Da Assessoira 

 

 

Recursos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, destinados por articulação do vice-presidente do Senado e presidente do PL Tocantins, Eduardo Gomes, viabilizam o lançamento da Plataforma AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem), iniciativa do Instituto Recriar Vidas em parceria com a Fazenda da Esperança. O evento ocorre nesta sexta-feira, 20, às 9 horas.

 

A plataforma integra tecnologia e formação continuada para fortalecer políticas de socioproteção e ampliar a qualificação de profissionais que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade.

 

Para o senador Eduardo Gomes, o direcionamento dos recursos garante escala e efetividade à ação. “Trabalhamos para que o investimento chegue a quem precisa, com formação estruturada e impacto direto na rede de proteção social, inclusive no Tocantins”, afirmou.

 

 

O presidente do Instituto Recriar Vidas, Ricardo Ribeirinha, destacou o impacto direto da iniciativa nos territórios. “Cuidar da saúde mental e desenvolver a educação socioemocional nas equipes multidisciplinares dos municípios tocantinenses não é um detalhe — é essencial. Profissionais emocionalmente fortalecidos atendem melhor, trabalham com mais união e geram impacto real na vida das pessoas. Investir em quem cuida é fortalecer toda a comunidade”, afirmou.

 

A Plataforma AVA terá duração de 12 meses, com 20 módulos temáticos, conteúdos assíncronos, fóruns interativos e certificação digital. O público-alvo inclui profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), estudantes e integrantes de comunidades terapêuticas. A meta é capacitar mais de 4 mil pessoas.

 

Impacto no Tocantins

 

No Tocantins, a iniciativa prevê atuação, de modo presencial, em 15 municípios do Vale do Araguaia, com integração entre Educação, Saúde e Assistência Social, ampliando a capacidade de atendimento nos territórios.

 

Alcance

 

O lançamento será realizado em Guaratinguetá ( SP ) na sede da Fazenda da Esperança, com transmissão ao vivo para as 175 unidades, alcançando todo território nacional, os 29 países nos 4 continentes.

 

 

Posted On Quinta, 19 Março 2026 13:49 Escrito por

 

Encontro desta quarta-feira também marca a filiação do ex-governador Sandoval Cardoso e do ex-deputado federal Osires Damaso ao partido

 

 

Da Assessoria

 

 

O prefeito de Palmas, Eduardo Siqueira Campos, oficializou nesta quarta-feira, 18, como presidente regional do Podemos no Tocantins, durante agenda partidária realizada em Brasília (DF). O encontro contou com a presença da presidente nacional da sigla, deputada federal Renata Abreu, e marcou também a filiação ao partido do ex-governador Sandoval Cardoso e do ex-deputado federal Osires Damaso.

 

O movimento faz parte da reorganização do partido no Tocantins e busca fortalecer a presença da legenda no estado.

 

Ao comentar o encontro, Eduardo destacou a importância da atividade partidária e da articulação política para fortalecer os municípios.

 

“A atividade partidária é fundamental. Ter um partido estruturado e com representação fortalece a articulação política e amplia a capacidade de trazer investimentos importantes para o desenvolvimento das cidades”, afirmou.

 

Política também fortalece a gestão

 

O prefeito Eduardo Siqueira Campos também ressaltou que a articulação política tem impacto direto na gestão pública, especialmente na captação de emendas parlamentares para investimentos em infraestrutura e serviços nas cidades.

Segundo ele, a presença de parlamentares aliados facilita a destinação de recursos para obras e projetos.

 

“Sem deputados que possam ajudar a trazer emendas, os municípios enfrentam mais dificuldades para realizar investimentos. Fortalecer a representação política também significa ampliar as condições de desenvolvimento das cidades”, pontuou.

 

 

 

 

Posted On Quarta, 18 Março 2026 15:56 Escrito por

Ex-juiz da Lava Jato deve ter uma reunião nesta quarta-feira com seu partido para tratar da pré-candidatura, que hoje não está certa

 

 

Por Guilherme Caetano

 

 

O Partido Liberal (PL) fechou apoio à pré-candidatura de Sergio Moro (União-PR) ao governo do Paraná, durante reunião com o senador na sede do partido nesta quarta-feira, 18.

 

Com isso, os bolsonaristas solucionam o problema da falta de palanque para o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no Estado, uma vez que o governador Ratinho Junior (PSD) vai disputar a Presidência da República e apoiar seu próprio grupo.

