Com Estadão e site  Terra 

 

Roberta Moreira Luchsinger é uma empresária e herdeira brasileira, amiga de Fábio Luís Lula da Silva (Lulinha), que virou alvo de inquéritos da Polícia Federal por suspeita de tráfico de influência e repasses irregulares no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

Momento da Decisão vai colocar frente a frente os principais candidatos à Presidência no dia 14 de setembro, às 22h, em debate promovido pelo Terra e outros 10 veículos

 

Durante entrevista na Globo, o petista negou conhecer a lobista. "Só faltou ela dizer que eu ofereci a ela o Ministério da Defesa, o comando da Marinha, da Aeronáutica. É de uma imbecilidade. Eu não conheço essa moça, eu nunca vi essa moça na minha vida, nunca conversei com essa moça. Ela nunca esteve próxima de mim. É o seguinte, malandro é igual em qualquer lugar do mundo", declarou. 

 

Lula diz que lobista ‘nunca esteve próxima’ dele, mas Roberta postou foto com presidente:

 

 

 

Quem é Roberta Luchsinger?

Roberta Moreira Luchsinger é herdeira de Peter Paul Arnold Luchsinger, ex-acionista do banco Credit Suisse, e foi casada com o ex-delegado da Polícia Federal Protógenes Queiroz. Em 2018, filiada ao PT, disputou o cargo de deputada estadual em São Paulo e ficou como suplente após declarar R$ 1,5 milhão em patrimônio à Justiça Eleitoral.

 

Nas redes sociais, a empresária publica imagens de itens de luxo, viagens internacionais e manifestações políticas favoráveis ao governo atual, utilizando a hashtag "#ComLulaPelaJusticaPeloBrasil" na biografia do seu perfil no Instagram.

 

Lula após Tralli ler mensagem de investigação: 'Se eu pegasse seu celular só teria coisa correta?':

Qual é a relação de Roberta Luchsinger com Lula e Lulinha?

 

Roberta Luchsinger é amiga próxima de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2017, a empresária anunciou a intenção de doar R$ 500 mil em dinheiro e bens de luxo ao ex-presidente Lula, mas a doação foi bloqueada pela Justiça em razão de dívidas acumuladas por ela em taxas condominiais e despesas de decoração.

 

Investigações da Polícia Federal apontam que Roberta Luchsinger realizou mais de 40 visitas fora da agenda oficial a órgãos do governo federal a partir de 2023. Relatórios da Polícia Federal indicam que a empresária e Fábio Luís Lula da Silva atuavam de forma articulada junto a ministérios e governos estaduais, com a PF citando Lulinha como "beneficiário indireto" de negociações intermediadas pela lobista.

 

Quais são as investigações da Polícia Federal envolvendo a empresária?

A Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão e determinou o uso de tornozeleira eletrônica contra Roberta Luchsinger no âmbito da Operação Sem Desconto, que apura fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A investigação identificou transferências financeiras de empresas ligadas ao empresário Antônio Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, para a consultoria da empresária.

 

A Polícia Federal identificou que uma consultoria ligada a Antônio Camilo Antunes transferiu R$ 1,5 milhão para a empresa de Roberta Luchsinger em cinco pagamentos sucessivos de R$ 300 mil, segundo relatórios da apuração (2025).

 

Em nota, a defesa de Roberta Luchsinger afirma que a empresária "jamais teve qualquer relação com descontos indevidos do INSS" e declara que os repasses se referem a tratativas comerciais privadas para regulação no setor de canabidiol. A defesa de Fábio Luís Lula da Silva sustenta que ele não recebeu pagamentos nem obteve vantagens com negócios de empresários junto ao Executivo federal.

 

 

 

Posted On Sexta, 28 Agosto 2026 06:20 Escrito por

Mensagens acessadas pela PF mostram movimentações de empresária para conseguir fechar negócios, a pedido do Careca do INSS, antes que Lulinha se mudasse para a Espanha

 

PORJOSÉ MARQUES
FOLHAPRESS

 

A Polícia Federal aponta que a lobista Roberta Luchsinger pediu a intervenção do filho mais velho do presidente Lula (PT), Fábio Luís Lula da Silva, para tentar fechar negócios de interesse de Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, com o Ministério da Saúde.

Mensagens acessadas pela PF no celular da empresária mostram que havia uma pressão sobre Lulinha, como Fábio Luís é conhecido, para que participasse das discussões sobre a tentativa de contratação de material derivado de canabidiol e de kits para teste de dengue. Nenhum dos contratos foi fechado.

