Da Assessoria

 

 

Investimento de R$ 1,5 milhão, viabilizado por articulação do deputado federal, transforma antigo lote baldio em espaço de lazer e convivência para a comunidade.

 

O deputado federal e pré-candidato ao Governo do Tocantins, Vicentinho Júnior (PSDB), vistoriou as obras do novo Centro Esportivo Comunitário de Luzimangues, distrito de Porto Nacional. A iniciativa foi viabilizada por articulação do parlamentar junto ao Governo Federal e representa um investimento de R$ 1,5 milhão, por meio do programa Novo PAC Seleções.

 

Acompanhado da vereadora Duerita Neta, Vicentinho Júnior percorreu as instalações da futura arena poliesportiva, localizada no Residencial Jardim Madrid, e destacou a importância do empreendimento para a comunidade.

 

"O que antes era um lote baldio, hoje se transforma em um belo espaço de lazer e esportes para nossa gente", afirmou o deputado.

 

A estrutura contará com campo society de grama sintética, quadra de basquete 3x3, pista de caminhada e playground, integrando o programa Arenas Brasil.

 

 

O centro esportivo de Luzimangues é uma das 12 unidades contempladas no Tocantins com recursos do Novo PAC Seleções, que destinou aproximadamente R$ 18 milhões ao estado para implantação desses equipamentos públicos.

 

Segundo Vicentinho Júnior, os centros esportivos comunitários ampliam o acesso da população ao esporte, ao lazer e à convivência social, além de promoverem mais qualidade de vida.

 

"Esse é o tipo de entrega que muda a realidade dos bairros. O esporte transforma vidas, e trabalhamos para garantir que o Tocantins fosse contemplado com esses investimentos do Novo PAC", destacou.

 

Além de Luzimangues, os Centros Esportivos Comunitários também serão implantados nos municípios de Augustinópolis, Ananás, Axixá do Tocantins, Lagoa da Confusão, Paranã, Pedro Afonso, São Miguel do Tocantins, Taguatinga e Xambioá.

 

Recursos para Porto Nacional

 

Ao longo de seus mandatos, Vicentinho destinou R$ 57,1 milhões para Porto Nacional, entre emendas, propostas voluntárias e articulações junto ao Governo Federal.

 

Entre os investimentos mais recentes estão R$ 570 mil para reforma do CRAS, R$ 796 mil para custeio da média e alta complexidade da saúde, R$ 3 milhões para a reforma do Centro Histórico e R$ 300 mil para o IFTO de Porto Nacional.

 

 

Posted On Quarta, 01 Julho 2026 09:52 Escrito por

Por Edson Rodrigues

 

 

Julho começa inaugurando uma nova fase da sucessão estadual no Tocantins. Os principais grupos políticos começam a definir estratégias, consolidar alianças e preparar a estrutura que sustentará as campanhas até as convenções partidárias.

 

Na base do governador Wanderlei Barbosa, os sinais são de unidade em torno da pré-candidata ao Governo, senadora Professora Dorinha Seabra. A parlamentar passou a assumir um discurso cada vez mais característico de quem disputa o Palácio Araguaia.

 

 

Nas últimas agendas, Dorinha tem mandado recados aos adversários, especialmente quando trata do agronegócio. A frase de que “não adianta calçar bota em carreata e não fazer nada pelo agro” repercutiu nos bastidores e foi interpretada como um claro posicionamento político.

 

As pesquisas de intenção de voto continuam colocando a senadora na liderança da corrida ao Governo. Entretanto, o deputado federal Vicentinho Júnior segue em trajetória de crescimento e já aparece tecnicamente empatado com a candidata governista, tornando a disputa muito mais acirrada.

 

KÁTIA ABREU

 

 

Presidente Lula, Ex-presidente Dilma Russeff, senaador Renan Calheiros e Kátia Abreu

 

Independentemente de exercer ou não um mandato eletivo, a ex-ministra da Agricultura e ex-senadora Kátia Abreu continua sendo uma das maiores articuladoras da política tocantinense.

 

Com forte influência em Brasília, trânsito consolidado nos três Poderes e acesso direto às principais lideranças nacionais, Kátia mantém um protagonismo que poucos políticos do Estado possuem.

