Transmissão da partida de Copa do Mundo alcançou 17,8 milhões de aparelhos conectados simultaneamente

 

 

Com site Terra

 

 

A Cazé TV alcançou um novo recorde mundial de audiência simultânea no YouTube durante a transmissão de Brasil x Escócia, pela última rodada da fase de grupos da Copa do Mundo.

 

Ainda no primeiro tempo da partida, disputada no Hard Rock Stadium, em Miami, a plataforma registrou mais de 17,8 milhões de dispositivos conectados ao mesmo tempo, superando marcas anteriores.

A transmissão dos jogos da Seleção Brasileira vem impulsionando números históricos para a Cazé TV. Na estreia contra Marrocos, o canal chegou a 12,7 milhões de aparelhos conectados. Já no duelo diante do Haiti, pela segunda rodada, alcançou 16,1 milhões.

 

O crescimento reforça a força das transmissões esportivas digitais e consolida a Cazé TV como uma das principais plataformas para acompanhar grandes eventos como a Copa do Mundo no ambiente online.

 

Detentora dos direitos digitais de todos os 104 jogos da Copa do Mundo, a CazéTV exibirá parte das partidas com exclusividade. Já na TV aberta, Globo e SBT compartilham as transmissões, com 52 jogos para a primeira e 32 para a segunda. Todos transmitem aos jogos do Brasil.

 

 

 

Posted On Quinta, 25 Junho 2026 04:51 Escrito por

A pergunta que não quer calar: ato falho ou vacilo?

 

 

Do site jetss

 

 

Na última segunda-feira (22), durante a cerimônia de premiação da 20ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), realizada no Rio de Janeiro, o presidente Lula fez uma declaração que está chamando atenção nas redes sociais. O chefe do poder executivo brasileiro abordou a descrença que atualmente parte da população tem quando o assunto é política.

 

Diante de 684 estudantes medalhistas de ouro da edição de 2025 da olimpíada, Lula reconheceu a percepção negativa em torno da classe política e fez uma afirmação incomum: “O político honesto que vocês procuram não está dentro de mim”. Apesar da declaração, o presidente reforçou a importância de não desistir da política, mesmo diante de críticas e desconfiança.

 

“Quando vocês virem na televisão e vocês chegarem à conclusão que todo político é ladrão, ainda assim, não desanime”, afirmou.

 

Durante o discurso, Lula também incentivou os jovens a participarem ativamente da vida pública, defendendo que a transformação do cenário político depende das novas gerações. “Entrem vocês na política, porque o político honesto que vocês querem está dentro de vocês, não está dentro de mim, não está dentro dele”, disse, ao se referir a um dos fotógrafos presentes no evento.

 

 

A cerimônia, voltada à valorização de jovens talentos da educação pública, acabou ganhando repercussão também pelo tom do discurso presidencial, que destacou a necessidade de renovação e maior engajamento na política brasileira.

 

 

Posted On Quinta, 25 Junho 2026 04:49 Escrito por

Nos primeiros oito anos, a Universal chegou a 195 templos em 15 estados brasileiros, segundo a própria instituição

Edir Macedo fica de fora de buscas da PF por morar nos EUA

 

POR FOLHAPRESS

 

O Banco Digimais, alvo de operação da Polícia Federal nesta terça-feira (23) pertence ao bispo Edir Macedo, 81. Fundador da Igreja Universal do Reino de Deus e dono do Grupo Record de comunicação, tem patrimônio estimado de R$ 9,6 bilhões, segundo lista de bilionários da Forbes.

 

Macedo nasceu no Rio de Janeiro em 1945. Criado em família católica, tornou-se protestante aos 19. No início da vida adulta, trabalhou em órgãos públicos do estado natal. Criou, em 1975, a instituição Cruzada Religiosa do Caminho Eterno.

Dois anos depois, ao lado do cunhado Romildo Ribeiro Soares —conhecido como R. R. Soares— deu início à Universal. Em 1980, a parceria foi rompida e Soares fundou a Igreja Internacional da Graça de Deus.

