Em Taquaralto, candidata destacou o trabalho de militantes, juventude, vereadores e equipes de apoio durante os meses de campanha
Texto: Jéssica Sá
No dia em que comemorou seu aniversário de 62 anos, a candidata ao Governo do Tocantins, Professora Dorinha (União Brasil), encerrou na quinta-feira, 1º, a programação de comícios e reuniu milhares de pessoas no estacionamento do Ginásio Ayrton Senna, em Taquaralto, na região sul de Palmas.
Ao lado do candidato a vice-governador Atos Gomes (Republicanos), agradeceu aos militantes que percorreram o Estado durante os dois meses de campanha. Na ocasião, recebeu um bolo de aniversário e foi homenageada pelo público, que cantou parabéns.

“Quero cumprimentar a minha turma do sol e da poeira”, disse Dorinha, ao reconhecer também o trabalho das equipes responsáveis pela estrutura dos eventos. “Quando os candidatos chegavam para uma reunião, o palanque estava montado, o som estava arrumado. Quero agradecer esses trabalhadores silenciosos”, afirmou.
A candidata agradeceu ainda à juventude, aos movimentos de mulheres, vereadores e candidatos que acompanharam as agendas pelo interior. Entre eles, citou os quatro candidatos ao Senado de sua coligação: Ronaldo Dimas (Podemos), Carlos Gaguim (União Brasil), Eduardo Gomes (PL) e Eli Borges (Republicanos).
Reconhecimento aos aliados
Dorinha destacou a parceria com Atos Gomes e respondeu aos questionamentos sobre a idade do candidato a vice-governador. “Aonde a Dorinha não conseguir chegar, está o Atos. Onde o Atos for, estará representando a Dorinha”, afirmou. Emocionada, também agradeceu à família, especialmente à filha Thays, que trabalhou na organização da campanha mesmo com uma filha de nove meses.

O governador Wanderlei Barbosa (Republicanos) agradeceu à militância e manifestou confiança na candidatura de Dorinha. “Vamos ganhar a eleição. Se eu tenho 80% de aprovação, quero que Dorinha tenha mais de 90%”, afirmou. Já o prefeito Eduardo Siqueira Campos (Podemos) destacou os recursos parlamentares destinados à Capital e citou as obras na Avenida Tocantins, em Taquaralto, próximas ao local do evento.
Ao encerrar, Dorinha falou sobre a participação feminina na política e rejeitou a ideia de que dependeria de outras pessoas para governar. Citou o marido, Fernando Rezende, e reconheceu o trabalho de Karynne Sotero e Polyanna Siqueira Campos. “Meu marido é meu companheiro de vida, uma pessoa que está comigo há 40 anos”, afirmou, ao defender o reconhecimento da atuação das mulheres na vida pública.
Por Edson Rodrigues
Na reta final da campanha eleitoral no Tocantins, o deputado federal Eli Borges (Republicanos) chega às urnas buscando consolidar uma característica que procurou deixar clara durante toda a disputa pelo Senado: sua identificação com a direita e seu apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República.
Eli Borges disputa uma das duas vagas do Tocantins no Senado com o número 100. Deputado federal desde 2019 e com uma trajetória política que inclui mandatos de vereador de Palmas e deputado estadual, o parlamentar construiu sua campanha combinando a apresentação de seu trabalho político com pautas conservadoras, defesa da família, liberdade religiosa e críticas ao atual governo federal.
Nas últimas semanas, essa identidade ganhou ainda mais espaço. A campanha passou a buscar apoio de lideranças nacionais ligadas à direita e ampliou a presença de temas nacionais em seus discursos e redes sociais. O próprio material oficial da candidatura apresenta Eli como um candidato “cristão de direita” e estabelece uma associação direta entre sua candidatura ao Senado e a de Flávio Bolsonaro à Presidência.
Ao contrário de uma estratégia de moderação ideológica na reta final, Eli optou por explicitar suas posições. Em atos anteriores da campanha, chegou a afirmar: “Eu não fiquei em cima do muro em Brasília, sou direita e votei com a direita”.
Essa postura também aparece em sua oposição à reeleição do presidente Lula. Eli responsabiliza o atual governo por problemas econômicos enfrentados pelas famílias brasileiras e apresenta uma eventual eleição de Flávio Bolsonaro como alternativa política para o país. Trata-se de uma posição assumida pelo próprio candidato e transformada em um dos eixos de sua campanha.
Último comício
Nesta quinta-feira (1º), durante o último comício da coligação na região Sul de Palmas, Eli Borges dividiu o palanque com a candidata ao Governo do Tocantins, Professora Dorinha, e outros aliados.
Em sua fala, voltou a apresentar a disposição para defender suas posições caso seja eleito para o Senado. “Contem com o deputado Eli Borges, tenho coragem de enfrentar a batalha contra os poderosos da nação”, afirmou.
O candidato também procurou relembrar ações de seu mandato e o apoio destinado à área da saúde e a programas sociais, mencionando atendimentos e cirurgias realizados com recursos destinados durante sua atuação parlamentar.
O discurso terminou justamente com uma referência à escolha política que Eli procurou reforçar ao longo da campanha.“Cada um oferece o que pode, respeito a todos e fiz uma escolha interessante, peguei o 22, coloquei no coração e comecei dizendo que o país precisa de libertação”, declarou.
A referência ao número 22 reforça o alinhamento de Eli Borges com Flávio Bolsonaro, candidato que sua campanha apoia para a Presidência. No material oficial da candidatura, a associação entre os dois é apresentada diretamente ao eleitor: Flávio Bolsonaro, número 22, para presidente; Eli Borges, número 100, para o Senado.
Uma candidatura assumidamente à direita
A estratégia adotada por Eli na reta final também procura ampliar sua presença para além do eleitorado evangélico, segmento no qual construiu parte importante de sua trajetória política. Integrantes da campanha passaram a apostar mais fortemente na identificação com a direita e nas pautas conservadoras para alcançar eleitores que não necessariamente pertencem à sua base religiosa tradicional.
Ao longo da disputa, Eli recebeu manifestações de apoio de nomes nacionais ligados à direita e ao conservadorismo. Paralelamente, uma parcela da militância bolsonarista tocantinense também passou a demonstrar maior identificação com sua candidatura.
Assim, Eli Borges chega ao domingo de eleição apresentando ao eleitor tocantinense uma escolha política claramente definida. De um lado, reivindica sua experiência acumulada em mais de três décadas de vida pública e sua atuação parlamentar; de outro, coloca sua identidade conservadora e sua oposição ao governo Lula no centro da candidatura.
No próximo domingo, 4 de outubro, caberá aos eleitores do Tocantins decidir nas urnas quais nomes ocuparão as duas vagas do estado no Senado Federal e qual projeto político receberá seu apoio para a Presidência da República.
PANORAMA POLÍTICO
Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues
Às vésperas das eleições de 2026, muitos candidatos proporcionais e majoritários se lançaram na disputa embalados por pesquisas de intenção de votos e planilhas que, em grande parte, não refletem a realidade. A falta de humildade e a crença de que dinheiro e números artificiais garantem vitória podem resultar em surpresas desagradáveis. Grande parte dessas candidaturas se isolou em bolhas onde todas as notícias eram positivas, ignorando vozes críticas e a realidade das ruas.
PESQUISAS E O TRACKING

