A concessão à iniciativa privada envolverá cinco trechos em rodovias federais nos estados de Tocantins, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas

 

 

Da  Agência BNDES de Notícias

 

 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Ministério dos Transportes assinaram nesta quarta-feira, 14, contrato para a estruturação de projeto de concessão à iniciativa privada de 3.137 km de rodovias federais em cinco trechos nos estados de Tocantins, Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Alagoas.

 

Serão objeto do contrato as rodovias BR-153 (Pará e Tocantins, com 775 km), BR-010 (Maranhão e Pará, com 678 km), BR-226 (Piauí, Maranhão e Tocantins, com 717 km), BR-116 (Ceará, Paraíba e Pernambuco, com 473 km) e BR 104 (Paraíba, Pernambuco e Alagoas, com 494 km). A estimativa é que os projetos de concessão sejam concluídos até o final de 2030.

 

O contrato foi assinado na sede do BNDES no Rio de Janeiro (RJ) em cerimônia com a presença do ministro do Transportes, George Santoro, do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, e da diretora Socipoambiental do Banco, Tereza Campello,.

 

“Desde 2025, BNDES e Ministério trabalham em conjunto para avaliar a malha rodoviária federal e identificar trechos existentes com relevância estratégica para a integração do sistema rodoviário nacional. Nessa análise, foram priorizados trechos rodoviários em regiões com forte expansão econômica, sobretudo na produção agrícola. O objetivo é levar investimentos a regiões que, apesar do crescimento econômico, apresentam déficit de investimentos em infraestrutura”, explica Mercadante.

 

“Temos política de sustentabilidade, criada em 2024, que prevê até 3% dos projetos investidos em transição energética e resiliência”, destacou Santoro. Segundo ele, a estruturação dos projetos também vai prever inovações para redução do custo do pedágio e implementação de internet 5G ao longos das rodovias.

 

 

 

Posted On Quarta, 14 Outubro 2026 21:06 Escrito por O Paralelo 13

 

As novas medidas e promessas anunciadas pelo presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante a campanha eleitoral vão exigir ajustes de R$ 39,8 bilhões no Orçamento de 2027.

 

 

Por Daniel Weterman

 

 

Isso significa que quem ganhar a eleição presidencial, Lula ou Flávio Bolsonaro (PL), terá de negociar os valores com o Congresso Nacional se quiser manter as benesses.

 

As novas medidas e promessas anunciadas pelo presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante a campanha eleitoral vão exigir ajustes de R$ 49,8 bilhões no Orçamento de 2027. Foto: wilton junior

 

Ainda no primeiro turno, Lula reajustou o Bolsa Família em 15%, anunciou o Desenrola 3.0, com a compra de dívidas de inadimplentes pela União, e proibiu a atividade de bets no País.

 

Na quarta-feira, 14, a 12 dias do segundo turno, o petista lançou um pacote para microempreendedores individuas (MEIs), incluindo o perdão de dívidas tributárias, o aumento do teto de faturamento para enquadramento como MEI e um Pix de até R$ 5 mil para esses empreendedores.

Ele ainda prometeu ampliar o programa Pé-de-Meia, que concede bolsas para estudantes do ensino médio, a universitários no próximo mandato.

 

Dessas medidas, apenas o aumento do teto do MEI está previsto no projeto de Orçamento de 2027 enviado pelo presidente Lula ao Congresso Nacional em agosto. A mudança diminui a arrecadação da União em 1,57 bilhão no ano que vem. Ainda assim, a proposta depende de aprovação de um projeto de lei complementar na Câmara e no Senado. O perdão das dívidas e o Pix também dependerão de propostas legislativas.

 

Todos os outros projetos não foram considerados no Orçamento e precisarão ser incorporados, com um impacto de R$ 33,55 bilhões nas despesas e R$ 6,27 nas receitas da União. Para a conta fechar, a engenharia orçamentária permite corte em outras áreas e reestimativa de arrecadação de impostos.