 

Nos primeiros oito anos, a Universal chegou a 195 templos em 15 estados brasileiros, segundo a própria instituição. Quando Edir Macedo iniciou a compra da TV Record, em 1989, somava 571 espaços religiosos dentro e fora do Brasil. Hoje a igreja de Macedo está em 150 países, segundo a Universal, e prega o evangelho em 102 línguas.

 

O bispo adquiriu a TV Record por US$ 45 milhões em valores da época (cerca de R$ 620 milhões hoje). A rede de televisão pertencia antes ao grupo Sílvio Santos e à família Machado de Carvalho. Para garantir a operação, Macedo não participou das negociações.

Em 1992, o bispo foi preso em São Paulo sob acusação de charlatanismo. O Ministério Público de São Paulo alegava que o patrimônio de Macedo bispo seria proveniente, na maioria, da atividade à frente da Igreja Universal. A prisão durou 11 dias e terminou após pressão de fieis e artistas, e o caso foi arquivado.

 

Na política, sempre esteve próximo do poder. Apoiou todos os presidentes eleitos desde a redemocratização. Em 2022, declarou voto em Jair Bolsonaro (PL), mas declarou logo após o resultado do segundo turno que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi eleito por vontade de Deus.

 

A entrada de Edir Macedo no mundo financeiro se deu em 2020, quando ele comprou o antigo banco Renner, ligado à família que fundou a varejista de roupas. Com a aquisição, o nome mudou para Digimais, a sede foi transferida do Rio Grande do Sul para São Paulo. Macedo, por meio do grupo Record, já era acionista minoritário do banco desde 2009.

 

Edir Macedo fica de fora de buscas da PF por morar nos EUA

 

O bispo Edir Macedo é apontado pela Polícia Federal como um dos responsáveis por operar um suposto esquema de fraudes bancárias no Banco Digimais, instituição ligada à Igreja Universal do Reino de Deus. A PF pretendia, inclusive, solicitar mandados de busca e apreensão contra ele, mas a ordem não avançou porque o líder religioso atualmente mora nos Estados Unidos

Apesar disso, Macedo teve seu sigilo bancário quebrado a pedido da PF, que realizou uma operação contra dirigentes do Digimais na manhã desta terça-feira (23). As investigações tiveram como base relatórios produzidos pelo Banco Central (Bacen), que identificaram indícios de graves irregularidades na administração da instituição financeira.

 

Segundo as investigações, o Digimais “adotou práticas financeiras temerárias e estreitamente análogas” às do Banco Master, com a emissão de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) acima do valor operado no mercado e, possivelmente, sem lastro e regularidade documental. A PF aponta que aproximadamente R$ 600 milhões do banco de Macedo estariam expostos a carteiras de crédito da antiga instituição de Daniel Vorcaro.

 

Por conta dessa estimativa, a Justiça determinou o bloqueio de R$ 670 milhões em bens ligados à instituição. Procurados, o Digimais e Edir Macedo ainda não se manifestaram. Ao todo, a PF solicitou a quebra de 18 sigilos bancários e fez nove pedidos de busca e apreensão.

 

De acordo com a PF, a emissão de CDBs pelo Digimais acontecia paralelamente à valorização contínua de ativos que passavam por rodadas de reavaliação. Em um intervalo de cinco meses, a instituição teria transformado uma compra de R$ 71 milhões em um patrimônio de R$ 741 milhões em um fundo de investimento, uma valorização de quase 1.000%.

 

Em outubro de 2023, essas movimentações foram apontadas como irregulares pelo Banco Central, que determinou a reversão das rendas do Digimais para o seu valor original. A instituição, contudo, solicitou um prazo de cinco anos para obedecer à determinação. Foi nesse período que Macedo teria tentado revender o banco, em um movimento considerado “burla à determinação” do Bacen, o que configuraria crime financeiro.

 

“A articulação em sucessão de fundos de investimentos para mascarar a aquisição de direitos creditórios por valores em inferioridade aos declarados no passo de avaliação, com a utilização de pareceres com o intuito de inflar o patrimônio da instituição de finanças, configura indícios de crime de gestão fraudulenta, delito previsto no artigo 4º da Lei nº 7.492/1986”, afirma o documento da Polícia Federal ao qual o SBT News teve acesso.

