Relatório revela movimentações do ex-banqueiro antes da Compliance Zero, contatos com autoridades e questionamento a Moraes

 

 

 

Com Estadão Conteúdo

 

A Polícia Federal afirma ter reunido fortes indícios de que Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, teve conhecimento antecipado da Operação Compliance Zero e se movimentou nos dias anteriores à ação, revelou o G1. O relatório, que teve o sigilo retirado nesta quinta-feira (10), aponta que a tentativa de deixar o Brasil na véspera da operação dificilmente teria sido uma “mera coincidência”.

Segundo a PF, os sinais começaram semanas antes. Em outubro de 2025, Vorcaro registrou em seu celular nomes de representantes da Polícia Federal que teriam participado de uma reunião reservada com o Banco Central. Já em 16 de novembro, dois dias antes da operação, anotou uma pergunta sobre eventual proximidade de um terceiro com o juiz federal Ricardo Soares Leite, responsável por autorizar medidas contra ele.

 

No dia 17 de novembro, a movimentação se intensificou. Após receber mensagens urgentes do advogado Walfrido Warde, Vorcaro mudou seus planos e informou que providenciaria um voo. No mesmo dia, acompanhou uma reportagem que revelava a existência de investigação na 10ª Vara Federal de Brasília. A defesa, então, protocolou pedido de acesso ao inquérito.

A PF também aponta contatos de Vorcaro com servidores do Banco Central e a articulação de uma reunião virtual realizada naquele mesmo dia. Para os investigadores, o conjunto das conversas sugere que o banqueiro, já ciente da iminência da operação, buscava interlocução em órgãos públicos enquanto organizava sua saída do país.

 

Na noite de 17 de novembro, Vorcaro foi interceptado no Aeroporto Internacional de Guarulhos quando se preparava para embarcar em um jato particular com destino final aos Emirados Árabes. No dia seguinte, a PF deflagrou oficialmente a primeira fase da Compliance Zero. Para os investigadores, a sequência reforça a hipótese de tentativa de fuga.

 

Vorcaro acabou solto cerca de dez dias depois por decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Posteriormente, porém, as informações reunidas pela PF embasaram um novo pedido de prisão preventiva, assinado em fevereiro de 2026. Em março, o ex-banqueiro voltou a ser preso.

O relatório também descreve o que a PF chama de possíveis “tentáculos” do grupo em estruturas públicas e privadas. Segundo os investigadores, existem elementos indicativos de ações destinadas a proteger o núcleo investigado por meio de conhecimento antecipado de atos processuais, interlocução com integrantes de órgãos de controle e planejamento para deixar o Brasil.

 

Mensagem a Moraes aumenta suspeitas

Outro ponto que ganhou destaque após a retirada do sigilo envolve uma troca de mensagens entre Vorcaro e o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Os diálogos constam de relatório da PF que teve o sigilo levantado pelo ministro André Mendonça.

 

Em 15 de novembro de 2025, dois dias antes de ser preso, Vorcaro perguntou a Moraes: “Acha que segunda já tenho que estar fora?”. Quarenta e oito horas depois, o ex-banqueiro foi detido pela Polícia Federal em Guarulhos.

 

Nesta quinta-feira, André Mendonça também retirou o sigilo das principais investigações relacionadas ao Banco Master que tramitam no STF. A medida atendeu a uma solicitação do presidente da Corte, Edson Fachin, e abriu o acesso a inquéritos, reclamações e petições ligados ao chamado caso Master.

 

 

Posted On Sexta, 11 Setembro 2026 07:02 Escrito por O Paralelo 13

Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues

 

 

A política nacional ganhou nesta quinta-feira, ((10), com mais um capítulo de uma crise que pode produzir consequências muito além de Brasília. No centro da nova turbulência aparece Antônio Rueda, presidente nacional da Federação União Progressista, formada por União Brasil e Progressistas (PP), e uma das figuras mais poderosas da estrutura partidária que disputa as eleições de 2026 em vários estados brasileiros. O próprio Tribunal Superior Eleitoral registra Rueda como presidente nacional da federação.

 

ACM Neto e Antonio Rueda 

 

O combustível da crise está nas informações reveladas pelo UOL sobre uma proposta de colaboração de Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. Segundo o relato atribuído ao banqueiro, Rueda e ACM Neto, candidato do União Brasil ao Governo da Bahia, teriam recebido vantagens relacionadas à captação de recursos de institutos de previdência e outros investidores para o Master. Vorcaro afirmou que os dois teriam atuado na abertura de portas para investimentos e que haveria pagamento de comissões.

 

A acusação é gravíssima.

