Com Congresso em Foco

 

 

O vereador Cabo Deyvison (PL-RN), de Mossoró, foi baleado na noite desta segunda-feira (15) enquanto realizava uma transmissão ao vivo em frente à UPA do bairro Alto de São Manoel.

 

No ataque, o assessor e cinegrafista Alyson Dyego de Oliveira Morais, de 37 anos, também foi atingido. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

 

Cabo Deyvison foi baleado nas pernas, recebeu os primeiros atendimentos na unidade de saúde e, em seguida, foi transferido para o Hospital Regional Tarcísio Maia.

 

Em nota divulgada nas redes sociais, a equipe do parlamentar informou que seu estado de saúde é estável e lamentou a morte do assessor.

 

"Neste momento de dor e preocupação, pedimos orações pela recuperação de Cabo Deyvison e pela família da vítima."

O ataque ocorreu por volta das 22h e foi registrado pela própria transmissão ao vivo.

 

Investigação

 

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte assumiu as investigações para identificar os autores e esclarecer a motivação do crime. O caso será apurado pela Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) de Mossoró.

 

Segundo a corporação, os disparos foram efetuados por ocupantes de um veículo que passou em frente à UPA enquanto o vereador realizava a transmissão ao vivo. Até a manhã desta terça-feira (16), não há informações sobre prisões ou identificação dos suspeitos.

 

De acordo com a imprensa local, o carro usado no atentado foi encontrado abandonado pouco depois do crime e passou por perícia. A polícia também deve analisar imagens de câmeras de segurança da região e os registros da live para auxiliar na identificação dos envolvidos.

 

Os investigadores apuram se o ataque tem relação com a atuação política de Cabo Deyvison, com denúncias publicadas por ele nas redes sociais ou com outras circunstâncias ainda não esclarecidas.

 

Atuação política

 

Eleito vereador em 2024, Cabo Deyvison exerce seu primeiro mandato na Câmara Municipal de Mossoró.

 

Ex-policial militar, ele ganhou projeção nas redes sociais por publicações sobre segurança pública e denúncias relacionadas à criminalidade no município.

 

 

Posted On Terça, 16 Junho 2026 14:44 Escrito por

Segunda proposta de colaboração premiada foi considerada insuficiente; decisão final sobre negociações caberá ao ministro André Mendonça

 

 

Com Folha de São Paulo

 

Daniel Vorcaro sofreu mais um revés na tentativa de negociar uma colaboração premiada com as autoridades. A Procuradoria-Geral da República decidiu rejeitar a segunda proposta de delação apresentada pelo banqueiro, reforçando o entendimento já adotado pela Polícia Federal de que o material não trouxe informações novas capazes de justificar um acordo.

 

Nos bastidores da investigação, a avaliação é que os relatos entregues pela defesa não apresentaram fatos inéditos nem vieram acompanhados de provas que permitissem avançar em novas linhas de apuração. Um dos pontos que pesaram contra a proposta foi a percepção de que Vorcaro concentrou esforços em explicar sua versão dos acontecimentos, sem fornecer elementos considerados relevantes para ampliar as investigações.

 

Agora, a palavra final sobre os próximos passos do caso está com o ministro do STF André Mendonça. A tendência é que a decisão leve em consideração a posição convergente da PF e da PGR, algo que o próprio magistrado já havia sinalizado considerar importante para o futuro das negociações.

Preso desde março no âmbito da Operação Compliance Zero, Vorcaro permanece em uma sala da Superintendência da Polícia Federal em Brasília enquanto tenta viabilizar um acordo de colaboração. Caso a delação seja definitivamente descartada, cresce a possibilidade de transferência para uma unidade prisional comum, encerrando o tratamento diferenciado concedido durante as tratativas.

 

 

Posted On Terça, 16 Junho 2026 05:54 Escrito por O Paralelo 13

Na reta final antes da campanha, presidente dispara anúncios e cobra entrega total dos ministros

 

 

Do portal R7

 

 

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva se prepara para promover até o fim de junho os últimos anúncios de grande porte focados em ações com apelo popular, enquanto se aproximam as restrições legais do período eleitoral, após forte aumento no volume de eventos neste semestre.

 

A agenda de Lula, que pretende buscar a reeleição em outubro, contou com mais de 100 compromissos relacionados a anúncios de medidas e investimentos, inaugurações, cerimônias comemorativas e visitas a obras e fábricas entre janeiro deste ano e esta semana, quase o dobro do observado em período equivalente de 2025.

 

Agora ministérios correm para fechar, antes de 4 de julho — quando a lei eleitoral passa a limitar ações do governo — uma etapa adicional do programa Desenrola para renegociações de dívidas por pessoas com as contas em dia.

