Os movimentos sociais e políticos do Brasil imprimem uma vigilância constante e cotidiana na defesa dos pilares da democracia e dos princípios do Estado de Direito.

 

 

Por Edivaldo Rodrigues e Edson Rodrigues

 

 

Essa vigilância nasceu desde os primeiros golpes de Estado no Brasil, que eclodiram logo após a Independência, se consolidando com a ruptura institucional de 15 de novembro de 1889, com a Proclamação da República.

 

De lá até aqui, coturnos, baionetas e fuzis tentaram e ainda tentam regular o ideário do povo brasileiro, mas são contidos pelas lutas ferrenhas desses movimentos, que se constituíram como partidos políticos compostos por líderes emblemáticos.

 

Foi nesse processo histórico que nasceu o Partido dos Trabalhadores, uma congregação de grandes homens e mulheres unidos no propósito de defender os princípios fundamentais voltados à emancipação da classe trabalhadora, à justiça social e à construção de uma democracia plena.

 

 

E lá, na linha de frente desse revolucionário levante, encontrava-se o mineiro/tocantinense Célio Alves de Moura, um dos quadros mais expressivos da política brasileira, que escreveu e continua escrevendo uma singular história em solo tocantinense.

 

Célio Moura seguiu à risca o que disse Alexandre, o Grande: “A grandeza não se conquista com conforto e complacência, mas sim superando desafios”, e assim ele fez da sua trajetória uma luta cotidiana em defesa dos mais humildes, desafiando sempre o comodismo.

 

Como deputado federal, mandato que desafiou o improvável, fazendo história como o primeiro conseguido por seu partido no Estado do Tocantins. E o exerceu com responsabilidade e, acima de tudo, com suas ações parlamentares totalmente voltadas para criar cidadania e promover qualidade de vida para os tocantinenses, indistintamente.

 

 

Agora que o eleitor o tinha como uma opção qualificada para ir à Câmara Federal, Célio Moura é vitimado pelo que o destino escreve entre linhas, avisando que, mesmo os guerreiros feitos de ideais e de sonhos, que não se afastam jamais das trincheiras de luta, também têm as suas dores humanas, carregam as suas fragilidades reveladas pelo tempo e externam seus compromissos com a alma e o coração, que certamente proporcionam morada para outras pessoas.

 

Em carta, Célio Moura comunica ao povo tocantinense que não disputará uma vaga de deputado federal nas eleições de outubro próximo e revela suas razões:

 

Segundo o líder petista, ele ainda convive com dores crônicas e dificuldades de locomoção decorrentes de um acidente de trânsito sofrido em janeiro de 2021. Célio Moura revela que as sequelas se agravaram com o passar do tempo e impõem a ele dificuldades e limitações no seu dia a dia.

 

Mas, para quem conhece esse homem de grandes batalhas, sabe que as dores do corpo não o impediriam de buscar alento para o povo tocantinense. Na verdade, e ele confirma no seu texto, o motivo principal do seu afastamento momentâneo do campo de batalha envolve a saúde de sua esposa, Magda Selma Moura, com quem é casado há quase cinco décadas, e que, nesse instante, passa por um momento muito difícil, enfrentando um complicado tratamento contra um câncer. Ele revelou ainda que o quadro tem se agravado, exigindo deslocamentos frequentes para Goiânia, em busca de assistência especializada.

 

Com a desistência de Célio Moura, perde o Tocantins, que deixará de contar com um quadro expressivo no Congresso Nacional; perde o eleitor, que deixa de ter uma opção qualificada; e perde também o processo político, que fica mais pobre, sem as ideias e sem o debate firme e conteúdo desse líder que, por seu histórico de luta e por sua trajetória política, exerce significativo poder de representatividade no Estado do Tocantins.

 

 

Posted On Terça, 18 Agosto 2026 09:25 Escrito por O Paralelo 13

OLHO NO OLHO

 

Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues

 

 

Em ano eleitoral, uma notícia pode ganhar novos contornos quando sai das páginas dos veículos de comunicação e passa a circular nas redes sociais, nos grupos políticos e nas mãos de adversários. Foi exatamente isso que aconteceu, nesta segunda-feira, 17, depois que o UOL publicou reportagem sobre a Operação Overclean, investigação da Polícia Federal que apura suspeitas de corrupção, fraude em licitações, desvio de recursos públicos, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

 

A reportagem informa que a Polícia Federal indiciou 25 pessoas entre empresários e agentes públicos. O UOL também informa que há deputados federais sendo investigados no âmbito da operação, mas que eles não foram incluídos entre os 25 indiciados nesta etapa.

