Posted On Sábado, 01 Agosto 2026 06:25 Escrito por

Prefeito de Palmas reúne secretários e lideranças municipais em encontro com a pré-candidata ao governo do Tocantins; encontra teve mais mil pessoas

 

 

Da Assessoria

 

 

A pré-candidata ao Governo do Tocantins, senadora Professora Dorinha (União Brasil), participou de um encontro com o prefeito de Palmas, Eduardo Siqueira Campos (Podemos), secretários municipais, vereadores, lideranças políticas e integrantes do primeiro escalão da administração da capital. Realizado em Palmas na manhã desta sexta-feira, 31, o evento reuniu mais de mil pessoas.

 

Ao receber Dorinha, Eduardo destacou a parceria construída ao longo dos anos e relembrou iniciativas que contaram com a atuação da senadora em áreas consideradas estratégicas para o Estado, como saúde e educação.

 

 

 

“Quando eu precisei começar a recuperar nossas UBS, foi com ela que eu contei. Na hora que eu precisava discutir o Hospital Universitário de Urgências e Emergências da UFT, foi com ela que nós contamos. Na hora que o Hospital do Amor precisou ser levantado, ela estava presente. Na hora que precisou da UFT Norte, ela estava lá para realizar. Tudo o que nós conquistamos de grande Estado tem as digitais da senadora”, afirmou.

 

Dorinha agradeceu o reconhecimento e destacou a importância do diálogo com gestores e equipes técnicas para a construção de soluções voltadas ao desenvolvimento do Tocantins.

 

“O povo de Palmas é atendido e cuidado por vocês. São vocês que fazem esse trabalho todos os dias, em cada setor da nossa capital. São vocês, junto com as lideranças do bairro e da comunidade, que conhecem de perto as necessidades da cidade e ajudam a construir soluções. Nós vamos estar juntos”, garantiu, ao projetar uma gestão estadual trabalhando em conjunto com o município, com muitas parcerias.

 

 

Posted On Sábado, 01 Agosto 2026 05:52 Escrito por

Da Assessoria

 

 

O vice-governador e pré-candidato ao Governo do Tocantins, Laurez Moreira (PSD), embarca para São Paulo (SP) na manhã deste sábado, 1º de agosto, para participar da Convenção Nacional Federação Brasil da Esperança que ocorre no domingo, 2. O evento vai oficializar a candidatura do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, ao mesmo cargo nas Eleições 2026.

 

Laurez Moreira foi convidado pelo Presidente Lula para participar da programação que, além de homologar a candidatura do presidente, também servirá para fazer as demais deliberações partidárias previstas para o processo eleitoral, contribuindo para o fortalecimento da unidade democrática e do diálogo entre as forças políticas comprometidas com o desenvolvimento do Brasil.

 

O pré-candidato Laurez Moreira destacou que este será um momento ímpar para o Brasil e para o Tocantins. “É um momento importante para a democracia e reafirmo minha confiança de que uma parceria sólida com o presidente Lula será decisiva para impulsionar o desenvolvimento do Tocantins. Nosso estado precisa fortalecer o diálogo com o Governo Federal para ampliar investimentos em áreas essenciais, como infraestrutura, saúde, educação, habitação e geração de empregos. Trabalhando em conjunto, vamos criar mais oportunidades e construir um Tocantins cada vez mais forte e preparado para o futuro”, comentou.

 

Laurez Moreira vai a São Paulo na companhia do pré-candidato ao Senado Federal Paulo Mourão (PT), seu companheiro de chapa. Os pré-candidatos têm cumprido agenda em conjunto no estado do Tocantins, visitando os municípios e dialogando com a população.

 

 

Posted On Sábado, 01 Agosto 2026 05:51 Escrito por

A lista reúne candidaturas próprias, apoios declarados e alianças estaduais, que ainda podem mudar até a próxima quarta (5), quando termina o prazo das convenções.

 

 

LAURA INTRIERI - (FOLHAPRESS)

 

 

Na reta final das convenções partidárias, o presidente Lula (PT) tem nomes associados a seu campo para os governos nas 27 unidades da Federação.

 

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chega à mesma etapa com cinco estados sem palanque definido ou em que seu partido não lançou candidato nem se aliou a outra chapa: Acre, Alagoas, Maranhão, Minas Gerais e Pernambuco.

 

A lista reúne candidaturas próprias, apoios declarados e alianças estaduais, que ainda podem mudar até a próxima quarta (5), quando termina o prazo das convenções.

 

Nos últimos meses, os dois lados barraram candidaturas próprias, administraram disputas internas e priorizaram alianças para ganhar capilaridade nos estados. A montagem das chapas exige conciliar as eleições para governador e para o Senado com os acordos nacionais de cada partido.

 

Norte

Na região Norte, o campo de Lula reúne Dr. Thor Dantas (PSB), no Acre; Clécio Luís (União Brasil), no Amapá; Omar Aziz (PSD), no Amazonas; Hana Ghassan (MDB), no Pará; Expedito Netto (PT), em Rondônia; Nelita Frank (PT), em Roraima; e Laurez Moreira (PSD), no Tocantins.

 

Flávio tem nomes identificados em seis estados da região: Maria do Carmo Seffair (PL), no Amazonas; Daniel Santos (Podemos), no Pará; Marcos Rogério (PL), em Rondônia; Arthur Henrique (PL), em Roraima; Professora Dorinha Seabra (União Brasil), no Tocantins; e Dr.Furlan (PSD), no Amapá.

