Diante da ausência de consenso, o ministro Luiz Fux deve conceder novos prazos para as equipes técnicas

 

 

Por Gabriela Coelho

 

 

A nova rodada da audiência de conciliação realizada no STF (Supremo Tribunal Federal) para destravar uma operação de crédito de R$ 6,6 bilhões para o socorro e preservação da liquidez do BRB (Banco de Brasília) terminou sem avanços.

 

Nesta quinta-feira (13), representantes do GDF (Governo do Distrito Federal), do Ministério da Fazenda, do BC (Banco Central), da AGU (Advocacia-Geral da União) e do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) se reuniram e mostraram divergências em relação às garantias financeiras.

 

Relator do processo, o ministro Luiz Fux disse que a mediação segue ativa. Após se dizer “bem informado” sobre as propostas em debate, o magistrado questionou os participantes sobre o interesse de manterem as tratativas no STF.

 

“Eu me considero bem informado pelas partes nessa mediação, e como faz parte, antes de uma última pergunta, ainda é útil prosseguir nessas tratativas para tentar solucionar?”, questionou o magistrado.

O agravamento da situação financeira do BRB está diretamente vinculado às perdas decorrentes de operações atreladas ao Banco Master, alvo de investigações sobre gestão temerária e irregularidades em transações no mercado de crédito.

 

Além do impacto direto na solvência do banco público, a autoridade monetária e a equipe econômica monitoram com preocupação o risco de contágio sobre a custódia de cerca de R$ 30 bilhões em depósitos judiciais geridos pela instituição.

Diante da ausência de consenso, o ministro Luiz Fux deve conceder novos prazos para que as equipes técnicas do Ministério da Fazenda, da Procuradoria do DF e dos bancos integrantes da mesa de negociação apresentem propostas alternativas ou ajustem a modelagem de garantias.

 

Até que haja um desenho aceito de forma unânime por reguladores e credores, a liberação do montante permanecerá suspensa.

 

 

Posted On Sexta, 14 Agosto 2026 05:16 Escrito por O Paralelo 13

 

A Família O Paralelo 13 vem, por meio desta nota, comunicar aos amigos, leitores, parceiros e a todos aqueles que acompanham a nossa caminhada que Edson Rodrigues, o Nem, foi submetido, nesta manhã de quinta-feira, 13 de agosto, a uma cirurgia robótica no Hospital Israelita Albert Einstein de Goiânia, sob a responsabilidade do chefe da equipe cirúrgica do médico oncologista Dr. Leandro Carvalho Vitorino.

 

O procedimento teve como objetivo a retirada de um tumor localizado no rim direito e, conforme as informações recebidas pela família, a cirurgia foi realizada com grande sucesso, trazendo uma perspectiva muito positiva para sua recuperação, com estimativa de 94% de possibilidade de cura.

 

Neste momento, mais do que comunicar o resultado do procedimento, nós, integrantes da Família O Paralelo 13, queremos expressar publicamente a nossa mais profunda gratidão.

 

Foram dias de muita apreensão, expectativa e fé. Mas, em meio a tudo isso, recebemos algo que não tem preço: o carinho, as orações, as mensagens, as ligações, as palavras de esperança e a demonstração de amor de centenas de amigos e irmãos que estiveram ao lado do nosso Edson.

 

Cada mensagem recebida, cada ligação, cada oração, cada palavra de incentivo e cada gesto de carinho nos deram força para atravessar este momento.

 

Muitos estiveram presentes de diferentes maneiras. Alguns acompanharam de perto; outros, mesmo à distância, fizeram questão de perguntar, enviar uma mensagem, telefonar ou simplesmente colocar o nome do nosso Edson em suas orações.

 

A todos vocês, a nossa eterna gratidão.

 

Agradecemos também àqueles que não mediram esforços para que nada faltasse durante esse período e para que Edson pudesse realizar o procedimento com toda a estrutura e os cuidados necessários.

 

A Família O Paralelo 13 sabe que possui algo muito maior do que leitores e parceiros: possui amigos verdadeiros, irmãos de caminhada e pessoas que demonstram, nos momentos difíceis, o verdadeiro significado da amizade.

 

Hoje, portanto, não queremos apenas comunicar que a cirurgia foi bem-sucedida. Queremos dizer MUITO OBRIGADO a cada pessoa que esteve conosco.

