Por Edson Rodrigues

 

O Estado do Tocantins pode vir a ser o primeiro do País a mudar sua situação econômica de “comprometida” para “estável”, após realizar um árduo trabalho de adequação à Lei de Responsabilidade, coordenado pelo competente secretário da Fazenda, Sandro Henrique Armando, e sua equipe de auxiliares, após determinação do governador Mauro Carlesse, fato que o tornará, novamente, apto a receber empréstimos de instituições financeiras nacionais e internacionais.

 

Essa mudança de patamar permitiria que sua economia volte a se aquecer e movimente os 139 municípios, gerando novos postos de emprego e melhorando a arrecadação.

De saída seriam 360 milhões de reais para investimentos na construção civil, os Hospitais de Gurupi e de Araguaína, ampliação e reforma de escolas, recuperação e pavimentação de estradas, insumos e equipamentos médicos, saneamento básico e auxílio aos pequenos produtores rurais, entre outras ações, mais 130 milhões de reais para construção da ponte sobre o Rio Tocantins em Porto Nacional.

 

Tudo isso está engatilhado e planejado e pronto para virar realidade, com o aval dos deputados estaduais – inclusive os de oposição –, e congressistas, que entenderam o que é melhor para o Tocantins.

 

ANJOS DO MAL

No Tocantins, temos políticos de dois naipes nos grupos que não poiam o governo.  Reparem que não chamamos de “oposição”, pois nem organizados para agir democraticamente como opositores estão.

Eles formam o chamado “grupo do Tocantins que se dane”, onde a maior forma de ação é torcer para que aconteça sempre o pior para o governo, mesmo que isso implique em sofrimento para a população.

 

Não citaremos nomes nem por medo nem por omissão, mas para dar uma chance de que esses políticos repensem suas atitudes e se transmutem de “lobos” em “raposas”, pois, não nos omitiremos em revelar toda e qualquer ação não republicana e contrária aos interesses do povo tocantinense, venha de qual partido vier.

 

Não seremos, jamais, coniventes com as tentativas de prejudicar o nosso povo, como o protocolo de uma denúncia de manipulação de dados contábeis do governo do Estado, que estará sendo feito na próxima terça-feira à tarde por alguns dos opositores, com o único objetivo de atrapalhar – ou adiar – a liberação dos recursos dos empréstimos já garantidos junto à Caixa Econômica Federal e ao Banco do Brasil.

 

Segundo uma fonte em Brasília, a denúncia diz respeito a uma suposta inadimplência do Governo em relação aos empréstimos consignados, que teriam sido descontados das folhas dos servidores e não repassados às instituições financeiras, além de descontos do Igeprev e atrasos no pagamento de aluguéis de imóveis.

 

O momento em que a denúncia é feita mostra que essa não é uma ação fiscalizadora, senão, uma tentativa objetiva de atrapalhar os esforços do governo do Estado em liberar os recursos tão necessários para alavancar a economia e melhorar a vida dos cidadãos.

 

 

Isso não é ser oposição.  Isso é sapatear na cara do povo tocantinense, principalmente na dos desempregados, dos usuários do sistema de Saúde e dos mais necessitados.  Uma irresponsabilidade monstruosa e oportunista pois, poder-se-ia esperar a liberação dos empréstimos e apresentar as hipotéticas acusações depois que o Estado estivesse “em obras”, o povo empregado e a economia girando.

 

Se essa ação desses opositores atrasar ou inviabilizar a liberação dos empréstimos, os tocantinenses, não o governo do Estado, irão sofrer das piores agruras que um Estado estagnado economicamente pode passar, relegando os milhares de desempregados ao ostracismo e à falta de esperança, pois, sem uma economia aquecida, os empregos desaparecem e as chances de investimentos são quase nulas, pois afirmam, na denúncia, que há dívidas com cinco instituições bancárias, advindas dos empréstimos consignados, beirando a casa do bilhão de reais, além dos repasses do Igeprev, tudo com juros e correção monetária. 