 

“Nós vamos anunciar ainda até o fim do mês o Desenrola adimplantes, seja pelo Fies, para quem está adimplente no Fies, seja para a pessoa que hoje tem uma operação de crédito nos bancos, mas paga a operação de crédito e vai ganhar um reforço para seguir pagando, porque o valor que eu, de fato, prestigio aqui é o pagamento, é quem está pagando em dia”, afirmou o ministro da Fazenda, Dario Durigan, em entrevista na semana passada.

 

Em outro anúncio, na última sexta-feira (12), Lula apresentou uma linha de crédito com garantia da União para entregadores de aplicativos financiarem motocicletas com juros abaixo dos de mercado.

 

Em reunião ministerial na semana passada, o presidente cobrou seus ministros para que organizem todas as entregas possíveis até o início de julho e enfatizou que inaugurações de governo precisam passar pelo Palácio do Planalto.

 

“Temos até 3 de julho para fazer todas as entregas... Ninguém me apresente absolutamente nada novo. Agora, é entregar o que já foi pensado”, disse na ocasião.

 

Procurado, o Palácio do Planalto afirmou que o lançamento de políticas públicas envolve processos de maturação técnica e responde a necessidades do país em cada momento, ressaltando que as medidas anunciadas recentemente foram estruturadas ao longo dos últimos anos e não devem ser compreendidas como ações isoladas.

“Não há qualquer caráter eleitoral nas agendas oficiais. As agendas realizadas neste ano são plenamente compatíveis com as atribuições constitucionais do presidente”, disse o Planalto, em nota. “Desde o início desta gestão, o presidente tem percorrido todo o país para anunciar investimentos, realizar entregas e dialogar com estados e municípios.”

 

Defeso eleitoral

Nos três meses anteriores às eleições, período conhecido como defeso eleitoral, o governo fica proibido de promover inaugurações, realizar pronunciamentos em rádio e televisão e fazer publicidade institucional de atos, programas e obras. Também há restrições para convênios e transferências voluntárias de recursos a estados e municípios.

 

O Executivo ainda é obrigado a ajustar sites e outros meios de informação para excluir slogans, símbolos e imagens que permitam identificar autoridades ou administrações cujos cargos estejam em disputa nas eleições.

 

No início do defeso, segundo uma das fontes, o governo vai suspender, por exemplo, o programa Governo do Brasil na Rua, criado no fim de 2025 e que realiza eventos ao redor do país para dar atendimento à população e promover ações do governo e programas sociais. Até este mês, a iniciativa terá passado por 25 cidades.

 

Uma das fontes acrescentou que a AGU (Advocacia-Geral da União) adotou postura rigorosa em relação às restrições eleitorais e promoveu treinamentos de servidores para evitar punições, que podem atingir o candidato à Presidência e o CPF de agentes públicos.

 

O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é presidido neste ano pelo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Kassio Nunes Marques. O comando da Corte eleitoral nas mãos do ministro, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, tem levado o governo a adicionar uma camada a mais de cautela, segundo uma das fontes.

 

Impulso de medidas

A gestão de Lula vem tentando reagir a um cenário com pesquisas de opinião que apontam avaliações negativas do governo, não refletindo indicadores econômicos favoráveis, com uma atividade resiliente, desemprego em nível baixo e inflação relativamente moderada.

 

Após empates técnicos em levantamentos eleitorais de segundo turno com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Lula agora passou a ser apontado na liderança das intenções de voto, também em meio a revelações sobre envolvimento do parlamentar de direita com o fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro, relação que o senador nega ser irregular.

 

O governo de Lula adotou neste ano, diante de restrições fiscais, uma série de medidas na área de crédito, com uso limitado de recursos orçamentários, gerando efeito multiplicador por meio dos financiamentos.

 

Até o momento, foram viabilizados R$ 21 bilhões para financiamentos subsidiados voltados à compra de caminhões e ônibus e R$ 30 bilhões de crédito para taxistas e motoristas de aplicativo. Também foram ampliadas linhas para a indústria e para empresas afetadas por efeitos da guerra no Irã e tarifas dos Estados Unidos.

 

O Novo Desenrola, por sua vez, que atende famílias com dívidas bancárias e estudantis e também empresas, já renegociou mais de R$ 20 bilhões em débitos.

 

O conjunto de medidas deste ano incluiu ainda a extinção da chamada taxa das blusinhas, que incidia sobre bens de pequeno valor comprados em plataformas internacionais — plano que contou com a oposição da equipe econômica — e um reforço em recursos do programa Minha Casa Minha Vida por meio de aporte do Fundo Social.

