Ao lado de Amélio Cayres e aliados, candidato relembrou caminhada pelos municípios, destacou a mobilização popular e afirmou que projeto foi construído a partir da escuta da população
Da Assessoria
A campanha de Vicentinho Júnior realizou, na noite desta quinta-feira, 1º, em Palmas, a grande reunião de encerramento desta fase da campanha. Ao lado do candidato a vice-governador, Amélio Cayres, dos candidatos ao Senado Alexandre Guimarães e Vanderlei Luxemburgo, de candidatos proporcionais, lideranças e apoiadores, Vicentinho fez um balanço da caminhada pelo Tocantins, agradeceu a mobilização popular e reforçou a mensagem de mudança levada às diferentes regiões nos últimos meses.
Durante o encontro, Vicentinho destacou que reuniões de apoio à candidatura aconteciam simultaneamente em dezenas de municípios do Tocantins. A mobilização na reta final refletiu uma campanha que começou com encontros menores e ganhou as ruas, praças, casas, caminhadas e grandes reuniões em todas as regiões.
“Diziam que as reuniões do Vicentinho e do Amélio iam encher uma Kombi. E eu dizia: quem foi que disse que eu sou candidato para encher Kombi? Eu quero encher o coração do nosso povo de esperança. Quero colocar na mente dos tocantinenses uma reflexão: o Tocantins pode ser melhor, o Tocantins pode voltar a ser melhor”, afirmou.
Uma campanha construída ouvindo
Amélio Cayres também relembrou o início da caminhada ao lado de Vicentinho e Alexandre Guimarães. O candidato a vice-governador recordou que os primeiros encontros chegaram a reunir dez ou 20 pessoas, muitas vezes debaixo de árvores, em praças, casas e quintais. Para ele, foi desse contato direto que nasceu boa parte do projeto apresentado aos tocantinenses.
“Às vezes, sentar com uma pessoa no banco de uma praça, no fundo de um quintal, e ouvir é a melhor forma de construir um projeto. Começamos com dez pessoas, com vinte, às vezes debaixo de uma árvore. E o povo foi abraçando a nossa campanha”, disse Amélio.
Vicentinho também colocou a capacidade de ouvir como princípio para uma eventual gestão. “Para todo problema, metade dele é saber ouvir e a outra metade é saber encaminhar. Ouça as pessoas, construa a solução e depois entregue”, declarou.
Ao longo da caminhada, essa escuta resultou em compromissos apresentados para saúde, segurança, educação, infraestrutura, desenvolvimento econômico e valorização dos servidores. Na reunião de encerramento, Vicentinho voltou a falar da situação da saúde pública, do atendimento do Servir, da valorização dos contratados e terceirizados e da realização de concursos públicos.
“Aquilo que está bom, vamos melhorar”
Vicentinho destacou que a mudança defendida durante a campanha passa pela solução dos problemas encontrados nas viagens pelos municípios, sem abandonar aquilo que funciona.
“Aquilo que está bom, nós vamos melhorar. Mas aquilo que não está bom, nós vamos mudar. A partir de janeiro, o tocantinense volta a ter uma saúde de excelência no nosso Tocantins”, disse.
Amélio afirmou que pretende levar para o Palácio Araguaia a mesma proximidade encontrada durante as visitas às famílias. “O mesmo carinho, a mesma atenção e a mesma receptividade que nós tivemos quando visitamos a casa do povo, nós vamos levar para o Palácio Araguaia. Vamos abrir as portas para receber a nossa gente”, afirmou.
Respeito até o fim
Ao fazer um balanço da campanha, Vicentinho lembrou as dificuldades enfrentadas desde a convenção no Ginásio Ayrton Senna e agradeceu aos candidatos, lideranças, vereadores, vice-prefeitos, prefeitos e apoiadores responsáveis por organizar caminhadas, carreatas e reuniões por todo o Tocantins.

