A equipe do Partido da República (PR), tocantinense reuniu nesta segunda-feira, vários, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, ex-prefeitos, lideranças políticas, aliados e adeptos do trabalho, para comunicar em um ato democrático a candidatura de Vicentinho Alves a reeleição para mais um mandato de Senador da República. O evento aconteceu, na Capital, na sala de reuniões do Hotel Céu.

 

Da Redação

 

Estiveram presentes na solenidade, o deputado estadual Stalin Bucar, o deputado federal Vicentinho Júnior, o ex-prefeito de Porto Nacional, Otoniel Andrade, o prefeito de Paraíso e ex-governador do Tocantins, Moisés Avelino, o ex-vice-governador, Raimundo Boi, o ex-secretário da Casa Civil de Palmas, Adir Gentil, representando Carlos Amastha, o vereador palmense, Edinho do Nordeste.

 

Todos os oradores foram unânimes ao declarem seu apoio à candidatura do senador Vicentinho Alves em reconhecimento ao seu trabalho em benefício dos municípios tocantinenses, angariando recursos e dedicando seu mandato aos prefeitos, com isso sendo considerado um líder municipalista.

 

Adir Gentil
A participação de Adir Gentil, considerado um dos principais articuladores do ex-prefeito e governadoriável Carlos Amastha minimizou os boatos, deixando a todos a certeza de uma possível aliança. O senador, no entanto se limitou a dizer que é um homem de diálogo, e que na política o diálogo é fundamental. O senador destacou ainda que conta com o apoio de 85 prefeitos à sua reeleição, mas que caso se concretize uma possível aliança com Carlos Amastha ele não poderia afirmar que todos os membros da sigla são a favor desta aliança, pois ele não é um ditador, e no partido a democracia é uma das principais ferramentas.

 

Vicentinho Alves
Na ocasião, o senador agradeceu ao povo tocantinense por lhe ter dado a honra de ser um dos representantes do Tocantins no Senado Federal onde na função tem se esforçado para trazer recursos aos municípios em forma de obras e ações. O senador destacou que desde quando chegou ao senado tem buscado parcerias em prol do desenvolvimento.

Vicentinho Alves confirmou que em outubro estará disputando a reeleição como candidato a uma das duas vagas para o Senado. Agradeceu nominalmente a todos os presentes, desde as lideranças políticas, adeptos, e a imprensa.

O candidato disse ainda que não está certo quem serão os possíveis suplentes a função, mas que uma das reivindicações do partido é que seja uma mulher, portanto apesar do nome não definido a escolha será por uma candidata.


O senador destacou ainda que a convenção do PR está marcada para o dia 05 de agosto, no Espaço Cultural José Gomes Sobrinho, na Avenida Teotônio Segurado, em Palmas e aproveitou para reforçar o convite aos presentes. No mesmo dia e local está marcada a convenção do PSB, o que reforça os rumores de uma possível aliança entre os grupos.

 

Questionado sobre o seu projeto ao governo do Tocantins, e sua possível desistência, o senador se limitou a dizer que tratam-se de momentos e situações distintas. Vicentinho Alves disse que naquele momento a única vaga que estava na disputa era o governo do Tocantins, no qual ele participou do pleito. Já para as eleições de outubro é possível disputar a outras funções eletivas em que exercer a função de senador da república muito lhe honra.

 

Biografia
Vicente Alves de Oliveira nasceu em 1º de outubro de 1957, em Porto Nacional. O pecuarista e piloto comercial conhecido como Vicentinho Alves é casado e tem quatro filhos. Iniciou a sua carreira política em 1989, quando elegeu-se prefeito da Capital da Cultura. Foi reeleito em 1992 e em 1998 e 2002 atuou como deputado estadual chegando a presidir a Assembleia Legislativa.

Após 16 anos na vida pública, em 2006 foi eleito a deputado federal. Nestes 20 anos, o atual senador da república esteve filiado ao PDT, PFL, PSDB, PL e PR. Em 2010 disputou uma das vagas ao senado, e foi diplomado em fevereiro de 2011, após o TSE indeferir a candidatura de Marcelo Miranda.