O uso indiscriminado de medições diárias de intenção de votos, chamados de tracking (em vez de entrevistar milhares de pessoas de uma só vez, o instituto entrevista um grupo menor de participantes todos os dias (por exemplo, 300 a 400 entrevistas por dia ). Geralmente, os trackings são contratados privadamente por partidos e coordenações de campanha para ajustar discursos e estratégias de última hora. Por isso, a maior parte deles não foi divulgada ao público), se multiplicou como praga no processo sucessório. Embora existam profissionais sérios e institutos respeitados, muitos resultados foram moldados para agradar candidatos, criando cenários irreais. Separar o joio do trigo tornou-se tarefa quase impossível, e os justos acabam pagando pelos pecadores. A crença de que liderar pesquisas e investir milhões em campanhas comprando apoios resolveria tudo não combinou com os eleitores.
A REALIDADE DAS DÍVIDAS

Os números mostram um Tocantins marcado pelo endividamento e pela fragilidade financeira da população. Segundo levantamento, 82,7% das famílias estão endividadas, acima da média nacional de 81,6%. Destas, 31% têm contas em atraso e 7,6% simplesmente não conseguem pagar suas dívidas. No Serasa, mais de 668 mil pessoas estão negativadas, representando 57,12% da população adulta.
As principais dívidas vêm de bancos e cartões (27,3%), financeiras (18%), varejo (16,4%) e contas de serviços (14%). Esse cenário revela uma população sufocada por compromissos financeiros, que dificilmente se deixa seduzir por promessas políticas vazias.
Entre os servidores públicos, a situação também é preocupante: 70% possuem empréstimo consignado ativo, com valor médio de R$ 6.984, prazo médio de 18 meses e margem consignável de 35%. Embora a inadimplência entre servidores seja relativamente baixa (2,6%), o alto índice de endividamento mostra que até quem tem estabilidade recorre ao crédito para sobreviver.
SILÊNCIO QUE FALA ALTO
Nos últimos dias, o silêncio das ruas tem chamado atenção. Fora das bolhas políticas, a massa de trabalhadores endividados, desempregados, profissionais liberais e servidores públicos estaduais e municipais demonstra um comportamento estranho: não há entusiasmo, não há engajamento. Esse silêncio pode se traduzir em um resultado fúnebre para candidaturas que terceirizaram suas campanhas, confiando em acordos secretos com prefeitos e vereadores, mas esquecendo que o voto é individual e secreto.
VOTO LIVRE E CONSCIENTE