Trata-se de uma acusação, não de uma condenação. A proposta de delação de Vorcaro não foi aceita nem homologada, e a própria reportagem aponta questões ainda sem resposta, inclusive divergências entre os valores relatados pelo ex-banqueiro e aqueles identificados em documentos financeiros. ACM Neto e Antônio Rueda negam irregularidades.

 

O QUE VORCARO DIZ

 

Segundo a reportagem, Vorcaro afirmou que Rueda e ACM Neto teriam ajudado o Banco Master a captar recursos junto a institutos de previdência do Rio de Janeiro, Amapá e Amazonas, além da Cedae. O relato menciona cerca de R$ 2 bilhões em captações. Dados já conhecidos, entretanto, apontam aproximadamente R$ 3,62 bilhões aplicados por quatro investidores citados: R$ 2,97 bilhões do Rioprevidência, R$ 400 milhões da Amprev, R$ 200 milhões da Cedae e R$ 50 milhões da Amazonprev. Essa diferença é uma das inconsistências que ainda precisam ser esclarecidas.

Vorcaro também afirmou que pagamentos relacionados a Rueda teriam ocorrido por meio de contratos entre empresas do conglomerado Master e o escritório Rueda & Rueda Advogados, além de outras formas que ele descreveu aos investigadores. A reportagem informa que mensagens e contratos foram apresentados pelo ex-banqueiro como elementos para sustentar seu relato.

 

Segundo a apuração, documentos bancários, fiscais e relatórios do Coaf apontaram R$ 6,4 milhões em repasses a escritórios ligados a Rueda entre 2022 e 2025, montante bastante diferente das cifras sugeridas no relato de Vorcaro.

 

É exatamente por isso que investigação existe. Para separar indício de prova, acusação de fato e narrativa de responsabilidade criminal.

 

RUEDA JÁ ESTAVA NO RADAR

A revelação desta quinta-feira não surge completamente isolada. Dois dias antes, o UOL informou que o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, afirmou existir uma investigação sigilosa envolvendo Antônio Rueda. Segundo Mendonça, informações sobre essa apuração teriam sido expostas prematuramente em um relatório produzido no âmbito da Polícia Federal, comprometendo diligências que estavam em curso.

 

A própria reportagem sobre Vorcaro acrescenta que a cúpula de fundos de previdência citados e sua relação com o União Brasil já estava sob investigação da Polícia Federal. Ao mesmo tempo, registra que a Procuradoria-Geral da República se manifestou contra uma busca e apreensão contra Rueda naquele momento, apontando fragilidade dos elementos disponíveis.

 

O PROBLEMA AGORA É POLÍTICO

Antônio Rueda não é apenas advogado ou dirigente partidário. Ele comanda a Federação União Progressista, união entre dois dos maiores partidos do país — União Brasil e PP. Portanto, quando o presidente nacional de uma federação dessa dimensão aparece no centro de acusações envolvendo bilhões de reais em investimentos de fundos públicos e um dos maiores escândalos financeiros recentes do país, o problema deixa de ser apenas pessoal.

 

Passa a ser partidário, passa a ser eleitoral. A federação possui candidatos, palanques, alianças e interesses espalhados pelo Brasil. Qualquer desgaste de sua direção nacional inevitavelmente será explorado pelos adversários nos estados.

A sirene tocou.

 

A “CASA” POLÍTICA ESTÁ SOB PRESSÃO

 

Os presidentes do PP, Ciro Nogueira e Antonio Rueda, do União Brasil,  integram federação União Progressista / Crédito: Reprodução/PP

 

Há ainda um efeito nacional. Rueda ocupa uma cadeira estratégica na engrenagem partidária brasileira. ACM Neto, além de candidato na Bahia, é vice-presidente do União Brasil. A federação União Progressista participa de alianças estaduais e possui interesses eleitorais que ultrapassam as fronteiras baianas. Por isso, o episódio não deve ser analisado somente como mais uma denúncia envolvendo um dirigente partidário.

 

Até onde essa crise pode contaminar a estrutura eleitoral montada pela federação para 2026? A resposta dependerá, fundamentalmente, do que as investigações encontrarem. Se as acusações não forem comprovadas, permanecerá o desgaste produzido pela exposição pública e se surgirem provas consistentes, entretanto, a dimensão política será muito maior.

 

E aí não estaremos mais falando apenas de Antônio Rueda. Estaremos falando do comando de uma das maiores federações partidárias do país em plena eleição.

 

 

Posted On Quinta, 10 Setembro 2026 13:18 Escrito por O Paralelo 13

Entidade diz que procurador-geral foi chamado a prestar esclarecimentos sobre o caso e pede que substituto legal atue no processo

 

 

Por Fernanda Fonseca - CNN Brasil

 

 

O Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) pediu nesta quarta-feira (9) ao presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, não atue pessoalmente no processo que discute relatórios da Polícia Federal com registros de interações entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

O pedido foi aprovado em reunião extraordinária da OAB Nacional com os presidentes das 27 seccionais e protocolado no Supremo após o encontro.