Ocupou o cargo de Primeiro-Secretário da Mesa Diretora do Senado Federal no biênio 2015-2016. Ao Primeiro-Secretário compete a administração da Casa e a supervisão geral do Senado Federal. Este ano é líder da bancada do seu partido, cargo que lhe faculta em ter um bom relacionamento com ministros, com a presidência da república com tratamento preferencial.

Postado em Terça, 17 Julho 2018 06:59 Escrito por

Por Edson Rodrigues

 

O Tocantins, hoje, é um estado com uma imagem altamente negativa na mídia nacional e aos olhos dos cidadãos, com governadores cassados, “recassados”, candidatos com ficha criminal extensa, várias eleições em um mesmo ano e alianças políticas que só Einsten para descrever a fórmula de como foram fechadas.

Essa situação institucional de descalabro e falta de credibilidade tem como culpados uma miríade de ex-gestores, ex-administradores que – com a exceção de Moisés Avelino – fizeram de tudo, dentro e fora da Lei, para permanecer no poder e fazer seus sucessores, concedendo aumentos eleitoreiros aos servidores públicos estaduais, renunciando a receitas federais em detrimento de obras emergenciais, concedendo progressões sem estudos e, agindo dessa forma, sem planejamento, colocaram as finanças do Estado comprometidas em relação à Lei de Responsabilidade Fiscal, deixando uma herança maldita que foi passando de um governo para o outro.

 

CONSEQUÊNCIAS NEGATIVAS
Esse desequilíbrio na economia do Tocantins foi obrigando cada novo gestor a trabalhar sobre o fio da navalha, sem muito espaço para manobras, muito menos para investir em obras realmente importantes, que seriam realmente do interesse dos cidadãos, focando apenas em ações paliativas, que serviam para dar uma satisfação ao povo enquanto cuidavam de suas careias políticas.

Esse tipo de atitude tinha prazo de validade e esse prazo venceu na eleição suplementar de junho passado, quando os votos nulos, em branco e as abstenções venceram todos os nomes que se colocaram à “apreciação” popular.


Os eleitores deram o recado claro aos políticos tocantinenses que não aguentam mais a forma com que o Estado vem sendo tratado por seus políticos e colocaram contra a parede nomes tradicionais, que se achavam acima do bem e do mal e que tinham votos “garantidos” por seu passado, grupo político ou base de apoio.

Todos esses “bolsões” de votos falharam na eleição suplementar, vencendo o candidato que tinha a máquina administrativa na mão – assim como a vida do funcionalismo público estadual – e prevaleceram os votos pela “segurança econômica” dos eleitores que foram às urnas.

 

EFEITO COLATERAL
Essa nova maneira de votar do eleitorado tocantinense teve um efeito colateral imediato, que foi ligar o alerta nos políticos tradicionais sobre a necessidade de recuperar a credibilidade perdida e, pela proximidade entre as eleições, de maneira urgente.

Essa urgência em recuperar um tempo que poderia ter sido gasto com obras, benfeitorias e ações que tivessem como objetivo o bem comum, traz consigo o perigo de se ver obrigado a formar coligações a toque de caixa, que podem soar como mais uma afronta á inteligência dos eleitores, que não estão mais, de forma alguma, dispostos e ter enfiados “goela abaixo”, candidatos ou alianças tidas como impossíveis ou improváveis no passado, feitas, agora, de forma oportunista, apenas para ter alguma chance de eleição, novamente sem levar em conta as demandas do eleitorado.

Essas alianças oportunistas correm o risco de virarem “purgantes” para os eleitores que passaram os últimos dois anos observando ataques mútuos, em que as redes sociais viraram um verdadeiro “esgoto” ante a “qualidade” das publicações virulentas e, agora, todo mundo vira amigo, companheiro e caminha de mãos dadas.


Esse pode ser o pior efeito colateral do passado político recente do Tocantins, contaminando de forma significativa o resultado das urnas, pois a simples menção da possibilidade dessas alianças já provocou celeuma entre os eleitores e enquanto nada se confirma, o povo apenas observa, esperando o que vai sair das convenções, para dar o seu “veredicto”.

