Da Assessoria
A senadora e pré-candidata ao Governo do Tocantins, Professora Dorinha, confirmou presença no debate promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Tocantins (FIETO), que está previsto para ser realizado no dia 27 de agosto, com transmissão pela TV Record. O evento reunirá pré-candidatos ao governo para discutir propostas voltadas ao desenvolvimento econômico, industrial e social do estado.
Reconhecida por sua atuação consistente e resultados ao longo da vida pública, Dorinha chegará ao debate apresentando suas propostas para o desenvolvimento do Tocantins e a melhoria da qualidade de vida da população, bem como destacando seu histórico de trabalho em prol do estado. Ao longo de sua atuação política, Dorinha já destinou recursos para os 139 municípios do Tocantins, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento de todas as regiões.
“Estou preparada para discutir propostas, apresentar ideias e, principalmente, ouvir. Esse é o momento de construir caminhos reais para o Tocantins, com diálogo, responsabilidade e compromisso com resultados que façam a diferença na vida das pessoas”, afirmou a senadora.
“Quem quer governar, precisa estar pronto para ouvir críticas, responder pergunta difícil e defender as ideias que acredita”, completou.
A participação no encontro reforça o compromisso da pré-candidata com o diálogo aberto com o setor produtivo e com a construção de soluções concretas para impulsionar a economia do Tocantins, gerar empregos e fortalecer a indústria local.
Com agenda ativa em todo o estado, Professora Dorinha tem ampliado o diálogo com diferentes segmentos da sociedade, consolidando sua pré-candidatura. No debate da FIETO, a expectativa é que apresente propostas objetivas e reafirme sua experiência como base para enfrentar os desafios e promover o desenvolvimento do Tocantins.
Presidido por Vicentinho Júnior, Federação reforça alinhamento com base da pré-candidatura tucana ao governo do Tocantins
Da Assessoria
O presidente nacional do PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), Aécio Neves, concretizou a formalização do Colegiado Estadual da Federação para Tocantins entre PSDB e Cidadania.
Sob a presidência de Vicentinho Júnior, deputado federal e pré-candidato ao governo do Estado, o colegiado reforça a estrutura partidária no território tocantinense. "Esta iniciativa resulta no fortalecimento do PSDB/Cidadania no Tocantins, com objetivo de ampliarmos ainda mais a nossa base de apoio, construída há muito tempo graças a homens e mulheres comprometidos com a formação partidária e a política do nosso Estado”, disse Vicentinho Júnior. “E neste ano a nossa responsabilidade é ainda maior, que é a construção de alianças, como esta que orgulhosamente fizemos com o MDB, de Amélio Cayres e Alexandre Guimarães, que visa a implementação de um projeto de um Tocantins melhor, acolhedor e que atenda todas as necessidades do nosso povo", complementou
Na vice-presidência está o também deputado federal Toinho Andrade. Entre os membros titulares estão os deputados estaduais Júnior Geo e Jorge Frederico; os prefeitos Neto Aires (Ipueiras) e Kedson Machado (Ponte Alta), Thyago Jayme Rodrigues Cerqueira (Natividade); a ex-prefeita de Palmas e presidente nacional do PSDB Mulher, Cinthia Ribeiro; e o ex-prefeito de Muricilândia, Alessandro Borges.
Para a formalização, foi respeitada a paridade entre as siglas. O colegiado tem mandato até 31 de dezembro de 2026.
Confira a composição completa do colegiado
Presidente: Vicente Alves de Oliveira Júnior
Vice-Presidente: Antônio Poincaré Andrade Filho
Tesoureiro: Marcones Ribeiro de Castro
Secretário: Marlen Ribeiro Rodrigues
Membros Titulares
1. Cinthia Alves Caetano Ribeiro Mantoan
2. Homero Barreto Júnior
3. Jorge Frederico
4. José Luiz Pereira Júnior
5. Lorena da Silva Rodrigues
6. Naides César Silva
7. Pedro Henrique Alves de Oliveira Filho
8. Raimundo Aires Neto Alves
Suplentes
1. Kedson Machado Alves
2. Alessandro Gonçalves Borges
3. Thyago Jayme Rodrigues Cerqueira
O parecer do deputado Moses Rodrigues (União Brasil-CE) prevê a suspensão dos três pelo período de dois meses. Ele apresentou um voto conjunto, mas os casos são analisados de forma individual.
POR AUGUSTO TENÓRIO E ISADORA ALBERNAZ
O Conselho de Ética da Câmara aprovou nesta terça-feira (5) a suspensão por 60 dias do deputado Marcos Pollon (PL-MS), que ofendeu o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), e ocupou a Mesa Diretora em agosto de 2025. A mesma medida foi tomada contra Marcel van Hattem (Novo-RS). O caso de Zé Trovão (PL-SC) também é analisado.