 

É justamente neste ponto que começa a diferença entre fato, investigação e narrativa política. O nome do deputado federal Vicentinho Júnior, candidato ao Governo do Tocantins, aparece relacionado à investigação. Isso não pode ser escondido, apagado ou tratado como se não existisse. Existe uma investigação, e o próprio histórico do caso demonstra que o nome do parlamentar foi submetido à análise das autoridades. Mas também é preciso dizer aquilo que até o momento, Vicentinho Júnior não está entre os indiciados pela Polícia Federal. Existe uma investigação envolvendo o parlamentar, e o caso permanece no âmbito do Supremo Tribunal Federal.

A NARRATIVA DA OPOSIÇÃO

 

 

A oposição política a Vicentinho Júnior passou a utilizar a reportagem do UOL para fazer circular a associação do nome do deputado à Operação. É legítimo que adversários políticos questionem um candidato, que levantem dúvidas e cobrem explicações. O que não pode acontecer é transformar uma investigação em uma condenação antecipada.

 

Uma pessoa investigada não é automaticamente culpada. Uma pessoa indiciada também não é automaticamente condenada. E uma pessoa que sequer foi indiciada não pode ser apresentada ao eleitor como se tivesse recebido uma condenação judicial.

 

É preciso separar as palavras.

 

Investigado é investigado.

Indiciado é indiciado.

Denunciado é denunciado.

Condenado é condenado. São etapas completamente diferentes dentro de uma investigação e de um processo judicial.

 

O QUE DIZ A DEFESA DE VICENTINHO

 

Diante da repercussão da reportagem, a assessoria de comunicação do deputado divulgou nota afirmando que não existe fato novo envolvendo Vicentinho Júnior e que ele não está entre as 25 pessoas indiciadas pela Polícia Federal.

 

Segundo a nota divulgada pela assessoria, em decisão de outubro de 2025, o ministro registrou que os elementos então apresentados não demonstravam conexão suficiente entre determinadas transferências e as fraudes investigadas, e o pedido de busca e apreensão contra o deputado foi negado.

 

É importante registrar que essa é a versão apresentada pela defesa e que a existência de uma decisão desfavorável a uma medida cautelar não significa, por si só, arquivamento da investigação.

 

O próprio histórico público da Operação Overclean mostra que o caso continuou produzindo diligências e permanece sob análise das instituições responsáveis.

 

O PARALELO 13 NÃO SERÁ TRIBUNAL

 

 

A Família O Paralelo 13 não pretende ser tribunal. Não somos Ministério Público, Polícia Federal ou Supremo Tribunal Federal. E não somos nós que devemos decidir quem é culpado ou inocente.

 

Nossa responsabilidade é informar, questionar, investigar jornalisticamente, confrontar versões e acompanhar os fatos.

 

Se amanhã houver uma nova decisão do Supremo Tribunal Federal, publicaremos. Se houver manifestação da Procuradoria-Geral da República, publicaremos. Se a Polícia Federal apresentar novos elementos eles serão divulgados. O nosso compromisso é com a informação e com o direito do leitor de conhecer os fatos.

 

Também não acreditamos que uma candidatura majoritária possa passar por uma eleição sem ser questionada sobre fatos públicos relacionados à sua trajetória.

 

Vicentinho Júnior é candidato a um dos cargos mais importantes da política tocantinense. Pretende governar um Estado com enormes desafios nas áreas de saúde, educação, infraestrutura, segurança, desenvolvimento econômico e geração de empregos. Por isso, deve ser questionado.

 

Assim como devem ser questionados todos os demais candidatos. Quem quer governar o Tocantins precisa estar preparado para responder perguntas difíceis.

 

Isso faz parte da democracia!

 

O que não pode existir é julgamento antecipado. O eleitor precisa receber informação suficiente para formar sua própria opinião.