 

 

"Nós vamos apoiar o Moro, isso está certo. Agora ele precisa definir a situação dele no União Brasil. E nós vamos tocar para frente", afirmou o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, após a reunião.

 

Moro deve ter uma reunião nesta noite com a federação de seu partido, a União Progressista (União-PP), para tratar da candidatura. Caso não consiga legenda para disputar, o plano B é ele se filiar ao PL.

 

Valdemar afirmou que a filiação de Moro não ficou definida no encontro desta manhã, mas sugeriu ela ser possível. Na saída do encontro, o senador não quis falar sobre o assunto.

 

"Não ficou definido nada disso. Ele (Moro) vai conversar agora para ver o que é melhor para ele. (...) E talvez com o 22 (sigla do PL) o Moro ganhe a eleição no primeiro turno, agora precisa ver se ele vem para o partido ou não", declarou.

 

O dirigente negou que o movimento represente um rompimento com o grupo de Ratinho no Paraná. Os bolsonaristas e o partido de Gilberto Kassab tiveram rusgas na eleição municipal de 2024 e hoje tem seus próprios projetos presidenciais.

 

"Não rompemos nada. O Ratinho mora no meu coração. Mas acontece que ele vai sair candidato a presidente, e daí vamos fazer zero voto no Paraná?", disse.

 

Moro vem tendo dificuldades para ter apoio da própria sigla para disputar a sucessão de Ratinho. Em dezembro, o diretório do PP no Paraná decidiu por unanimidade vetar o nome dele para o governo do Paraná pela federação. Moro, que tem liderado as pesquisas de intenção de voto, classificou a decisão à época como "imposição arbitrária".

 

A cúpula do PP no Estado tinha se reunido em Curitiba com a presença do presidente nacional da legenda, o senador Ciro Nogueira (PP-PI), que endossou o veto ao ex-juiz da Lava Jato. "O partido no Paraná não irá homologar o nome do candidato Moro. Dos 27 estados, este é o mais importante diretório, mas é o único que ainda está tendo essa discussão", disse ao sair do encontro.

 

A conversa entre Valdemar e Moro acontece uma semana após o coordenador da campanha de Flávio, o senador Rogério Marinho (PL-RN), se encontrar com Ratinho para pedir o apoio dele à candidatura presidencial do PL.

O aceite implicaria a Ratinho abrir mão da vaga hoje em disputa dentro do próprio PSD. Outros dois governadores, o de Goiás, Ronaldo Caiado, e o do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, competem entre si para se cacifar como candidato ao Palácio do Planalto pela sigla.

 

Ratinho respondeu a Marinho que o PSD não decidiu ainda quem será o presidenciável e que ele não poderia responder pela legenda, segundo aliados do governador. Os dois combinaram de se falar até o fim de março.

 

Aliados de Ratinho disseram ao Estadão que o governador levaria a Flávio a irritação provocada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nas eleições municipais de 2024. À época, PSD tinha um acordo para o PL indicar o vice na chapa do candidato à prefeitura de Curitiba, Eduardo Pimentel (PSD), apadrinhado de Ratinho.

 

Embora o PL tivesse escolhido o bolsonarista Paulo Martins para a vaga, Bolsonaro acabou ficando ao lado da rival Cristina Graeml (então no PMB, hoje no União Brasil), o que enfureceu o grupo de Ratinho.

 

O apoio declarado de Bolsonaro a Graeml às vésperas do primeiro turno foi visto como fundamental para que a jornalista de 54 anos, novata na política, garantisse seu lugar no segundo turno — ela acabaria derrotada. O episódio também pegou o PL de surpresa. Lideranças do PSD paranaense agora querem evitar uma nova traição nas eleições deste ano.

 

 

 

Posted On Quarta, 18 Março 2026 14:51 Escrito por

Pré-candidato a deputado federal, petista diz que Trump governará o Brasil se Flávio vencer eleição

 

 

Por Eduardo Gayer

 

 

O ex-ministro José Dirceu (PT) celebrou os 80 anos tal como os fez nos 50: rodeado de políticos, economistas e juristas que orbitam o Partido dos Trabalhadores. Após enfrentar a prisão no escândalo do Mensalão e ficar afastado da vida pública, Dirceu selou seu retorno à cena politica de Brasília em uma festa de aniversário na noite desta terça-feira (17), em um restaurante da capital.

