados.
Durante o encontro, Ricardo apresentou um balanço das ações realizadas ao longo do mandato e falou sobre os compromissos para os próximos quatro anos. O deputado também elogiou a gestão do prefeito Clayton Paulo e destacou o trabalho realizado à frente do município.
A parceria já garantiu mais de R$ 3,39 milhões em recursos para Nazaré, sendo mais de R$ 2,26 milhões para a saúde, além de investimentos para a construção da ponte sobre o Córrego Gameleira, pavimentação e outras ações importantes para o município. O prefeito Clayton agradeceu a Ricardo Ayres pelos recursos destinados e pela atenção às demandas da cidade.
“Tenho no prefeito Clayton Paulo um grande parceiro, que vem fazendo um trabalho sério e comprometido com Nazaré. Receber o carinho de mais de 500 pessoas e poder prestar contas do que já fizemos aumenta ainda mais a nossa responsabilidade. Queremos continuar essa parceria e fazer muito mais nos próximos quatro anos”, afirmou Ricardo Ayres.
Ricardo na estrada
A agenda integra uma série de encontros de Ricardo Ayres pelo Tocantins. Além de Nazaré, o deputado esteve ontem em Tocantinópolis e Augustinópolis. Amanhã, estará em Xambioá e Araguaína. No final de semana, a programação segue por Aurora, Colmeia e Itaporã, onde Ricardo continuará apresentando os resultados do mandato, ouvindo a população e reforçando os compromissos para os próximos quatro anos.
Candidato ao Senado ouviu demandas da categoria e falou sobre seu compromisso com a representação e o desenvolvimento do Tocantins
Da Assessoria
O candidato ao Senado Ronaldo Dimas se reuniu, nesta terça-feira (1º), em Palmas, com profissionais da classe contábil para apresentar propostas, ouvir demandas e discutir temas que impactam diretamente a atividade da categoria e a rotina das empresas. O encontro foi organizado pela segunda suplente de Dimas, Antônia Lopes, e também contou com a participação do primeiro suplente, Soró.
Durante a conversa, Dimas respondeu a questionamentos dos profissionais sobre questões do dia a dia da atividade, entre elas a reforma tributária. Para ele, mudanças na área precisam ser analisadas com cautela para evitar mais dificuldades para empresas e trabalhadores. “A reforma tributária, como está proposta, não resolve o problema. Assim como outras matérias que envolvam tributação precisam ser analisadas com mais cautela. Do contrário, elas não resolvem o problema e dificultam a vida dos profissionais de contabilidade e empresários”, afirmou.

Dimas também destacou a importância dos contadores para a economia, por estarem próximos de diferentes segmentos empresariais e conhecerem de forma ampla os desafios enfrentados pelo setor produtivo. “O contador sabe muito bem a dor que o empresário sofre. Às vezes, o problema que um empresário tem é diferente do problema que outro tem, mas o escritório de contabilidade bem organizado trabalha com uma gama diversificada e tem um conhecimento mais amplo dos problemas do que qualquer empresário”, disse.
Ao falar sobre o Senado, Dimas defendeu uma atuação voltada à representação do Tocantins e à construção de projetos de longo prazo. “Senador é representação de Estado. É lá que nós nos igualamos aos demais estados, porque cada um tem o mesmo número de três representantes. E é lá que podemos cumprir também o papel constitucional do senador, que é de manter a harmonia entre os poderes e instituições da República. Eu me comprometo a ser essa representação”, afirmou.
Na avaliação do candidato, essa representação deve contribuir para viabilizar projetos estruturantes nas áreas de infraestrutura, saúde e mobilidade, além de fortalecer a capacidade de planejamento e desenvolvimento do Tocantins.
Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues
A eleição para o Senado no Tocantins começa a revelar uma fotografia bastante evidente em um ponto e profundamente indefinida em outro. O senador Eduardo Gomes, candidato à reeleição pelo PL, aparece na liderança dos principais levantamentos divulgados no fim de agosto. Logo abaixo, começa uma verdadeira guerra eleitoral.
A segunda vaga está embolada e embolada de verdade.
Pesquisa após pesquisa mostra um grupo numeroso de candidatos disputando um eleitorado ainda aberto, numa eleição em que cada tocantinense poderá votar em dois nomes para o Senado. O Real Time Big Data colocou Eduardo Gomes com 26%, Alexandre Guimarães com 18%, Gaguim com 10%, Vanderlei Luxemburgo com 9%, Ronaldo Dimas com 8% e Eli Borges com 7%.