 

No caso do Desenrola 3.0, o custo total é de R$ 15 bilhões e será diluído entre 2027 e 2028, com um desembolso de R$ 5 bilhões no primeiro ano, segundo o Ministério do Planejamento.

Integrantes da equipe econômica de Lula afirmam que depois da eleição, assim que o Congresso nomear o relator do Orçamento de 2027, irá encaminhar um ofício com os ajustes necessários. Caberá ao relator e aos parlamentares incluírem as medidas no projeto.

 

O governo enviou o Orçamento de 2027 para o Congresso com um superávit de R$ 18,6 bilhões nas contas públicas. A inclusão das novas medidas compromete esse resultado se não vier acompanha de cortes em outras áreas ou um aumento na arrecadação.

 

O Gastômetro, ferramenta do Estadão, mostra que o presidente Lula já gastou R$ 354 bilhões em meio à campanha com medidas para grupos e setores específicos. A maioria das ações tem impacto imediato e pontual no Orçamento. As novas medidas, incluindo o Bolsa Família e o socorro aos MEIs, por outro lado, tendem a ter um efeito permanente nas contas.

 

Essas não são as únicas incertezas no Orçamento do ano que vem, o primeiro a ser executado por quem ganhar as eleições. O Congresso deverá incluir R$ 12,7 bilhões em emendas de comissão, herdeiras do orçamento secreto, nas contas, o que também exigirá corte de outras despesas.

 

Uma nota técnica conjunta das consultorias da Câmara e do Senado apontaram cinco incertezas na programação do Orçamento:

 

O governo encaminhou o Orçamento com uma estimativa de crescimento de 2,5% no PIB em 2027, superior à expectativa de mercado, de 1,43%, o que infla as receitas da União;

A projeção de superávit de R$ 18,6 bilhões nas contas contrasta com a expectativas de mercado de setembro de 2026, de déficit de R$ 45,4 bilhões;

Duas medidas tributárias que somam R$ 4,2 bilhões não estavam em vigor e foram consideradas no Orçamento, incluindo a ampliação do teto do MEI e a prorrogação do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon)e do Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas);

O governo estimou que arrecadará R$ 42 bilhões com o Imposto Seletivo (IS), chamado de “Imposto do Pecado”, mas ainda não definiu qual será a alíquota do tributo; e
O reajuste de 15,04% do Bolsa Família não está contemplado no Orçamento e deverá acrescentar R$ 22,7 bilhões às despesas.

 

 

 

Posted On Quarta, 14 Outubro 2026 16:12 Escrito por O Paralelo 13

Candidato do PL conta com aliados nos três maiores colégios eleitorais; presidente concentra apoios no Nordeste e disputa adesão de lideranças que seguem neutras

 

 

Por Marina Verenicz

 

 

A dez dias do segundo turno da eleição presidencial, Flávio Bolsonaro (PL) reúne o apoio de 12 dos 21 governadores eleitos em 4 de outubro, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conta com cinco. Outros quatro ainda não declararam preferência na disputa que será decidida em 25 de outubro.

 

O mapa das alianças estaduais revela uma vantagem numérica para Flávio, que também conseguiu reunir os governadores eleitos dos três maiores colégios eleitorais do país: São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Juntos, os estados concentram mais de 40% do eleitorado brasileiro.

 

O apoio dessas lideranças ganha importância na reta final porque amplia a capacidade de mobilização das campanhas, especialmente por meio de prefeitos, deputados e estruturas partidárias regionais. A transferência de votos, porém, depende da influência de cada governador sobre o eleitorado.

 

Sudeste, Sul e Centro-Oeste

Entre os principais apoiadores do senador estão Tarcísio de Freitas (Republicanos), reeleito em São Paulo, Cleitinho Azevedo (Republicanos), eleito em Minas Gerais, e Douglas Ruas (PL), que venceu no Rio de Janeiro após a retotalização dos votos determinada pela Justiça Eleitoral.