 

A entidade argumenta que Gonet está em uma situação peculiar porque a PGR já se manifestou no processo sobre os relatórios da PF defendendo a nulidade da determinação que deu origem ao material e dos elementos obtidos a partir dela.

Ao mesmo tempo, o procurador-geral foi chamado por Fachin a prestar esclarecimentos no procedimento aberto pela Presidência do STF para concentrar a análise da crise envolvendo ministros da Corte e a Polícia Federal.

 

Para a OAB, essa situação recomenda que Gonet se abstenha de atuar pessoalmente no caso. A entidade pede que o Ministério Público continue participando do processo por meio do substituto legal do procurador-geral.

A Ordem ressalta que o pedido não representa uma conclusão sobre a atuação de Gonet. Segundo a manifestação, a medida tem caráter “estritamente processual e preventivo”. A OAB também pediu acesso aos relatórios, provas, manifestações e demais documentos relacionados à crise, inclusive materiais submetidos a sigilo, dentro dos limites definidos pelo STF.

 

Além disso, a entidade requereu a abertura das investigações cabíveis para apurar eventuais crimes relacionados aos fatos, inclusive aqueles que possam envolver integrantes da Corte.

 

A OAB decidiu ainda criar uma comissão formada por integrantes da direção nacional e presidentes de seccionais para analisar os documentos e elaborar um parecer sobre a conduta dos ministros envolvidos. Como mostrou a CNN, entre as possibilidades que poderão ser avaliadas está um pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes.

 

 

 

Posted On Quinta, 10 Setembro 2026 06:05 Escrito por O Paralelo 13

Por Gabriella Furquim - Metrópoles

 

 

Para além da crise deflagrada no Supremo Tribunal Federal (STF), está na mesa do ministro André Mendonça um acordo de delação premiada que tira o sono da Faria Lima.

 

Fechada com a Procuradoria-Geral da República (PGR), a delação do fundador da Reag, João Carlos Mansur, já avançou todas as etapas necessárias antes do aval do relator do Caso Master.

 

No início do mês, Mansur foi ouvido por um juiz auxiliar do gabinete do ministro André Mendonça, na chamada audiência de voluntariedade — cujo objetivo é checar se o colaborador está participando do processo de forma voluntária. Era a última fase antes da decisão do ministro sobre homologar ou não a delação.

 

Mansur teria apresentado 17 frentes de colaboração e aceitado pagar cerca de 40 milhões de reais. O principal tema da colaboração seria a atuação da Reag na possível ocultação de valores ligados ao Banco Master. Mas o fundador da gestora sabe muito mais.

 

Antes de ser liquidada pelo Banco Central (BC), a Reag sustentava o título de maior gestora independente do país, com mais de R$ 300 bilhões sob sua gestão.

 

Além do espaço que conquistou rapidamente na Faria Lima, a Reag era conhecida por operar um complexo emaranhado de fundos capazes de ocultar a origem e o destinatário final do dinheiro, além de despistar os órgãos de controle. E o Master não era o único cliente. Há na lista de contratantes da gestora, grandes empresas e investidores.

 

Conforme revelou a Polícia Federal (PF), até o PCC recorria à Reag. A operação Carbono Oculto identificou que a estrutura era utilizada para lavar dinheiro de refinarias que seriam controladas pelo crime organizado.

 

Nesta quarta-feira (9/9), André Mendonça homologou o acordo de delação premiada do empresário Antônio Carlos Freixo Júnior, mais conhecido como “Mineiro”, como revelou a coluna de Igor Gadelha, no Metrópoles.

 

Conhecido como Mineiro, Freixo é dono da “Entre Investimentos”, empresa usada por Daniel Vorcaro para repassar recursos para o filme Dark Horse, sobre a história do ex-presidente Jair Bolsonaro.

 

 

Posted On Quinta, 10 Setembro 2026 05:48 Escrito por O Paralelo 13

A delação ajuda a corroborar o que as investigações já vêm apontando desde o ano passado sobre suspeitas de fraudes financeiras relacionadas a Vorcaro e à Reag

 

 

POR JOSÉ MARQUES - (FOLHAPRESS)

 

 

O empresário João Carlos Mansur, que era dono da Reag, diz em delação premiada fechada com a PGR (Procuradoria-Geral da República) que fundos de investimentos geridos pela empresa serviram para ocultar o pagamento de propinas de Daniel Vorcaro, do Banco Master, a autoridades públicas.

A colaboração foi enviada na última semana ao ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), e aguarda ser validada. A Polícia Federal participou do início das negociações, mas não prosseguiu com as tratativas.