 

Caso prossigam com essa denúncia, estarão agindo como verdadeiros “anjos do mal”, espalhando mensagens de catástrofe, miséria e caos.

 

OPOSIÇÃO CONSTRUTIVA

O Tocantins e o Brasil precisam de uma oposição responsável, madura e com visão ampla, mais ou menos como age a senadora Kátia Abreu, que acaba de ser eleita a quinta melhor senadora do Brasil e, apesar de ser oposição ao governo de Jair Bolsonaro, não se furte em sentar á mesa com os ministros e autoridades para discutir um Brasil melhor, mostrando maturidade, consciência e comprometimento com o país e com o Tocantins.

 

É nessas horas que sentimos a falta que fazem homens como Tancredo Neves, Ulysses Guimarães, Franco Montoro, Pedro Simon e tantos outros que eram oposição, mas colocavam o interesse do povo brasileiro em primeiro lugar, defendendo os princípios da Democracia, resolviam picuinhas políticas no parlamento, na oratória e no debate, suplantando a ditadura e devolvendo o poder ao povo.

 

Que nossos cidadãos tocantinenses façam uma profunda reflexão sobre o que está descrito neste editorial e que o usem de alerta para o que está por vir.

Como um dos veículos de comunicação mais antigos do Tocantins, O Paralelo 13, não poderíamos nos omitir e levar esse assunto ao conhecimento da população, prestando o papel do jornalismo sério, responsável e ético, que sempre praticamos.

 

Que prevaleçam as ações coerentes e voltadas ao povo tocantinense dos nossos congressistas, parlamentares, secretários e do próprio governo do Estado, em detrimento das intenções oportunistas, mesquinhas e eleitoreiras dos que tentam estagnar a economia do Tocantins para que seus projetos pessoais tenham êxito.

 

Que Deus nos abençoe!

 

BRIGA ENTRE OS PODERES

Apesar de ser o estado caçula da Federação, o Tocantins já atingiu a maioridade.  Portanto, está sujeito às Leis e obrigações que se aplicam em casos de crimes e deslizes cometidos por seus dirigentes e cidadãos.

 

Mas, a aplicação das Leis pode estar seriamente comprometida pelo momento turbulento por que passa o Brasil, agravado por uma briga sem precedentes entre os Três Poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário – que vem gerando um dos piores – senão o pior – momento de instabilidade institucional já vividos na história do País.

 

Membros dos três poderes se engalfinham em uma busca pela “última palavra” no comando da nação, deixando a população à mercê de ânimos e humores que, na maioria das vezes, não condizem com o que é melhor para a nação.

 

Cada Poder ameaça abrir a “caixa preta” dos demais, num embate de titãs que só enfraquece os alicerces da Democracia e dizima a credibilidade do Brasil ante aos olhos do mundo.

 

TRÉGUA

Diante do espanto da opinião pública com tanta falta de respeito ás instituições, os Poderes ainda tentam diminuir a vergonha do episódio que estão protagonizando. Os representantes dos três Poderes assinaram um pacto de entendimento com metas e ações que as instituições vão buscar, em conjunto, em favor da retomada do crescimento do país.

 

“Nós não podemos esquecer que o Brasil vive uma crise muito grave do ponto de vista da empregabilidade, das dificuldades do mundo da economia. E essa possibilidade de que o Poder Executivo, Legislativo, através da representação da Câmara e do Senado, e do Poder Judiciário possam dialogar a favor do Brasil, isso é algo extremamente importante”, disse Onyx Lorenzoni, ministro-chefe da Casa Civil, explicando que os conflitos entre os poderes “não ajudam aos cidadãos que precisam de emprego e renda”.

 

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, revelou em entrevista à revista Veja, que entre os meses de abril e maio deste ano, o Brasil esteve à beira de uma crise institucional, na qual teve de intervir para atenuar uma insatisfação que se avolumava. Segundo Toffoli, a situação foi gerada pela forte rejeição dos setores empresariais e políticos, e até militares, com o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL).

