Decisão foi tomada a partir de uma ação do Governo do Estado contra a ameaça do hospital de suspender os atendimentos

 

 

Da Assessoria 

 

 

A Justiça do Tocantins deferiu, nesta segunda-feira (27), o pedido de tutela antecipada apresentado pelo Governo do Estado e determinou que a Casa de Caridade Dom Orione mantenha integralmente a prestação dos serviços hospitalares contratualizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão foi proferida pela juíza Renata Teresa da Silva Macor, durante o Plantão Judicial.

 

A ação foi ajuizada pelo Estado após a direção do Hospital Dom Orione comunicar a intenção de suspender procedimentos eletivos de média e alta complexidade, alegando atraso em repasses financeiros. Entre os serviços que poderiam ser interrompidos estavam cirurgias cardíacas, neurocirurgias, cirurgias urológicas e endovasculares, especialidades que fazem do hospital uma das principais referências em atendimento de alta complexidade da Macrorregião Norte do Tocantins.

 

Na decisão, a magistrada destacou que a saúde é um direito fundamental assegurado pela Constituição Federal e que os serviços prestados por instituições privadas contratadas pelo SUS possuem natureza essencial, não podendo ser interrompidos em razão de controvérsias financeiras. Segundo a decisão, eventuais divergências relacionadas a pagamentos devem ser solucionadas pelas vias administrativas ou judiciais, sem prejuízo à população usuária do sistema público de saúde.

 

O Governo do Tocantins informou à Justiça que já adotou medidas para regularizar a situação financeira, incluindo a realização de auditoria e encontro de contas para apuração dos valores devidos. Também comprovou o pagamento de R$ 2.451.939,32, efetuado no último dia 23 de julho, referente aos contratos firmados com a instituição hospitalar, reduzindo o saldo pendente desses instrumentos para R$ 12.641.061,68.

 

Ao analisar o caso, a magistrada considerou que havia elementos suficientes para demonstrar a probabilidade do direito alegado pelo Estado e o risco de prejuízos à população caso os atendimentos fossem interrompidos. A decisão ressalta que a suspensão dos serviços poderia provocar o cancelamento de procedimentos especializados, aumentar a fila de espera e comprometer a assistência a pacientes que dependem do SUS.

 

Com a tutela antecipada, o Hospital Dom Orione deverá manter a regular prestação de todos os serviços hospitalares e ambulatoriais previstos nos Contratos Administrativos nº 127/2022 e nº 410/2026, incluindo consultas, exames, internações, leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), atendimentos de urgência e emergência, além de procedimentos cirúrgicos eletivos e de alta complexidade.

 

Em caso de descumprimento da ordem judicial, foi fixada multa diária de R$ 10 mil, limitada inicialmente a R$ 100 mil. A Justiça também determinou a intimação imediata da instituição para cumprimento da decisão.

 

A Secretaria de Estado da Saúde reafirma seu compromisso com a continuidade da assistência à população tocantinense e destaca que seguirá adotando todas as medidas administrativas e judiciais necessárias para garantir o funcionamento regular da rede pública de saúde e preservar o atendimento aos usuários do SUS.

 

 

 

Posted On Segunda, 27 Julho 2026 15:03 Escrito por O Paralelo 13

Por: Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues

 

O calendário eleitoral entra em sua fase decisiva. A poucos dias do encerramento do prazo para a realização das convenções partidárias, partidos e federações iniciam o ritual que oficializará as candidaturas ao Governo do Estado, ao Senado, à Câmara dos Deputados e à Assembleia Legislativa.

 

É a partir desse momento que termina o período das especulações e começa, efetivamente, a corrida eleitoral. As alianças deixam de ser apenas projeções, as chapas passam a existir oficialmente e cada candidato assume, perante o eleitor, a responsabilidade de construir sua própria caminhada.

 

Historicamente, é justamente depois das convenções que a eleição muda de ritmo. A campanha deixa os gabinetes, as reuniões reservadas e os bastidores para ocupar as ruas, as cidades e o cotidiano dos eleitores.

 

CHEGOU A HORA DA SOBREVIVÊNCIA POLÍTICA

 

Ao longo de quase quatro décadas acompanhando a política tocantinense, convivendo com prefeitos, vereadores, governadores, deputados e lideranças partidárias, o Observatório Político de O Paralelo 13 testemunhou campanhas vitoriosas e derrotas inesperadas.

 

Uma das principais lições desse período é que existe um momento em que cada candidato precisa assumir sua própria campanha. Não basta aparecer ao lado de candidatos majoritários, participar de grandes eventos ou confiar exclusivamente na força da chapa. Em eleições proporcionais, cada voto precisa ser conquistado individualmente.