 

Tarcísio já participa das articulações para ampliar a votação de Flávio em São Paulo. O governador e o prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), estão mobilizando prefeitos, vereadores e lideranças partidárias para o segundo turno.

 

A lista de governadores eleitos que apoiam Flávio inclui ainda Sergio Moro (PL-PR), Luciano Zucco (PL-RS), Marcos Rogério (PL-RO), Arthur Henrique (PL-RR) e Jorginho Mello (PL-SC).

Também declararam apoio Daniel Vilela (MDB-GO), Otaviano Pivetta (Republicanos-MT), Eduardo Riedel (PP-MS) e Dr. Daniel (Podemos-PA).

 

Dos 12 governadores aliados, seis pertencem ao PL. A distribuição regional mostra a presença do candidato em estados do Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte.

 

A adesão de lideranças de outras siglas também acompanha a ampliação das alianças partidárias de Flávio. Na terça-feira (13), 17 diretórios estaduais do MDB anunciaram apoio ao senador, enquanto outros dez se posicionaram ao lado de Lula, evidenciando a divisão interna da legenda.

Lula concentra alianças no Nordeste

 

Os cinco governadores eleitos que declararam apoio ao presidente são de estados nordestinos, região em que Lula venceu no primeiro turno.

 

O grupo reúne Jerônimo Rodrigues (PT-BA), Elmano de Freitas (PT-CE), Lucas Ribeiro (PP-PB), Rafael Fonteles (PT-PI) e Fábio Mitidieri (PSD-SE).

 

Três dos cinco pertencem ao PT. Os demais representam partidos que também mantêm alianças com Flávio em outras regiões.

A concentração dos apoios no Nordeste reforça a importância da região para a estratégia de reeleição de Lula. A campanha busca ampliar a mobilização de seus eleitores e reduzir a abstenção, especialmente em áreas nas quais o presidente tradicionalmente registra maior votação.

 

O presidente também tenta conquistar o apoio de lideranças que permaneceram neutras durante o primeiro turno, mas que agora enfrentam pressões para se posicionar diante da disputa presidencial.

 

Quatro governadores mantêm neutralidade

 

Entre os eleitos no primeiro turno, quatro ainda não formalizaram apoio a nenhum dos presidenciáveis: JHC (PSDB-AL), Dr. Furlan (PSD-AP), Eduardo Braide (PSD-MA) e Raquel Lyra (PSD-PE).

 

A posição de Raquel ganhou destaque depois que Flávio mencionou a governadora em um discurso sobre a necessidade de trabalhar com gestores de diferentes partidos.

 

Reeleita em Pernambuco, Raquel mantém relações políticas com o governo Lula, mas optou por não declarar voto no segundo turno até o momento.

 

A neutralidade dessas lideranças preserva espaço para negociações políticas, especialmente em estados onde as alianças regionais não acompanham necessariamente os posicionamentos nacionais dos partidos.

 

Disputa por governos estaduais também divide os apoios

 

Além dos 21 governadores já eleitos, cinco estados e o Distrito Federal terão segundo turno para definir seus próximos governantes. Entre os 12 candidatos que permanecem na disputa, sete apoiam Flávio, três estão com Lula e dois ainda não declararam preferência.

 

No campo de Flávio estão Mailza Assis (PP-AC), Alan Rick (Republicanos-AC), Professora Maria do Carmo (PL-AM), Celina Leão (PP-DF), Lorenzo Pazolini (Republicanos-ES), Professora Dorinha (União Brasil-TO) e Vicentinho Júnior (PSDB-TO).

 

No Acre e no Tocantins, os dois candidatos ao governo estadual apoiam o senador. Isso significa que, independentemente do vencedor da disputa local, Flávio terá um aliado político à frente desses estados a partir de 2027.

 

Lula reúne o apoio de Omar Aziz (PSD-AM), Leandro Grass (PT-DF) e Cadu de Lula (PT-RN).