 

De acordo com os relatos feitos por Toffoli à revista Veja, um grupo de congressistas teria tirado da gaveta um projeto de implementação do parlamentarismo. De maneira simultânea, um dos generais próximos a Bolsonaro chegou a procurar um ministro do STF para esclarecer se, na hipótese de uma convulsão, ele teria autonomia para usar os soldados independentemente de autorização presidencial.

 

Outro movimento teria ocorrido seria oriundo dos setores empresariais, principalmente do ramo industrial, que cogitavam a possibilidade de um impeachment do presidente. Os problemas só foram contornados com dezenas de reuniões, feitas de maneira separada, entre Bolsonaro; Toffoli; o presidente do Senado Federal, o senador Davi Alcolumbre (DEM); e o presidente da Câmara, o deputado Rodrigo Maia (DEM); além de autoridades do Exército brasileiro. De acordo com o ministro do STF à Veja, a partir dos encontros que foi elaborado o pacto entre os Três Poderes.

 

MÍDIA SOFRE

Essa briga entre os poderes fez surgir uma guerra inútil contra os meios tradicionais de comunicação acabará prejudicando gravemente a imagem do Brasil no mundo. Acreditar que alguém em uma democracia pode governar só com as redes sociais é um erro pelo qual os políticos pagarão caro. Nenhum presidente nem chefe de Governo se manteria no poder jogando contra os jornais e redes de televisão nacionais. Até os ditadores que silenciaram ou censuraram os meios de comunicação que os criticavam, mimaram os veículos que lhes eram fiéis.

 

O capitão reformado Bolsonaro chegou à chefia de Estado com uma imagem internacional negativa. Foi apresentado ao mundo como um ultradireitista autoritário com saudade da ditadura, cercado de generais e com tentações teocráticas, colocando, em um país laico como o Brasil, Deus como guia de seus passos. Essa imagem não o ajuda a ampliar relações políticas e comerciais com as grandes democracias mundiais, muito menos com essa guerra declarada entre os poderes.

 

O barulho da imprensa, ou seja, o controle crítico dos governantes, sempre incomoda um Governo, mas também o faz crescer. O que o leva à morte é o silêncio provocado pelo medo da transparência, um dever sagrado em relação àqueles que o elegeram para governar à luz do sol e não na escuridão dos esgotos da prevaricação e até da mentira. Os poderes ainda estão a tempo de evitar esse perigoso desafio aos meios de comunicação governando sem medo do escrutínio público de seus atos.

 

LAVA TOGA

A criação de uma CPI (comissão parlamentar de inquérito) para investigar a atuação de tribunais superiores, apelidada de “CPI da Lava Toga”, tem dividido os apoiadores do governo de Jair Bolsonaro. Movimentos de direita defendem a iniciativa, mas os filhos do presidente, deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), têm atuado para barrar seu avanço.

 

Senadores tentam pela terceira vez neste ano instalar a CPI, que depende do apoio de ao menos 27 parlamentares da Casa, além do aval do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que resiste à ideia.

 

O objetivo é investigar eventuais irregularidades nos tribunais superiores e o que chamam de “ativismo judicial”, expressão que se refere a uma interferência do Judiciário nos demais Poderes.

 

 

No requerimento mais recente, ainda não protocolado, o senador Alessandro Vieira (Cidadania-ES) restringiu o escopo de investigação. O pedido apresentado em março listava 13 pontos, incluindo a atuação dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes e Dias Toffoli, presidente da Corte, em julgamentos específicos.

 

Desta vez, o parlamentar apontou como motivo da comissão a instalação de um inquérito pelo STF para apurar ataques à Corte, conhecido como “inquérito das fakes news”.