 

Por isso, tanto governistas quanto oposicionistas acompanham atentamente cada um de seus movimentos.

 

Segundo avaliação do Observatório Político de O Paralelo 13, sua prioridade absoluta é eleger o empresário Iratã Abreu deputado federal.

 

Iatã Abreu e o prefeito de Porto Nacional Ronivon Maciel 

 

Já em relação ao senador Irajá Abreu, a situação é completamente diferente.

 

O distanciamento político e pessoal entre mãe e filho continua evidente.

 

Na última sexta-feira, chamou atenção a ausência de Irajá na tradicional feijoada realizada por Kátia Abreu em sua chácara, em Palmas.

 

Segundo apurou o Observatório Político de O Paralelo 13, a ausência foi interpretada como mais um capítulo do desgaste entre os dois.

 

Fontes afirmam que um dos motivos seria a decisão de Kátia de assegurar ao ex-prefeito de Porto Nacional e ex-deputado Paulo Mourão o apoio do PT na disputa pelo Senado, candidatura que também teria o respaldo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do Palácio do Planalto.

 

Assim, enquanto Kátia concentra todos os esforços para eleger Iratã Abreu deputado federal, Irajá conduz seu próprio projeto político, distante da estratégia da mãe.

 

 

Kátia Abreu com o presiente do PT no Tocantins, Nile William

 

A grande pergunta que domina os bastidores da política tocantinense permanece sem resposta.

 

Qual será, afinal, o principal objetivo eleitoral de Kátia Abreu?

 

Eleger Iratã Abreu deputado federal? Trabalhar pela reeleição do presidente Lula? Fortalecer Paulo Mourão na disputa pelo Senado? Ou concentrar seus esforços para impedir a vitória da candidatura oficial do Palácio Araguaia, representada pela senadora Professora Dorinha Seabra? Somente a própria Kátia conhece a resposta.

 

Enquanto isso, suas reuniões políticas continuam acontecendo em Palmas, recebendo empresários, prefeitos, ex-prefeitos e lideranças de diversas regiões do Estado.

 

LAUREZ MOREIRA

 

 

 

Se a base governista demonstra maior organização, o mesmo não pode ser dito da oposição.

 

Hoje, cada liderança segue praticamente seu próprio caminho.

 

O PSD trabalha a pré-candidatura de Laurez Moreira ao Governo.

 

O PT organiza sua estratégia para 2026.

 

Já o senador Irajá mantém uma agenda voltada quase exclusivamente para sua campanha de reeleição.

 

Na avaliação do Observatório Político de O Paralelo 13, Irajá ainda não conseguiu, ou não trabalha para dar musculatura política à candidatura de Laurez Moreira.

 

Enquanto o vice- governador percorre o Estado tentando consolidar seu projeto, o senador prioriza sua própria sobrevivência eleitoral.

 

Na prática, os dois projetos caminham paralelamente. Essa falta de integração enfraquece o campo oposicionista e reduz as chances de Laurez chegar competitivo à reta final da campanha.

 

Segundo apurou o Observatório Político de O Paralelo 13, Laurez acompanha atentamente todas essas movimentações e sabe exatamente o que acontece nos bastidores de sua pré-candidatura.

 

As mesmas fontes afirmam que deverá ser anunciada, em breve, uma composição entre Laurez Moreira e Paulo Mourão, pré-candidato do PT ao Senado.

 

Apesar das especulações, pessoas próximas garantem que Laurez continuará cumprindo normalmente sua agenda como pré-candidato ao Governo.

 

A PARTIR DE JULHO

 

 

 

A partir deste mês, a disputa muda completamente de patamar. Chega o momento em que discurso deixa de ser suficiente.

 

Será preciso mostrar estrutura política, recursos financeiros, fundo partidário, apoio de prefeitos, vereadores, lideranças regionais e capacidade de mobilização.

 

Sem esse combustível, dificilmente qualquer candidatura permanecerá competitiva.

 

A eleição para o Senado também começa a ganhar contornos mais definidos.

 

Na avaliação do Observatório Político de O Paralelo 13, a tendência é que o próximo senador do Tocantins seja eleito com uma votação entre 160 mil e 180 mil votos.

