Cautela
O governador Mauro Carlesse (PHS) vem se mantendo reservado, sem declarações ou entrevistas à imprensa. Ao que tudo indica, tal estratégia do governador e pré-candidato a reeleição é uma forma de evitar qualquer deslize em suas declarações. Neste período, ainda que muito discreto é sabido que [Carlesse] mantêm conversações com dirigentes de vários partidos, organizando um entrelaçado que se formou com as eleições suplementares, mas que precisa ser desfeito.

Das inúmeras dúvidas que o grupo enfrenta neste momento uma delas, e hoje em grande proporção, é a escolha dos dois candidatos ao senado que farão parte da majoritária. Quem soma mais? Quem tem mais apoio dos partidos aliados? E, dos principais líderes? Quem está melhor nas pesquisas? Tais questionamentos são importantes para que o candidato decida os dois nomes que somarão positivamente em sua campanha a reeleição.
Muitas surpresas poderão ocorrer nas composições das chapas. Agora vale a matemática da adição, da multiplicação. Quem mais soma, quem mais conta com o apoio dos partidos? Quem atualmente tem maior aceitação pública.
Marlon Reis

Serão no mínimo oito candidatos ao senado, que disputarão duas vagas. Na equipe de Mauro Carlesse dois candidatos, com Marlon Reis mais duas vagas, e com Carlos Amastha tudo indica que resta apenas mais uma vaga, já que uma delas está garantida para o senador Vicentinho Alves (PR).
Os demais que não forem contemplados para integrar a majoritária podem migrar para as disputas de cargos de deputado federal ou estadual.
*Economia*
Mauro Carlesse tem administrado o Tocantins de forma engessada. Conforme a legislação eleitoral, o então governador interino estava proibido de nomear, contratar ou dispensar qualquer servidor público durante o período de eleições suplementares.
Diplomado em 9 de julho de 2018, às vésperas de um novo processo eleitoral que agora acontece em todo o País, o governador eleito está constitucionalmente proibido de mais uma vez, contratar, dispensar ou nomear até 90 dias após o processo que acontece em outubro.
Mauro Carlesse

No entanto, o Tocantins encontra-se financeiramente desnivelado, e hoje não atende a exigência da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) que permite que da Receita Corrente Líquida (RCL) seja gasto no máximo 49%. O Tocantins já ultrapassa quase 10% dos índices permitidos e hoje o gasto com despesa de pessoal ultrapassa os 58%, chegando a um montante de R$ 4,178 bilhões, conforme foi divulgado pelo Jornal do Tocantins, com base nos dados do Portal da Transparência.
Agora, diante do atual cenário e da legislação, que não permite o enxugamento da folha, só há um caminho a seguir, e tais medidas devem ser emergenciais. Toda gordura deve ser cortada por questões de sobrevivência pública, a começar pelo serviço aéreo, consumo de combustível, pagamento de diárias e passagens de avião e fusões de secretarias e outros órgãos nos próximos três meses.
O Estado não pode deixar de fazer os repasses garantidos em lei, aos demais poderes, mesmo com a possível frustração de receita, é inviável atrasar o pagamento do funcionalismo público que vinha sendo feito pelo ex-governador Marcelo Miranda até o 12º dia do mês. Já o governador Mauro Carlesse optou pelo pagamento de 63% do funcionalismo público, que recebe até R$3.000,00 o pagamento para o primeiro dia útil do mês.
*Detalhamento*
Conforme o Jornal do Tocantins, o Portal da Transparência traz informações de que nos meses de maio, foi gasto R$ 343,5 milhões em salário para os servidores públicos. Já em junho, o montante chegou a R$361,6 milhões sem mencionar as folhas adicionais de férias.
Um comparativo realizado sobre o mesmo período em 2017 mostrou que em maio o governo do Tocantins gastou R$ 335 milhões com o salário e em junho e R$ 354,2 milhões, sendo R$7 milhões a menos que em 2018.
Investimentos
O veículo de comunicação comparou ainda o montante gasto com investimentos a folha dos servidores. Este ano, foram pagos cerca de R$68,62 milhões para aplicação no Tocantins. Este valor corresponde a 2,1% dos gastos do governo nestes seis meses, no entanto com o pagamento de servidores o montante chega a 3,1% das despesas.
Em 2017, no primeiro semestre do ano foram investidos R$ 397,9 milhões, o que correspondeu a 5,5% da despesa total. Já a manutenção da máquina pública também traz grande despesa, chegando ao montante de R$ 687 milhões nestes 180 dias de 2018.
Saúde
Mais importante do governo tem sido o cuidado com os pacientes que dependem de serviços da saúde pública nos Hospitais Regionais e maternidades do Estado.