O parecer do deputado Moses Rodrigues (União Brasil-CE) prevê a suspensão dos três pelo período de dois meses. Ele apresentou um voto conjunto, mas os casos são analisados de forma individual. Os parlamentares punidos ainda podem apresentar recurso à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania) e, depois, ao plenário.
No último discurso antes dos votos, Zé Trovão e Van Hattem afirmaram que repetiriam a ocupação, enquanto Pollon disse que a sanção seria uma “medalha” a eles. “Se for preciso tomar a Mesa novamente em algum momento da história para defender quem me elegeu assim o farei”, declarou o deputado de Santa Catarina. “Se for preciso, faremos quantas vezes for necessário”, completou o gaúcho.
A análise no Conselho de Ética começou por volta de 13h30 e durou cerca de nove horas. Houve discussão entre deputados durante a sessão, e a direita tentou adiar a votação. O líder da oposição na Câmara, Cabo Gilberto Silva (PL-PB), disse por duas vezes ao presidente do Conselho de Ética, Fábio Schiochet (União Brasil-SC), que a decisão não poderia ser feita com possibilidade de voto à distância.
A sessão também foi marcada por críticas a Motta, em especial após o encerramento das discussões no plenário enquanto ocorria a análise no colegiado. O gesto foi interpretado pela oposição como uma tentativa de pressionar pela votação no Conselho de Ética.
O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou que o processo contra os bolsonaristas só foi adiante por “desejo” e “revanchismo” do presidente da Casa e pediu que ele pare de agir “com o fígado”.
“O senhor quer ficar exposto a esse nível com o plenário da Casa? Porque nós vamos até às últimas consequências. Um telefonema de vossa excelência e estaria tudo resolvido, não precisaríamos ter esse desgaste todo. Mas, se isso satisfaz o ego de vossa excelência, eu quero, como líder do PL, lamentar porque não é o Hugo Motta que eu conheço”, afirmou.
Marcos Pollon foi alvo de duas representações no conselho. A primeira foi por causa de um discurso numa manifestação em Mato Grosso do Sul, em agosto, quando xingou Motta e se referiu ao presidente da Câmara como “baixinho de 1,60m”. O bolsonarista reclamava da demora do chefe da Casa em pautar a anistia aos condenados por tentativa de golpe.
Pouco depois, ele participou do motim que ocupou a Mesa Diretora da Câmara, inviabilizando por quase dois dias as votações. Na ocasião, deputados de direita permaneceram no plenário impedindo que Motta sentasse na cadeira da presidência. Pollon ficou no lugar do chefe da Casa, junto com van Hattem e Zé Trovão.
Na sessão desta terça, o deputado de Mato Grosso do Sul disse que a ocupação foi “um ato de desespero” após Motta ter, segundo ele, descumprido acordos com a oposição para pautar a anistia. O congressista também disse que foi prometido aos envolvidos no motim que “não haveria perseguição e retaliação” após o episódio.
Pollon declarou ainda que a representação contra ele foi motivada por suas falas com críticas ao presidente da Câmara e pediu ao conselho que não puna os outros dois colegas. “Recomendo aos senhores que, se suspensos formos, imprimam em papel cartão essa decisão e coloquem na sala de suas casas, para que todos que ali passem, saibam que vocês se levantaram para lutar”, disse.
A Corregedoria Parlamentar recomendou a suspensão do mandato dos deputados por 30 dias. Na ocasião, Motta chegou a ameaçou uma suspensão por seis meses.
A representação foi apresentada pelo deputado Gilberto Abramo (Republicanos-SP), correligionário do presidente da Câmara. Já a denúncia por causa da manifestação foi feita pelos deputados Lindbergh Farias (PT-RJ), Pedro Campos (PSB-PE) e Talíria Petrone (PSOL-RJ).
No Conselho de Ética, Zé Trovão chorou ao discursar, dizendo que os funcionários do seu gabinete passarão dois meses sem receber salários. Em seguida, fez ataques ao STF (Supremo Tribunal Federal) e afirmou que os colegas estavam cometendo uma injustiça.
A defesa de Marcel van Hattem, feita pelo advogado e pré-candidato a deputado federal Jeffrey Chiquini (Novo), negou que o deputado tenha sentado na cadeira de Motta ou impedido o início da sessão.
Já o deputado afirmou que o processo é uma tentativa de silenciar a oposição e comparou o caso com o julgamento dos condenados pelos atos golpistas de 8 de Janeiro. Pré-candidato ao Senado, ele reforçou que, caso eleito para a Casa, trabalhará para aprovar o impeachment de ministros do STF.
RELEMBRE O EPISÓDIO
O motim bolsonarista em reação à prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) inviabilizou o funcionamento do plenário da Casa por 30 horas. Na ocasião, parlamentares da oposição permaneceram nas mesas dos plenários da Câmara e Senado, impedindo a realização de sessões.
Em esquema de revezamento, eles passaram a madrugada no local, que foi isolado pela Polícia Legislativa, com permissão de entrada apenas de parlamentares. Com o motim, os bolsonaristas buscaram pressionar a cúpula do Congresso a pautar a anistia ao Bolsonaro e aos participantes do 8 de Janeiro, além do impeachment do ministro do STF Alexandre de Moraes.