O candidato destacou ainda a decisão de conduzir a disputa sem transformar divergências políticas em ataques pessoais ou às famílias dos adversários. A postura, afirmou, foi uma orientação que recebeu dentro de casa e que procurou manter durante toda a caminhada.
“Viemos até aqui respeitando as casas e as famílias. Fizemos um bom debate. Aqui não se discutem as pessoas, aqui se discutem as ideias que movem o coração das pessoas pelo Tocantins”, afirmou.
Na reta final, Vicentinho pediu aos apoiadores que conversem com os eleitores ainda indecisos, apresentem as propostas e mantenham o diálogo e o respeito que marcaram a campanha.
“Chegaremos com fé em Deus e com a bondade do povo, do Bico do Papagaio ao Sudeste, do Sul ao Vale do Araguaia e ao Jalapão. Vamos fazer esse Tocantins voltar a pulsar no coração dos tocantinenses”, declarou.
Aniversário do pai marca encerramento
A noite também teve um momento familiar. Vicentinho lembrou o aniversário do pai, o ex-senador Vicentinho Alves, comemorado nesta quinta-feira, 1º. Ao lado da família, dos candidatos e apoiadores, ele puxou o “parabéns” em homenagem ao pai.
O gesto encerrou uma noite marcada por agradecimentos e pela lembrança da trajetória percorrida desde o início da campanha. Vicentinho ressaltou a participação da família e de todos que estiveram ao lado da chapa durante os últimos meses.
“Que Deus abençoe a vida de vocês, que Deus abençoe a casa de vocês e a casa de todos os tocantinenses que até aqui acompanharam a nossa caminhada”, finalizou.
Candidato ao Senado destacou as grandes mobilizações da reta final, agradeceu aos tocantinenses que receberam a chapa e fez um chamado à participação nas urnas
Da Assessoria
O candidato ao Senado Alexandre Guimarães participou, nesta quinta-feira, 1º, em Palmas, do último grande encontro da campanha da chapa de Vicentinho Júnior antes da eleição. Depois de percorrer todas as regiões e de participar de grandes mobilizações em Gurupi e Araguaína nesta reta final, Alexandre fez um discurso de gratidão pela caminhada e colocou o eleitor no centro da decisão.
“Caminhamos o Tocantins inteiro, do Sudeste ao Bico do Papagaio, do Centro-Norte ao Sul. Cada canto do Tocantins pôde receber o sentimento da esperança”, afirmou.
Alexandre dedicou parte da fala às pessoas que receberam a comitiva durante as viagens. Citou moradores que abriram suas casas, organizaram reuniões, ofereceram café, almoço, jantar e até hospedagem, além das equipes que trabalharam diariamente nos bastidores da campanha.

“Quero agradecer a cada um daqueles que abriram a porta das suas casas, aqueles que fizeram reunião grande, aqueles que fizeram reunião pequena, aqueles que nos ofertaram o café, o almoço, uma janta, que nos ofertaram a cama para nós dormirmos. Obrigado a cada um dos tocantinenses por tamanho cuidado”, disse.
De Gurupi e Araguaína a Palmas
Ao lembrar os últimos dias da campanha, Alexandre destacou a presença popular nas mobilizações. “Gurupi deu um show. Depois fomos para nossa Araguaína e que calor humano foi na nossa querida Araguaína. E chegar aqui na nossa capital para fazer uma despedida dessa nos honra e nos reabastece”, declarou.
O candidato também agradeceu prefeitos, vereadores, ex-prefeitos, candidatos proporcionais, deputados, lideranças e profissionais que participaram da caminhada. Ao mencionar os adversários, Alexandre ressaltou a importância do debate democrático durante o período eleitoral.
Na reta final, disse chegar às urnas com a mesma disposição que tinha quando começou a campanha. “Eu estou empolgado como se fosse o primeiro dia da nossa campanha, o primeiro discurso, a primeira vez em que nós falamos no palanque. É o sentimento e a empolgação que eu tenho no dia de hoje”, afirmou.
Alexandre encerrou o discurso reforçando que a palavra final pertence ao eleitor. “Aqui é o povo que diz. É o povo que decide para onde vai”, declarou.
Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues
A campanha eleitoral ainda nem terminou, mas nos bastidores já começam as discussões sobre quem deverá responder pelo desempenho da chapa majoritária formada por Laurez Moreira, Paulo Mourão e seus aliados. E, nesse debate, nos bastidores da política, surgem tentativas de transferir para a ex-senadora Kátia Abreu parte dessa responsabilidade.
É preciso separar as coisas.
Kátia recebeu uma missão definida em 2026: coordenar no Tocantins a campanha pela reeleição do presidente Lula. A confirmação ocorreu em junho, no mesmo período em que o PT formalizou apoio à candidatura de Laurez Moreira ao Governo e confirmou Paulo Mourão para a disputa ao Senado.
Kátia não era coordenadora da candidatura de Laurez ao Governo, nem da campanha de Paulo Mourão ao Senado, muito menos das candidaturas proporcionais. E foi na candidatura presidencial que concentrou seu trabalho.
KÁTIA COLOCOU A CAMPANHA DE LULA NA RUA