Na Capital, o abastecimento das farmácias e dos centros cirúrgicos trouxe melhorias significativas no sistema de saúde. No HGP e dona Regina, nos corredores não se vê mais macas ou pacientes. Estas benfeitorias na saúde pública tocantinense é um ganho significativo a todos nós, o que traz maior conforto em um período de vulnerabilidade do cidadão.
Amastha reforça acordos
O governadoriável, o ex-prefeito de Palmas, Carlos Amastha, estava com retorno aguardado para esta terça-feira. O pré-candidato estava sendo aguardado por líderes e correligionários onde deve nos próximos dias afunilar os entendimentos para a formação da chapa majoritária dos partidos que marcaram suas convenções para o último dia estabelecido pela legislação eleitoral, que é até 05 de agosto.

As vésperas da divulgação dos acontecimentos e acordos que estão sendo alinhados nos bastidores, fora dos holofotes da imprensa, serão muito intensos e de costuramentos de acordos políticos.
O olhar atento da sociedade
A população tocantinense aguarda silenciosamente a divulgação dos possíveis nomes para concorrer a função de governador do Tocantins. Aqueles que buscam a vaga de gestor no Palácio Araguaia deverão apresentar suas propostas de governo, assim como participar das discussões sobre assuntos de interesse social como geração de emprego e renda, estratégias e propostas para o enxugamento da máquina público, associado à apresentação de concursos públicos, ações voltadas para melhorias na saúde, educação, segurança pública, dentre tantas outras questões que devem estar associadas a políticas públicas para a redução da criminalidade, da drogadição e do desemprego.
As propostas devem convencer mais de um milhão de eleitores que estão aptos a exercer a democracia por meio do voto em outubro, nos 139 municípios tocantinense.
Paralelo a todas estas questões, é preciso que o candidato esteja preparado para enfrentar não apenas as sabatinas com seus adversários, mas de representantes de instituições classistas.
Os olhos e ouvidos do povo
A imprensa com todas as suas ferramentas de comunicação será essencial para levar a conhecimento público o perfil, proposta, ideologia, visão de cada candidato, tendo em vista que esta eleição será de poucos comícios e grandes encontros haja visto que a classe encontra-se desacreditada, descredibilizada, sem prestígio algum junto a opinião pública.