 

A PF lembra que, em janeiro de 2025, Maurício Quadrado, ex-sócio do Master, tentou adquirir o Digimais por meio da holding Bluebank, mas a operação foi vetada pelo Banco Central. A PF diz que os dois bancos utilizaram a garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) como uma espécie de "fiador" de suas práticas.

 

 

 

Posted On Terça, 23 Junho 2026 13:33 Escrito por

Caso Mendonça negue o pedido, os advogados devem recorrer à Segunda Turma do Supremo.

 

 

POR JOSÉ MARQUES

 

 

A defesa de Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo Lula (PT) no Senado, apresentou um recurso a André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), contra a decisão do ministro que autorizou a busca e apreensão em endereços do senador ocorrida na quinta-feira (18).

 

A defesa argumenta que existem “erros graves que comprometem a medida”, entre eles o de que o senador “jamais atuou no Congresso Nacional para favorecer o Banco Master”.

 

Caso Mendonça negue o pedido, os advogados devem recorrer à Segunda Turma do Supremo.

A Polícia Federal vê suspeitas na atuação parlamentar do senador. Segundo a decisão que autorizou as buscas e apreensões, há indícios de que Wagner atuou a favor do empresário no Congresso Nacional.

Uma das pautas mencionadas é a de uma emenda em medida provisória convertida em lei de 2022, que trata de ampliação de crédito consignado. A atuação aconteceu em data próxima, segundo a PF, de relações contratuais entre o Master e a empresa da esposa de seu enteado.

 

A decisão também menciona a tentativa de aprovar uma emenda que tratava da ampliação de cobertura do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), apresentada por Ciro Nogueira (PP-PI), que ficou conhecida como “emenda Master”. Em fase anterior da operação, a PF apontou suspeita de que o próprio banco redigiu o texto da emenda.

 

O advogado de Wagner, Pablo Domingues, diz em nota que é um equívoco das investigações apontar que o senador atuou a favor do banco de Daniel Vorcaro, e “prova disso é que a única emenda de sua autoria sobre o tema, apresentada à medida provisória 1106/2022, propunha limitar juros e proteger os consumidores, justamente o contrário dos interesses do banco”.

“Além disso, o senador se posicionou contra a ‘Emenda Master’, apresentada por outro parlamentar [Ciro Nogueira, do PP-PI] no âmbito da PEC 65/2023”, afirmou a defesa. “Todos esses posicionamentos e atuações do senador Jaques Wagner são públicos. O próprio relator da proposta, senador Plínio Valério (PSDB-AM), reforçou em nota jamais ter sido procurado pelo líder do governo para tratar do assunto”, afirmou.

 

A peça enviada ao Supremo diz ainda que os valores em espécie encontrados em endereços ligados a Wagner “têm origem lícita e comprovada”. “Parte é proveniente de diárias publicamente declaradas pagas pelo Senado para missões no exterior, e outra parte foi adquirida por meio de operações oficiais junto a instituição financeira, com registro regular. Não há nada a ocultar”.

“O próprio Ministério Público Federal já havia considerado prematura a apreensão desses bens. A defesa confia que o Supremo Tribunal Federal corrigirá os equívocos e reafirma a tranquilidade do senador quanto à sua conduta.”

 

Wagner foi um dos 18 alvos de mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Federal na última quinta, em fase da operação Compliance Zero, que investiga irregularidades relacionadas a Daniel Vorcaro e o Master.

 

A PF encontrou US$ 55 mil e 33 mil euros (cerca de R$ 471 mil, em valores atuais) em endereços de Wagner, e os apreendeu.

 

Os mandados foram expedidos por Mendonça. Outro alvo foi o empresário Augusto Lima, que foi sócio de Vorcaro no Master. Foram feitas buscas em endereços ligados a ambos em Salvador e em um hotel em Brasília onde Wagner mora.

