Entre eleitores de Lula (PT), 32% consideram o trabalho dos ministros ótimo ou bom, ante 6% dos eleitores de Flávio Bolsonaro (PL)

 

 

POR ARTHUR GUIMARÃES DE OLIVEIRA E CLAYTON CASTELANI - (FOLHAPRESS)

 

 

A avaliação negativa do trabalho dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) passou de 40% em maio deste ano para 47% atualmente e atingiu seu índice mais alto na série histórica iniciada em 2019, mostra novo recorte de pesquisa Datafolha divulgado neste sábado (26).

 

A avaliação positiva do desempenho da corte é de 18%, mesmo patamar de dezembro de 2019, até então o índice mais baixo registrado. Há ainda 31% que consideram o trabalho do STF regular, e 4% não opinaram.

 

Entre eleitores de Lula (PT), 32% consideram o trabalho dos ministros ótimo ou bom, ante 6% dos eleitores de Flávio Bolsonaro (PL). Na avaliação negativa, o padrão se inverte: 69% dos eleitores de Flávio consideram o trabalho ruim ou péssimo, ante 24% dos eleitores de Lula.

 

A pesquisa, contratada por Folha e Globo, foi realizada de terça (22) a quinta (24) com 2.002 eleitores por meio de abordagem pessoal em pontos de fluxo populacional. A margem de erro máxima prevista é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. Os dados constam no sistema do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O número de registro é BR-00304/2026.

 

O Datafolha também consultou os eleitores sobre seis possíveis condutas de ministros do STF durante o exercício do cargo, se seriam aceitáveis ou inaceitáveis, e a mais rejeitada entre elas é um ministro julgar processos de pessoa cujo advogado seja seu parente, considerada inaceitável por 88%
do eleitorado.

 

Em patamar similar, 85% veem como inaceitável um ministro aceitar convites para eventos pagos por empresas com ações no tribunal, e tomar decisões que beneficiem ou prejudiquem candidatos a presidente durante o período eleitoral é uma prática inaceitável para 82%.

 

As práticas menos rejeitadas, ainda que pela maioria, são um ministro ser sócio de empresa privada durante o exercício do cargo (78%), receber pagamentos por palestras de empresas privadas (78%) e dar entrevistas ou opiniões públicas sobre processos em julgamento (71%).

 

A maioria do eleitorado brasileiro é favorável à aprovação de um código de ética específico para ministros do STF, mostra a pesquisa.

 

De acordo com o levantamento, 45% aprovam a ideia (23% são totalmente a favor, e 23% em parte), ante 33% de brasileiros que se opõem a ela (18% se dizem totalmente contra, e 15% em parte). Afirmam não ser nem a favor, nem contra 5%. Não sabem 17%.

 

A elaboração de um código de ética para ministros do STF é uma das bandeiras de Edson Fachin na presidência do tribunal. O objetivo é enfrentar conflitos de interesse, consolidar normas de conduta, ampliar a transparência e construir consenso no colegiado. Em fevereiro, o ministro anunciou a colega Cármen Lúcia como relatora da proposta. A ideia, no entanto, sofreu resistência interna na corte e, como mostrou a Folha, chegou a dividir até mesmo os que eram favoráveis a ela.

O projeto ganhou tração após revelações de elos de ministros da corte com o escândalo do Banco Master. Vieram a público revelações envolvendo o resort Tayayá e o ministro Dias Toffoli, então relator das investigações do Master no Supremo, e o contrato milionário da esposa de Alexandre de Moraes com a instituição financeira.

 

Neste mês, o plenário do Supremo ensaiou uma análise de relatório da Polícia Federal com diálogos extraídos do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, com Moraes. A sessão poderia decidir sobre a abertura de uma investigação contra o ministro.

 

O debate, porém, foi interrompido por uma questão de ordem levantada por Gilmar Mendes sobre o rito a ser seguido e depois suspenso por um pedido de vista de Flávio Dino.

 

Relatórios recentes da Polícia Federal e do CNJ também ligam o ministro Kassio Nunes Marques a articulações para beneficiar Daniel Vorcaro em decisões sobre dívidas judiciais federais bilionárias. O suposto esquema atenderia tanto o Master com cálculos que inflacionam precatórios que o banco havia adquirido de usinas credoras da União, quanto escritórios de advocacia que atuavam no caso. Mensagens do celular de Vorcaro utilizavam a codificação “Turma do KN” para se referir a um núcleo de influência próximo ao ministro.

 

O ministro André Mendonça também figura entre os magistrados citados nas mensagens do celular de Vorcaro. O banqueiro mencionou ter participado de uma reunião com o ministro para tratar de interesses de sua instituição financeira. Mendonça afirmou que o encontro ocorreu em caráter oficial, em seu gabinete, tratando-se de uma audiência formal, como é comum no Judiciário.