As redes sociais serão um diferencial neste processo, uma faca de dois gumes, pois para aqueles que estão no exercício do mandato mais uma ferramenta de comunicação para divulgar e prestar conta do trabalho realizado junto aos municípios.
Agora, aqueles que ocuparam cadeiras, passaram por mandatos eletivos e não trabalharam como deveriam, se não realizarem uma prestação de contas positiva, o eleitor tende a trocar por um outro candidato que possa fazer, ou ao menos que lhe transmita segurança e seriedade na função que busca ocupar.
Vamos aguardar as pedras sucessórias serem postas no tabuleiro para conhecermos e analisarmos o potencial de cada um. Boa sorte a todos, e até o próximo episódio dessa história sobre a sucessão do Tocantins.
Em vídeo José Nêumanne Pinto, no fim da matéria do jornal da TV Gazeta
Presidente do partido não abre mão da disputa pelo Planalto: “não participar seria ato de covardia”
Do Jornal do Brasil
Sem mencionar o nome do pré-candidato Henrique Meirelles, o presidente do MDB, senador Romero Jucá (RR) convocou os convencionados a apoiar a candidatura própria do partido à Presidência da República. Em vídeo distribuído pelas redes sociais, Jucá anunciou a convenção nacional do partido para o dia 2 de agosto, três dias antes do fim do prazo estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
“Não participar dessa eleição seria um ato de covardia. O MDB, com a sua história e as suas conquistas, não deve e não pode fugir ao debate. Não podemos fazer de conta que nada está acontecendo e ficarmos inertes. Isso seria diminuir e encolher o nosso tamanho e importância”, afirmou Jucá no vídeo, ao referir-se a uma “grave crise política e econômica” que persegue o Brasil há dois anos. Ele não faz referência ao fato de o país ser presidido pelo emedebista Michel Temer.
Senador Romero Jucá anunciou para o dia 2 de agosto a convenção nacional do partido para lançar ex-ministro Henrique Meirelles candidato
“Tenho ouvido da grande maioria nos nossos estados o desejo de candidatura própria a presidente. O MDB precisa ser cada vez mais afirmativo e conduzir seu próprio caminho”, prossegue o senador, no vídeo. Ele diz que o MDB é o maior partido do Brasil e, por isso, não pode “se esconder ou se omitir” em um momento em que a sociedade pede mudanças na política. “Não podemos abdicar de nossa posição e seguir outras ideologias, populistas, que já nos fizeram tanto mal”, diz, sem citar a aliança com o PT no governo Dilma Rousseff.
“Vamos unidos para a convenção do dia 2 de agosto. Vamos reafirmar nosso compromisso com o Brasil”, conclamou.
Será impossível ao MDB, porém, alcançar a unidade aclamada por Jucá, uma vez que o seu candidato, Meirelles, encontra resistência em muitos diretórios estaduais. Lideram a resistência à candidatura própria figuras importantes do partido, como os senadores Renan Calheiros (AL), Eunício Oliveira (CE) e Roberto Requião (PR).
Renan Calheiros lançou, inclusive, a tese “MDB Livre”, que defende a posição de neutralidade na convenção partidária, para que o partido faça livremente as alianças regionais. Os que resistem ao nome de Meirelles o acusam de ter “alugado” o partido para realizar o sonho pessoal de ser presidente, sem que haja qualquer compromisso com a legenda.