 

CARLESSE ENTRE O CÉU E O INFERNO
Com 75% dos votos válidos, o governador do Tocantins, Mauro Carlesse, vive momentos de expectativa, entre o céu e o inferno, pois o resultado das eleições que o colocou no cargo até o dia 31 de dezembro ainda não está efetivamente concretizado.

Duas ações em andamento na Polícia Federal apuram fatos ocorridos na época em que era governador interino e buscava a eleição no pleito suplementar. Foram buscas e apreensões de documentos e computadores e investigações sobre uso de servidores públicos na sua campanha.


Segundo uma de nossas fontes, no mais tardar, até a próxima quinta-feira toda a documentação e conclusão do inquérito estarão prontas para virarem pauta e irem a julgamento.

Vamos evitar aqui, fazer qualquer pré-julgamento ou emitir opiniões que possam soar errôneas ou precipitadas, mas de antemão, apesar dos processos correrem em sigilo de Justiça, os documentos a que tivemos acesso, referentes às investigações, apontam para um processo sucessório de muita turbulência, com grandes possibilidades de ser judicializado, obrigando o eleitorado tocantinense a ter muito equilíbrio e bom senso em suas decisões, pois, até agora, tudo são apenas especulações.

Os líderes não podem, jamais, esquecer que a imposição de alianças ou coligações não podem mais vir “de cima para baixo”, pois as bases não têm mais “estômago” para digerir tanta falta de respeito ás suas demandas e opiniões.

Os líderes, a partir de agora, terão que ouvir efetivamente suas bases antes de decidir por esta ou aquela coligação ou adesão, pois as lideranças locais e regionais não aceitam mais serem colocados de lado na hora das decisões mais importantes e querem ver até onde o “fio do bigode” tem valor para as lideranças.

 

“PLANO B"
Diante do que está exposto acima, fica claro que todos os envolvidos no processo eleitoral têm por obrigação trazer “debaixo do braço”, um “plano B”, caso alguma coisa não saia como o esperado.

Parte do conglomerado de partidos e lideranças de várias vertentes que apóiam a candidatura à reeleição de Mauro Carlesse deve começar a trazer à tona o seu “plano B” a partir do momento em que for findando o prazo do segredo de Justiça dos processos contra o governador, uma vez que as oitivas devem finalizar na próxima quarta-feira ou quinta-feira.

O resultado das investigações pode por fim a uma grande possível encrenca ou não, dependendo das provas colhidas pela Polícia Federal, entre elas extratos bancários das contas do governo junto ao Banco do Brasil e à Caixa Econômica Federal, documentos da secretaria da Fazenda, o rastreamento da aplicação dos recursos.

A absolvição de Carlesse nas duas ações o coloca em um patamar quase de invencibilidade no pleito de outubro. Mas, caso seja indiciado e paire a mínima sombra de dúvida sobre sua atuação e seus métodos, o Tocantins estará mais uma vez envolvido em um turbilhão de notícias negativas na mídia nacional e, mesmo que tente recorrer às instâncias superiores, o sangramento será inevitável, com o Estado, novamente, com governador e vice, Wanderlei Barbosa cassados pela Justiça e inelegíveis.


É essa hipótese que traz à tona o “plano B” do grupo político do governador Mauro Carlesse, que teria que, em meio ao conglomerado de partidos que o compõem, escolher um nome que, ao que tudo indica, deve ser o do ex-governador e atual deputado federal Carlos Gaguim.

O nome de Gaguim (foto) surge pelo fato de ter o melhor relacionamento com os 18 deputados estaduais com os quatro deputados federais, prefeitos e lideranças do interior e da Capital e, principalmente, por ter a fama de político que cumpre com a palavra.

 

O FATOR MÁRLON REIS
Um nome novo que surgiu no primeiro turno das eleições complementares e teve uma votação expressiva – tanto por ser a primeira vez quanto pela abstenção recorde – Márlon Reis, ex-juiz federal e autor da Lei da Ficha Limpa, que marcou uma nova era na política brasileira, vem fazendo um trabalho de formiguinha, construindo uma nova candidatura para as eleições ordinárias, com equipe enxuta, orçamento baixo e planejamento, pode se transformar na nova e grata surpresa na política tocantinense.