 

Os outros dois concorrentes que seguem sem declarar apoio formal são Ricardo Ferraço (MDB-ES) e Allyson Bezerra (União Brasil-RN).

 

Qual é o peso dos governadores no segundo turno?

A participação dos governadores pode influenciar a organização territorial das campanhas, principalmente pela capacidade de mobilizar lideranças locais e facilitar o acesso dos presidenciáveis a diferentes regiões.

 

Em São Paulo, por exemplo, Tarcísio e Ricardo Nunes trabalham para intensificar a campanha de Flávio na capital e na região metropolitana, onde o resultado pode ter peso relevante na disputa nacional.

 

Já no Nordeste, Lula conta com governadores aliados para ampliar a presença da campanha em municípios menores e estimular o comparecimento de seus eleitores às urnas.

 

O peso dessas alianças também vai além da eleição presidencial. Governadores têm papel importante na articulação de bancadas estaduais no Congresso e na execução de políticas públicas que dependem da cooperação com o governo federal.

 

A distribuição dos apoios indica, portanto, quais alianças políticas poderão influenciar a relação entre o próximo presidente e os estados a partir de 2027.

 

 

 

Posted On Quarta, 14 Outubro 2026 16:01 Escrito por O Paralelo 13

Presidente anunciou proposta para um eventual próximo mandato, com pagamentos mensais e depósitos anuais para estudantes do ensino superior

 

 

Por Vicklin Moraes

 

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, nesta terça-feira (13), a intenção de criar uma nova modalidade do programa Pé-de-Meia voltada a estudantes universitários em um eventual próximo mandato. A proposta prevê pagamentos mensais de R$ 700 durante dez meses por ano, além de um depósito anual de R$ 2.500. Segundo Lula, a iniciativa busca ajudar os jovens a iniciar a vida profissional após a conclusão do curso.

 

“Estamos criando para o próximo governo o Pé-de-Meia universitário. Garantindo que todos os jovens estudantes das escolas universitárias vão receber R$ 700 de poupança por mês durante dez meses e, no final do ano, nós depositaremos R$ 2.500”, afirmou o presidente em um vídeo publicado nas redes sociais.

 

Lula também declarou que, ao longo de um curso de quatro anos, os estudantes poderão acumular R$ 10 mil em depósitos anuais de R$ 2.500. O presidente, no entanto, não detalhou como funcionaria o pagamento mensal previsto na proposta nem apresentou informações sobre os critérios para participação no programa.

O anúncio ocorre a 12 dias do segundo turno das eleições presidenciais. A proposta foi apresentada como uma iniciativa para um eventual próximo governo, e não como uma modalidade já implementada.

Atualmente, o Pé-de-Meia é voltado principalmente a estudantes do ensino médio público inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Criado em 2024, o programa prevê o pagamento de R$ 200 mensais aos beneficiários, além de um incentivo de R$ 1.000 por ano letivo concluído, cujo saque depende da conclusão do ensino médio. Também há um adicional de R$ 200 para quem participa dos dois dias do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Com os incentivos, o valor acumulado pode chegar a R$ 9.200 por estudante.

 

O governo também mantém o Pé-de-Meia Licenciaturas, modalidade destinada a estudantes de cursos de formação de professores. A iniciativa prevê uma bolsa mensal de R$ 1.050, sendo parte do valor disponibilizada para saque imediato e outra parte depositada em uma poupança, condicionada ao ingresso do beneficiário como professor na rede pública de ensino.

 

 

Posted On Quarta, 14 Outubro 2026 05:52 Escrito por O Paralelo 13

Presidente do MDB anunciou nesta terça-feira (13), ao lado de Flávio Bolsonaro (PL), o apoio de 16 diretórios estaduais ao senador. Outros dez divulgaram nota em apoio à reeleição de Lula (PT).

 

 

Reportagem do G1

 

 

O MDB está dividido no segundo turno da eleição presidencial. Dos 27 diretórios estaduais do partido, 16 declararam apoio a Flávio Bolsonaro (PL), enquanto dez anunciaram que estarão ao lado de Lula (PT). Em um estado, os filiados foram liberados para votar no candidato de sua preferência.

