Por Estadão Conteúdo
Os últimos movimentos de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) indicam uma tendência de atuação em casos com impacto eleitoral, o que, na prática, pode esvaziar o papel do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas eleições de 2026. Esse movimento já aparece em episódios envolvendo o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o senador Flávio Bolsonaro (PL), e o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), ambos pré-candidatos e alvos de medidas no Supremo.
A atuação de ministros do STF ocorre justamente em meio às críticas sobre interferências indevidas da corte seja em assuntos do Congresso, seja em relação a políticos que criticam publicamente os magistrados, como ocorreu com Zema e Alessandro Vieira.
O Supremo já virou tema de candidatos à eleição indicando que o tribunal está na pauta da campanha. O ex-governador de Minas Gerais tem reiterado críticas a ministros do STF por conta do envolvimento no caso Master. Em pesquisas recentes, a imagem da corte aparece desgastada por conta do episódio. Segundo levantamento Atlas/Estadão publicada em fevereiro, a desconfiança com a Corte alcança 60% da população.

Após publicar um vídeo com críticas, em tom de sátira, à atuação do ministro Gilmar Mendes, o ex-governador de Minas Gerais foi alvo de notícia-crime enviada pelo magistrado, com pedido de inclusão do nome de Zema no inquérito das fake news, sob relatoria de Alexandre de Moraes. Mendes também acionou a Procuradoria-Geral da República contra o senador Alessandro Vieira, antigo relator da CPI do Crime Organizado, por suposto abuso de autoridade.
Para especialistas ouvidos pelo Estadão, episódios como esses indicam uma tendência a ser replicada durante as eleições de 2026, com ministros acionando diretamente o STF ao se sentirem alvo de candidatos, o que pode, na prática, “driblar” a Justiça Eleitoral.
Os especialistas também apontam que os casos de Zema e Vieira são juridicamente inadequados: o ex-governador de Minas Gerais não possui foro na Corte e, portanto, a eventual investigação deveria tramitar na Justiça comum; já Vieira está protegido pela imunidade parlamentar, o que afastaria a configuração de crime.
Políticos avaliam que esses movimentos funcionam como forma de intimidação e desestímulo a críticas à atuação dos magistrados durante a campanha.
Procurados, o STF e o gabinete do ministro Gilmar Mendes não se manifestaram.
Pelas regras, cabe à Justiça Eleitoral, formada pelo TSE e pelos Tribunais Regionais Eleitorais, organizar o processo eleitoral e julgar disputas envolvendo candidatos, desde propaganda irregular até a disseminação de desinformação. No caso das eleições presidenciais e dos recursos oriundos dos Estados, a competência é do TSE, enquanto disputas envolvendo outros cargos são julgadas inicialmente pelos tribunais regionais dos respectivos Estados. Ao STF cabe julgar recursos contra decisões do TSE.
DESLOCAMENTOS DE CASOS
O professor Luiz Fernando Esteves, do Insper, critica a atuação do ministro Gilmar Mendes e avalia que, se medidas como essa se repetirem durante as eleições, podem levar ao deslocamento de casos com impacto eleitoral para o STF. Nesse cenário, diz ele, a iniciativa poderia ser interpretada como um “drible” ao TSE.
“Sobre Zema, esse caso sequer deveria ser discutido no STF. Não se trata de uma pessoa que tem foro por prerrogativa de função no tribunal. O ato do ministro de remeter a notícia crime contra o Zema para o inquérito das fake news pode ser considerado um drible no TSE”, diz.
A definição da competência, na prática, depende do uso político do conteúdo, argumenta o professor e pesquisador da PUC-SP Erick Beyruth. Se um candidato, durante as eleições, publica um vídeo com críticas a um ministro e passa a utilizá-lo como peça de campanha, com pedido explícito ou implícito de votos, cabe à Justiça Eleitoral avaliar se a informação é falsa e se houve impacto no equilíbrio da disputa.
Beyruth também explica que, caso um ministro se sinta ofendido por conteúdo publicado por um candidato, pode recorrer à Justiça comum por crimes como calúnia, injúria ou difamação, que não geram inelegibilidade – e não diretamente ao STF.
“Além de candidatos não terem foro, é lógico que o juiz que se sente ofendido não pode julgar o próprio processo”, diz, destacando que as condutas recentes dos ministros levam o tema do STF para a plataforma das eleições.
Os dados reforçam essa percepção. Levantamento da Quaest, de março, mostra que 66% dos brasileiros consideram importante votar em candidatos ao Senado que defendem o impeachment de ministros do Supremo. Já pesquisa AtlasIntel/Estadão indica que a Corte registra 35% de confiança entre os brasileiros, figurando entre as instituições com piores avaliações.