 

O Datafolha perguntou se os entrevistados estavam a par das suspeitas ligando ministros do STF ao caso Master: 77% disseram que sim e 23% que não.

 

Aos que disseram ter conhecimento sobre as suspeitas, o Datafolha perguntou se o entrevistado acredita que há mesmo envolvimento de ministros: 68% responderam que sim, 2% que não e 7% não souberam responder.

 

Para 33% dos brasileiros, a atuação dos ministros da mais alta corte brasileira mais prejudica do que beneficia a candidatura de Flávio Bolsonaro. Outros 23% afirmaram que o presidente Lula é mais prejudicado do que beneficiado pelo STF.

 

 

Posted On Domingo, 27 Setembro 2026 04:00 Escrito por

 

Posted On Sábado, 26 Setembro 2026 19:22 Escrito por

Senador visitou o Centro de Convenções de Araguaína nesta sexta-feira (25), durante abertura do Festival Gastronômico

 

 

Da Assessoria

 

 

O senador Eduardo Gomes (PL-TO) visitou nesta sexta-feira (25) o Centro de Convenções de Araguaína, durante a abertura do Festival Gastronômico da cidade, e destacou a importância do equipamento para o fortalecimento do turismo no estado.

 

"Fico muito feliz em ver os resultados positivos dos recursos que destinamos para todos os municípios do Tocantins. No caso do Centro de Convenções de Araguaína, sua estrutura foi construída com recursos de emenda parlamentar da bancada federal, com a nossa participação. Constatamos que a presença em massa dos araguainenses, e de pessoas de outras cidades, na abertura do Festival Gastronômico nesta sexta-feira (25), demonstra o quanto o Centro de Convenções é importante para o fortalecimento da indústria do turismo no município", afirmou.

 

Senador Eduardo Gomes, prefeito Wagner Rodrigues, Ronaldo Dimas, candidato a senador, Tiago Dimas, deputado federal

 

O senador também citou investimentos destinados para outros polos turísticos do estado. Segundo ele, foram assegurados recursos para a construção do Centro de Convenções de Mateiros, na região do Jalapão.

 

Gomes informou ainda que tem participado de discussões com representantes do trade turístico e do poder público para definir o modelo de construção de um Centro de Convenções em Palmas voltado a atender a demanda por grandes eventos corporativos, esportivos e de lazer.

 

 

 

Posted On Sábado, 26 Setembro 2026 19:07 Escrito por

Em SP, maior colégio eleitoral do país, vantagem de Flávio é de cinco pontos. Pesquisas divulgadas nesta sexta-feira (25) foram encomendadas pela Globo e pela Folha de S.Paulo.

 

 

Com G1 e Folha de São Paulo

 

 

Pesquisas divulgadas pelo Datafolha nesta sexta-feira (25) mostram que Flávio Bolsonaro (PL) lidera a disputa pela Presidência da República no 1º turno em São Paulo, no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, enquanto Lula fica à frente em Pernambuco. Em Minas Gerais, há empate técnico, com Lula numericamente à frente.

 

Os levantamentos foram encomendados pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. Veja os números abaixo.

 

São Paulo

 

Flávio Bolsonaro (PL): 38% (eram 35% na pesquisa anterior)

Lula (PT): 33% (eram 33%)

Escritor Augusto Cury (Avante): 7% (eram 7%)

Ronaldo Caiado (PSD): 5% (eram 4%)

Renan Santos (Missão): 4% (eram 6%)

Romeu Zema (Novo): 2% (eram 2%)

Samara Martins (UP): 1% (eram 2%)

Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 1% (era 1%)

Clariana Barão (DC): 0 (era 1%)

Rui Costa Pimenta (PCO): 0 (era 1%)

Edmilson Costa (PCB): 0 (não pontuou)

Leonardo Avalanche (PRTB): 0 (não estava na pesquisa anterior)

Hertz Dias (PSTU): 0 (não pontuou)

Em branco/nulo/nenhum: 6% (eram 6%)

Indecisos: 2% (eram 2%)

 

No cenário de 2º turno, Flávio Bolsonaro supera Lula por 49% a 41%. Veja os dados completos.

 

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Foram entrevistadas 1.610 pessoas em São Paulo entre os dias 22 e 24 de setembro. A pesquisa foi registrada sob o número BR-09355/2026.