 

Obrigado pelas orações.

Obrigado pelas mensagens.

Obrigado pelas ligações.

Obrigado pelas palavras de fé e esperança.

Obrigado pelo carinho.

Obrigado pelo amor demonstrado ao nosso Edson Rodrigues, o Nem.

 

A caminhada de recuperação apenas começa, mas começamos esta nova etapa cercados de fé, esperança e, principalmente, de uma corrente humana extraordinária.

 

Que Deus continue abençoando cada um de vocês, suas famílias e todos aqueles que, de alguma forma, estiveram ao lado do nosso Edson.

 

Nossa gratidão será eterna.

 

Com carinho, respeito e profunda gratidão,

 

Edivaldo Rodrigues e Edimar Rodrigues

 

 

 

Posted On Quinta, 13 Agosto 2026 16:13 Escrito por O Paralelo 13

Corte negou ter havido invasão hacker ao sistema e disse que Procuradoria-Geral Eleitoral já foi acionada para apurar caso

 

 

Por Victor Schneider

 

 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou nesta quinta-feira (13) que a filiação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Partido Missão tenha sido fruto de um ataque hacker. Em comunicado, a Corte diz que o ato foi realizado por alguém com credenciais do próprio Missão.

A filiação impede Flávio de registrar a candidatura a presidente pelo PL a dois dias do fim do prazo, que termina no sábado (15).

 

A Corte diz que já acionou a Procuradoria Geral Eleitoral e a Polícia Judiciária para investigar o caso por meio do seu presidente, ministro Kassio Nunes Marques,. Também informa que o pedido de desfiliação apresentado pelo PL está sob análise.

 

A versão do TSE contrasta com a apresentada pelo Missão, que disse ter identificado a fraude em 2 de agosto e prontamente avisado à campanha do senador, mas que não teria recebido resposta às tentativas de contato por e-mail.

 

Conforme a sigla do presidenciável Renan Santos, houve tentativa de cancelamento da filiação no mesmo dia, mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) teria barrado o requerimento.

 

O partido diz ter acionado a Justiça Eleitoral e a Polícia Federal (PF) para investigar o caso e que vai disponibilizar às autoridades e à imprensa um relatório com “todos os logs, e-mails e IPs” relacionados ao caso.

 

Até agora, seis candidatos à Presidência já tiveram suas candidaturas registradas e divulgadas no site do TSE: além de Renan Santos (Missão), também Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Romeu Zema (Novo), Samara Martins (Unidade Popular), Wilson Grassi (Democrata), e Hertz Dias (PSTU).

 

 

 

Posted On Quinta, 13 Agosto 2026 15:28 Escrito por O Paralelo 13

Atual presidente também empata com Zema e Caiado e vence Renan Santos em outros cenários; no 1º turno, o petista lidera com 41% contra 35% de Flávio

 

 

Com SBT TV

 

 

Pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (13) mostra um empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) em eventual segundo turno da disputa presidencial.

 

Lula tem 46% das intenções de voto em embate direto contra o parlamentar, que soma 45%. O petista manteve a pontuação registrada na pesquisa anterior, realizada há duas semanas. Flávio oscilou dois pontos para cima dentro da margem de erro.

 

A vantagem numérica de um ponto percentual para Lula é a menor registrada pelo instituto desde maio.

 

A pesquisa testou outros três cenários de segundo turno envolvendo o atual presidente. Ele também empata na margem com os ex-governadores Ronaldo Caiado (PSD) – 45% x 44% – e Romeu Zema (Novo) – 45% x 43%.

 

O petista venceria apenas o candidato do Missão, Renan Santos, por 46% x 37%.

No primeiro turno, Lula manteve a vantagem de seis pontos sobre Flávio na liderança da corrida. O presidente tem 41% e o senador, 35%. Caiado e Renan somam 4% cada. Zema marca 3%, mesmo patamar de Augusto Cury (Avante).

 

Clariana Barão (DC), Leonardo Avalanche (PRTB) e Rui Costa Pimenta (PCO) têm 1%. Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Samara Martins (UP) e Wilson Grassi (Democrata) não pontuam.

 

O levantamento foi realizado de 9 a 12 de agosto com 2.400 entrevistados. A margem de erro é de dois pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é BR-06868/2026.