Nesse cenário, a depender de como o TSE decidir esses casos, ministros do STF podem levar diretamente à última instância da Justiça episódios em que se considerem alvo, o que pode reforçar o deslocamento dessas disputas para o tribunal.

Como mostrou o Estadão, o novo presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, pretende despolarizar a atuação da Justiça Eleitoral e adotar um estilo diferente do de Alexandre de Moraes, que comandou as eleições de 2022 e foi alvo de críticas por decisões mais duras no combate contra candidatos.
Para especialistas, outro efeito colateral dessas medidas é a autocensura de candidatos, por receio de investigações e eventuais processos, com impacto nas campanhas. A leitura é compartilhada pelo senador Alessandro Vieira, que vê nas medidas um efeito de intimidação.
“Não só para candidatos, mas para qualquer cidadão que se sente inibido em manifestar sua opinião diante de reações agressivas e ameaçadoras”, afirma.
O senador avalia que esse ambiente acaba constrangendo o debate público. Vieira também critica declarações de ministros como Gilmar Mendes e Dias Toffoli, classificando-as como “uma reação descontrolada de quem não quer ser investigado”. Toffoli afirmou que a atuação do senador na CPI pode configurar abuso de poder com repercussões na esfera eleitoral, incluindo eventual inelegibilidade.
Liberdade de expressão

Na avaliação do advogado eleitoral Alberto Rollo, no entanto, críticas a ministros não são, por si só, irregulares. Para o especialista, não há problema na veiculação de conteúdos com questionamentos à atuação de ministros do STF por parte de candidatos, e discussões sobre os limites da atuação da Corte podem integrar o debate eleitoral.
“É preciso ter atenção à liberdade de expressão e diferenciá-la do que é efetivamente crime contra a honra. Altas autoridades devem suportar um nível maior de críticas do que cidadãos comuns”, diz.
Um dos casos citados pelo jurista como exemplo desse limite envolve a abertura de investigação por Moraes contra o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), por suposta calúnia contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Em publicação na rede X, em janeiro deste ano, o senador atribuiu a Lula crimes como tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, além de associar imagens do presidente ao ditador venezuelano Nicolás Maduro. A decisão de Moraes atendeu a pedido da Polícia Federal, com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República.
O efeito do inquérito das fake news
Os especialistas são unânimes em criticar juridicamente o pedido do ministro Gilmar Mendes para incluir Zema no inquérito das fake news e apontam que esse tipo de medida pode se repetir durante o pleito, reforçando o papel da investigação no cenário eleitoral. Em entrevista, o magistrado defendeu o prolongamento do inquérito pelo menos até as eleições, em meio ao que classificou como ataques à Corte.
“Eu tenho a impressão de que o inquérito continua necessário. E ele vai acabar quando terminar, é preciso que isso seja dito em alto e bom som”, disse Gilmar Mendes, completando: “Eu acho que foi um momento importante do Supremo ter aberto o inquérito e de mantê-lo pelo menos até as eleições”.
O inquérito das fake news foi aberto de ofício pelo ministro Dias Toffoli em 2019 para investigar ameaças a ministros e entregue à relatoria de Alexandre de Moraes. Ao longo de 7 anos, teve escopo ampliado, se tornando uma espécie de “escudo” da Corte em meio a críticas cada vez mais recorrentes, em razão das relações dos dois ministros – atuantes na ampliação do papel da Corte no âmbito eleitoral – com figuras do caso Master.

A expansão das frentes de investigação também acabou ampliando o poder de Alexandre de Moraes, que assumiu, utilizando-se o princípio da prevenção, ou seja, sem sorteio, a relatoria diversas apurações decorrentes do inquérito.
Foi neste âmbito que surgiram, por exemplo, a própria investigação que levou à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e dezenas de aliados por golpe de Estado, uma investigação sigilosa para apurar o vazamento de dados fiscais de magistrados da Corte por servidores da Receita, do Coaf e do Serpro, a busca determinada contra o blogueiro Luís Pablo Conceição de Almeida, que publicou sobre o carro funcional do Tribunal de Justiça do Maranhão usado por Flávio Dino ou o caso de mais recente, do pedido de investigação das críticas de Romeu Zema a Gilmar Mendes.
“Há a possibilidade de o Supremo passar por cima do TSE. Já vimos decisões determinando a retirada de conteúdos no âmbito do inquérito das fake news. Críticas a ministros durante a campanha podem acabar sendo canalizadas para o Supremo por esse caminho”, completa Beyruth.
Estadão Conteúdo
Da Assessoria
O Ministério Público do Tocantins (MPTO) obteve na Justiça uma liminar que obriga o município de Aliança do Tocantins a implementar medidas que sanem a grave carência de árvores na área urbana da cidade. Nesse sentido, foram estabelecidos prazos para que a gestão elabore um Plano Municipal de Arborização Urbana e apresente projeto para a arborização do entorno de quatro unidades escolares.