 

Rio de Janeiro

 

Flávio Bolsonaro (PL): 44% (eram 39% na pesquisa anterior)

Lula (PT): 38% (eram 35%)

Ronaldo Caiado (PSD): 3% (eram 3%)

Renan Santos (Missão): 3% (eram 4%)

Escritor Augusto Cury (Avante): 3% (eram 5%)

Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 1% (era 1%)

Zema (Novo): 1% (eram 2%)

Samara (UP): 0 (era 1%)

Hertz Dias (PSTU): 0 (não pontuou)

Clariana Barão (DC): 0 (não pontuou)

Edmilson Costa (PCB): 0 (não pontuou)

Rui Costa Pimenta (PCO): 0 (não pontuou)

Leonardo Avalanche (PRTB): 0 (não estava na pesquisa anterior)

Em branco/nulo/nenhum: 4% (eram 7%)

Indecisos: 2% (eram 3%)

 

No cenário de 2º turno, Flávio Bolsonaro supera Lula por 51% a 42%. Veja os dados completos.

 

A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Foram entrevistadas 1.204 pessoas no Rio de Janeiro entre os dias 22 e 24 de setembro. A pesquisa foi registrada sob o número BR-05762/2026.

 

Minas Gerais

 

Lula (PT): 39% (eram 37% na pesquisa anterior)

Flávio Bolsonaro (PL): 37% (eram 35%)

Augusto Cury (Avante): 5% (eram 5%)

Romeu Zema (Novo): 4% (eram 5%)

Ronaldo Caiado (PSD): 3% (eram 3%)

Renan Santos (Missão): 1% (eram 2%)

Samara Martins (UP): 1% (eram 2%)

Rui Costa Pimenta (PCO): 1% (era 1%)

Clariana Barão (DC): 0 (não pontuou)

Leonardo Avalanche (PRTB): 0 (não estava na pesquisa anterior)

Edmilson Costa (PCB): 0 (não pontuou)

Hertz Dias (PSTU): 0 (não foi citado na pesquisa anterior)

Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0 (não pontuou)

Em branco/nulo/nenhum: 5% (eram 5%)

Indecisos: 3% (eram 5%)

 

No 2º turno, o empate técnico se repete, mas é Flávio quem fica à frente por 46% a 44%. Veja os dados completos.

 

A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Foram entrevistados em Minas Gerais 1.204 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 22 e 24 de setembro. A pesquisa foi registrada sob o número BR-06824/2026.

 

Pernambuco

 

Lula (PT): 60% (eram 55% na pesquisa anterior)

Flávio Bolsonaro (PL): 24% (eram 24%)

Escritor Augusto Cury (Avante): 3% (eram 4%)

Ronaldo Caiado (PSD): 2% (eram 2%)

Renan Santos (Missão): 2% (eram 2%)

Romeu Zema (Novo): 0 (não pontuou)

Edmilson Costa (PCB): 0 (não pontuou)

Samara Martins (UP): 0 (era 1%)

Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0 (não pontuou)

Rui Costa Pimenta (PCO): 0 (não pontuou)

Clariana Barão (DC): 0 (não pontuou)

Hertz Dias (PSTU): não foi citado (não pontuou)

Leonardo Avalanche (PRTB): não foi citado (não estava na pesquisa anterior)

Em branco/nulo/nenhum: 5% (eram 8%)

Indecisos: 2% (eram 3%)

 

No cenário de 2º turno, Lula supera Flávio por 64% a 29%. Veja os dados completos.

 

A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Foram entrevistadas 1.204 pessoas em Pernambuco entre os dias 22 e 24 de setembro. A pesquisa foi registrada sob o número BR-05465/2026.

 

Distrito Federal

 

Flávio Bolsonaro (PL): 41% (eram 40% na pesquisa anterior)

Lula (PT): 34% (eram 32%)

Ronaldo Caiado (PSD): 9% (eram 8%)

Escritor Augusto Cury (Avante): 4% (eram 6%)

Renan Santos (Missão): 3% (eram 3%)

Zema (Novo): 1% (eram 1%)

Samara Martins (UP): 0 (não pontuou)

Hertz Dias (PSTU): 0 (não pontuou)

Leonardo Avalanche (PRTB): 0 (não estava na pesquisa anterior)

Rui Costa Pimenta (PCO): 0 (não pontuou)

Edmilson Costa (PCB): 0% (era 1%)

Veterinário Wilson Grassi (Democrata): não foi citado (não pontuou)

Clariana Barão (DC): não foi citado (não pontuou)

Em branco/nulo/nenhum: 5% (eram 5%)

Indecisos: 2% (eram 3%)

 

No cenário de 2º turno, Flávio Bolsonaro supera Lula por 51% a 41%. Veja os dados completos.

 

A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O Datafolha ouviu 910 pessoas no DF entre os dias 22 e 24 de setembro. A pesquisa foi registrada sob o número BR-06769/2026.

 

 

 

Posted On Sábado, 26 Setembro 2026 06:18 Escrito por O Paralelo 13
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