 

Caso essa projeção se confirme, será uma das menores votações necessárias para conquistar uma vaga ao Senado nos últimos anos.

 

Isso torna a eleição ainda mais estratégica. Cada voto passa a valer muito mais, exigindo dos candidatos uma campanha altamente organizada, presença permanente nos municípios e alianças políticas capazes de alcançar todas as regiões do Estado.

 

O GRANDE RISCO DE NÃO HAVER SEGUNDO TURNO

 

 

 

O Observatório Político de O Paralelo 13 identifica um cenário que merece atenção.

 

Caso a candidatura governista mantenha seu ritmo de crescimento e a oposição permaneça dividida, existe um risco concreto de que a eleição para o Governo seja decidida ainda no primeiro turno.

 

Hoje, essa hipótese já faz parte das análises dos principais observadores da política estadual.

 

Laurez Moreira construiu sua vida pública como um político respeitado, defensor da Constituição, do erário público e reconhecido pela capacidade de diálogo.

 

Mas eleição majoritária exige mais do que credibilidade.

 

Exige grupo político.

 

Exige alianças.

 

Exige transferência de votos.

 

Se o senador Irajá Abreu continuar conduzindo uma campanha isolada, sem fortalecer efetivamente a candidatura de Laurez Moreira, dificilmente o projeto do PSD ganhará musculatura suficiente para provocar um segundo turno.

 

Até as convenções partidárias muita coisa ainda poderá mudar.

 

Nos bastidores, porém, a engenharia política segue em plena construção.

 

O Observatório Político de O Paralelo 13 pode assegurar aos seus leitores que as próximas semanas reservarão movimentos surpreendentes.

 

Na política tocantinense, ainda haverá muitas mudanças de posição, novas alianças e reviravoltas.

 

Como diz o velho ditado, nesta eleição ainda veremos “elefante voar”.

 

Preparem-se. Muitas novidades estão por vir.

 

Estamos de olho.

 

 

Posted On Quarta, 01 Julho 2026 06:28 Escrito por

Da Assessoria 

 

 

Na condição de presidente estadual do PSD no Tocantins, o vice-governador e pré-candidato ao Governo do Estado, Laurez Moreira, assinou nesta segunda-feira, 29, o Termo de Compromisso pela Integridade das Eleições 2026, durante cerimônia realizada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO), em Palmas.

 

O documento, firmado por representantes dos partidos políticos, estabelece um compromisso conjunto em defesa dos valores democráticos, do respeito às instituições, do combate à desinformação, da observância da legislação eleitoral e da realização de um processo eleitoral seguro e transparente.

 

Laurez Moreira ressaltou sua confiança na Justiça Eleitoral e lembrou sua trajetória política, marcada pela conquista de nove mandatos eletivos. "Eu sempre acreditei na Justiça Eleitoral. Disputei várias eleições ao longo da minha vida e nunca tive nenhum dissabor em relação à sua atuação. Continuo confiando e tenho certeza de que teremos uma eleição limpa e transparente", afirmou.

 

Laurez também defendeu campanhas pautadas pelo respeito e por propostas para a população. "Sempre fiz campanha apresentando projetos, propostas e ideias, com lealdade aos meus concorrentes. Vamos fazer a nossa parte para que o eleitor tenha acesso às melhores informações, conheça os candidatos e possa escolher livremente aquele que apresentar a melhor proposta para o Tocantins", concluiu.

 

 

Posted On Terça, 30 Junho 2026 05:46 Escrito por

Da Assessoria

 

 

O pré-candidato a deputado federal, Fábio Vaz (REP), recebeu o apoio político formal de um grupo de quase uma dezena de pastores e líderes religiosos de todo o Estado, reunidos em Palmas, na manhã desta segunda-feira, 29. Fábio Vaz se apresentou como um representante legítimo do segmento evangélico, por compreender e defender as principais demandas legislativas do povo Cristão e se comprometeu a apoiar a formação de líderes religiosos, a partir da sua experiência como educador.