A incerteza sobre o cenário final, a definição das peças que estarão aptas a disputar as eleições em outubro, podem acabar por garantir a Márlon Reis uma das vagas no segundo turno.
Os analistas mais atentos jê prevêem esse cenário, hipotético, no segundo turno. Quem ainda não vislumbrou essa possibilidade, ou é cego ou não quer ver.

 

NOSOTROS
O outro personagem que vem ganhando as atenções nestes momentos finais que antecedem as convenções, principalmente pelas últimas movimentações em busca de aliados, é o ex-prefeito de Palmas, Carlos Amastha que, recentemente procurou o ex-governador Marcelo Miranda, seu “desafeto de infância”, para reforçar seu time, deixando estupefatos os mais céticos dos analistas políticos.

O processo investigativo em que a Polícia Federal indiciou Amastha, que se encontrava no STJ, retornou à primeira instância assim que houve a renúncia à prefeitura de Palmas, coloca sua situação também em suspense.


Amastha está indiciado, mas ainda não é réu e está com seus direitos políticos intactos. O processo terá seu trâmite em Palmas e, por estar com suas revelações e reviravoltas mais próximas dos eleitores, torna o desgaste inevitável, caso notícias negativas surjam em seu decorrer, principalmente se, de indiciado, o ex-prefeito de Palmas passar a réu, sem direitos políticos.

Amastha é acusado por excesso de exação (crime do funcionário público contra a administração pública), corrupção e associação criminosa na Operação Nosotros. A investigação mira fraude em processo de licitação para construção do sistema de transporte BRT da capital do Tocantins no valor aproximado de R$ 260 milhões.

A PF investigou o suposto repasse de informações privilegiadas da Prefeitura de Palmas a empresas que participaram da concorrência. A implantação do sistema BRT iria valorizar os imóveis que o grupo tivesse posse após a obra.

A Nosotros mirou grandes imobiliárias da região e agentes públicos que teriam pressionado proprietários para que cedessem, a título gratuito, parte de suas terras para pessoas ligadas ao esquema criminoso. Uma das formas de coação seria a cobrança de altos valores de IPTU desses proprietários.

 

APOIOS
Na tarde desta segunda-feira o senador Vicentinho Alves reúne os prefeitos que o apoiarão em sua candidatura à reeleição. A reunião vai servir para mostrar o potencial de suas forças no interior do Estado, que não são pequenas, e o quanto restará de trabalho para solidificar de vez o seu trabalho.


Assim como Vicentinho muitos outros políticos, com e sem mandato estarão realizando encontros para avaliar o cenário que encontrarão em outubro próximo e a quantidade de apoios que terão que buscar na reta final de suas campanhas.

 

O ELEITOR
Por enquanto, o cenário é esse. As peças que estão no tabuleiro sucessório serão as acima expostas até o próximo dia cinco de agosto, quando todas as convenções estiverem realizadas e as decisões judiciais tomadas.
Aí, sim, conheceremos cada coligação e cada nome liberado para a disputa.

Até lá, lances que “até Deus duvida” podem acontecer e, assim como nós os eleitores têm o dever de estar atentos a cada nuance que essa movimentação representa. Se serão feitas em benefício de um governo planejado ou de um plano de poder.

A decisão final, como todos sabem, está nas mãos dos cidadãos e nenhum dos nomes que se capacitarão para se colocar na disputa é maior, vale mais ou tem mais credibilidade que o grande condutor de uma eleição: o ELEITOR!

Até o próximo capítulo!

Postado em Segunda, 16 Julho 2018 06:41 Escrito por

Por: Edson Rodrigues

 

A construção da arca de Noé de Carlos Amastha cria corpo e luz de alerta acende no palácio Araguaia. São dois fatos distintos que têm a ver com a sucessão estadual no Tocantins, sendo uma de nível nacional com decisão partidária e outra estadual, mas igualmente impactante. Ambas com fortes influências junto ao eleitorado tocantinense.