Segundo pessoas com conhecimento da colaboração, Mansur descreve na proposta a participação da gestora e dos fundos de investimento usados no esquema do Master, assim como a de indivíduos que operavam como laranjas de Vorcaro.

A delação ajuda a corroborar o que as investigações já vêm apontando desde o ano passado sobre suspeitas de fraudes financeiras relacionadas a Vorcaro e à Reag.

 

Mas, além disso, fornece informações mais claras sobre como foram feitas essas operações financeiras, onde estão recursos que foram enviados para o exterior e como deve ser a recuperação desses recursos.
Procurada, a defesa de Vorcaro afirma que não teve acesso aos anexos da colaboração e, por isso, não tem como se manifestar. Também procurada, a defesa de Mansur não se manifestou.

 

Boa parte do dinheiro desviado no esquema ligado ao Master está fora do Brasil, em offshores (empresas registradas fora dos países de seus proprietários, normalmente em paraísos fiscais), segundo os investigadores.

 

A colaboração permite que esses valores sejam devolvidos ao país sem a necessidade, muitas vezes, de acordos com autoridades estrangeiras. Isso evita que alguns países cobrem um “pedágio” do Brasil e fiquem com um percentual da quantia recuperada.

Para fechar o acordo, além da recuperação dos recursos desviados, Mansur se comprometeu a pagar uma multa que, segundo revelou o UOL, é de R$ 40 milhões.

A Reag era uma das maiores gestoras independentes -ou seja, sem ligação com um único banco- do país.
Mansur deixou o cargo de presidente do Conselho de Administração da empresa em setembro de 2025 para tentar conter a crise após a operação Carbono Oculto, que apurou a infiltração do PCC (Primeiro Comando da Capital) em atividades da economia formal. A Reag era um dos principais alvos, acusada de ter hospedado recursos provenientes do crime em fundos sob sua gestão.

Como a Folha de S. Paulo mostrou em março, desde o fim do ano passado, ele já discutia a possibilidade de fazer um acordo de colaboração, inicialmente com o Ministério Público Federal em São Paulo, em conversas que não avançaram, e depois com o Ministério Público de São Paulo.

Em janeiro deste ano, o empresário foi alvo de buscas na segunda fase da operação Compliance Zero, que trata dos escândalos relacionados ao Banco Master. Ele não chegou a ser preso, nem está detido.
Logo depois, o Banco Central decretou a liquidação da Reag por “comprometimento da situação econômico-financeira da corretora, bem como por graves violações às normas que regem as atividades das instituições integrantes do SFN [sistema financeiro nacional]”.

As investigações da Polícia Federal apontaram que Mansur é suspeito de ter usado fundos da gestora para ocultar o pagamento de propina em imóveis a Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB (Banco de Brasília).

Paulo Henrique também tentou firmar acordo de delação premiada com as autoridades, mas as negociações não foram adiante. Atualmente, ele está preso no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, a chamada Papudinha. Vorcaro está preso no mesmo local.

A negociação de Mansur com a PGR começou ainda em fevereiro e só foi concluída em agosto. O empresário tentava fechar o acordo de forma simultânea com Vorcaro -que teve duas propostas rejeitadas pela PF e pela PGR. O advogado de ambos à época era José Luís Oliveira Lima, o Juca.
Mansur trocou de advogados e atualmente tem à frente da sua defesa Aloisio Lacerda Medeiros, especialista em crimes contra o sistema financeiro.

Em agosto, a PGR também fechou acordo de delação premiada com Antônio Carlos Freixo Júnior, conhecido como Mineiro, dono da empresa que teria sido utilizada por Daniel Vorcaro para enviar recursos que financiariam “Dark Horse”, filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Próximo de Vorcaro, Mineiro foi alvo de busca e apreensão na mesma fase que Mansur. Ele disse que era um dos responsáveis por fazer remessas financeiras e conseguir dinheiro vivo para Vorcaro. Esse dinheiro muitas vezes era entregue em malas, devido ao seu volume.

Investigadores avaliam que essas duas delações, em conjunto, diminuem a capacidade de negociação de Vorcaro para uma nova tentativa de colaboração.

Essa visão foi reforçada pelo depoimento dado por Vorcaro ao gabinete de Mendonça, no fim de agosto, no qual o ex-banqueiro se apresentou novamente como uma vítima do sistema e como uma pessoa perseguida pelo Banco Central.

O entendimento é de que nunca existiu disposição de Vorcaro para fechar uma delação e que, até o momento, ele não dá sinais de entender como crimes as suspeitas de fraudes cometidas pelo Master.

 

 

 

Posted On Quinta, 10 Setembro 2026 05:46 Escrito por O Paralelo 13
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