Em dezembro, eles conseguiram uma vitória parcial com a aprovação do projeto de dosimetria. A proposta substituiu a anistia e promoveu a redução de penas dos condenados. O presidente Lula (PT) vetou o projeto, mas o Congresso derrubou o veto na última semana.
Da Assessoria
“Precisamos discutir o Tocantins do momento e do futuro. Estou pronto, preparado e querendo muito olhar nos olhos de cada um e falar do projeto que Amélio [Cayres, pré-candidato a vice-governador], Alexandre [Guimarães, pré-candidato ao Senado], eu e nossos amigos e apoiadores temos", declarou o pré-candidato ao governo do Estado pelo PSDB.
Cumprindo agenda de trabalho em Brasília nesta terça-feira, dia 5, o deputado federal e pré-candidato ao governo do Tocantins pelo PSDB, Vicentinho Júnior, fez um pedido para que entidades de classe, como associações, sindicatos, veículos de comunicação e instituições públicas e privadas possam organizar debates e sabatinas com os pré-candidatos ao governo do Estado e demais cargos.
"É verdade que a campanha de 2026 foi muito antecipada. E, justamente por isso, precisamos também, com todo o respeito à legislação eleitoral, discutir o Tocantins do momento e do futuro. Por isso, peço humildemente que esses eventos sejam organizados. Respeitando tudo que delibera a legislação eleitoral, devemos expor nossos projetos e plataformas desde já”, disse.
Convite aos pré-candidatos
Para ele, os debates e sabatinas serão primordiais para que a população entenda as diferentes perspectivas dos pré-candidatos sobre as principais questões que afetam os tocantinenses. E que a troca e até confronto de ideias melhora a qualidade das decisões sobre políticas públicas, com maior planejamento e melhor execução. E mais: aumenta a transparência, fortalecendo a participação dos cidadãos neste processo eleitoral. “Me dirijo respeitosamente aos demais pré-candidatos: vamos colocar para a sociedade as propostas, desejos e ações que cada um de nós que quer governar este Estado pretende fazer para solucionar os problemas e os dilemas do nosso Tocantins!", salientou.
“Onde e com quem quer que seja”
O pré-candidato do PSDB diz estar preparado para discutir o Estado "onde e com quem quer que seja". "É só me chamar. Estou pronto, preparado e querendo muito olhar nos olhos de cada um dos membros das diversas entidades de classe desse Estado, dos estudantes, dos comunicadores, dos empreendedores do campo e da cidade, dos trabalhadores em geral e falar do projeto que Amélio [Cayres, pré-candidato a vice-governador], Alexandre [Guimarães, pré-candidato ao Senado], eu e nossos amigos e apoiadores temos", declarou.
Temas livres ou direcionados
Para Vicentinho, os debates e sabatinas podem ser tanto setorizados ou livres, sobre temas diversos. “Nesses onze anos e cinco meses como deputado federal em praticamente todos os finais de semana estou nos municípios. Conheço o Estado não de gabinete e nem de 'ouvi dizer'. Conheço, pois, estou lá ao lado dos nossos líderes, dos amigos e da população visitando obras, verificando o resultado do nosso trabalho que é levar recursos e participando de eventos", complementou, ao citar a rotina de trabalho dividida nesses últimos anos de compromissos em Brasília e no Tocantins.
Da Assessoria
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou, nesta terça-feira (5), o projeto relatado pela senadora Professora Dorinha Seabra (União) que cria a Política Nacional de Educação Empreendedora e Financeira (PNEEF). A proposta (PL 2.356/2024), do senador Jayme Campos (União/MT), inclui, de forma transversal, conteúdos de empreendedorismo, inovação e educação financeira em todos os níveis da educação básica, conectando o ensino ao mundo do trabalho e às demandas atuais da economia. O texto segue agora para análise da Comissão de Educação (CE).
Relatora da matéria, Dorinha defendeu que a iniciativa responde a uma lacuna histórica na formação dos estudantes brasileiros e citou que o desenvolvimento dessas competências contribui para autonomia, pensamento crítico e capacidade de geração de renda. “A educação financeira é uma demanda recorrente da sociedade, e sua ausência ainda fragiliza a formação dos nossos jovens”, apontou.
O projeto também prevê capacitação de professores, realização de eventos temáticos e parcerias com universidades, empresas e organizações sociais. A proposta estabelece ainda que a União será responsável por coordenar e monitorar a política, com apoio técnico e financeiro a estados e municípios, condicionado à previsão orçamentária.
Segundo Dorinha, a matéria possui viabilidade econômica, já que se trata de diretrizes programáticas, sem criação imediata de despesas obrigatórias. “O avanço dessa proposta sinaliza um passo concreto para alinhar a educação brasileira às transformações do mercado e ampliar oportunidades para as próximas gerações”.