 

Quem disputa uma cadeira na Câmara Federal ou na Assembleia Legislativa precisa construir sua própria agenda, organizar sua equipe, fortalecer sua base política e estabelecer uma relação permanente com vereadores, suplentes, dirigentes partidários, lideranças comunitárias e representantes das entidades organizadas.

 

Nas disputas para o Senado, a lógica também é semelhante. Embora integrem chapas majoritárias, os candidatos precisam desenvolver estratégias próprias de campanha e dialogar diretamente com o eleitorado.

 

A CAMPANHA NÃO PODE SER TERCEIRIZADA

 

Nos bastidores da política tocantinense cresce uma avaliação recorrente entre lideranças municipais de que campanhas não podem ser terceirizadas. Prefeitos continuam exercendo influência política, mas a realidade eleitoral tornou-se mais complexa. Vereadores, suplentes, presidentes de associações, lideranças religiosas, representantes classistas e influenciadores locais passaram a exercer papel cada vez mais relevante na formação da opinião do eleitor.

 

A percepção entre diversos agentes políticos é de que o eleitor valoriza cada vez mais o contato direto com quem pretende representá-lo. As redes sociais ampliaram a comunicação, mas não eliminaram a importância da presença física, das visitas aos bairros, das conversas nas comunidades e do diálogo olho no olho.

 

O ELEITOR MUDOU

 

Nas últimas eleições, o comportamento do eleitorado sofreu mudanças importantes. Se em outros momentos campanhas muito estruturadas financeiramente conseguiam ampliar seu alcance apenas por meio da propaganda e da mobilização de grandes grupos políticos, hoje cresce a exigência por proximidade, disponibilidade e diálogo.

 

Entre lideranças ouvidas pelo Observatório Político, há uma percepção de que o eleitor tornou-se mais criterioso, mais desconfiado e mais atento à presença do candidato durante toda a campanha. Nesse cenário, dinheiro, estrutura e marketing continuam sendo ferramentas importantes, mas não substituem aquilo que sempre esteve na essência da política: o relacionamento humano.

 

O aperto de mão, a conversa franca, a escuta das demandas locais e o compromisso assumido pessoalmente continuam tendo peso na decisão de muitos eleitores.

 

Na realidade os eleitores tocantinenses no momento estão focados no dia a dia do seu sustento, em torno de 96% ainda não sabem sobre o processo sucessório eleitoral, muito menos sobre os candidatos. Isso pode ser iniciado a partir das convenções partidárias com o horário eleitoral gratuito de rádio e televisão.

 

A SOBERBA PODE CUSTAR UMA ELEIÇÃO

 

 

Outro fator que merece reflexão é a soberba que, historicamente, costuma anteceder grandes derrotas eleitorais. O Observatório Político de O Paralelo 13 acompanha eleições há quase quatro décadas e já testemunhou candidatos extremamente competitivos perderem contato com a realidade por acreditarem apenas naquilo que desejavam ouvir.

 

Há candidatos com grande capacidade financeira que se deixam embriagar por pesquisas contratadas para atender aos interesses de quem as encomendou. Cercados por assessores, cabos eleitorais e os tradicionais "baba-ovos", passam a acreditar que a vitória já está garantida antes mesmo do início oficial da campanha.

 

Esquecem-se de que dinheiro, por si só, nunca foi suficiente para eleger ninguém. Recursos financeiros ajudam a estruturar uma campanha, mas não substituem credibilidade, presença, humildade e relacionamento político. Em uma eleição marcada por múltiplas candidaturas, por um eleitor cada vez mais independente e por um cenário em que a fidelidade partidária perdeu força, nenhum candidato pode se considerar eleito antes da hora.

 

A política real não acontece dentro de gabinetes climatizados nem nas reuniões em que todos concordam com o candidato. Ela acontece nas ruas, nas feiras, nas praças, nos bairros, nos sindicatos, nas igrejas e nos encontros com o cidadão comum. É ali que o eleitor manifesta suas dúvidas, faz suas cobranças e revela, muitas vezes de forma silenciosa, para onde caminha seu voto.

 

Quem terceiriza completamente a própria campanha e passa a viver apenas das boas notícias levadas por seus auxiliares corre o risco de construir uma falsa sensação de liderança. Os "lambe-lambes" dificilmente levam más notícias ao candidato. Preferem alimentar um ambiente de otimismo permanente, enquanto a realidade das ruas pode estar seguindo em direção oposta.