 

Policiais Federais também estiveram em endereço em Salvador de Eduardo Sodré Martins, enteado de Wagner. Ele é secretário no governo Jerônimo Rodrigues (PT), da Bahia.

 

A defesa de Augusto Lima afirmou, em nota, que as diligências da PF nesta quinta eram “desnecessárias”, uma vez que o empresário “está há seis meses à disposição das autoridades para esclarecer os fatos em apuração”.

 

“De todo modo, as medidas contribuirão para demonstrar que os fatos apurados nesta fase da investigação são rigorosamente lícitos. Augusto Lima sempre atuou dentro dos limites da lei, com transparência, responsabilidade técnica e observância das normas que regem o sistema financeiro e a administração pública”, afirmaram os advogados de Lima, na quinta.

 

 

Posted On Segunda, 22 Junho 2026 20:58 Escrito por

Ministro diz que publicação pode promover desinformação eleitoral a partir de acusação sem prova

 

Por Marcela Mattos

 

 

 

O ministro André Mendonça acatou nesta sexta-feira (19) três ações do PT ingressadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e determinou a retirada de publicações feitas pelo deputado Sóstenes Cavalcante, líder do PL da Câmara, e pelo senador Marcos do Val (Avante-ES), além de ter barrado o impulsionamento pago de uma postagem crítica ao presidente Lula feita pelo PL.

Mendonça determinou um prazo de até 24 horas para a retirada dos conteúdos publicados pelos parlamentares e submeteu as decisões ao plenário da Corte eleitoral.

 

Em uma publicação, Sóstenes Cavalcante publicou um vídeo em que comentava o enquadramento do Primeiro Comando Capital (PCC) e do Comando Vermelho como terroristas e afirmou haver “grandes suspeitas nos Estados Unidos que esse dinheiro ainda financia campanhas do PT”.

 

Para Mendonça, tal afirmação “atribui ao debate eleitoral uma premissa fática grave, específica e verificável, que, ao menos em juízo preliminar, não possui demonstração mínima de correspondência com a realidade”.

 

“Nesse ponto, há elementos suficientes para reconhecer, em cognição sumária, que a publicação impugnada promove desinformação eleitoral mediante imputação factual grave e não demonstrada, com potencial de induzir o eleitor a erro sobre fato politicamente relevante”, afirmou o ministro do TSE.

 

Impulsionado pago

Outra publicação barrada por André Mendonça foi feita pelo PL e, segundo o PT, contou com um investimento de R$ 4,5 mil para impulsionamento nas redes sociais.

 

A peça associa o presidente Lula a pessoas investigadas e sugere que a relação justificaria a suposta resistência do petista a enquadrar as facções criminosas como grupos terroristas.

 

Mendonça determinou que cesse em até 24 horas a promoção da publicação sob a alegação de que a legislação impede, para fins de impulsionamento pago, o financiamento de conteúdos para promover a depreciação de adversário político.

 

“A presente decisão não impede o representado de realizar críticas políticas ao Presidente da República, ao Governo Federal, à Federação representante, ao Partido dos Trabalhadores, a políticas de segurança pública, ao enfrentamento do crime organizado ou a quaisquer temas de interesse público, desde que não promova impulsionamento pago de conteúdo negativo contra adversário político”, ressaltou o ministro.

Montagem de Lula com Vorcaro
Por fim, Mendonça determinou a remoção de uma publicação feita pelo senador Marcos do Val na qual há uma montagem com imagens do presidente Lula e de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.

 

Segundo o ministro, a decisão baseia-se no fato de não haver uma identificação clara de eventual manipulação ou fabricação do material.

 

“Criticar o Presidente da República por supostas relações políticas ou institucionais, por sua atuação governamental ou por fatos de interesse público situa-se, em princípio, no campo da opinião política. Utilizar, contudo, imagem aparentemente sintética, sem rotulagem ostensiva, para reforçar visualmente narrativa negativa em contexto pré-eleitoral, apresenta risco próprio de indução do eleitorado em erro quanto à autenticidade da cena representada”, afirmou Mendonça.

 

 

Posted On Segunda, 22 Junho 2026 14:04 Escrito por
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