Ao longo da campanha, Kátia organizou encontros, reuniões, caminhadas, carreatas e agendas pelo interior. Também buscou aproximar da candidatura presidencial diferentes segmentos da sociedade e grupos políticos e sociais que poderiam ampliar a campanha de Lula para além das estruturas partidárias tradicionais.
Em Palmas, a coordenação buscou diálogo com movimentos sociais, representantes da juventude e da cultura, lideranças políticas e diferentes setores da sociedade.
No interior, percorreu diferentes regiões. No Bico do Papagaio, a Caravana Tocantins com Lula passou por 13 municípios numa estratégia de interiorização da campanha presidencial.
E foi justamente no Bico que ficou evidente uma característica importante dessa campanha.
NO MESMO BICO, DUAS AGENDAS

Em agosto, o grupo coordenado por Kátia e integrantes da chapa estadual estiveram no Bico do Papagaio defendendo a reeleição de Lula, mas as movimentações não funcionaram como uma única agenda. Enquanto Kátia conduzia a Caravana Tocantins com Lula, a chapa majoritária do PT no Tocantins participava de outra agenda no mesmo município.
Essa imagem ajuda a resumir parte da campanha. Todos defendiam Lula para presidente, mas isso não significou uma operação eleitoral completamente integrada no Tocantins.
Laurez precisava construir sua candidatura ao Governo. Paulo Mourão precisava conquistar uma cadeira no Senado. Os candidatos proporcionais buscavam seus próprios mandatos. Kátia tinha como missão ampliar a candidatura de Lula no Estado. Se faltou integração entre esses grupos, essa discussão é legítima. O que não parece razoável é transformar essa falta de integração em responsabilidade exclusiva de uma pessoa.
IRAJÁ TAMBÉM ESTAVA NESSA EQUAÇÃO

Também não se podem ignorar as divergências surgidas durante a construção política do campo que apoiava Lula no Tocantins.
A candidatura à reeleição do senador Irajá Abreu, filho de Kátia, esteve no centro das discussões envolvendo a formação da chapa e o espaço ocupado pelo PT na disputa pelo Senado.
Por isso, qualquer avaliação posterior precisa olhar para toda a engenharia política construída durante a eleição, e não escolher apenas uma peça para explicar o resultado.
CADA CAMPANHA RESPONDE PELO QUE FEZ

As urnas sequer foram abertas.
Ainda não sabemos quantos votos Lula terá no Tocantins, qual será o desempenho de Laurez, quantos votos Paulo Mourão receberá ou como sairão das urnas as candidaturas proporcionais.
Mas uma coisa pode ser estabelecida desde já: cada grupo político deverá ser avaliado pelas responsabilidades que assumiu e pela campanha que efetivamente conduziu.
Laurez Moreira encabeçou a candidatura ao Governo. Paulo Mourão conduziu sua disputa pelo Senado. Os partidos da aliança organizaram suas nominatas e suas campanhas proporcionais.
Portanto, o sucesso ou o fracasso eleitoral da chapa estadual deverá ser analisado principalmente a partir das decisões, estratégias, alianças, acertos e erros de Laurez, Paulo Mourão, dos partidos e das lideranças que conduziram esse projeto.
Da mesma maneira, Kátia Abreu deverá ser avaliada pela missão que recebeu: coordenar a campanha presidencial no Tocantins.
Se Lula alcançar um resultado expressivo no Estado, haverá elementos para avaliar positivamente o trabalho realizado por Kátia, seus aliados e todos os grupos envolvidos nessa mobilização. Se o desempenho presidencial ficar abaixo das expectativas, a estratégia conduzida por esse núcleo também deverá ser examinada.
É simples.
Cada campanha precisa responder pelo trabalho que realizou.
Tentar colocar sobre Kátia Abreu, isoladamente, a responsabilidade pelo desempenho de Laurez, Paulo Mourão ou das candidaturas proporcionais seria uma leitura leviana dos fatos políticos. Mais do que leviana, seria uma tentativa de reescrever as responsabilidades assumidas por cada grupo durante a campanha.
Atribuir a Kátia o resultado da chapa estadual, sem considerar que sua missão era coordenar a campanha de Lula, seria uma análise superficial, conveniente e politicamente desonesta.
Da mesma forma, não seria correto atribuir exclusivamente a Laurez ou Paulo Mourão o desempenho eleitoral de Lula no Tocantins.
DEPOIS DAS URNAS, CADA UM FAÇA SUA CONTA