No próximo dia 4 de outubro, o eleitor tocantinense terá a oportunidade de mostrar que não se vende por promessas ou acordos de bastidores. O voto é livre e secreto. É preciso votar com consciência, inclusive nas duas vagas ao Senado. O eleitor deve lembrar que sua escolha não pode ser negociada por líderes que recebem benefícios, mas não repassam nada à população que realmente precisa.
Senador faz balanço da campanha, agradece a acolhida dos tocantinenses e destaca parceria com Dorinha e Wanderlei para o estado continuar avançando
Da Assessoria
O senador Eduardo Gomes (PL-TO) dedicou seu último programa eleitoral a agradecer a acolhida dos tocantinenses, fazer um balanço da campanha e apresentar as prioridades para o futuro do estado.
Ao recordar as últimas semanas, Eduardo destacou os encontros com a população em todas as regiões e agradeceu a confiança recebida ao longo de sua trajetória. O senador também ressaltou um dos principais pilares de sua atuação: o trabalho presente nos 139 municípios do Tocantins.
“Foram semanas olhando nos olhos das pessoas, percorrendo o nosso estado e falando sobre aquilo que realmente importa: o futuro do Tocantins. Só tenho a agradecer por cada abraço, cada palavra de carinho e por toda a confiança que recebi”, afirmou.
No programa, Eduardo também apresentou as prioridades para um novo mandato no Senado. Entre os compromissos estão fortalecer a rede hospitalar e reduzir as filas da saúde; preparar os jovens para as novas profissões; apoiar quem produz; ampliar a infraestrutura e a conectividade; atrair investimentos; gerar empregos e oportunidades; e levar desenvolvimento a todas as regiões do estado.
“O Tocantins cresceu e agora precisa olhar para a frente. Não é hora de arriscar. É tempo de avançar e construir um futuro seguro. Um Tocantins mais moderno, mais conectado, com saúde melhor, oportunidade para os nossos jovens e desenvolvimento chegando a cada região”, destacou Eduardo.
O senador reforçou ainda a parceria com Professora Dorinha para o Governo do Estado e o apoio do governador Wanderlei Barbosa. A aliança entre Eduardo e Dorinha é apresentada pela campanha como parte da estratégia para fortalecer a articulação entre o Tocantins e Brasília.
No encerramento, Eduardo pediu a confiança dos tocantinenses para continuar representando o estado no Senado e ampliar o trabalho desenvolvido nos municípios.
“Quero continuar usando minha experiência, minha força em Brasília e, acima de tudo, meu amor pelo Tocantins para fazer muito mais. É Dorinha no Governo e Eduardo no Senado. Eduardo Gomes, 222. Pro Tocantins seguir gigante.”
Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues
Chegamos aos últimos dias de mais uma cobertura eleitoral. Depois de meses acompanhando articulações, convenções, alianças, pesquisas, entrevistas, caminhadas, reuniões, debates e os movimentos das candidaturas, a família O Paralelo 13, encerra mais uma etapa de sua cobertura jornalística das eleições de 2026.
Não foi uma eleição qualquer para nós.
São quase 40 anos de história de O Paralelo 13, acompanhando o Tocantins, sua gente e suas transformações políticas. Nesse período, vimos nascer e desaparecer grupos políticos, acompanhamos vitórias improváveis, derrotas inesperadas, viradas eleitorais e mudanças profundas no comportamento do eleitor.
E talvez seja exatamente por carregar essa memória que uma característica das eleições de 2026 nos chama tanto a atenção: há muito tempo não víamos um eleitorado tão silencioso diante de uma sucessão estadual.
UMA ELEIÇÃO DIFERENTE

Houve campanha. Houve militância nas ruas, programas eleitorais no rádio e na televisão, redes sociais movimentadas, agendas nos 139 municípios, grandes reuniões, estruturas partidárias, pesquisas e muita disputa política.
Mas, fora das bolhas eleitorais, existe um silêncio que merece ser observado.
O eleitor parece mais reservado. Participa menos das discussões públicas, evita revelar escolhas e, em muitos casos, acompanha a eleição sem demonstrar entusiasmo por qualquer candidatura. Isso não significa desinteresse absoluto e muito menos permite antecipar o comportamento das urnas, apenas que existe uma parcela importante da sociedade que está falando pouco e poderá falar somente diante da urna.
Para um jornal que acompanha eleições no Tocantins há quase quatro décadas, esse comportamento merece registro. Por isso, O Paralelo 13 não descarta surpresas no próximo domingo, 4 de outubro.
AS URNAS PODEM TRAZER SURPRESAS