 

O episódio da Operação Overclean deixa uma lição importante para o processo eleitoral de 2026. Em tempos de redes sociais, muitas vezes a manchete chega antes da leitura da matéria. O nome de um político aparece em uma reportagem e, minutos depois, já surge uma nova narrativa política. Uma investigação vira “escândalo”.

 

E, quando a informação chega ao eleitor, muitas vezes todas as etapas do processo foram apagadas.

 

O jornalismo não pode participar desse processo de distorção. É preciso voltar ao básico. Existe decisão judicial?

 

VICENTINHO PRECISA RESPONDER

 

 

Da mesma forma que o jornalismo não pode condenar antecipadamente, também não pode impedir o questionamento a um candidato.

 

Vicentinho Júnior precisa ter espaço para explicar aos eleitores sua relação com os fatos investigados.

 

Precisa responder às dúvidas que surgirem. Apresentar sua versão. E os eleitores precisam ter acesso tanto às acusações quanto às explicações.

 

Esse é o verdadeiro contraditório. Não interessa ao Tocantins uma eleição baseada apenas em acusações de um lado ou em negativas do outro. Interessa uma eleição em que os fatos sejam colocados sobre a mesa.

 

O PARALELO 13 VAI ACOMPANHAR

 

A Operação Overclean não termina com a reportagem publicada nesta segunda-feira. Enquanto houver investigação, haverá acompanhamento. Estaremos atentos.

Mas faremos isso sem transformar investigação em condenação e sem transformar defesa em verdade absoluta.

 

O nosso compromisso é exatamente esse. A verdade precisa aparecer no curso dos fatos e das decisões das instituições competentes.

 

Em uma eleição para governar o Tocantins, o eleitor merece conhecer os fatos. E merece, acima de tudo, ter o direito de decidir.

 

 

Posted On Terça, 18 Agosto 2026 04:01 Escrito por O Paralelo 13

Da Assessoria

 

 

Senador reuniu-se na manhã desta segunda-feira (18/08), em seu escritório político em Palmas, com membros do movimento "O Tocantins é Flávio Bolsonaro", para alinhar as ações do grupo e garantir a vitória na Capital.

 

Eduardo Gomes (PL) fez uma análise detalhada da situação política no país e no mundo, para demonstrar que a tendência da candidatura de Flávio Bolsonaro a presidente da República é entrar em um ciclo de crescimento, inclusive no Nordeste, e prevê a vitória do candidato da direita nas eleições deste ano.

 

 

Segundo o vice-presidente do Senado, "o ex-presidente Jair Bolsonaro conseguiu transferir toda intenção de votos para Flávio, que vem conquistando mais espaço junto ao eleitorado independente. Grande parte do povo brasileiro não entende e não aceita a manutenção da prisão de Jair Bolsonaro e esse fato vai beneficiar nosso candidato à Presidência da República", afirmou Eduardo Gomes.

 

A empresária Magda Valadares, uma das líderes do movimento, disse que o grupo é formado por empresários e profissionais liberais voluntários que decidiram agir porque não concorda com o governo Lula. "Esse grupo se uniu para poder eleger Flávio Bolsonaro, que é a melhor opção para esse país", declarou.

 

Segundo Magda, o principal motivo da reunião foi alinhar as ações do movimento com Eduardo Gomes, "que é o representante de Flávio Bolsonaro no estado, e Flávio já deixou isso bem claro. Além disso, o senador é um homem que tem valorizado todas as pautas de direita, pela qual levantamos a bandeira. O senador é um homem que precisa estar no Senado para nos representar", pondera.

 

 

Posted On Terça, 18 Agosto 2026 03:22 Escrito por O Paralelo 13

Atual candidato a deputado estadual, Cesinha afirmou que a trajetória da senadora na região pesou na decisão de apoiar sua candidatura ao Governo.

 

 

Da Assessoria

 

 

O ex-prefeito de Lavandeira e candidato a deputado estadual Cesinha (PRD) declarou apoio à candidatura de Professora Dorinha (União Brasil) ao Governo do Tocantins. Cesinha relacionou a decisão ao trabalho de Dorinha ao longo de seus mandatos e à presença da parlamentar em Lavandeira e nos demais municípios do Sudeste. O ex-prefeito também defendeu uma parceria para ampliar a representação e os investimentos destinados à região.