Na Quaest, Eduardo Gomes apareceu com 14%, Gaguim com 13%, Paulo Mourão com 9% e Alexandre Guimarães com 8%, considerando a soma das respostas para as duas vagas. O mesmo levantamento registrou 24% de indecisos.
Já a Paraná Pesquisas mostrou Eduardo Gomes com 35,1%, Alexandre Guimarães com 21,6%, Gaguim com 20,8%, Ronaldo Dimas com 16%, Vanderlei Luxemburgo com 15%, Eli Borges com 14,2% e Paulo Mourão com 14%.
De acordo com as pesquisas, Gomes ocupa hoje uma posição mais confortável, no entanto a segunda vaga está completamente em disputa.
69%: O NÚMERO QUE DEVERIA TIRAR O SONO DOS CANDIDATOS
Há um dado da Paraná Pesquisas que talvez seja ainda mais importante que a classificação dos candidatos. Na pesquisa espontânea para o Senado, 69% dos entrevistados disseram não saber ou não opinaram. Isso não significa que 69% necessariamente permanecerão indecisos até a urna, nem que todos estejam disponíveis da mesma maneira para qualquer candidato. Porém, existe um enorme espaço para construção de voto. E essa característica torna precipitada qualquer tentativa de decretar antecipadamente quem ocupará a segunda cadeira do Tocantins no Senado.
Nesta eleição, candidato que se considerar eleito antes do tempo poderá acordar tarde demais. E candidato que se considerar derrotado pelas primeiras pesquisas também pode estar cometendo o mesmo erro.
ALEXANDRE E GAGUIM ESTÃO NA LINHA DE FRENTE

Entre os postulantes à segunda cadeira, Alexandre Guimarães e Carlos Gaguim aparecem hoje em posições especialmente competitivas. Alexandre possui posição competitiva, mas Gaguim também. Mas atrás deles existem candidatos com potencial para crescer e apenas alguns pontos percentuais podem mudar completamente a ordem dessa corrida.
LUXEMBURGO ENCONTROU UM PALANQUE

Vanderlei Luxemburgo tomou uma decisão política importante na última semana de agosto. Candidato ao Senado pelo Podemos, ele anunciou apoio à candidatura de Vicentinho Júnior ao Governo do Estado e passou a compor politicamente o mesmo campo de Vicentinho, Amélio Cayres e Alexandre Guimarães.
Vicentinho declarou apoio a Luxemburgo como seu segundo nome ao Senado, ao lado de Alexandre. Isso cria uma situação eleitoral interessante. Alexandre e Luxemburgo passam a pedir votos dentro do mesmo palanque majoritário, numa eleição em que o eleitor possui justamente duas escolhas para senador.
Em tese, um pode ajudar o outro. Se essa dobradinha funcionará nas ruas é outra história. Hoje, Luxemburgo não está liderando a disputa pela segunda vaga, mas também está longe de poder ser descartado.
RONALDO DIMAS NÃO PODE SER SUBESTIMADO

O mesmo vale para Ronaldo Dimas. Ex-prefeito de Araguaína por dois mandatos e ex-deputado federal, Dimas disputa o Senado pelo Podemos e possui uma base política particularmente importante no Norte do Tocantins.
Araguaína será naturalmente uma das vitrines de sua candidatura. Dimas precisa agora transformar reconhecimento regional em expansão estadual. Se conseguir sair forte de Araguaína, ampliar presença no Bico do Papagaio e avançar sobre Palmas e a região Sul, poderá melhorar sua posição.
O CASO ELI BORGES

É neste cenário que aparece um dos assuntos mais comentados nos bastidores da base governista: a situação do deputado federal e candidato ao Senado Eli Borges.
O Republicanos homologou oficialmente sua candidatura ao Senado em convenção realizada no início de agosto, juntamente com o apoio do partido à candidatura de Professora Dorinha ao Governo. A legenda é presidida no Tocantins pelo governador Wanderlei Barbosa.
Segundo interlocutores ouvidos reservadamente pelo Observatório Político de O Paralelo 13, existe descontentamento entre aliados de Eli com a multiplicidade de candidaturas ao Senado existentes dentro do amplo arco político relacionado ao grupo governista.
O ponto central seria uma expectativa de maior protagonismo para sua candidatura. Aqui, porém, é preciso distinguir o que é fato do que é bastidor. O fato é que Eli Borges teve sua candidatura homologada. O relato de que teria recebido anteriormente promessa de apoio político prioritário é uma versão atribuída a seus interlocutores e precisa ser tratada exatamente dessa maneira.
“O GOVERNADOR FOI ATÉ ONDE PODIA”, DIZ FONTE PALACIANA