 

Por meio de uma portaria, Dias Toffoli, determinou, em março, a abertura de investigações para apurar ataques a integrantes do Supremo. O ministro Alexandre de Moraes foi escolhido como relator. A iniciativa foi criticada no meio Jurídico e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, chegou a pedir o arquivamento do inquérito, o que não foi acatado pelo STF.

 

CERCO SE FECHA

Se o governo não conseguir emplacar as reformas tributária e trabalhista, irá abrir uma brecha para que o cerco, finalmente, degole a cabeça dos cidadãos, pois a CPI da Toga não passa de um conjunto de pílulas com efeitos intimidatórios aos membros da Suprema Corte, igualando-os aos políticos corruptos.  Dessa forma, sem poder julgar os investigados contra os quais há provas, o “fedor de podridão” que exala da corrupção irá se instalar, como uma redoma, no País inteiro, acabando de vez com as esperanças dos quase 60 milhões e brasileiros com algum tipo de inadimplência – nome sujo no SPC/Serasa – e dos outros 13 milhões de desempregados.

 

Não haverá nenhuma expectativa de melhor da situação atual e os números de inadimplência e de desemprego subirão a níveis estratosféricos.  Tudo por culpa, ainda, da tão combatida e, ao mesmo tempo, tão resiliente corrupção, o mal que assombra todos os brasileiros e nos enche de vergonha.

Posted On Segunda, 23 Setembro 2019 06:59 Escrito por

Recentes pesquisas de intenção de votos, realizadas para consumo interno dos partidos, veículos de comunicação e entidades empresariais a que O Paralelo 13 teve acesso, vêm demonstrando uma grande insatisfação do eleitorado com seus “escolhidos” na última eleição

 

Por Edson Rodrigues

 

As pesquisas, apesar dos resultados oscilantes, apontam que os eleitores estão preferindo novos nomes, tanto para o Executivo quanto para o Legislativo. A tendência é clara por nomes novos, ficha limpa e com capacidade para assumir os cargos eletivos em disputa.

 

As candidaturas dos que detém cargos eletivos atualmente não estão ultrapassando os 10,5% de intenções de voto, e amargando rejeições que vão de 50% a 77%.

 

TRANSFERÊNCIA DE VOTO

Entre os políticos com capacidade de transferir seus votos para outros nomes, o ex-prefeito Carlos Amastha  aparece como um dos que podem turbinar as campanhas de seus escolhidos.  Outros nomes nessa lista são o do deputado federal, pastor Eli Borges, do ex-governador Marcelo Miranda, da deputada federal e ex-primeira-dama, Dulce Miranda, do deputado Júnior Geo e do senador Eduardo Gomes.

 

Entre os partidos, a capacidade de transferência de votos para os seus candidatos varia entre 0.86% a 1%.

 

REJEIÇÕES  E “PESQUISAS”

 

Faltando, ainda, 14 meses para o pleito, todos os pré-candidatos têm condições de diminuir a rejeição aos seus nomes entre 35% a 50%.  Para isso, terão que ter marqueteiros políticos tarimbados e com experiência, sendo que, os que estão respondendo a processos na Justiça por suspeita de corrupção, de malversação do dinheiro público, esses terão que contar, além de um bom marketing, com uma boa dose de sorte, uma cara de pau convincente para alegar serm “vítimas de perseguição política”, e muita coragem para recuperar seu grau de competitividade.

 

Por outro lado, não vai adiantar o expediente utilizado por alguns partidos e candidatos, que “importaram” pesquisas a peso de ouro de institutos de renome nacional, e deram com os burros n’água, com resultados até 61% diferentes do que o que as urnas revelaram.

 

"DEUS NOS ACUDA"

Pense em um arrocho!  Essa é a palavra de ordem para os atuais vereadores de Palmas em relação às eleições de 2020, principalmente para os que estão com problemas com a Justiça e os que foram presos por suspeitas de práticas não republicanas.  Esses vivem uma verdadeira situação real de “Deus nos acuda”.