As informações obtidas pela reportagem constam em investigação preliminar e em representação da PF enviadas ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça, que abriu inquérito sobre o caso. O material está sob sigilo.

Os diálogos mostram movimentações de Roberta para conseguir fechar os negócios, a pedido do Careca do INSS, antes que Lulinha se mudasse para a Espanha, em 2025.

Procurada, a defesa de Fábio Luís diz que ele começou a preparar sua mudança ainda em 2024 e que tem vínculos profissionais com uma empresa da Espanha que não tem relação direta ou indireta com o governo brasileiro.

“Ele vive na Espanha exclusivamente com o resultado do seu trabalho. Uma vida simples, mas muito digna e sem luxo, ao contrário do que estão dizendo”, diz o advogado Marco Aurélio de Carvalho, que representa Lulinha.

A defesa afirma que ele “nunca, em nenhum momento, fez nenhuma intervenção e nenhuma reunião” em favor de negócios do Careca do INSS. “Nos autos, não tem nada que desminta isso. O que a Polícia Federal tem é um quebra-cabeça de ilações, com inferências não conclusivas.”

Procuradas por mensagens às 9h15 desta sexta (26), as defesas de Roberta Luchsinger e de Antônio Camilo não se manifestaram. Anteriormente, a defesa de Roberta disse que não se posicionaria sobre inquérito sob sigilo.

Em mensagens enviadas em 23 de janeiro de 2025, Roberta se queixa de que o Careca do INSS estava pressionando para que os negócios de seu interesse fossem fechados logo, e que o empresário não tinha coragem de fazer a mesma pressão sobre Lulinha.

Ela diz que comentou o assunto com o filho do presidente, e que seria bom “o Fábio se mexer”. A PF interpreta, nesse diálogo, que “as demandas solicitadas por Antônio dependem da intervenção de Fábio”.

 

As conversas de Roberta são com Gustavo Gaspar, empresário e ex-assessor do senador Weverton Rocha (PDT-MA). Ele também participava dos negócios com o Careca do INSS. Procurado, o advogado de Gaspar disse que ainda não teve acesso aos autos.

Nesse período, os diálogos apontam que o empresário, que era o dono de uma empresa de cannabis medicinal, tinha dívidas e precisava de dinheiro. Ao falar à época sobre a situação financeira dele, Roberta afirmou ter o sentimento de que “a casa do Antônio vai cair”.

Meses depois, ele virou um dos principais alvos da operação Sem Desconto, sobre suspeitas de um desvio de benefícios de aposentados e de pensionistas. Antônio Camilo está preso desde setembro do ano passado. Gustavo Gaspar também foi preso na operação e, atualmente, está em regime domiciliar.

A PF afirma que, em 27 de janeiro de 2025, Roberta procurava uma “solução para capitalizar” o Careca do INSS, e pressionava o então secretário-executivo do Ministério da Saúde, Swedenberger do Nascimento Barbosa, o Berger.

“[Temos que] Correr para o Berger comprar isso logo”, disse, em referência a kits de combate à dengue.

 

“Importante citar que Roberta informa que tem prazo, pois ‘Fábio vai embora'”, diz a Polícia Federal, apontando que ela também afirmou que ele precisava sair do país até junho daquele ano e que era necessária a sua intervenção na compra.

Lulinha se mudou definitivamente do Brasil para a Espanha ainda em 2025. Em janeiro de 2026, ele abriu uma empresa em Madri.

Os documentos da Polícia Federal também destacam conversas de Roberta com Marco Aurélio Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula.

Desde março de 2024, Roberta trabalhava para emplacar os contratos com o governo. Em março, ela diz ao então chefe de gabinete, referindo-se a Berger: “Mas vc vai pra cima dele pq eu fiz Gustavo investir lá na empresa do canabidiol rsrs”.

Em maio, ela diz a Marcola: “Temos q colocar Fábio em cima do berge rsrs”. Marco Aurélio responde: “blz”.

Em outubro de 2024, Roberta e Marcola combinam um churrasco. Ela pede que ele leve Berger, a pedido de Fábio Luís. Em novembro do mesmo ano, Roberta afirma a Marcola: “Fabio ta la em Portugal e acordou lá hoje me pedindo pra falar com vc pra vc fazer uma pressão no Berger dos pedidos”.

Como aFolhamostrou, Roberta pagou, em 2024, R$ 217 mil em faturas de cartão de crédito, financiamento de um veículo e outras despesas para Marcola.

Procurado por meio da assessoria do Palácio do Planalto às 11h40, Swedenberger ainda não se manifestou.