 

Por um lado o governo de Mauro Carlesse continua engessado por normativas regulamentadas em leis específicas para ano eleitoral e resolução do TCE, enquadrando o executivo estadual e proibido-o de contrair empréstimos com instituições financeiras nacionais e internacionais, também tem determinação que suspende operações financeiro-orçamentárias que não estão em conformidade Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e com as vedações da Legislação Eleitoral. O governo de Carlesse está proibido de assinar qualquer Ato que resulte em aumento de gasto do executivo, tais como reajustes de vencimentos, criação de cargos ou alterações na estrutura de carreira de servidores.

 

 

Do outro lado a campanha de Amastha ganha corpo. Trocando em miúdos, uma intervenção branca no PT Tocantinense (já que é uma decisão estatutária e normativa do diretório nacional da legenda do partido dos trabalhadores) determina que o PT deverá ficar com Carlos Amastha, o que dará a ele o maior horário eleitoral de rádio e televisão.

 

Caso o pré-candidato Amastha feche com o PR, do senador Vicentinho - já tem reunião agendada para próxima segunda-feira -, contará com mais de 65 prefeitos, os quais seguiram o senador no segundo turno e que contribuíram de forma significativa para os mais de 120 mil votos, em ambos os turnos.

 

Notícias de bastidores indicam ainda um sinal de ‘flerte’ com o MBD, do grupo do ex-governador Marcelo Miranda e não está descartada a vinda do Solidariedade e do PSDB.

 

Vale lembrar aqui que o senador Vicentinho, que é líder do PR no senado é campeão em liberação de recursos para os municípios tocantinenses. Além disso foi recentemente recebido pelo presidente da república Michel Temer, encontro que rendeu a ele mais liberações de recursos para diversos municípios do Tocantins, fato que deve ser oficialmente comunicado aos prefeitos, na reunião programada para a próxima segunda-feira, 16 em um hotel da capital.

 

 

Namoro com o Solidariedade

O partido da Solidariedade que tem como um dos seus principais líderes o vice-presidente nacional da legenda e candidato a uma das duas vagas do senado, pelo Tocantins, o ex-deputado federal Eduardo Gomes, poderá ser um diferencial na corrida ao Palácio Araguaia. Eduardo Gomes conta hoje com uma retaguarda muito forte no interior do estado, dentre elas a do prefeito Ronaldo Dimas e da maioria dos vereadores de Araguaína, sendo o prefeito Ronaldo Dimas seu avalista e apoiador.

 

O solidariedade, com quatro deputados estaduais na Assembleia legislativa tem demonstrado força política e musculatura com capacidade de somar significativamente em uma campanha majoritária. O Solidariedade ainda possui um excelente fundo partidário e importante horário eleitoral gratuito de rádio e TV. Porém, mesmo com toda essa força política, observa-se que o partido não possui, hoje, o tratamento merecido pelo Paço estadual.

 

Por enquanto permanece o diálogo do Solidariedade com alguns aliados do Palácio Araguaia, mas até o presente momento o partido não se pronunciou, preferindo permanecer atento aos acontecimentos de bastidores.

 

 Deputado Vilmar do Detran

 Amastha pode ainda conseguir construir uma arca de Noé, sem risco de virar um Titanic e com grandes chances de fazer a travessia sucessória, rumo ao palácio Araguaia, com sucesso.

 

De olhos abertos aos próximos capítulos.

Postado em Sexta, 13 Julho 2018 11:44 Escrito por

O governador Mauro Carlesse fez uma escolha coerente e acertada ao manter o competente profissional e técnico, Renato Assunção no comando do escritório de Representação do Estado em Brasília

 

Por Edson Rodrigues

 

Assessor parlamentar no Congresso Nacional por 27 anos, com atuação em áreas diretamente ligadas a orçamentos e captação de recursos públicos, além de uma carreira consolidada na área de gestão pública e assessoria política, Renato Assunção já mostrou que conhece os trâmites e os meandros dos bastidores políticos em Brasília e sabe o caminho das pedras para facilitar o acesso dos parlamentares aos membros do governo federal.

 

A escolha de Renato Assunção demonstra que Carlesse busca, também, a experiência e o respaldo da maioria da bancada federal tocantinense, pois o trabalho da equipe de Renato no escritório de Representação em Brasília já rendeu milhões às contas públicas tanto do Estado quanto dos municípios.