Dois são os motivos que fazem Jucá insistir na candidatura própria. Primeiro, a campanha majoritária será totalmente financiada pelo candidato. Ele mesmo já havia anunciado a decisão da Executiva Nacional que coloca como prioridade do partido na campanha de 2018 a ampliação da bancada na Câmara dos Deputados e no Senado. A decisão consta dos critérios para utilização do Fundo Eleitoral, encaminhados pela Executiva ao TSE. Com isso, o partido tornou inviável a candidatura de outro concorrente que não Henrique Meirelles, o único disposto a bancar R$ 70 milhões em campanha.
O outro motivo são pesquisas recentes que colocam até mesmo o candidato do PT, Fernando Haddad, com 2% nas intenções de voto. A avaliação da equipe de Meirelles é que cai por terra a tese de que há risco de sobrar apenas o candidato de Lula e Jair Bolsonaro para disputar o segundo turno. Haveria, portanto, chances de sua candidatura crescer ao longo da campanha.
Da Assessoria
O Sindicato dos Servidores Públicos no Estado do Tocantins (SISEPE-TO) ingressou com quatro Mandados de Segurança, no Tribunal de Justiça, requerendo a implementação das evoluções funcionais condizentes aos servidores que foram declarados aptos nos atos publicados no Diário Oficial n° 5.034, de 18 de janeiro de 2018. A medida judicial busca garantir o direito dos servidores do Quadro Geral, do Quadro Técnico e de Apoio Administrativo da Secretaria Estadual da Fazenda, do Naturatins e do Ruraltins ao pagamento de 1.506 progressões, que foram publicadas pelas as comissões de Gestão, Enquadramento e Evolução Funcional no início do ano.
O SISEPE-TO vinha negociando com o governo do Estado o cumprimento do pagamento das progressões dos seus sindicalizados, mas em razão da demora nas implementações foi necessário ingressar com as ações na Justiça na última sexta-feira. Os Mandados de Segurança requerem que o governo do Estado publique as portarias de concessão das evoluções funcionais dos servidores sindicalizados e consequentemente seja implementado em folha de pagamento, buscando evitar maiores prejuízos aos Servidores Públicos sindicalizados.
“É preciso destacar que o SISEPE quer apenas o cumprimento de um direito do servidor, não se trata de aumento salarial, mas sim o cumprimento dos planos de carreira das categorias, que estabelecem a evolução funcional horizontal e vertical no funcionalismo público do governo estadual”, frisa o presidente em exercício do SISEPE, Milton Rocha. Detalhamento das ações
Mandado de Segurança nº 0015306-55.2018.827.0000 Trata da Evolução Funcional Horizontal e Vertical do Ruraltins publicada no Diário Oficial 5.034, de 18 de janeiro de 2018, páginas 111-113. Total de 98 progressões, sendo 59 Horizontal e 39 Vertical. Mandado de Segurança nº 0015290-04.2018.827.0000 Trata da Evolução Funcional Horizontal e Vertical do Naturatins publicada no Diário Oficial 5.034, de 18 de janeiro de 2018, página 20. Total de 32 progressões, sendo 21 Horizontal e 11 Vertical. Mandado de Segurança nº 00155292-71.2018.827.0000 Trata da Evolução Funcional Horizontal e Vertical do Quadro Técnico e de Apoio Administrativo da Secretaria Estadual da Fazenda publicada no Diário Oficial 5.034, de 18 de janeiro de 2018, páginas 117-119. Total de 179 progressões, sendo 109 Horizontal e 70 Vertical. Mandado de Segurança nº 0015301-33.2018.827.0000 Trata da Evolução Funcional Horizontal e Vertical do Quadro Geral publicada no Diário Oficial 5.034, de 18 de janeiro de 2018, páginas 23-41. Total de 1.197 progressões, sendo 793 Horizontal e 404 Vertical.
Legenda, que apoiou Kátia Abreu no primeiro turno das eleições suplementares para governador, tem André Gomes como presidente