Em nota, a defesa de Marcola diz que ele “jamais intermediou negociações ou encaminhou qualquer documento referente a compras ou licitações no âmbito do Ministério da Saúde, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ou de qualquer outro órgão do governo federal”.

 

 

“A defesa de Marco Aurélio Santana Ribeiro continua sem acesso à íntegra dos autos e do inquérito. Os vazamentos seletivos de trechos da documentação, em vez da totalidade do conteúdo, têm objetivo de distorcer os fatos e interferir no processo eleitoral"

 

 

Posted On Quarta, 26 Agosto 2026 15:50 Escrito por

Do Correio Braziliense

 

 

Durante sabatina no Jornal Nacional, nesta terça-feira (25/8), o candidato à Presidência Ronaldo Caiado defendeu o envio ao Congresso Nacional de um projeto de anistia “ampla, geral e irrestrita” para todos os envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, incluindo pessoas condenadas por participação, financiamento, incitação e outras responsabilidades relacionadas aos ataques às sedes dos Três Poderes.

 

Questionado sobre o alcance da proposta e sobre quem seria beneficiado pela medida, Caiado afirmou que a posição tem como objetivo encerrar o ambiente de polarização política e promover a pacificação do país. “Eu sou um democrata na essência. Sou um homem que jamais transigi as regras da democracia”, declarou. O candidato também destacou a trajetória eleitoral e parlamentar, afirmando que sempre respeitou os resultados das urnas e das votações das quais participou.

 

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Ao justificar a defesa da anistia, Caiado afirmou que o brasileiro não tem como característica a construção do “ódio” ou de uma “revanche eterna”. Segundo ele, a concessão de anistias faz parte da história política brasileira e poderia servir, neste momento, como instrumento para encerrar os conflitos que marcam o cenário nacional. “Nós precisamos acabar com essa polarização. Nós temos que pacificar o país. Ninguém aguenta mais essa situação”, afirmou.

 

O candidato citou ainda o número de brasileiros que, segundo ele, deixaram de votar na última eleição como um sinal de insatisfação com o atual ambiente político. Para Caiado, a manutenção do confronto entre grupos políticos tem afastado parte da população do processo eleitoral.

 

Ao ser novamente questionado se a proposta contemplaria todos os envolvidos nos atos de 8 de janeiro — incluindo os responsáveis pela invasão e depredação das sedes dos Três Poderes, financiadores, incitadores, o ex-presidente Jair Bolsonaro, militares e autoridades condenados pelo Supremo Tribunal Federal —, Caiado confirmou que defenderia uma anistia sem restrições. “A todos, ampla, geral e irrestrita”, respondeu.

 

Comparação com Lula

Durante a entrevista, Caiado também fez uma comparação com a situação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O candidato afirmou que a revisão das condenações impostas ao petista permitiu que ele voltasse a disputar eleições e classificou o episódio como uma medida que também teve efeito de anistia.

 

Para Caiado, o projeto que pretende encaminhar ao Congresso teria como principal finalidade encerrar definitivamente a discussão sobre os acontecimentos de 8 de janeiro e reduzir o clima de antagonismo político no país. “Neste momento, a medida minha de anistia tem um objetivo: é pacificar o Brasil. A partir dali, não se discute mais”, afirmou.

 

A declaração ocorre em meio ao debate sobre a responsabilização dos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos Três Poderes foram invadidas e depredadas em Brasília. Caiado, no entanto, sustentou que a proposta abrangeria de forma geral todos os citados na discussão sobre uma eventual anistia.

 

 

 

Posted On Quarta, 26 Agosto 2026 09:27 Escrito por

Da Assessoria

 

Na noite desta terça-feira, em cerimônia realizada no Teatro Nacional Cláudio Santoro, em Brasília, o senador e vice-presidente do Senado Eduardo Gomes recebeu mais uma vez o Prêmio Congresso Em Foco, em reconhecimento ao seu trabalho no parlamento brasileiro.

 

Escolhido pelo Júri Técnico que escolheu os cinco senadores que mais se destacaram em 2026, o senador dividiu o prêmio com Damares Alves, Efraim Filho, Humberto Costa e Tereza Cristina. Essa premiação vem reconhecer a excelência do trabalho do senador Eduardo Gomes. No primeiro ano do mandato assumiu a Segunda Secretaria da Mesa do Senado. Em outubro de 2019 foi alçado à Liderança do Governo Bolsonaro no Congresso Nacional, tendo permanecido por três anos e três meses na função. Em fevereiro de 2025 foi eleito vice-presidente do Senado para o biênio 2025/2027. Na atuação parlamentar destacou-se pelo grande volume de recursos destinados ao Tocantins, que ultrapassaram mais de dois bilhões de reais aplicados nos 139 municípios do estado.