Em caso de descumprimento de qualquer das obrigações, será imposta à administração multa diária de R$ 1 mil, limitada a até R$ 50 mil. A liminar tem data de 24 de abril.
Omissão
Na ação judicial, a promotora de Justiça Maria Juliana Naves Dias do Carmo relata que o município ignora sua própria legislação há mais de uma década. Isso porque o Plano Diretor da cidade, aprovado em 2011, previa que fosse elaborado um Plano Municipal de Arborização, o que nunca aconteceu.
Ao ser questionada, a administração municipal admitiu que o plano não existia e alegou falta de verbas. Contradizendo essa informação, a Promotoria de Justiça identificou, na Lei Municipal nº 660/2020, uma previsão orçamentária de R$ 30 mil, específica para a arborização, mas que não foi devidamente aplicada.
Situação atual
O problema consta em diagnóstico apresentado pelo Ministério Público à Justiça, revelando um déficit de arborização superior a 67%.
Além da escassez de árvores, o estudo apontou que as poucas espécies existentes foram plantadas sem planejamento. A predominância da espécie conhecida como "oiti" e a poda inadequada acabam obstruindo a passagem de pedestres e cadeirantes, ferindo normas básicas de acessibilidade. A situação é agravada pela baixa permeabilidade das calçadas, que impede a absorção da água da chuva e contribui para o aumento da temperatura urbana.
A predominância de uma só espécie também contraria as orientações de diversidade biológica, que se destina a evitar a propagação de pragas e garantir a estabilidade do ecossistema urbano.
Mais de 155 milhões de brasileiros estão aptos a participar do pleito; veja onde consultar
Por Camila Stucaluc
Os brasileiros que desejam votar nas eleições deste ano têm até quarta-feira (6) para solicitar o título de eleitor. O prazo também vale para os moradores que estão com pendências e precisam regularizar o documento, bem como para aqueles que mudaram de cidade e precisam solicitar a transferência de domicílio eleitoral.
Para tirar o primeiro título de eleitor, é preciso fazer a solicitação no Portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou presencialmente nos cartórios eleitorais ou postos de atendimento da Justiça Eleitoral. Entre os documentos exigidos, estão: documento oficial de identificação com foto (como carteira de identidade, carteira de trabalho ou passaporte); comprovante de residência recente;
comprovante de quitação do serviço militar para homens que completam 19 anos no ano do alistamento.
Quem optar pelo atendimento virtual deve ficar atento: a biometria precisa ser coletada presencialmente. Por isso, a recomendação é fazer o requerimento pela internet até hoje, 6 de abril, para garantir tempo suficiente para comparecer ao cartório e concluir o atendimento.
Já para conferir a situação atual do título eleitoral, basta preencher o formulário disponível no Portal do TSE ou instalar o aplicativo e-Título. Se houver débitos de eleições anteriores, o eleitor deverá quitá-los antes de fazer novos requerimentos.
O cadastro de eleitores é fechado somente em anos eleitorais. O processo serve para que a Justiça Eleitoral organize a votação com base no número determinado de eleitores aptos a votar. Segundo a legislação, todos os requerimentos de emissão ou de transferência devem ser entregues até 150 dias antes do primeiro turno das eleições.
Pela Constituição Federal, o alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios para os brasileiros a partir dos 18 anos. Para jovens entre 16 e 17 anos, pessoas analfabetas e maiores de 70 anos, o voto é facultativo.
As eleições de 2026 serão responsáveis pela escolha do presidente da República, governadores e senadores, bem como deputados federais, estaduais e distritais. O primeiro turno será no dia 4 de outubro, enquanto o segundo turno, que vale apenas para presidente e governadores, ocorrerá no dia 25 de outubro. Atualmente, mais de 155,38 milhões de brasileiros estão aptos a participar do pleito.
Da Assessoria
Arte com o título “JUS em Ação” centralizado, com “JUS” em blocos coloridos e “EM AÇÃO” em fundo escuro. Ao fundo, ícones de balança e aperto de mãos. No canto inferior direito, logo do Poder Judiciário do Tocantins.
O Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) amplia o alcance do programa JUS em Ação e chega aos municípios de Ananás e Filadélfia, no Norte do Estado, com uma agenda integrada de serviços, orientação e atividades educativas voltadas à população. As edições acontecem dias 4 e 5 de maio, respectivamente, com atendimentos gratuitos e iniciativas que aproximam o Judiciário da comunidade.