 

Depois de 5 de agosto, quando todas as candidaturas estiverem homologadas, o jogo começará de verdade. E será um jogo disputado longe do ar-condicionado dos escritórios. O verdadeiro campo de batalha estará no "andar de baixo", ao lado do povo, onde pesquisas são confrontadas pela realidade e onde nenhum dinheiro compra aquilo que continua sendo o maior patrimônio de um candidato: a confiança conquistada no contato direto com o eleitor.

 

Como ensina a experiência política, muitas vezes o candidato soberbo é o último a perceber que perdeu o rumo da campanha. Quando acorda para a realidade, talvez já seja tarde demais para recuperar o tempo perdido.

 

NOVAS COMPOSIÇÕES

Outro movimento que costuma ganhar força após as convenções é a reorganização dos apoios políticos. Mudanças de posicionamento fazem parte da dinâmica eleitoral e nem sempre significam rompimentos ou traições. Muitas vezes refletem novas estratégias, acordos regionais e rearranjos partidários provocados pela formação definitiva das chapas.

 

Ao mesmo tempo, candidatos que acreditam ter a eleição assegurada antes mesmo do início oficial da campanha podem cometer um erro recorrente ao afastar-se das bases, reduzir o diálogo com antigos aliados e deixar de cultivar relações construídas ao longo dos anos. Na política, gestos simples frequentemente produzem efeitos duradouros.

 

A HORA DE IR PARA A RUA

 

Com a homologação das candidaturas, começa a fase em que a campanha será medida menos pelos discursos e mais pela capacidade de mobilização. É hora de deixar o conforto dos gabinetes, percorrer os municípios, visitar comunidades, ouvir lideranças e conversar diretamente com quem decidirá o resultado das urnas.

 

Nenhuma pesquisa substitui a percepção construída nas ruas. Nenhum apoio formal dispensa o trabalho diário de conquistar a confiança do eleitor. As convenções encerram um ciclo de articulações internas. A partir delas, a política passa a ser testada onde sempre foi decidida: no contato direto entre candidatos e cidadãos.

 

Em uma eleição marcada pelo elevado número de candidaturas e por um eleitorado mais atento, organização, presença, humildade e relacionamento poderão fazer a diferença entre permanecer na vida pública ou encerrar uma trajetória política.

 

 

Posted On Segunda, 27 Julho 2026 12:09 Escrito por O Paralelo 13

OLHO NO OLHO

 

 

Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues

 

 

Laurez Moreira já foi visto como um político tentando decolar sozinho, mas agora carrega consigo o peso — e o bônus — de estar “casado”, politicamente, com o PT e com o presidente Lula. Esse apoio não é simbólico: programas sociais que beneficiam centenas de milhares de tocantinenses, casas populares e assentamentos rurais são ativos eleitorais concretos. Se Lula vier ao estado pedindo votos diretamente para Laurez, o impacto pode ser devastador para os adversários.

 

Mas política não é só sobre apoios externos. Laurez precisa mostrar habilidade interna: pacificar sua chapa, conter egos e evitar sangramentos entre aliados como Irajá, Paulo Mourão e Kátia Abreu. Se conseguir esse “milagre”, sua candidatura pode deixar de ser apenas promissora e se tornar competitiva de fato.

 

ATAÍDES OLIVEIRA: O FATOR SURPRESA QUE INCOMODA

 

Ataídes Oliveira surge como a voz crítica, sem prefeitos ou deputados em sua retaguarda, mas com discurso direto que ressoa em parte da sociedade. Ele fala verdades que muitos preferem ignorar, mas corre o risco de exagerar ao colocar todos os políticos na mesma vala.
Mesmo assim, sua candidatura tem força suficiente para embaralhar o jogo e empurrar a disputa para um segundo turno. Isso, por si só, já é um fator de preocupação para Dorinha Seabra, que tenta consolidar sua candidatura palaciana.

 

DORINHA SEABRA E O RISCO DA BABEL POLÍTICA

 

A candidatura palaciana da senadora Professora Dorinha Seabra enfrenta um desafio urgente: resolver os conflitos de interesse entre seus líderes e dirigentes partidários. A multiplicidade de cinco candidaturas ao Senado, longe de fortalecer sua chapa, acaba por transformá-la em uma verdadeira Babel política. Cada candidato apresenta suas próprias propostas, confundindo o eleitorado e gerando efeitos colaterais que fragilizam a candidatura ao governo.