 

“Por tudo que a Dorinha fez como deputada federal, como senadora, por Lavandeira e por toda a região Sudeste, declaro meu apoio. Sou candidato a deputado estadual pela região e espero estar na Assembleia representando o Sudeste, com Dorinha no Governo do Estado, para que possamos fazer um grande trabalho pela nossa região e por todo o Tocantins. Estamos juntos”, afirmou Cesinha.

 

Dorinha agradeceu o apoio e destacou a experiência do ex-prefeito e seu conhecimento sobre as demandas locais. A candidata, que já morou em Arraias, falou sobre oportunidades para ampliar o desenvolvimento da região, especialmente por meio do turismo, da geração de emprego e renda e de políticas de moradia.

 

“César foi prefeito, conhece a realidade e sabe os desafios da região. Eu morei em Arraias e sei a diferença que faz ter uma pessoa que possa representar o Sudeste. É uma região com muito potencial para fortalecer o turismo, o crescimento econômico e gerar oportunidades para as pessoas. Conte comigo”, afirmou Dorinha.

 

 

Posted On Terça, 18 Agosto 2026 03:21 Escrito por O Paralelo 13

Por: Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues

 

 

O processo sucessório das eleições estaduais tocantinenses já está em campo. Por sua vez, os eleitores e eleitoras, em sua quase maioria, ainda aguardam o movimento natural para a escolha dos seus candidatos ao Governo do Estado e os nomes que disputarão as duas vagas ao Senado Federal.

 

Essa definição, acreditamos, acontecerá gradualmente. Até 7 de setembro, os eleitores terão a oportunidade de ouvir e assistir aos programas do horário gratuito de rádio e televisão, acompanhar carreatas, comícios, reuniões, visitas, redes sociais e, principalmente, a cobertura jornalística dos veículos de comunicação do Tocantins. A partir daí, a campanha começa a ganhar corpo.

 

A REELEIÇÃO SERÁ UM GRANDIOSO OBSTÁCULO

 

 

 

As eleições majoritárias deste ano, tanto para o Governo do Estado quanto para as duas vagas ao Senado, deverão ser decididas nos detalhes.

 

Para quem está no exercício de um mandato ou já exerceu função pública, haverá necessariamente uma avaliação do que foi realizado. O eleitor terá a oportunidade de comparar serviços prestados, compromissos assumidos, resultados apresentados e aquilo que foi efetivamente entregue à população.

 

Para aqueles que pretendem ingressar na vida pública, o desafio será diferente, pois terão que convencer o eleitor de que possuem um projeto capaz de contribuir para a construção do Tocantins que todos queremos.

 

Não basta chegar com um discurso novo. Será preciso apresentar propostas, demonstrar capacidade de execução e convencer o eleitor de que existe um projeto político para o exercício do mandato.

 

E há uma particularidade importante nesta eleição: quem for eleito para o Senado estará assumindo um mandato de oito anos. Não se trata, portanto, de uma escolha para um curto período. O eleitor estará escolhendo quem pretende representá-lo no Congresso Nacional durante quase toda uma década.

 

Por isso, cada candidatura majoritária terá de explicar com clareza o que pretende fazer com a confiança recebida nas urnas.

 

O MOMENTO POLÍTICO EXIGE DEBATE

 

 

 

É justamente essa discussão que a Família O Paralelo 13 pretende trazer para suas entrevistas, opiniões, debates e matérias jornalísticas opinativas.

 

Com quase quatro décadas de presença no mercado da comunicação, o jornal O Paralelo 13, impresso e online, mantém um compromisso com seus leitores, colaboradores, parceiros e, sobretudo, com os tocantinenses de promover um debate permanente sobre o Tocantins que todos queremos.

 

Não queremos apenas acompanhar a eleição. Queremos discutir a eleição. Queremos saber quem é quem na disputa pelo Governo do Estado e pelas duas vagas ao Senado Federal.

 

Conhecer as propostas, os compromissos, as trajetórias e aquilo que cada candidatura pretende entregar à sociedade.

 

NÃO SEREMOS A PALMATÓRIA DA MORALIDADE

 

 

 

A Família O Paralelo 13 não pretende assumir o papel de palmatória da moralidade. Mas também não será omissa.