 

A divisão ficou evidente nesta terça-feira (13). Em evento realizado em São Paulo, o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, anunciou o apoio da maioria dos diretórios estaduais a Flávio Bolsonaro. O candidato participou do encontro, que reuniu representantes desses estados.

Durante a tarde, a ala do partido favorável à reeleição de Lula e Geraldo Alckmin também formalizou seu posicionamento.

 

Veja a divisão abaixo:

 

 

Apoiam Flávio Bolsonaro os diretórios do MDB em 16 estados e no Distrito Federal: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Distrito Federal, Goiás, Amapá, Acre, Tocantins, Roraima, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul.

 

Apoiam Lula os diretórios do MDB em dez estados: Amazonas, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Paraíba e Rondônia.

O MDB de Sergipe liberou seus filiados para votar no candidato de sua preferência. Apesar disso, o diretório enviou um representante ao encontro com Flávio Bolsonaro, em São Paulo.

 

O evento a favor de Flávio contou com a participação do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, e do vice-governador paulista, Felício Ramuth -- ambos do MDB.

 

O encontro aconteceu no comitê de campanha do governador reeleito, Tarcísio de Freitas (Republicanos), outro apoiador do senador e ex-ministro do governo de Jair Bolsonaro (PL).

 

“Tomamos a decisão que o povo tomou nas urnas no primeiro turno, que é o desejo de mudança. E desejando que Flávio repita a gestão [de] Ricardo Nunes e [de] Tarcísio de Freitas”, afirmou Rossi, sobre a escolha da maioria do MDB em estar com Flávio Bolsonaro.

 

Do outro lado, os diretórios do MDB que declararam apoio a Lula estão concentrados nas regiões Nordeste e Norte. Nesses estados, o partido reúne lideranças políticas influentes, como as famílias Calheiros, em Alagoas, e Barbalho, no Pará, que estiveram ao lado do presidente ao longo de seu terceiro mandato.

 

Nas eleições de 2026, o MDB elegeu sete senadores. Parte deles disputou a eleição em coligações com Lula e o PT (AM, PA e PI), enquanto outros estiveram alinhados à oposição local (RR, SE e TO). Na Paraíba, o candidato do MDB recebeu o apoio de Lula, embora não integrasse formalmente uma aliança com o presidente.

2º turno em 25 de outubro

 

 

Os derrotados foram: Augusto Cury (Avante), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Edmilson Dias (PCB), Hertz Dias (PSTU), Samara Martins (UP), Wilson Grassi (Democrata), Clariana Barão (DC) e Rui Costa Pimenta (PCO), que anunciaram suas posições para o 2º turno. Veja abaixo:

Flávio Bolsonaro recebeu apoio de: Cury, Zema, Caiado e Clariana Barão;

Lula recebeu apoio de: Edmilson Costa, Hertz Dias e Samara;

Outros dois candidatos tiveram posições de neutralidade: Rui Costa Pimenta orientou voto nulo, já Renan Santos liberou os apoiadores. Wilson Grassi não se posicionou.
Flávio conta com o apoio de dois candidatos que tiveram mais votos: Cury recebeu 2,89% dos votos válidos e Caiado, 2,18%. Neutro, Renan Satnos teve 2,24% e os demais tiveram menos de 1% dos votos.

 

Entre os partidos brasileiros, Flávio Bolsonaro tem os apoios de Avante, DC, NOVO, Podemos, PP, PRTB, Republicanos e União Brasil. O PL estava em chapa puro-sangue no 1º turno.

 

Já Lula recebeu orientações de voto a seu favor de PCB, PSTU e UP, que não estavam em sua aliança de 1º turno, formada por PCdoB, PDT, PSB, PSOL, PV e Rede.

 

 

 

Posted On Quarta, 14 Outubro 2026 05:27 Escrito por O Paralelo 13
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