Depois de 4 de outubro haverá números para colocar sobre a mesa.
Será possível comparar a votação de Lula com a de Laurez, Paulo Mourão e das candidaturas proporcionais; observar município por município; identificar onde cada estratégia funcionou e onde cada grupo perdeu ou conquistou espaço.
Aí, sim, será hora de fazer as contas.
E haverá uma regra básica para qualquer análise minimamente justa: não se pode cobrar de alguém o resultado de uma campanha que essa pessoa não coordenou.
Kátia responderá politicamente pelo trabalho desenvolvido em torno de Lula.
Laurez e Paulo Mourão responderão pela campanha estadual que construíram ao lado de seus partidos e aliados.
Se faltou unidade entre esses dois núcleos, a responsabilidade por essa falta de unidade também deverá ser discutida coletivamente.
Porque política é feita de escolhas.
E responsabilidade também.
Com três mandatos na Assembleia Legislativa, o parlamentar reúne experiência na gestão pública e atuação voltada ao fortalecimento dos municípios e à melhoria da qualidade de vida da população
Por Edivaldo Rodrigues e Edson Rodrigues
A determinação de continuar trabalhando por um Tocantins mais próspero e melhor para se viver marca a trajetória do deputado estadual Valdemar Júnior, do MDB. Com experiência na comunicação, na administração pública e no Legislativo, o parlamentar tem direcionado sua atuação à defesa dos municípios, à melhoria da infraestrutura e ao fortalecimento de serviços essenciais à população a exemplo da educação e saúde.
Natural de Porto Nacional, Valdemar Rodrigues Lima Júnior é filho de Valdemar Rodrigues Lima e Antônia Maria Simiema. Casado com Virgínia Maia, e pai de três filhos, Valdemar Júnior é formado em direito, mais sua grande paixão sempre foi à comunicação. Antes de ingressar na vida pública, construiu sua carreira como radialista, repórter e apresentador em emissoras de rádio e televisão de Goiás e do Tocantins.
A experiência na comunicação o aproximou das comunidades e das demandas que, posteriormente, passaram a integrar sua atuação política. Em 2006, assumiu a Superintendência da RedeSat Tocantins, onde foi responsável pela implantação do Jornal da Manhã, do Jornal do Meio-Dia e do Jornal da Noite. Além de atuar na gestão da emissora, apresentou o Jornal do Meio-Dia.

Sua primeira disputa eleitoral ocorreu em 2004, quando concorreu a vereador de Palmas e ficou como suplente. Quatro anos depois, conquistou uma cadeira na Câmara Municipal da Capital com 3.848 votos, alcançando, à época, a maior votação registrada para vereador na história da capital.
Ao longo de sua carreira pública, também exerceu os cargos de secretário de Estado da Comunicação e de secretário municipal de Desenvolvimento Urbano de Palmas, este último entre 2013 e 2014. A passagem pelas administrações estadual e municipal ampliou sua experiência com o planejamento e a execução de políticas públicas.
Em 2014, foi eleito deputado estadual pelo PSD, iniciando sua trajetória na Assembleia Legislativa do Tocantins. Em 2018, já no MDB, conquistou a reeleição. Entre 2019 e 2022, presidiu o Diretório Metropolitano do partido em Palmas. Posteriormente, filiou-se ao Republicanos, legenda pela qual obteve, em 2022, seu terceiro mandato consecutivo.
Na Assembleia, assumiu responsabilidades na organização e na condução dos trabalhos legislativos. Em 2021, foi eleito segundo-secretário da Mesa Diretora. Em 2025, chegou à presidência da Comissão de Constituição, Justiça e Redação, onde permanece sendo responsável pela análise da constitucionalidade e da legalidade das proposições que tramitam na Casa.