 

O governo também anunciou uma série de cortes tributários e subvenções sobre combustíveis, mas tem argumentado que, nesses casos, as ações são emergenciais e ficarão circunscritas ao período de duração da guerra no Irã.

 

As medidas geram liberação de renda das famílias ou incentivo direto ao consumo e são monitoradas por agentes de mercado, já que uma alta na demanda poderia dificultar o trabalho do Banco Central de controlar a inflação. Economistas têm apostado em um ciclo de corte cada vez menor nos juros básicos sob efeito de um cenário incerto e pressões nos preços.

 

O BC vem promovendo uma modesta e gradual calibração da Selic, hoje em 14,50% ao ano, e mencionou em suas comunicações o aumento do crédito direcionado pelo governo entre os fatores que podem atuar contra a política monetária.

 

 

Posted On Segunda, 15 Junho 2026 06:10 Escrito por O Paralelo 13

Em decisão divulgada nesta sexta-feira, 12, a Justiça italiana diz que Moraes atuou sob “dupla veste”, como julgador e de pessoa afetada pelo crime imputado a Zambelli

 

 

Do Estado de São Paulo

 

 

A Corte de Cassação, instância máxima do sistema judicial da Itália, apontou uma suposta parcialidade do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no julgamento da ex-deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), para anular a sentença de extradição da ex-parlamentar da Europa para o Brasil.

Em decisão divulgada nesta sexta-feira, 12, a Justiça italiana diz que Moraes atuou sob “dupla veste”, como julgador e de pessoa afetada pelo crime imputado a Zambelli.

“Múltiplos elementos capazes de fazer duvidar da imparcialidade, sob o aspecto objetivo, do Tribunal que proferiu a condenação da recorrente. Isso em razão da dupla veste assumida pelo M. A. D. M. (referência ao ministro) como componente do colegiado julgador e como pessoa danificada por um dos crimes imputados à recorrente”, diz.

 

Zambelli foi condenada pela invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo porte de arma de fogo ilegal nas eleições de 2022.

 

A mando da ex-deputada, o hacker Walter Delgatti Neto inseriu um mandado falso de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes no sistema da Justiça. “Expeça-se o mandado de prisão em desfavor de mim mesmo, Alexandre de Moraes. Publique-se, intime-se e faz o L”, dizia o documento falso.

 

Para a Justiça italiana, Moraes incorreu em um “acúmulo atípico de funções judiciais” ao conduzir parte das investigações e ser o juiz responsável por analisar o mérito do caso.

“Resulta dos autos transmitidos que o M. A. D. M. foi designado como relator do procedimento penal em desfavor de Z. S. O. C. (Zambelli); nessa condição, ele participou da decisão das questões preliminares, inclusive aquela relativa à sua incompatibilidade, bem como da decisão de condenação da recorrente no que tange aos crimes imputados e daquela que determinou a perda imediata do mandato parlamentar de Z. S. O. C ; o mesmo Juiz, ademais, expediu o mandado de prisão em desfavor de Z. S. O. C., redigiu o pedido de extradição e forneceu informações a respeito do Estabelecimento prisional”, diz.

 

Entenda o caso

A Corte de Cassação anulou no dia 22 de maio, a extradição da ex-deputada federal. Zambelli foi solta após a decisão. Ela publicou um vídeo no perfil de seu marido, Coronel Aginaldo, no Instagram, acompanhada dele e do advogado Pieremilio Sammarco.

 

“Hoje é dia 22 de maio de 2026, dia de Santa Rita, nome da minha mãe e da pessoa que era minha companheira de cela”, disse Zambelli.

 

O processo ainda depende de uma decisão do ministro da Justiça da Itália, Carlo Nordio. O ministro tem um prazo de 45 dias para se manifestar a partir do acórdão da nova decisão da Justiça.

 

Antes da decisão desta sexta-feira, a Justiça italiana vinha proferindo decisões a favor da extradição de Zambelli nos dois processos em que ela foi condenada no STF. A defesa recorreu, então, à Corte de Cassação, que é a última instância da Justiça no país. Zambelli teve seu mandato de parlamentar cassado pela Justiça eleitoral de São Paulo em 2025.

 

 

Posted On Sexta, 12 Junho 2026 13:54 Escrito por O Paralelo 13

Com 48 seleções, Mundial será o maior em número de participantes

 

 

Por Pedro Peduzzi 

 

Começa hoje (11), às 14h30, o evento esportivo mais apaixonante, detentor das maiores audiências do planeta: a Copa do Mundo, que, em 2026, terá três países-sede: México, Estados Unidos e Canadá.

 

Segundo a Federação Internacional de Futebol (Fifa), cerca de 5 bilhões de pessoas acompanharam a Copa do Mundo do Catar, em 2022.