 

 

Relatou importantes projetos, com destaque para o PL 2338/2023, que trata da regulamentação do uso da Inteligência Artificial no Brasil. Exercitando sua reconhecida capacidade de articulação, teve importante papel nas negociações para incluir o Tocantins na Codevasf e Calha Norte, na criação da UFNT - Universidade Federal do Norte do Tocantins e transformou-se no maior apoiador do Hospital de Amor de Palmas.

 

Em reconhecimento ao seu trabalho, o senador Eduardo Gomes, candidato à reeleição, aparece em primeiro lugar em todas as pesquisas já publicadas no Tocantins para as eleições de outubro deste ano.

 

 

 

Posted On Quarta, 26 Agosto 2026 05:35 Escrito por

 

Defesa de Roberta Luchsinger não se manifestou; defesa de Lulinha diz que valores nunca foram usados para pagar viagens de filho do presidente Lula

 

 

Por: Aguirre Talento

 

 

Investigação da Polícia Federal identificou um operador financeiro que era usado pela lobista Roberta Luchsinger para realizar saques em dinheiro vivo e pagamentos em espécie. Uma das suspeitas é que esse operador pagou passagens aéreas para Fábio Luís Lula da Silva, filho mais velho do presidente Lula. Roberta e Lulinha são investigados por suspeitas de tráfico de influência no governo.

 

A PF encontrou diálogos de Roberta com esse operador no telefone celular dela. O homem, identificado com Ulisses Barbosa, também trabalhava como motorista. Com base nesses elementos, a PF informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) em um dos inquéritos abertos sobre Roberta e Lulinha que ainda vai aprofundar a análise sobre esse operador financeiro, na expressão usada pela própria corporação, que poderia resultar em suspeitas do crime de lavagem de dinheiro.

 

Procurado, o advogado de Lulinha, Marco Aurélio de Carvalho, afirmou que a PF não tem a comprovação de que esses saques em dinheiro vivo foram usados para pagar viagens de Lulinha e afirma que ele não tem nenhuma relação com esse suposto operador. "Não dá pra dizer que esses pagamentos da agência de viagens têm relação com o pagamento de viagens do Fábio", afirmou o advogado. A defesa de Roberta Luchsinger e o motorista não se manifestaram.

 

Em uma das conversas com o operador transcrita pela PF, Roberta chegou a ordenar que ele fizesse depósito para uma agência de viagens usada por ela e por Lulinha. "Deposita 50 mil nessa conta tb", escreveu ela em uma das mensagens obtidas pela PF.

 

Uma das suspeitas da investigação é que ela ordenava depósitos com dinheiro vivo, para impedir o rastreamento das despesas. A PF identificou que esse pagamento à agência de viagens coincidiu com uma viagem realizada por Roberta e Lulinha, por exemplo.

 

Como mostrou o Estadão em março, a PF já apontava suspeitas naquela época de que recursos de Roberta Luchsinger foram usados para pagar uma agência de viagens usada por Lulinha, com base em relatórios de inteligência financeira. As novas descobertas envolvendo o operador financeiro trazem novos elementos sobre isso.

 

A PF suspeita que a lobista gastava cerca de R$ 100 mil mensais para manter uma casa usada por Lulinha. Num diálogo de 2025 transcrito pelos investigadores e obtido pelo Estadão, Roberta relatou ter conversado com Lulinha sobre as despesas da residência e contou existir a necessidade de corte de gastos de passagens aéreas diante da demora nos pagamentos de um empresário.

 

Conforme relato feito por Roberta ao empresário Cléber Ribas, ela disse a Lulinha: "Ó Fábio, agora acabou porque a casa por mês a gente gasta em torno de R$ 100 mil, então assim, não vai mas dar pra ter essas passagens". Ao reproduzir o diálogo, ela afirmou que Lulinha respondeu que pediria os pagamentos diretamente aos empresários.

 

No último domingo, o presidente Lula falou sobre as investigações contra o seu primogênito. Em entrevista à Record, Lula diz tratar com "muita seriedade" o caso envolvendo o filho. "Eu não sou um presidente que tenta proibir investigação. Eu não ameaço mandar ministro embora. Eu não ameaço punir delegado. Investigue-se. [...] Meu filho sabe se cometeu erro, ele vai ser julgado, vai ser punido ou vai ser inocentado. Mas ele tem que provar a inocência dele", disse.

Estadão Conteúdo.

 

 

 

Posted On Terça, 25 Agosto 2026 11:23 Escrito por
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