 

Pré-candidato a deputado federal, o petista destacou que tentará retornar à Câmara -- de onde saiu cassado -- porque vê o Brasil em um momento político complexo.

 

"Essa campanha não é de Lulinha Paz e Amor", declarou, em uma sinalização do tom da campanha eleitoral.

Antes do "Parabéns a você", Dirceu afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai governar o Brasil se o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) for eleito presidente da República, o que demandaria uma forte mobilização da esquerda para reeleger o presidente Lula. Também disse que Flávio tem "o plano de governo de Javier Milei" e vai privatizar estatais.

 

"A presença do vice-presidente Geraldo Alckmin aqui simboliza o momento que vivemos, momento que o Brasil vê de novo ameaçada sua democracia e sua soberania", declarou.
Em 2022 e neste ano também, o ex-ministro foi defensor da aliança entre Lula e Alckmin para sinalizar uma frente ampla de enfrentamento ao bolsonarismo.

 

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) foi presença disputada para selfies, enquanto a filha primogênita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a jornalista Lurian da Silva, abraçava antigos conhecidos.

 

O ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia e o presidente da Caixa, Carlos Vieira, estiveram rapidamente no local.

 

Do governo, marcaram presença ministros como Gleisi Hoffmann (SRI), José Múcio (Defesa), Esther Dweck (Gestão) e Camilo Santana (Educação). Entre os parlamentares, a senadora Eliziane Gama (PSD-MA) e os deputados José Guimarães (PT-CE) e Paulo Pimenta (PT-RS).

 

Outra figura da velha-guarda petista a dar as caras no evento foi o ex-governador do DF Agnelo Queiroz. Afastado da política desd 2015 – incluindo um período em Miami, no auge da Lava Jato –, foi abraçado efusivamente por colegas e indicou que sairá candidato a deputado em outubro.

 

 

Posted On Quarta, 18 Março 2026 07:25 Escrito por

Da Radação

 

 

O jornal Metrópoles divulgou nesta terça-feira (17) que a possível federação entre o União Brasil e o Progressistas, tratada como estratégica para as eleições de 2026, passou a enfrentar resistência interna e entrou em zona de incerteza. O movimento ganhou força após o posicionamento do vice-presidente do União Brasil em Pernambuco, Mendonça Filho, que defendeu o adiamento ou até o cancelamento da aliança. A manifestação foi dirigida ao presidente nacional da legenda, Antonio Rueda, e evidencia que a construção da federação está longe de ser consensual.

 

Embora o impasse tenha origem em Pernambuco, onde a união impacta diretamente a disputa envolvendo João Campos e Raquel Lyra, os reflexos já começam a preocupar lideranças em outros estados.

 

No Tocantins o União Brasil é presidido pela senadora Professora Dorinha Seabra Rezende, que desponta como uma das principais lideranças no processo de sucessão estadual. Já o Progressistas passou recentemente por mudanças internas. Presidente estadual do Progressistas, o deputado federal Vicentinho Júnior, após acordo com o senador Ciro Nogueira optou por deixar a legenda e migrar para o PSDB.

 

 

Atualmente, o comando do Progressistas no Tocantins está com Hodirley Valcari, esposo da deputada estadual Janad Valcari, que mantém proximidade política com Professora Dorinha.

 

Nos bastidores, lideranças avaliam que a unificação entre União Brasil e PP pode reduzir o espaço para candidaturas, concentrar decisões e acirrar disputas internas por vagas, especialmente na montagem das chapas proporcionais. Em um cenário político marcado por acordos regionais e composições flexíveis, a imposição de uma estratégia nacional é vista com cautela.

 

Por outro lado, a não concretização da federação também traz incertezas. O recuo pode gerar desgaste entre dirigentes e provocar uma reacomodação acelerada, com impactos diretos nas alianças que vêm sendo desenhadas para 2026.

 

No Tocantins, onde as articulações já estão em curso e diferentes grupos se movimentam de olho na sucessão estadual, a definição sobre a federação tende a influenciar diretamente o equilíbrio de forças. Mais do que uma decisão partidária, trata-se de um movimento com potencial de redefinir espaços, alianças e candidaturas no estado.

 

Diante desse cenário, a federação entre União Brasil e Progressistas deixa de ser apenas uma estratégia nacional e passa a ser um fator decisivo para o jogo político regional.

 

 

Posted On Terça, 17 Março 2026 13:46 Escrito por
Página 100 de 1139