Nesse cenário, Ronaldo Dimas, ex-prefeito de Araguaína e conhecido como “Professor de Deus”, parece estar tentando criar um “rastro de onça” para assustar os concorrentes. No entanto, sem infraestrutura partidária, sem grupo político sólido e sem apoio de outros partidos, sua candidatura ao Senado caminha para uma derrota dupla: a sua própria e a de seu filho, deputado federal Tiago Dimas, que vinha crescendo nas intenções de voto. Na prática, Ronaldo Dimas não passa de um candidato de si mesmo, sem chances reais de competitividade, e corre o risco de terminar como o lanterninha da disputa, encerrando melancolicamente sua trajetória pública. Essa aventura de Dimas, somada à candidatura do pastor Eli Borges, que dispensa comentários em relação à sua competitividade, pode, antecipadamente, abrir espaço para Alexandre Guimarães, aliado de Vicentinho Jr., conquistar uma das vagas ao Senado. Esse movimento, por consequência, ameaça contaminar a união de uma chapa majoritária consolidada. É uma estratégia arriscada. Como diz o velho ditado, mais vale um na mão do que dois voando....

 

A demora do grupo governista em anunciar o nome do candidato a vice só acentua o desgaste e transmite a imagem de desorganização. Enquanto isso, o senador Eduardo Gomes, vice-presidente do Senado e candidato à reeleição pelo PL, se mantém firme na dianteira das pesquisas espontâneas e estimuladas realizadas, com o devido registro no TSE, e Carlos Gaguim aposta em um trabalho de base discreto, sem alarde, mas com potencial de revelar apoios decisivos após as convenções.

 

TRIO PARADA DURA DEMARCANDO TERRITÓRIO

 

Por sua vez, o chamado “Trio Parada Dura” — formado por Vicentinho Jr., Amélio Cayres e Alexandre Guimarães — vem arrastando multidões por onde passa e chega às vésperas das convenções partidárias tecnicamente em pé de igualdade com a candidatura palaciana da senadora Professora Dorinha Seabra. Até o momento, o grupo não contabiliza perdas; ao contrário, vem conquistando adesões importantes, o que demonstra força política e capacidade de mobilização.

 

O PESO DE WANDERLEI BARBOSA

 

Wanderlei Barbosa é, goste-se ou não, o maior líder político do Tocantins. Sua capacidade de transferir votos pode influenciar, mas até agora sua postura é de cautela. O governador segue firme no apoio a Dorinha, mas evita mergulhar de corpo e alma antes da definição do vice.
Pesquisas locais e nacionais ainda podem redesenhar o quadro, e a entrada efetiva de Wanderlei na campanha seria um divisor de águas. Mas, como em política, nem tudo que reluz é ouro, é preciso esperar para ver se o governador jogará todas as fichas.

 

A BOLHA DAS REDES

 

Enquanto candidatos propagam nas redes sociais números inflados de apoios, a realidade é bem diferente. Essa “bolha” pode estourar e deixar muitos projetos pelo caminho. No andar de baixo, o eleitor quer proximidade, quer ver o candidato de sandália na rua, no campo, nos 139 municípios.

Quem não entender isso, quem terceirizar demais sua campanha, corre o risco de ser derrotado pela própria ilusão. A política tocantinense exige humildade e contato direto — sem isso, não há marketing que sustente.

O que se desenha é um tabuleiro instável, onde alianças, egos e surpresas podem redefinir o processo sucessório. Mais do que nunca, será a capacidade de unir, dialogar e se aproximar do eleitor comum que decidirá quem realmente tem condições de governar.

 

 

Posted On Segunda, 27 Julho 2026 07:46 Escrito por O Paralelo 13

Encontros realizados no fim de semana reuniram prefeitos de Tupiratins, Guaraí, Itaporã, Brasilândia, Colmeia e Itapiratins

 

 

Da Assessoria

 

 

A pré-candidata ao Governo do Tocantins, senadora Professora Dorinha (União Brasil), reuniu prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e outras lideranças políticas da região central do Estado durante agendas realizadas neste fim de semana, em Tupiratins e Itacajá. Representantes de seis municípios reafirmaram apoio ao projeto político liderado pela senadora.

 

Participaram das agendas as prefeitas Filó (Tupiratins), Fátima Coelho (Guaraí) e Keia Kaponi (Itaporã), os prefeitos Felipe Miranda (Brasilândia), Pedro Clésio (Colmeia) e Ailton Coelho (Itapiratins), além do vice-prefeito de Tupiratins, Brandão Rezende, da vice-prefeita de Itapiratins, Ilzamar Branquinha, vereadores de diferentes municípios da região e outras lideranças políticas.