Em Ananás, na segunda-feira (4/5), a programação concentra serviços essenciais no fórum da comarca, com emissão da Carteira de Identidade Nacional, segunda via de certidões, início de registros civis e mutirões de conciliação e mediação. Escolas da cidade recebem ações educativas, com palestras de prevenção ao uso de drogas e oficinas voltadas à parentalidade, ao fortalecimento de vínculos familiares e à proteção de mulheres e idosos. O encerramento inclui a instalação do Banco Vermelho, símbolo do enfrentamento à violência contra a mulher.
Na terça-feira (5/5), será a vez de Filadélfia receber a mesma proposta de atuação integrada. O fórum manterá atendimentos ao público ao longo do dia, enquanto escolas e espaços comunitários abrem espaço para oficinas, palestras e serviços como o “Pai Presente”.
A programação também contempla ações de cuidado e bem-estar voltadas a servidores(as) e magistrados(as). A agenda se encerra com a instalação do Banco Vermelho na orla da cidade para reforçar o compromisso institucional com a proteção da vida das mulheres.
Parcerias
As edições em Ananás e Filadélfia contam com a participação de instituições parceiras como a Secretaria de Segurança Pública (SSP-TO), o Cartório de Registro Civil das Pessoas Naturais (RCPN) e o Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec).
Com uma atuação que une cidadania, educação e solução de conflitos, o JUS em Ação consolida a presença ativa do Judiciário no interior do Estado, com foco em escuta, acolhimento e respostas efetivas às demandas da sociedade.
Atendimento neste fim de semana ocorre antes do fechamento do cadastro e incentiva participação de novos eleitores
Por Guilherme Paganotto
Às vésperas do fechamento do cadastro eleitoral, jovens têm aproveitado o plantão deste fim de semana da Justiça Eleitoral do Tocantins para tirar o primeiro título e garantir participação nas próximas eleições. Para muitos, este momento representa um marco na vida em sociedade.
É o caso da estudante Maria Flávia Fernandes Silva, de 17 anos, que começou o sábado, 2, de forma diferente. Ela decidiu aproveitar a oportunidade para garantir um direito que, até então, ainda não fazia parte da sua rotina: votar. Logo nas primeiras horas da manhã, ela foi até a 29ª Zona Eleitoral, em Palmas, e encontrou mais do que um serviço, encontrou acolhimento.
Primeiro título, novos sentimentos
“Gostei muito do atendimento. Todo mundo aqui foi muito atencioso, explicou direitinho, conversou com calma. Me senti acolhida, foi uma experiência muito boa”, contou. Cadeirante, Maria Flávia destacou também a acessibilidade durante o atendimento. “Achei acessível. Sempre davam um jeitinho pra ajudar, então foi tranquilo pra mim”, relatou.
Mesmo com um pouco de nervosismo, ela já entende a importância do momento. “Esse vai ser meu primeiro voto, então dá um pouco de nervosismo, porque eu nunca fiz isso antes. Mas também é importante, né? Como cidadã, a gente tem que participar”, disse.
Assim como ela, outros jovens aproveitaram o atendimento extraordinário realizado neste fim de semana para garantir o primeiro título antes do fechamento do cadastro. Entre eles está o estudante André Victor Portugal, de 16 anos, que também já se prepara para viver essa experiência pela primeira vez. “Dá um pouquinho de ansiedade, mas é normal”, disse.
A estudante Maria Heloá Oliveira da Silva, também de 16 anos, decidiu não deixar para a última hora. “Acho importante participar como cidadã”, afirmou.
De olho no primeiro voto
Para Thiago Lopes da Silva, de 16 anos, o momento de tirar o título vai além de um simples documento: representa uma mudança de fase. Ele conta que a experiência no cartório fez perceber que chegou a hora de assumir um novo papel. “A gente percebe que não é mais criança quando chega esse momento de votar”, disse.
Antes, durante as eleições, a rotina era outra, de acordo com o jovem. “Eu ficava em casa. Agora chegou a minha vez”, completou.
A expectativa para o primeiro voto vem acompanhada de um misto de ansiedade e entusiasmo. Assim como Thiago, participar pela primeira vez também é uma forma de se reconhecer como parte das decisões que impactam a sociedade.
Serviços disponíveis
Além da emissão do primeiro título, o atendimento extraordinário inclui atualização de dados cadastrais, transferência de domicílio eleitoral e regularização de pendências. Desde as 8h até as 14h, todos os cartórios das 33 zonas eleitorais estão de portas abertas, garantindo o acesso da população que não pode procurar os serviços durante a semana.
O plantão segue no sábado e domingo, dias 2 e 3 de maio, no mesmo horário. A ação reforça o esforço da Justiça Eleitoral do Tocantins em ampliar o atendimento na reta final do fechamento do cadastro, que acontece na próxima quarta-feira, dia 6.