 

Só a partida final, disputada entre as seleções da Argentina e da França, contabilizou mais de 1,5 bilhão de espectadores. Foi a maior audiência esportiva da história, de acordo com o relatório oficial da Fifa.

 

No ambiente digital, também segundo dados oficiais, o alcance acumulado ficou em aproximadamente 262 bilhões de visualizações em diferentes plataformas e quase 6 bilhões de interações.

 

Unir o mundo

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, diz que os recordes de audiência obtidos pelo futebol durante a Copa do Mundo se devem ao fato de esse esporte carregar consigo “a magia de unir o mundo”.

 

Essa união descrita por Infantino possibilita conexões culturais que foram bastante percebidas pelos brasileiros durante a Copa de 2014, tanto nos estádios do país como nos arredores das arenas e pontos turísticos das cidades que sediaram as partidas.

 

As expectativas da atual edição, com três países-sede e número recorde de seleções participantes (48 em vez de 32), é fazer da Copa de 2026 a maior da história.

 

Discriminação

Entretanto, antes mesmo de começar, a Copa de 2026 já tem servido de ambiente fértil para preconceitos, principalmente por conta das políticas interna e externa estadunidenses.

 

Em meio à guerra contra o Irã, os EUA têm adotado políticas migratórias consideradas abusivas, dificultando vistos, de forma a restringir a entrada de jogadores, árbitros e torcedores em seu território.

 

Um dos casos envolve o jogador iraquiano Aymen Hussein, retido por várias horas na imigração dos EUA, onde passou por um interrogatório rigoroso. Considerado destaque da equipe, ele teve o celular inspecionado antes de ser liberado para entrar no país. Outros integrantes da delegação não tiveram a entrada autorizada.

 

Os EUA barraram também a entrada do premiado árbitro Omar Artan, da Somália, quando chegava ao aeroporto Internacional de Miami, vindo de Istambul. Ele foi considerado inadmissível devido a “preocupações com a verificação de antecedentes”, segundo a alfândega, em comunicado que não especificou quais seriam tais preocupações. Esta seria a primeira vez que um árbitro da Somália participaria de uma Copa do Mundo.

 

Já a delegação iraniana teve de mudar seus planos, após ter sido proibida de pernoitar em território estadunidense. Em princípio, estava programado que eles ficariam hospedados no estado norte-americano do Arizona.

 

Diante da negativa por parte do governo estadunidense, a solução foi hospedar a delegação na cidade de Tijuana, no México, para onde terão de retornar após cada partida disputada nos EUA. Os jogadores só poderão entrar nos Estados Unidos na véspera de cada uma de suas três partidas pela Copa do Mundo.

 

Há também relatos de torcedores iranianos que tiveram seus ingressos cancelados há poucos dias do início do mundial.

 

Novidades

Em 2026, além de novidades que darão o tom das próximas Copas, como o número maior de países participantes, há algumas curiosidades.

 

O jogo de abertura, por exemplo, repetirá o confronto entre México e África do Sul – o mesmo que iniciou a Copa de 2010. É a primeira vez que isso acontece desde que a competição passou a ter formato com uma partida inaugural, em vez de vários jogos simultâneos.

 

Outra informação curiosa é que o Estádio Azteca, na Cidade do México, será o primeiro da história a sediar três aberturas de Copa do Mundo (1970, 1986 e 2026).

 

Cerimônia de abertura

Com relação à cerimônia de abertura, a Fifa organizou um evento inédito de contagem regressiva com shows simultâneos em três cidades: Cidade do México, Toronto e Los Angeles.

 

Os chamados Countdown Concerts foram concebidos como uma experiência integrada entre os três países, com apresentações musicais em tempo sincronizado e transmissões cruzadas, reunindo artistas locais e internacionais no dia anterior ao início do torneio.

 

No México, que recebe o jogo inaugural, a apresentação destacará elementos tradicionais, com música, dança e referências à cultura local, incluindo manifestações artísticas como o papel picado, símbolo festivo do país, além de participação de talentos indígenas e expressões do folclore contemporâneo.

 

Artistas

Entre os artistas confirmados pela Fifa para a cerimônia no Estádio Azteca estão Shakira, Burna Boy, Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla.

 

Nos Estados Unidos, a cerimônia em Los Angeles terá apresentação de artistas como Katy Perry, Future, Lisa, Rema e Tyla, além da brasileira Anitta.

 

No Canadá, os artistas destacados são Alanis Morissette, Alessia Cara, Elyanna, Jessie Reyez, Michael Bublé, Nora Fatehi, Sanjoy, Vegedream e William Prince.

 

 

Posted On Quinta, 11 Junho 2026 14:07 Escrito por O Paralelo 13
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