Por Edson Rodrigues
De forma discreta, porém eficiente e sagaz, o ex-deputado federal Eduardo Gomes, vice-presidente nacional do “Solidariedade”, vem preparando sua plataforma política para disputar uma das duas vagas ao Senado da República pelo Tocantins.

O partido “Avante”, que havia apoiado a senadora Kátia Abreu no primeiro turno das eleições suplementares, após ter sido entregue ao comando do empresário Tom Lyra, abriu as portas para as articulações de Eduardo Gomes – função na qual é considerado mestre – e devolveu, nesta segunda-feira, o comando do partido para André Gomes, irmão de Eduardo Gomes, e a legenda passa a ser mai um partido a apoiar as pretensões do ex-deputado federal ao Senado.
ALIADOS
Eduardo Gomes tem como um dos seus grandes e importantes avalistas políticos o prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas e todo o seu grupo político formado por vereadores, lideranças locais e regionais, empresários e industriais da região da Grande Araguaína e do Bico do Papagaio.
Nos últimos dias Eduardo Gomes tem conversado com diversas lideranças dos mais variados partidos políticos e recebendo em sua residência prefeitos, vereadores, dirigentes partidários, principalmente o presidente estadual do Solidariedade, Vilmar do Detran, com quem tem debatido um planejamento estratégico para sua atuação no Senado Federal e também, é claro, sua participação o processo sucessório para o governo do Estado.
Eduardo tem deixado claro que seu apoio irá para quem seus aliados, sua base política, decidirem de forma democrática e imparcial, em que os representantes do interior e da Capital terão o mesmo poder de opinião.
A intenção de Gomes é intensificar as conversações nos próximos dias, para ir afunilando as decisões até o dia da convenção, para chegar com tudo organizado, com as definições dos nomes dos candidatos a deputado estadual e federal que comporão sua chapa inteiramente alinhados á sua candidatura ao Senado, tudo decidido de forma colegiada, transformando a convenção em uma verdadeira aula de democracia e união, oportunizando a todos chances iguais de participação, agora com a força trazida pelo Avante.
Isso porque o número e a qualidade dos candidatos a deputado estadual e federal deve turbinar o potencial da candidatura do próprio Eduardo Gomes que tem como prioridade contemplar os candidatos da proporcional, em uma coligação que garanta a eleição de uma bancada significativa na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados e a sua confirmação no Senado.
A convenção deverá ser, prioritariamente, um ato de união de forças em torno de um mesmo ideal, pois só a pluralidade e a qualidade das forças reunidas poderá reerguer o Tocantins.
Um ato para o lançamento da candidatura de Eduardo Gomes já está sendo organizado para uma data anterior à da convenção, como a participação maciça dos partidos que comporão a coligação que levará o nome do ex-deputado federal à frente, em uma caminhada organizada, coesa e com uma estratégia definida, com grandes chances de êxito.
PERFIL
Membro de uma família de sete irmãos, Carlos Eduardo Torres Gomes nasceu em Estância (SE), em 28 de abril de 1966. Filho de José Gomes Sobrinho, de quem herdou o gosto e o talento para a arte, e de Gilda Torres Gomes, sempre foi engajado em movimentos e iniciativas sociais e culturais. Como o pai, considerado um dos maiores poetas que o Tocantins já viu, e chamado de precursor da cultura do Estado, vivenciou a verdadeira construção da arte no antigo norte de Goiás.

Além da arte, o gosto pela política sempre marcou a vida de Eduardo Gomes. Professor de educação física em Araguaína, o contato com a juventude o colocou à frente da coordenação de caravanas e movimento jovem que atuou na década de 80 no auxílio na luta pela criação do Estado do Tocantins.
Sua carreira na vida pública começou em Xambioá, em 1986, quando assumiu a Secretaria Municipal de Educação . As realizações no setor, investimento que deram ao município o reconhecimento como sede dos melhores festivais e carnavais do Estado e a revolução no turismo o levaram a se convidado a atuar em Araguaína. Lá, exerceu a função de secretário de Cultura e Turismo por dois anos.
Em 1989, Eduardo Gomes assumiu a chefia de gabinete da prefeitura de Palmas, na gestão do primeiro prefeito da então recém-criada capital tocantinense Fenelon Barbosa. Permaneceu no cargo até 1996. No ano seguinte, se tornou vereador em Palmas. Já no PSDB, foi eleito em 2000 para o cargo com 1.107 votos e, como presidente da Câmara, assumiu interinamente a prefeitura em 2002. Na Câmara de Vereadores de Palmas, foi presidente por duas vezes.
Ascensão política
De vereador, chegou à Câmara dos Deputados, em Brasília, em 2002, com número expressivo de votos: 37.251. Em 2006, foi reeleito. Em apenas dois mandatos (2003/2006 e 2007/2010), Eduardo Gomes se tornou um dos mais influentes parlamentares do Brasil. Com foco na defesa por projetos de interesse do povo tocantinense, foi presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados, função de relevância nacional pela primeira vez exercida por um parlamentar tocantinense.
Eduardo Gomes tem uma grande participação na política do Tocantins, inclusive no processo de separação do estado de Goiás. São mais de 30 anos de vida pública, onde cumpriu dois mandatos como vereador de Palmas, chegando a ser presidente da Casa, e três mandatos como deputado federal, sendo citado como um dos deputados mais influentes do Brasil por seis vezes consecutivas.
Enquanto deputado, Eduardo Gomes se destacou por fazer um mandato municipalista e hoje ele pretende repetir esse posicionamento como Senador da República pelo SD.