 

Representantes de igrejas Batistas, Universal do Reino de Deus, Assembleia de Deus (Ciadseta), Quadrangular , Videira e dos Ministérios Independentes se mostraram entusiasmados com o compromissos assumidos inicialmente por Fábio Vaz, mas definiram a realização de um encontro com mais líderes para retirar uma carta compromisso para ser assinada pelo pré-candidato. “O povo cristão tem suas demandas legislativas e as suas preocupações. Não queremos eleger representantes que farão leis contra nós”, argumentou o líder Gilmar da igreja Batista de Araguaína. Também esteve presente na reunião o pastor Milton, chefe de gabinete do deputado federal Eli Borges, pré-candidato a senador pelo Republicanos.

 

O pastor Esdras da Igreja Universal que também é pré-candidato a deputado estadual pelo Republicanos, confirmou o apoio de seu grupo a Fábio Vaz, diante da forte conexão de Fábio com os evangélicos e com a educação, mas deixou claro que os pastores irão cobrar os compromissos assumidos. “Quando a obra de Deus precisar, nós vãos à sua porta”, disse pastor. Fábio Vaz e sua família congregam na igreja Batista Crescer em Palmas e ele narrou sua conversão em 2004, logo após entrar para a política, em Palmeirópolis, no Sul do Estado.

 

 

 

Posted On Terça, 30 Junho 2026 05:45 Escrito por

Por Edson Rodrigues

 

 

Existe um tipo muito comum de parlamentar em Brasília. É aquele que conhece profundamente o funcionamento da Câmara, domina o Regimento, apresenta projetos, relata matérias, participa das votações e cumpre, com eficiência, aquilo que se espera de um deputado federal.

 

Ricardo Ayres faz tudo isso.

 

Aliás, faz com números difíceis de ignorar. É o deputado federal tocantinense que mais relatou projetos de lei desde a criação do Estado. Uma marca que dificilmente será superada tão ce e que revela confiança técnica, capacidade de diálogo e reconhecimento entre os próprios colegas. Soma-se a isso uma produção legislativa intensa, centenas de proposições apresentadas e, disparado, o mandato mais produtivo da bancada do Tocantins.

 

Mas essa talvez seja a parte menos interessante da história.

 

O curioso em Ricardo Ayres é que ele parece não acreditar que existam assuntos que não sejam da sua conta.

 

É como se tivesse uma incapacidade quase crônica de ouvir a frase: “isso não é competência de um deputado federal”.

 

Se o problema é uma rodovia, ele entra.

 

Se é um hospital, também.

 

Se envolve universidade, ciência, inovação, meio ambiente, cultura, infraestrutura, esporte ou desenvolvimento econômico, dificilmente ficará apenas assistindo.

 

Foi assim quando decidiu transformar a federalização de rodovias e a recuperação das BRs do Tocantins em uma pauta permanente junto ao Governo Federal.

 

Foi assim quando assumiu a defesa da implantação do Hospital Universitário da UFT. Não se limitou a pedir recursos. Foi até São Paulo buscar uma cooperação técnica com a USP para ajudar a construir um modelo capaz de tirar o projeto do papel.

 

Foi assim quando resolveu disputar para o Tocantins um investimento de R$ 100 milhões do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico para a implantação de um parque tecnológico em parceria com a Unitins.

 

Dessa vez, não conseguiu.

 

O recurso ficou com outro projeto.

 

E talvez esse seja justamente o detalhe interessante.

 

Ricardo Ayres também perde.

 

 

Nem toda reunião termina com assinatura de convênio. Nem toda articulação vira obra. Mas é difícil lembrar de outro deputado tocantinense disposto a disputar um investimento dessa dimensão para um Estado que sequer costumava entrar nesse tipo de conversa.

 

Foi assim quando passou a defender grandes projetos logísticos para o Estado. Hidrovias, Ferrovia Norte Sul, corredores de exportação, plataformas multimodais e infraestrutura deixaram de ser temas restritos aos ministérios e passaram a fazer parte da agenda de um deputado tocantinense.

 

Também foi assim ao entrar nas discussões sobre o Pedral do Lourenço. Em vez de acompanhar o assunto de longe, percorreu ministérios, buscou diálogo com o Ibama, com a Funai e outros órgãos federais para tentar destravar licenças e superar entraves que impedem o avanço de uma obra considerada estratégica para o Norte do país.