Durante toda a campanha, diferentes institutos apresentaram suas fotografias da corrida eleitoral. Pesquisas nacionais e locais mostraram cenários para o Governo, Senado e demais disputas. Pesquisa eleitoral é instrumento importante para compreender tendências, desde que observados metodologia, período de campo, amostra, margem de erro, nível de confiança e registro na Justiça Eleitoral. Mas nenhuma pesquisa substitui a urna.
E chegou o momento em que as pesquisas também passarão por seu maior teste.
Quando as urnas forem abertas, será possível comparar os levantamentos realizados na reta final com aquilo que efetivamente aconteceu. Será possível observar quais pesquisas se aproximaram do resultado e quais encontraram dificuldades para captar o comportamento do eleitorado.
Sem maquiagem, torcida ou interpretação conveniente. Pesquisa é fotografia. Urna é resultado!
O SILÊNCIO DO ELEITOR

Há outro aspecto que merece atenção.
Ao longo desta campanha, O Paralelo 13 insistiu diversas vezes na necessidade de olhar para além das estruturas políticas. Prefeitos, vereadores, deputados, lideranças partidárias e cabos eleitorais possuem influência e capacidade de mobilização, mas nenhum deles é proprietário do voto.
A urna eletrônica possui uma característica simples e poderosa, afinal diante dela, o eleitor está sozinho. É naquele momento que desaparecem palanque, prefeito, candidato, marqueteiro, grupo de WhatsApp, pesquisa e pressão política. Restam o eleitor, sua consciência e suas escolhas.
É justamente por isso que o silêncio observado durante esta campanha não pode ser confundido com ausência de opinião. Pode haver eleitor que simplesmente decidiu não revelar seu voto e também aquele que ainda esteja escolhendo. E pode haver quem mude de posição nos últimos dias. Somente as urnas mostrarão o tamanho de cada grupo.
EDITORIAL

Ao longo deste processo, O Paralelo 13 procurou exercer sua cobertura com independência editorial, respeito à legislação eleitoral, à Justiça Eleitoral, aos candidatos e, principalmente, aos leitores.
Temos amizades construídas ao longo de décadas. Conhecemos candidatos, dirigentes partidários e lideranças dos mais diferentes grupos. Isso é natural para quem acompanha a vida pública tocantinense há tanto tempo. Mas amizade pessoal não pode substituir compromisso jornalístico.
Publicamos análises, entrevistas e opiniões. Registramos movimentos do governo e da oposição. Abrimos espaço para diferentes candidaturas e procuramos separar relações pessoais da responsabilidade de informar.
Acertamos e certamente também erramos. Jornalismo é feito diariamente e também precisa estar aberto à crítica. O compromisso que permanece é o de olhar os fatos, ouvir os diferentes lados e respeitar a inteligência de quem está do outro lado da tela.
AGRADECIMENTOS
Por isso, neste momento, antes mesmo de conhecermos o resultado das urnas, queremos agradecer. Aos parceiros e colaboradores que participaram desta caminhada, às fontes que atenderam nossas ligações. Aos candidatos que concederam entrevistas e apresentaram suas posições. Aos profissionais que contribuíram para nossa cobertura. Mas, principalmente, aos milhares de leitores e leitoras que acessaram O Paralelo 13 durante todo esse período.
Cada leitura, compartilhamento, crítica, mensagem e manifestação demonstra que existe uma relação construída ao longo de quase quatro décadas. Um jornal não existe apenas porque publica. Existe porque alguém lê. E chegar a mais uma eleição com essa relação preservada é parte importante da história que construímos.
A eleição de domingo vai encerrar algumas disputas e abrir uma nova etapa em outras. O Paralelo 13 continuará acompanhando a campanha com a mesma disposição, observando movimentos, alianças, discursos, propostas e, principalmente, o comportamento da sociedade.
Segundo turno é outra eleição.
As alianças podem mudar. Os apoios podem ser reorganizados. O tempo de exposição das candidaturas muda. O eleitor passa a comparar apenas duas alternativas, e uma nova dinâmica começa. Se esse for o caminho indicado pelas urnas, estaremos novamente presentes.
Por isso não faremos vencedores antecipados. Não transformaremos pesquisa em urna. Também não desprezaremos o silêncio de quem passou esta campanha longe dos palanques e das discussões políticas. O eleitor tocantinense observou, ouviu e avaliou à sua maneira. Agora chegou a hora de falar por meio do voto.
É hora de ouvir as urnas.
Aos candidatos e candidatas, desejamos uma eleição democrática e respeitosa. Aos nossos parceiros e colaboradores, o nosso agradecimento. E aos leitores e leitoras que fizeram conosco mais esta caminhada, o nosso muito obrigado.
No domingo, a palavra será do eleitor.
E, depois dela, continuaremos aqui.
Até as urnas.