 

 

Até agora, os processos correm em segredo de Justiça. Ninguém foi indiciado e ninguém ainda é réu.  Mas, segundo fontes, a tramitação dos processos está em fase de conclusão, aguardando, apenas, as considerações finais, tanto na Justiça Federal quanto na Estadual, oriundos das várias operações de busca e apreensão realizadas desde o fim das eleições estaduais.

 

A Polícia Civil, por exemplo, está de corpo e alma envolvida em uma operação que passou o último fim de semana ouvindo funcionários públicos e empresários, mostrando que subestimar a inteligência das instituições investigativas é uma tremenda burrice por parte dos políticos mal intencionados.

 

Logo, quando se fala em sucessão municipal em Palmas, diante do enfraquecimento de várias lideranças políticas que serviriam de “padrinhos” dos candidatos, temos ainda um pleito sem rosto, sem perfil, pois não se pode falar em candidatos com a garantia de que poderão ser candidatos a prefeito.  No caso dos candidatos a vereador, a coisa fica ainda mais nebulosa, pois as variáveis são infinitas.

 

SEM COLIGAÇÃO

Será a primeira vez que se realiza uma eleição municipal sem a possibilidade das coligações proporcionais para o cargo de vereador.  Isso significa que, em média, para cada vaga de vereador o partido terá que somar seis mil votos.

 

Essa nova condicionante para as eleições leva 99% dos pré-candidatos a evitar partidos que já têm vereadores no exercício do cargo, o que abriu uma busca desenfreada pelos partidos pequenos, que não possuem vereadores eleitos, para que possam concorrer em patamar de igualdade com os demais pré-candidatos, com cada um dependendo apenas do seu trabalho e de sua estrutura política pessoal.

 

ENCONTRO NA CABINE DE VOTAÇÃO

 

O prazo para a filiação em um partido para poder disputar as eleições em 2020, é o dia três de abril de 2020, seis meses antes do pleito.  Até essa data, muita coisa vai acontecer nos bastidores da política palmense e caberá ao eleitor, o soberano, escolher entre os nomes que estiveram á disposição.

 

No dia três de outubro de 2020, o eleitorado palmense terá um encontro marcado com os candidatos, a sós, dentro de uma cabine eleitoral, o único lugar em que todos têm o mesmo valor, sejam eles brancos, negros, pobres, ricos, cultos, ignorantes e assim por diante.  Todos são iguais na hora do voto.

 

Mas o que vai fazer a diferença nas escolhas dos eleitores é uma coisa que os candidatos têm que ter em mente, que é o fato de que milhares desses eleitores estarão entre os que foram demitidos pelos governos estadual e municipal nos últimos meses, juntando-se aos exonerados pela Câmara Municipal, o que aumenta, ainda mais, o descrédito para os candidatos que concorrem a uma reeleição.

 

A soberania do eleitor será aplicada com precisão, levando em conta a situação de cada cidadão com direito a voto, e com o auxílio dos debates promovidos pelos veículos de comunicação e pelas redes sociais que irão reverberar o embate de ideias entre os candidatos.  Logo, os candidatos terão que ter muito cuidado, de agora para frente, para não perder votos à toa, por conta de palavras mal colocadas, de atitudes mal planejadas e, principalmente, de companhias mal vistas pela sociedade.  O “diga-me com quem andas, que te direi quem és”, estará mais em voga do que jamais esteve.

 

Para finalizar, não adianta os detentores de mandato acharem que os servidores públicos municipais, fornecedores e prestadores de serviço estão satisfeitos com suas ações, e são votos garantidos.  Nada disso! Há servidores públicos estaduais com progressões congeladas, empresas falindo por inadimplência do poder público estadual, outras com muitas contas a receber e outros com salários de funcionários atrasados por conta da inadimplência.

 

Até meados de 2020 o governo do Estado precisa estar em dia com todos, servidores, fornecedores e prestadores de serviço, para poder ter a influência que quer e conseguir transferir votos aos seus candidatos. Caso contrário, será difícil manter a simpatia desses grupos.