 

Na saúde, a atuação também extrapola a rotina parlamentar.

 

Há uma sequência de articulações junto ao Governo Federal que resultou em novas UBS, CAPS, ambulâncias, centenas de kits de telemedicina, equipamentos de alta complexidade, tomógrafo para o Hospital Geral de Palmas, estrutura cirúrgica para o HGP e para o Hospital Regional de Araguaína, além da construção do novo Hospital da Mulher e Maternidade de Araguaatins.

 

Não são iniciativas que se resolvem apenas com a destinação de emendas parlamentares. Exigem negociação, reuniões técnicas, persistência e uma capacidade quase infinita de voltar ao mesmo assunto até que alguém resolva dizer “sim”.

 

Hoje virou quase uma obrigação política discursar contra os impactos das apostas esportivas.

 

Ricardo Ayres começou essa discussão quando o tema ainda despertava pouco interesse. Apresentou projetos, cobrou fiscalização, pediu a proibição da publicidade dos jogos, alertou para os riscos da manipulação de resultados, do avanço do vício em jogos e da influência das apostas sobre o futebol brasileiro muito antes de o assunto ocupar diariamente os noticiários.

 

Há quem veja nisso excesso de protagonismo.

 

Há quem diga que ele gosta de entrar em debates que não lhe dizem respeito.

 

Há colegas que brincam, mas com fundo de verdade, dizendo que Ricardo Ayres é incapaz de passar por uma porta entreaberta sem colocar a cabeça para saber o que está acontecendo.

 

Talvez tenham razão.

 

Porque, quando alguém afirma que determinado assunto pertence a outro ministério, outro órgão ou outra esfera de governo, sua reação costuma ser perguntar onde fica o gabinete.

 

Quando depende do Ibama, ele vai ao Ibama.

 

Quando depende da Funai, ele procura a Funai.

 

Quando depende da USP, pega um avião para São Paulo.

 

Quando depende de um ministro, tenta convencer o ministro, chegando a “acampar” na porta dos gabinetes.

 

Nos bastidores, existe até uma história que ajuda a explicar esse jeito de agir.

 

Em 2023, durante uma viagem de férias à Itália, Ricardo Ayres iniciou tratativas para conseguir uma audiência com o então Papa Francisco. O objetivo era compartilhar suas preocupações em relação aos direitos dos povos indígenas brasileiros.

 

Para fortalecer o pedido, conseguiu uma carta assinada por Dom Pedro Brito Guimarães, arcebispo de Palmas, referendando a solicitação encaminhada ao Vaticano.

 

A audiência acabou não acontecendo.

 

O estado de saúde do Papa Francisco levou ao cancelamento de compromissos e inviabilizou o encontro.

 

Mas, convenhamos.

 

Se alguém imaginava que Ricardo Ayres iria até Roma sem ao menos tentar uma audiência com o Papa, provavelmente ainda não tinha entendido como ele funciona.

 

É um comportamento que, às vezes, beira a teimosia.

 

Em outras, a inconveniência.

 

Mas existe uma coincidência curiosa.

 

Boa parte das grandes pautas que hoje movimentam o Tocantins passou, em algum momento, por esse caminho.

 

Algumas deram certo.

 

Outras continuam esperando.

 

E algumas, simplesmente, não aconteceram.

 

Talvez esse seja o preço de quem prefere disputar projetos improváveis em vez de escolher apenas batalhas fáceis.

 

Em Brasília existe uma regra silenciosa: cada um cuida do seu pedaço.

 

Deputado cuida de leis.

 

Ministro cuida de ministério.

 

Reitor cuida de universidade.

 

Governador cuida de obra.

 

Ricardo Ayres nunca pareceu muito interessado em respeitar essa divisão.

 

Talvez por isso seja visto, às vezes, como exagerado, insistente, até um pouco intrometido.

 

Mas também talvez seja por isso que, quando aparece uma grande discussão envolvendo o Tocantins, dificilmente alguém estranha ao encontrá-lo sentado à mesa.

 

Mesmo quando ninguém lembrou de convidá-lo.

 

E, pensando bem, talvez existam coisas que realmente não precisem de convite.

 

 

 

Posted On Segunda, 29 Junho 2026 09:51 Escrito por
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