 

Nordeste

 

Lula tem nomes definidos nos nove estados nordestinos: Renan Filho (MDB), em Alagoas; Jerônimo Rodrigues (PT), na Bahia; Elmano de Freitas (PT), no Ceará; Felipe Camarão (PT), no Maranhão; Lucas Ribeiro (PP), na Paraíba; João Campos (PSB), em Pernambuco; Rafael Fonteles (PT), no Piauí; Cadu Xavier (PT), no Rio Grande do Norte; e Fábio Mitidieri (PSD), em Sergipe.

 

Na Bahia, a disputa vai reeditar o confronto de 2022 entre Jerônimo e ACM Neto. O PT trabalha para nacionalizar a campanha e estimular o voto casado no governador e em Lula, enquanto o PL integra a aliança estadual do ex-prefeito de Salvador. ACM Neto, porém, adotou uma estratégia de distanciamento da eleição presidencial e declarou apoio a Ronaldo Caiado, do PSD.

 

O Nordeste concentra algumas das principais dificuldades de Flávio na montagem dos palanques. Os alinhados a Flávio na região são Efraim Filho (PL), na Paraíba; Joel Rodrigues (PP), no Piauí; Álvaro Dias (PL), no Rio Grande do Norte; e Ricardo Marques (PL), em Sergipe. No Ceará, o partido trabalha por uma aliança estadual com Ciro Gomes, mas o tucano tem sinalizado que não participará da campanha presidencial.

 

Centro-Oeste

 

No Distrito Federal, Lula terá dois palanques locais separados, com Leandro Grass (PT) e Ricardo Cappelli (PSB). A governadora Celina Leão (PP) é o nome associado a Flávio. O apoio do PL a Celina vinha sendo articulado nos bastidores, com participação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), embora a composição formal ainda dependesse das convenções.

 

Em Goiás, o PT trabalha com Luís César Bueno para dar palanque a Lula, enquanto Wilder Morais é o candidato do PL. Em Mato Grosso, Natasha Slhessarenko (PSD) é o nome associado ao presidente e Wellington Fagundes (PL), ao senador.

 

Em Mato Grosso do Sul, Fábio Trad (PT) será o candidato de Lula. O governador Eduardo Riedel (PP) declarou apoio a Flávio.

 

Sudeste

 

No Espírito Santo, Helder Salomão (PT) é o candidato ligado a Lula. No campo de Flávio, o ex-prefeito de Vitória Lorenzo Pazolini (Republicanos) declarou apoio ao senador e negociou uma aliança com o PL.

 

Em Minas Gerais, o PT definiu Patrus Ananias como candidato ao governo e encerrou a última indefinição na articulação de Lula. Flávio ainda não tem palanque mineiro decidido. O PL aguardava a decisão do senador Cleitinho Azevedo (Republicanos), que lidera pesquisas para o governo, mas ainda não confirmou a candidatura.

 

No Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD) é o nome ligado a Lula, e Douglas Ruas (PL), a Flávio. Jane Reis (MDB) integra a chapa de Paes como vice.

 

Em São Paulo, os dois lados estão consolidados. O PT oficializou Fernando Haddad como candidato ao governo em convenção com Lula, enquanto o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) tenta a reeleição como principal aliado estadual de Flávio.

Sul

 

No Paraná, Lula terá como palanque Requião Filho (PDT), após o PT fechar uma aliança estadual com o partido. Flávio estará com Sergio Moro (PL), que lançou sua candidatura ao governo ao lado do senador.

No Rio Grande do Sul, o PT apoiará Juliana Brizola (PDT), depois de abrir mão da candidatura de Edegar Pretto em favor da unidade da aliança. Flávio terá Luciano Zucco (PL), que oficializou sua candidatura com a presença do presidenciável.

 

Em Santa Catarina, o ex-deputado e empresário Gelson Merísio (PSB) diz que pretende oferecer um “palanque sólido” a Lula. O governador Jorginho Mello (PL), candidato à reeleição, está no campo de Flávio.

 

 

Posted On Sábado, 01 Agosto 2026 05:49 Escrito por

Representação do Novo pede investigação por quebra de decoro após divulgação de relatórios da Polícia Federal

 

 

 

Com Jornal de Brasília

 

 

A investigação sobre o Banco Master abriu uma nova frente de desgaste para Jaques Wagner (PT-BA) dentro do Senado. O partido Novo levou o caso ao Conselho de Ética e pediu a abertura de um processo para verificar se a conduta do ex-líder do governo Lula configura quebra de decoro parlamentar.

A representação ganhou força após André Mendonça, ministro do Supremo Tribunal Federal, liberar documentos que estavam sob sigilo. O material descreve a proximidade de Wagner com Augusto Ferreira Lima, o “Guga Lima”, e aponta que essa relação teria aproximado o senador de Daniel Vorcaro, ex-controlador do Master.

 

A Polícia Federal identificou 74 ligações entre Wagner e Augusto Lima, realizadas entre novembro de 2023 e maio de 2025, com duração total de cinco horas e meia. Para os investigadores, os contatos teriam criado um canal para tratar de operações e pautas legislativas de interesse do banco, embora as suspeitas ainda dependam do avanço das apurações.

Outro ponto analisado envolve possíveis vantagens econômicas recebidas pelo parlamentar. Entre os elementos citados está a negociação de um apartamento avaliado em R$ 2,5 milhões, que teria seguido uma estrutura semelhante à investigada no caso do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa. Wagner foi alvo de busca e apreensão na nona fase da Operação Compliance Zero, realizada em 18 de junho.

 

O senador evitou responder diretamente às suspeitas e afirmou seguir a orientação de seus advogados para permanecer em silêncio sobre o mérito do inquérito. Em entrevista à Rádio Baiana FM, Wagner disse que a investigação também pode servir para “afastar a culpa”. Agora, além da apuração conduzida pela PF, ele poderá enfrentar um procedimento político no Senado.

 

 

Posted On Sábado, 01 Agosto 2026 05:46 Escrito por
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