A atuação parlamentar também abriu espaço para sua participação em entidades nacionais e internacionais. Em 2023, o deputado Valdemar Júnior foi eleito presidente da UPM - União de Parlamentares Sul-Americanos e do Mercosul, passando a atuar no diálogo e na cooperação entre representantes legislativos do Brasil e de outros países sul-americanos. Também integrou a diretoria da Unale - União Nacional dos Legislativos Estaduais, como secretário da Comissão de Tesouraria.
Em março de 2026, retornou ao MDB, reafirmando seu compromisso com o desenvolvimento do Tocantins, a modernização da gestão pública e a defesa dos interesses da população.
Nos três mandatos estaduais, sua atuação reúne projetos de lei, requerimentos e iniciativas voltados à recuperação e à ampliação da malha viária, à construção e à reforma de pontes e ao fortalecimento de ações na área saúde, da educação, da cultura, economia e também na área sócia trabalhando principalmente projetos voltados de PCD - Pessoas Com Deficiência. São frentes de trabalho relacionadas às necessidades dos municípios e às condições de vida dos tocantinenses.
A defesa dos direitos e das garantias dos servidores públicos do Tocantins também é uma das marcas da atuação de Valdemar Júnior. O parlamentar tem pautado seu trabalho pela valorização das categorias e pelo reconhecimento de sua contribuição para o funcionamento do Estado, defendendo melhores condições de trabalho e o respeito aos direitos dos profissionais que prestam serviços essenciais à população.
Outra pauta que o deputado Valdemar Júnior defende veemente é a valorização dos servidores públicos estaduais, trabalhando sempre atuante, na defesa dos PCCS - Planos de Cargos, Carreiras e Salários para estabelecer uma política eficaz à ascensão profissional dos servidores do Tocantins.

Entre essas pautas está também a tão sonhada PEC do Teto Único, resultado de uma luta incansável dos servidores, que contou com a participação do deputado Valdemar Júnior na CCJ - Comissão de Constituição, Justiça e Redação, contribuindo para a análise e a aprovação da proposta.
Com uma trajetória de vida que começou no rádio e avançou para a gestão pública e o Parlamento, Valdemar Júnior busca a reeleição para mais quatro anos de mandato, reafirmando sua determinação em dar continuidade ao trabalho desenvolvido, e avançando principalmente na promoção de projetos voltados às necessidades dos municípios tocantinenses e na defesa de investimentos, de serviços públicos mais eficientes e de oportunidades que contribuam para um Tocantins mais próspero e melhor para se viver.
Seu propósito é ampliar a busca por investimentos em infraestrutura, fortalecer a saúde e a educação e apoiar iniciativas que gerem emprego, renda e oportunidades. Com a experiência acumulada na gestão pública e no Parlamento, o político quer seguir transformando as demandas da população em ações concretas para construir um Tocantins mais próspero, com desenvolvimento e melhores condições de vida para todos.
Por Edivaldo Rodrigues e Edson Rodrigues
Nessa caminhada, desafiando as estatísticas dos pessimistas, foi eleito deputado estadual em duas oportunidades e prefeito de sua amada Porto Nacional por três mandatos. E podia ter sido mais, se não houvesse os muros impeditivos dos que militam na inveja, e deles tiraram a chance de ser presidente do Legislativo estadual e até secretário de Infraestrutura do Estado.

Isso porque Otoniel Andrade sempre entregou popularidade, pois é um homem do povo que não esquece suas raízes e mantém vivos os seus valores, sua simplicidade e o compromisso com a comunidade de onde veio.
E é por tudo isso e muito mais que esse jovem líder portuense merece ser eleito deputado estadual, pois expressa a ideia de que a verdadeira grandeza é o povo, de onde ele vem e construiu sua história de fraternidade e de ligação com as pessoas mais simples.

Otoniel Andrade merece o voto de sua gente porque se constituiu num verdadeiro líder, representante do povo e que continua ouvindo e enxergando a realidade da comunidade, sem se distanciar daqueles que caminharam ao seu lado.
Ele finaliza sua caminhada nessa campanha fortalecido pelos expressivos apoios recebidos, pela fé imorredoura em Deus e, sobretudo, pela crença na justiça, que certamente entenderá que um homem do povo tem que, diuturnamente, superar todos os desafios para atender às vontades desse povo.
Com certeza, ele merece e vai honrar o seu voto!