 

 

Posted On Quinta, 13 Agosto 2026 15:27 Escrito por O Paralelo 13

Pedidos devem ser apresentados até as 19h; TRE-TO analisa candidaturas aos cargos de governador, senador e deputados no Tocantins.

Da Assessoria

 

 

O prazo para definir quem estará oficialmente na disputa pelas Eleições 2026 está chegando ao fim. Candidatas, candidatos e partidos políticos têm até as 19h deste sábado, 15, para apresentar à Justiça Eleitoral os pedidos de registro das candidaturas. A partir de 16 de agosto, também começa oficialmente o período de propaganda eleitoral.

 

No Estado, o Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO) será responsável pela análise dos registros para governador e vice-governador, senador e suplentes, deputado federal e deputado estadual. Já os pedidos para presidente e vice-presidente da República são julgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

Registro começa pelo CANDex

 

Para fazer o pedido, partidos, federações e coligações utilizam o Sistema de Candidaturas – Módulo Externo (CANDex). A ferramenta reúne dados das candidatas e dos candidatos, informações partidárias e documentos exigidos pela legislação.

 

Em 2026, o sistema passou por mudanças. O CANDex agora funciona em versão web, com transmissão dos pedidos pela internet, sem necessidade de instalação no computador. A plataforma também permite integração com sistemas da Justiça Eleitoral, como o Cadastro Eleitoral e o Sistema de Gerenciamento de Informações Partidárias (SGIP). O acesso ao sistema utiliza autenticação por meio do e-Título ou da conta Gov.br, com segundo fator de autenticação.

 

A integração permite, por exemplo, o pré-preenchimento de parte dos dados pessoais das candidatas e dos candidatos a partir das informações disponíveis no Cadastro Eleitoral. Cabe aos partidos e às federações conferir e validar os dados antes do envio.

 

O que é analisado

 

O pedido de registro reúne documentos e informações necessários para verificar se a candidatura atende aos requisitos previstos na legislação. Entre os principais formulários estão o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP), que apresenta informações sobre o partido, a federação ou a coligação, e o Requerimento de Registro de Candidatura (RRC), com os dados individuais de cada candidata ou candidato.

 

Também existe o Requerimento de Registro de Candidatura Individual (RRCI), utilizado pela pessoa escolhida em convenção que não tenha sido incluída no pedido apresentado pelo partido, federação ou coligação. Em 2026, o próprio CANDex disponibiliza o procedimento para esse tipo de registro.

 

Entre os pontos verificados estão as condições de elegibilidade, a documentação apresentada, os dados informados e o cumprimento das regras relacionadas à composição das candidaturas.

 

Nome de urna também segue regras

 

O registro também define como a candidata ou o candidato será identificado na urna eletrônica. Quando duas ou mais pessoas pretendem utilizar o mesmo nome de urna, a legislação estabelece critérios para solucionar a coincidência.

 

Nesses casos, podem ser considerados fatores como o exercício de mandato eletivo, o uso anterior daquele nome de urna em candidatura e a notoriedade do nome na vida política, social ou profissional.

 

Depois do pedido, começa a análise judicial

 

Com os registros apresentados, os processos são encaminhados para análise da Justiça Eleitoral. Os pedidos são autuados no Processo Judicial Eletrônico (PJe) e, após a publicação dos editais, abre-se prazo de cinco dias para que candidatas, candidatos, partidos, federações, coligações, Ministério Público Eleitoral e demais legitimados apresentem eventuais impugnações.

 

Cidadãs e cidadãos que estejam no gozo dos direitos políticos também podem apresentar notícia de inelegibilidade à Justiça Eleitoral, dentro do mesmo prazo de cinco dias contado da publicação do edital.

 

Se forem identificadas falhas, omissões ou ausência de documentos necessários, a Justiça Eleitoral poderá determinar que a irregularidade seja corrigida. Nesses casos, a legislação prevê prazo de três dias para o saneamento.

 

Ao final, cada pedido será analisado individualmente e poderá ser deferido ou indeferido. O registro de candidatura, portanto, é uma etapa necessária para que a Justiça Eleitoral verifique o cumprimento das exigências legais antes da definição da situação de cada candidatura.

 

 

Posted On Quinta, 13 Agosto 2026 13:42 Escrito por O Paralelo 13
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