 

Tudo, todos os atos dos postulantes a cargos públicos, vai entrar na cabine de votação, junto com o eleitor.

 

Por isso, todo cuidado é pouco!

 

Posted On Segunda, 16 Setembro 2019 07:33 Escrito por

Advogados de defesa do empresário Duda Pereira protocolaram na ultima quarta-feira, 11, no Fórum de Porto Nacional, alegações finais onde solicitam a "absolvição sumária" do acusado de ser o autor intelectual do homicídio de Wenceslau Leobas (Vencim), ocorrido em janeiro de 2016. De acordo com as alegações finais nenhuma prova foi produzida ou encontrada ao longo do processo, que pudesse incriminar Duda Pereira.

 

Por Edson Rodrigues

 

Conforme consta nas alegações, o Ministério Público baseou sua denúncia apenas em depoimentos de testemunhas, sendo as principais a filha e a namorada da vítima, Talyanna Leobas e Marilene, respectivamente. No processo consta que ambas afirmaram que Duda Pereira havia praticado ameaças contra o Vencim Leobas por meio de telefone, porém as perícias realizadas não detectaram qualquer ligação telefônica entre os dois. 

 

 

A defesa questiona diversas situações não esclarecidas no decorrer do processo, sobretudo a atuação do delegado Hudson Guimarães Leite, que conduziu a investigação criminal, sobre quais as provas que o levou a indiciar o investigado, uma vez que até o presente momento as autoridades policiais ou o Ministério Público nada conseguiram.

 

Outra alegação da defesa é que os executores do crime jamais citaram o nome de Eduardo Pereira. Segundo consta, o delegado Hudson Guimarães, que presidiu a investigação, foi ouvido como testemunha e deixou claro que não fez um bom trabalho por falta de tempo e de material humano, dizendo textualmente "que não deu o melhor de si".

 

Segundo a defesa alega o delegado deixou a investigação a desejar, sobretudo no que se refere a apurar fatos importantes e basear suas conclusões em depoimentos inconstantes e que o mesmo admitiu que o seu inquérito e a sua conclusão sobre a autoria intelectual do homicídio, se fundamenta, única e exclusivamente, em depoimentos, sem qualquer outra prova material.

 

Conforme consta nas alegações finais, o Ministério Público afirma que Eduardo Pereira teria mandado matar a vítima para evitar a concorrência desta, que estava tentando construir um posto de combustível em Palmas, mas a defesa afirma que nunca houve concorrência desleal entre eles, até porque mantiveram postos de combustíveis próximos por mais de 20 anos, em Porto Nacional e que Duda Pereira agiu como presidente do Sindiposto, à época, tendo, nessa condição, feito notificação à vítima sobre irregularidades na sua construção, o que também foi realizado pelo Poder Público Municipal da capital.

 

Os advogados de defesa afirmam que não há, no processo, qualquer prova concreta que possa imputar a autoria intelectual do crime ao empresário Duda. Pelo contrário, só há as palavras das testemunhas, que dizem terem sido as ameaças feitas por telefone, mas que a perícia, em mais de 37 mil interceptações, nada encontrou. Nunca houve ligação telefônica do acusado para a vítima, ou vice-versa.

Posted On Sexta, 13 Setembro 2019 07:43 Escrito por

Por Edson Rodrigues

 

A presidente do Democratas – DEM –, deputada federal professora Dorinha, acaba de suspender a convenção estadual do partido, programada para o próximo fim de semana, por tempo indeterminado.  Segundo nossas fontes, existem várias verões sobre o motivo da suspensão.

 

A primeira versão fala sobre uma determinação da cúpula nacional do partido, enquanto é construído um entendimento entre Dorinha, o governador Mauro Carlesse e o também deputado federal, Carlos Gaguim, ambos também do DEM, que precisam harmonizar a divisão dos membros da legenda entre os três.