Um integrante de alta influência no grupo governista, ouvido sob condição de anonimato pelo Observatório Político, apresenta outra leitura. Segundo ele, Wanderlei Barbosa teria cumprido o compromisso político assumido com Eli Borges ao viabilizar espaço partidário e apoiar a homologação de sua candidatura. Na avaliação dessa fonte, isso não significaria exclusividade. “O governador tem seus limites como líder de um grupo formado por vários partidos e várias lideranças. Eli teve sua vaga, foi homologado em convenção. Bancar sozinho sua campanha, garantir eleição ou exclusividade nunca teria feito parte do acordo”, resumiu o interlocutor ao Observatório.
Essa é a versão palaciana. Do outro lado, aliados de Eli demonstrariam expectativa de maior envolvimento político. É daí que nasce a tensão.
Na política, nem todo movimento significa rompimento. Ás vezes é pressão, recadou ou apenas uma maneira de melhorar posição dentro do próprio grupo. Resta saber se estamos diante de uma movimentação real, capaz de produzir consequência eleitoral, ou apenas diante de uma negociação típica de reta final de campanha.
A pergunta cabe: é rastro de onça ou pegada de coelho? Setembro responderá!
ELI TEM UM PATRIMÔNIO QUE NÃO PODE SER IGNORADO
Também seria erro tratar Eli Borges como candidatura sem importância. O deputado possui trajetória política consolidada, eleitorado próprio e forte inserção no segmento evangélico. Sua história passa por mandatos de vereador, deputado estadual e deputado federal.
Há igrejas, pastores, lideranças e eleitores que acompanham sua trajetória há anos, especialmente em centros importantes como Palmas e Araguaína, além de municípios do interior. Esse eleitorado fidelizado representa um patrimônio político real.
Ao mesmo tempo, as pesquisas mostram o desafio que ele enfrenta numa disputa majoritária com adversários que possuem estruturas eleitorais robustas e bases regionais consolidadas. Eli não está fora do jogo, mas precisa crescer!
Existe ainda outra pergunta importante. Caso Eli Borges, por decisão própria, deixasse a disputa, seus votos não seriam automaticamente transferidos para outro candidato. Nenhum político é proprietário dos votos de seus eleitores. Entretanto, é razoável considerar que sua orientação teria alguma influência sobre uma parcela de seu grupo político e religioso.
Quanto? Somente as urnas ou novas pesquisas poderiam medir.
Se um movimento dessa natureza viesse realmente a acontecer, seria necessário observar também a reação de seus pastores aliados, lideranças partidárias e eleitores tradicionais.
Porque uma coisa é a decisão do candidato. Outra é saber se toda a base o acompanha.
PAULO MOURÃO TAMBÉM ESTÁ NO JOGO

Não se pode fazer uma análise completa dessa segunda vaga e esquecer Paulo Mourão. Mourão ocupa outro campo político e possui sua própria base eleitoral. Em uma corrida tão fragmentada, qualquer candidato situado nessa faixa pode crescer com uma combinação de voto regional, palanque, estrutura, comunicação e desempenho nas últimas semanas.
A segunda vaga não pertence antecipadamente a ninguém.
NÃO EXISTE “ANDAR DE BAIXO” SEM FORÇA
Se Eduardo Gomes aparece isolado numericamente na liderança dos levantamentos, o chamado “andar de baixo” não deve ser interpretado como um conjunto de candidaturas menores ou irrelevantes. É exatamente ali que está acontecendo a disputa mais interessante desta eleição.
Alexandre Guimarães tem uma estrutura, Gaguim tem outra. Dimas possui Araguaína e sua trajetória administrativa como ativos. Luxemburgo tenta transformar notoriedade nacional e novo palanque político em voto. Eli Borges possui eleitorado religioso fidelizado. Paulo Mourão conta com uma trajetória política e campo ideológico definido.
Todos têm problemas. Todos têm vantagens. E todos têm pouco tempo.
OS PRÓXIMOS DIAS

Ainda é cedo para saber quem chegará às urnas como principal adversário de Eduardo Gomes na disputa pelas duas cadeiras. Mas as próximas rodadas de pesquisas deverão mostrar quem conseguiu aproveitar setembro.
Quem cresceu, quem parou, quem perdeu espaço, ou quem conseguiu transformar palanque em voto e acertou na comunicação. A campanha está na rua, é hora de gastar a sola do sapato, pedir foto e sobretudo olhar o eleitor no olho.
A SEGUNDA VAGA NÃO TEM DONO
O Observatório Político de O Paralelo 13 mantém a avaliação apresentada nas últimas análises: Eduardo Gomes começa setembro em posição de liderança nas pesquisas. Isso não significa eleição antecipada e abaixo dele existe uma disputa ainda mais imprevisível. São candidatos diferentes, com estruturas diferentes, estratégias e eleitorados diferentes.
Os próximos dias separarão potencial de realidade.
E, quando o eleitor entrar na cabine de votação para escolher seus dois candidatos ao Senado, não haverá acordo de bastidor, fotografia de pesquisa ou promessa de liderança capaz de substituir o único resultado que realmente importa: o voto.