 

A discussão sobre a vida pública precisa incluir, necessariamente, a situação jurídica daqueles que disputam cargos majoritários. Quando houver decisões judiciais definitivas ou condenações proferidas por órgãos colegiados relacionadas à administração pública, ao patrimônio público ou ao erário, entendemos que o eleitor tem o direito de conhecer os fatos e ouvir os envolvidos. Não cabe ao jornal substituir a Justiça. Cabe ao jornalismo informar, contextualizar, questionar e ouvir.

 

Por isso, a Família O Paralelo 13 está levantando informações junto aos tribunais e aos tribunais superiores, não com o objetivo de transformar investigações em condenações, mas para verificar situações jurídicas já decididas e que possam ter relevância para o processo eleitoral.

 

Quem foi condenado terá espaço para explicar. Quem estiver recorrendo terá espaço para apresentar sua versão. Quem tiver decisão favorável também deverá ser ouvido.

 

E quando houver dúvidas jurídicas sobre a possibilidade ou não de determinada candidatura, vamos ouvir juristas, especialistas e as próprias partes.

 

As feridas da política precisam ser expostas com responsabilidade, não escondidas.

 

É assim que entendemos o jornalismo.

 

A ELEIÇÃO SERÁ DO ELEITOR

 

 

 

O eleitor tocantinense está diante de uma eleição que deverá exigir atenção.

 

Serão escolhas para o Governo do Estado e para duas cadeiras no Senado Federal, além das disputas proporcionais para a Câmara dos Deputados e Assembleia Legislativa.

 

O eleitor terá diante de si candidatos que já exerceram mandatos, candidatos que buscam a reeleição e nomes que pretendem conquistar pela primeira vez uma cadeira eletiva.

 

Todos deverão passar pelo mesmo crivo:

 

o voto.

 

É nas urnas que o eleitor decidirá quem merece continuar, quem merece voltar e quem merece ter uma primeira oportunidade.

 

E será justamente por isso que o debate precisa ser feito antes do voto.

 

O PARALELO 13 ESTÁ VOLTANDO AO BATENTE

 

 

 

Na próxima semana, estaremos de volta ao batente, cumprindo rigorosamente as orientações médicas do período pós-cirúrgico e preparando nosso retorno presencial ao Tocantins.

 

Depois de mais uma etapa de recuperação de saúde, retornaremos para acompanhar de perto as eleições estaduais tocantinenses.

 

Faremos essa cobertura por meio do Jornal O Paralelo 13, impresso e online, ao lado do meu irmão, dos nossos colaboradores e parceiros.

 

E teremos uma atenção especial ao TO em Pauta, juntamente com nossos amigos e irmãos Cleber Toledo e Majú Cotrim.

 

Neste momento, deixamos também uma palavra especial ao amigo e irmão Cleber Toledo, que igualmente passa por um período de recuperação após procedimento cirúrgico.

 

Com as bênçãos do nosso Senhor Jesus Cristo, esperamos que todos estejamos em breve plenamente recuperados e preparados para cumprir aquilo que sabemos fazer: jornalismo.

 

Um jornalismo que acompanha.

 

Um jornalismo que pergunta. Um jornalismo que cobra. Um jornalismo que também sabe ouvir. E, acima de tudo, um jornalismo que respeita o leitor e o cidadão tocantinense.

 

A parceria entre a Gazeta do Cerrado, o Portal Cleber Toledo e o Jornal O Paralelo 13 representa, para nós, um compromisso com uma cobertura jornalística à altura do momento político que o Tocantins está vivendo.

 

Porque a eleição passa. Os mandatos passam. Os governos passam. Mas o Tocantins permanece.

 

E é sobre o Tocantins que precisamos falar.

 

Quem é quem na sucessão estadual? O que cada candidato pretende fazer? Qual projeto de Estado está sendo apresentado? E, principalmente, qual Tocantins queremos entregar às próximas gerações?

 

A Família O Paralelo 13 estará novamente em campo para fazer essas perguntas.

 

Sem omissão. Sem medo de perguntar. Sem substituir a Justiça. Sem abandonar a responsabilidade jornalística. Mas também sem abrir mão do direito de discutir, cobrar e fiscalizar aqueles que desejam governar e representar o Tocantins. É hora de discutir o Tocantins que queremos.

 

 

Posted On Segunda, 17 Agosto 2026 14:52 Escrito por O Paralelo 13
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