 

 

A questão, nesse caso, é que Carlesse e Gaguim, dividem o mesmo grupo dentro do partido, o que lhes daria maioria nas decisões, suplantando o comando de Dorinha Rezende.  Gaguim e Carlesse apoiam a candidatura do vice-governador, Wanderlei Barbosa, à prefeitura de Palmas, enquanto Dorinha é apoiadora, de primeira hora, da candidatura à reeleição da atual prefeita, Cinthia Ribeiro.

 

OUTRA VERSÃO

Aliados e coordenadores da campanha à reeleição da deputada Dorinha Rezende, teriam descoberto uma ação não republicana  por parte dos delegados participantes da convenção, com direito a voto, que iria influenciar na escolha do presidente estadual do partido pelos próximos dois anos.

 

Diante da turbulência e da insegurança em relação ao resultado da convenção, que não teria  a transparência necessária, Dorinha teria achado melhor suspender o evento, por tempo indeterminado.

 

OUTROS CAPÍTULOS

Vale ressaltar que esse é apenas o primeiro de muitos capítulos na batalha interna pelo poder entre dois grupos políticos dentro do DEM, que terá uma influência muito grande no quadro sucessório na Capital.

 

Enquanto isso, Dorinha continua com o comando da legenda e realizando várias reuniões em diversos municípios do interior, concretizando sua liderança dentro da legenda, sem dividir poder nem com Carlesse nem com Gaguim.

 

Muitos lances inacreditáveis ainda estão por vir nos próximos capítulos dessa “novela”.

 

Aguardem!

 

Posted On Sábado, 07 Setembro 2019 05:54 Escrito por

Com capacidade de gerar 480 MW, a Usina de Ipueiras representa um grande ganho econômico para o Estado e um reforço no abastecimento nacional de energia elétrica

Por Jéssica Matos

 

O governador Mauro Carlesse, acompanhado do senador Eduardo Gomes e do deputado federal Carlos Gaguim, esteve em reunião no início da noite desta terça-feira, 27, no Ministério de Minas e Energia, em Brasília. Na pauta, o projeto da Usina Hidrelétrica de Ipueiras e o seu potencial para fortalecer a matriz energética do Brasil. Com capacidade de produção de 480 MW, a Usina de Ipueiras representa um ganho econômico para o estado e já esteve em foco nos anos de 2005 e 2006, mas voltou a ser revisada por ser um projeto de importante para o Tocantins e para o abastecimento de energia do país. A obra prevê ainda formação de lago no Rio Tocantins, favorecendo a implantação de projetos de piscicultura e fortalecimento do turismo.

 

O senador Eduardo Gemes e o deputado Federal Carlos Gaguim também acompnanharam o governador na audiência

 

Durante a reunião, o governador Mauro Carlesse ressaltou que irá trabalhar em conjunto com a bancada federal do Tocantins para viabilizar o projeto. “Com a crise energética que existe hoje no país há uma demanda para produção de energia e o Tocantins tem capacidade de ser um fornecedor, pela riqueza de recursos hídricos. Além disso, estamos falando de um investimento de R$ 4 bilhões e geração de aproximadamente quatro mil empregos diretos. Isso significa renda, economia e desenvolvimento”, afirmou o Governador.

 

O ministro de Minas e Energia, Bento Lima, se mostrou aberto ao projeto. “Nós procuramos trabalhar não só com resultados, mas também com planejamento e coordenados com os órgãos vinculados ao Ministério, como a própria Agência Nacional de Energia Elétrica (Anel), com o objetivo de viabilizar os projetos”. O Ministro disse ainda que analisará a proposta junto com a sua equipe técnica.

 

Participaram também da reunião, o diretor de Relações Institucionais da Energisa no Tocantins, Alan Kardec; o chefe de gabinete do Governador, Divino Allan Siqueira, e a equipe técnica do Ministério de Minas e Energia.

 

Posted On Quarta, 28 Agosto 2019 13:06 Escrito por
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