 

A prefeita de Tupiratins, Filó, reafirmou apoio à pré-candidatura de Dorinha e destacou a confiança no projeto liderado pela senadora. “Tenho orgulho de apoiar a professora Dorinha, nossa pré-candidata ao Governo do Tocantins. É uma mulher guerreira e tenho confiança no trabalho que pode realizar pelo nosso Estado. Estou ao lado dela nessa caminhada”, afirmou.

 

 

A prefeita de Guaraí, Fátima Coelho, destacou a união das lideranças em torno da pré-candidatura. “Cada reunião que a gente faz sai mais forte, porque mostra a união e a força do nosso grupo. A presença dos prefeitos demonstra o carinho e a confiança que temos na senadora Dorinha”, afirmou.

 

O prefeito de Brasilândia, Felipe Miranda, ressaltou a parceria construída com a senadora ao longo dos últimos anos. “Dorinha sempre ajudou Brasilândia, destinando obras e recursos para nossa cidade. Tenho certeza de que será a primeira governadora do Tocantins”, disse.

 

Ao agradecer as manifestações de apoio, Dorinha afirmou que sua trajetória política sempre foi pautada pelo compromisso com os municípios tocantinenses. “Depois da eleição para o Senado, continuei trabalhando por todas as cidades do Tocantins, independentemente de posicionamentos políticos. Tenho consciência da minha capacidade de ajudar o Estado e é isso que coloco à disposição da população tocantinense”, afirmou.

 

 

Posted On Segunda, 27 Julho 2026 07:29 Escrito por O Paralelo 13

REFLEXÃO DA SEMANA

 

Por Edson Rodrigues

 

 

Trago aos nossos leitores, amigos e colaboradores, um texto que chegou em minhas mãos e me encantou de imediato. É uma história , sobretudo, de superação, mas que mostra como a fé e a persistência podem transformar a vida das pessoas. É a história de Alex Cardoso, um catador de materiais recicláveis de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, que em oito anos mudou a trajetória da sua vida e, hoje, é Doutor em Ciências Sociais.

O Sul21 conta, desde o início, a trajetória de Alex Cardoso, catador de materiais recicláveis que, após mais de 20 anos afastado da escola e com três filhos para sustentar, retomou os estudos pelo EJA, ingressou em Ciências Sociais na UFRGS e, oito anos depois, concluiu seu doutorado. Ele se tornou o que acredita ser o primeiro catador doutor do mundo, defendendo a tese “Catadoras e Catadores de Materiais Recicláveis Enfrentam a Máquina de Moer Mundos”.

Sua conquista não é apenas pessoal, mas coletiva: representa a luta dos catadores por dignidade, reconhecimento e inclusão. Alex nunca abandonou a catação, transformando sua experiência prática em conhecimento científico. Ele defende que a educação deve ser gratuita e acessível, e que políticas públicas precisam valorizar o trabalho dos catadores, garantindo contratos e condições justas.

Hoje, Alex deseja seguir contribuindo com o movimento, fortalecendo cooperativas e construindo políticas que reconheçam os catadores como sujeitos de direito. Sua história é um símbolo de superação, resistência e transformação social.

 

Conheça a história completa nesta entrevista do próprio Alex Cardoso ao site Sul21: https://sul21.com.br/noticias/entrevistas/2026/07/alex-cardoso-o-primeiro-catador-doutor-do-mundo/

 

O QUE ALEX NOS ENSINA

A história de Alex Cardoso, o primeiro catador doutor do mundo, nos ensina que nenhum sonho é grande demais quando existe fé, coragem e perseverança. Ele saiu das ruas, onde o corpo era sua ferramenta de trabalho, e chegou às salas da universidade, onde sua voz se tornou ciência e resistência.

Alex nos mostra que a educação é uma ponte capaz de transformar dor em vitória, exclusão em reconhecimento e invisibilidade em protagonismo. Sua caminhada é a prova viva de que a esperança pode florescer mesmo nos terrenos mais áridos.

Que sua conquista nos inspire a acreditar que, mesmo diante das maiores dificuldades, a fé nos sustenta, a esperança nos guia e a luta nos dignifica. Se hoje parece impossível, amanhã pode ser o dia em que o impossível se tornará realidade.

Compartilhe essa mensagem e lembre-se: a vida é feita de batalhas, mas também de vitórias que nascem da persistência.

 

Que Deus lhe abençoe!

 

 

 

Posted On Segunda, 27 Julho 2026 07:25 Escrito por O Paralelo 13
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