 

Para quem não conhece a História, Renato Assunção é “cria” do saudoso senador João Ribeiro, até hoje campeão em liberação de recursos para o Tocantins.

A manutenção de Renato Assunção pode, por exemplo, “ressuscitar” os 80 milhões de reais que vieram para a área da Educação do Estado e estão represados por falta de projetos que viabilizassem a sua utilização na reforma e ampliação de escolas, construção de salas de aula e aquisição de equipamentos de informática.  Esses recursos terão que ser aplicados ainda este ano, podendo ser prorrogados caso até o fim das obras.

 

Outra verba perdida pelo Tocantins foram 28 milhões de reais que serviriam para a instalação de uma fábrica de cadeiras de rodas e ainda há outros milhões represados em outras pastas da administração estadual, resultado de vários convênios que, com a permanência de Renato Assunção terão seus projetos retomados, haja vista que as verbas já foram liberadas, mas necessitam dos projetos prontos para que caiam nas contas do estado e dos municípios.

 

Sem sombra de dúvidas, estão de parabéns o governador Mauro Carlesse e a maioria da bancada federal tocantinense, que respaldou a permanência de Renato Assunção em suas funções.

 

Ao Dr. Renato Assunção, felicitações pelo reconhecimento do seu trabalho e boa sorte no desempenho de suas funções.

Postado em Quinta, 12 Julho 2018 07:13 Escrito por

As “oposições” caminham para uma derrota coletiva, haja vista que estão com mãos e mentes vazias, sem propostas que beneficiem a coletividade

 

Por: Edson Rodrigues e Edvaldo Rodrigues

 

A maioria dos pré-candidatos que atualmente já possui funções eletivas demonstra querer exclusivamente salvar o próprio mandato, pois não há alicerce suficiente que justifique a continuidade no poder.

 

A possível escolha do eleitor

Os 54% dos eleitores, que no processo suplementar para o mandato tampão se abstiveram, votaram nulo ou branco, nas eleições de outubro podem optar por outro caminho. Tudo indica que o eleitor poderá optar por uma estabilidade política e reeleger o governador Mauro Carlesse, mas isso dependerá significativamente do resultado da sua gestão até outubro.

 

Adeus às negociatas partidárias

Ao contrário das outras eleições, este ano será diferente. Com a nova legislação eleitoral não haverá mais “garupas”. Os partidos de aluguel perderam o valor, a importância. Os líderes, com profissão de “candidatos”, que disputavam os processos eletivos a cada dois, quatro anos, nas funções de vereadores, deputados estaduais, federais, Senado, presidente de comissão provisória de partido x ou y apenas em função de negociar coligações, perderam a mamata.

 

Eles estavam ali apenas para receber apoio financeiro para coligar e mobilizar a população. Pois acabaram  as empreiteiras, a farra dos profissionais que vivem de candidatar-se. Hoje os recursos são oficiais, com prestações minuciosas de contas junto à Justiça Eleitoral. Talvez esta seja a dificuldade de “união” de grande parte dos membros dos partidos de oposição. E, encontrar um candidato que banque a sua candidatura, pelo visto, não vão encontrar. Principalmente os que não têm condições de reeleição e os novatos que não conseguem decolar.  Para muitos é aconselhável copiar o rei Pelé e pendurar a chuteira. Não há mais a menor condição de despertar o eleitorado tocantinense.

 

Os que fazem por merecer

Não podemos deixar de citar as exceções à regra. Dentro dos partidos políticos, de oposição ou situação, existem homens bons, comprometidos com as causas sociais, focados em proporcionar desenvolvimento, gerar emprego e renda, melhorar as condições da saúde e segurança pública. Independente de onde estiverem, quais partidos políticos, o passado destes poucos avaliza uma candidatura ou reeleição.

 

Aos que estão há anos no poder e nada podem mostrar de trabalho prestado ao eleitor, desistam, pois a sociedade ciente de que este processo escolherá os seus representantes por mais quatro anos, não ficará omissa e tampouco escolherá alguém que teve a oportunidade e não prestou serviços à população.

 

Aos novatos na vida pública façam por merecer, inspirem confiança.

 

Fica a dica!

Postado em Terça, 10 Julho 2018 13:15 Escrito por
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