Segundo a investigação, Roberta Luchsinger bancou faturas de cartão, financiamento de veículo, consórcio, Pix e joias para Marco Aurélio Ribeiro, enquanto buscava contratos no Ministério da Saúde envolvendo Cannabis medicina
POR JOSÉ MARQUES
Investigação da Polícia Federal aponta que a lobista Roberta Luchsinger pagou R$ 217 mil em faturas de cartão de crédito, financiamento de um veículo e outras despesas para Marco Aurélio Ribeiro, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula (PT).
Os pagamentos ocorreram em 2024, mesmo período em que, de acordo com a PF, ela trabalhava para obter contratos com o Ministério da Saúde relacionados a Cannabis medicinal. Roberta é amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, que é investigado sob suspeita de ser sócio oculto nos negócios da lobista.
Os detalhes desses pagamentos constam em representações da PF que fundamentaram a abertura de inquéritos, sob a relatoria do ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), sobre o filho do presidente. Outro ministro, Flávio Dino, também relata um inquérito relacionado a Lulinha.
Procurada, a defesa de Marcola af irmou que não teve acesso à íntegra dos autos e ao inquérito e que o vazamento dos conteúdos tem “objetivo de distorcer os fatos e interferir no processo eleitoral”.
“Marco Aurélio Santana Ribeiro jamais encaminhou qualquer documento referente a compras ou licitações no âmbito do Ministério da Saúde ou da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os valores mencionados na reportagem foram todos integralmente quitados, uma vez que são referentes a um empréstimo pessoal”, diz a defesa, em nota. Os advogados de Roberta dizem que só se manifestarão nos autos.
A defesa de Lulinha diz que não há garantia sobre a veracidade do material colhido pela PF e que há interesse político na instauração do inquérito. “Nessas investigações não tem autoridade com foro, não tem desvio de dinheiro público, não tem ato de ofício, não tem relação direta ou indireta com o INSS”, diz o advogado Marco Aurélio de Carvalho.
Entre os valores pagos por Roberta em 2024, estão as joias de diamantes no valor de R$ 9.000 que ela presenteou a Marcola. Além disso, há R$ 95 mil pagos em um cartão de crédito do Banco do Brasil, R$ 36 mil em boletos de financiamento e R$ 48 mil em um consórcio, R$ 25 mil em um Pix, entre outros.
O financiamento tem como beneficiário o banco Toyota, e a PF aponta que Marcola tem em seu nome um Corolla Cross, da mesma marca, que estava sendo financiado.
“As conversas entre Roberta e Marco permitem comprovar uma série de pagamentos em favor do chefe do gabinete da Presidência da República. Verifica-se que Marco encaminha a Roberta diversos boletos registrados em seu nome”, diz a PF, em representação obtida pela reportagem.
“Ela, por sua vez, realiza os pagamentos e encaminha os comprovantes a ele. Por vezes, no mesmo contexto dessas interações, Roberta menciona a necessidade de contato com Berger.”
Berger é como é conhecido o então secretário-executivo do Ministério da Saúde Swedenberger Barbosa. Roberta cobrou de Marcola uma reunião com o então secretário em julho de 2024.
Swedenberger não tem se manifestado sobre o caso. A interlocutores, tem dito que uma de suas funções era receber pessoas e dar encaminhamento a demandas para análise técnica e posterior decisão. Ele frisa que não deu andamento à proposta apresentada por ela.
A representação policial diz que “significativa parcela dos pagamentos ocorre sem maiores tratativas entre os interlocutores”.
“Somente em duas oportunidades Marco classifica os pagamentos de maneira especial. Em 15 de julho de 2024, pede a Roberta que pague ao menos uma parcela da fatura de cartão e qualifica a manobra como presente de aniversário de sua filha. Na sequência, emenda: ‘E tem um de consórcio que só está disponível amanhã. Daí já completa o presente que vai nos dar’. Trata-se do boleto pago no dia 18 daquele mês”, relata a PF.
“Outrossim, relativamente ao Pix [de R$ 25 mil] realizado em 26 de novembro de 2024, ele diz a Roberta: ‘Depois nos acertamos e te pago’.”
O documento da PF, assinado por três delegados, destaca que as despesas abrangem gastos de natureza pessoal, “sem que, até o presente momento, tenham sido identificados elementos capazes de esclarecer satisfatoriamente a origem da obrigação, a causa jurídica subjacente ou a efetiva finalidade dos pagamentos realizados por Roberta em favor de Marco Aurélio”.
“Embora exista uma única referência à possibilidade de restituição de determinado valor, os elementos atualmente disponíveis não permitem compreender, de forma abrangente, a natureza da relação financeira estabelecida entre ambos.”
O inquérito da PF ligado ao documento obtido trata de suspeitas dos crimes de corrupção e tráfico de influência nas tentativas de obter autorização para a comercialização da Cannabis medicinal no Ministério da Saúde.
Da Assossoria
Senador levou o prefeito de Ananás, Robson Pereira, o “Robson do Zé Geraldo", e o público às lágrimas ao relembrar o início de sua carreira política na região e o relacionamento com o pai do prefeito, José Geraldo, ex-prefeito do município. Emoção também durante pronunciamento do senador em Araguatins, cidade onde viveu grande parte de sua juventude e onde mantém laços firmes de amizade. Reuniões nas duas cidades encerram os compromissos do senador nesta quinta-feira, 20, no Bico do Papagaio.
A concentração em Ananás foi considerada uma das maiores já realizadas na história município, com centenas de eleitores manifestando apoio caloroso aos candidatos majoritários da coligação União pelo Tocantins presentes ao evento, senadora Dorinha, candidata a governadora, Eduardo Gomes, candidato à reeleição, e deputado federal Carlos Gaguim, candidato a senador.

“Me emociona chegar a Ananás como vice-presidente do Senado, vendo toda essa juventude animada, vendo amigos dessa região... e todos sabem que comecei a vida em Xambioá, mas saber que Ananás me abraçou também. Tenho na memória amigos de uma vida inteira, como Silvestre Néri, Nelson Brasil, Zeca Batista, amigo Luiz Leite e tantos outros. O destino é caprichoso e o destino tem o momento certo para cada coisa. Quem sabe, Deus está me dando uma oportunidade que seu pai (dirigindo-se ao prefeito Robson), José Geraldo me deu de ser deputado federal mais votado da história desta cidade”, disse o senador Eduardo Gomes. A citação emocionou o prefeito Robson, que foi às lágrimas e causou comoção na plateia.
O senador Eduardo Gomes aumentou ainda mais a emoção do evento ao relembrar suas caminhadas pelo Bico do Papagaio em companhia do saudoso João Ribeiro, político emblemático para a região e para o Tocantins.
"Meu coração está repleto de gratidão. A minha história passa na minha mente como um filme e saber que eu pude voltar, abraçar cada amigo e cada amiga", encerrou.
Araguatins
Em Araguatins não foi diferente em termos de emoção. Eduardo Gomes residiu grande parte de sua juventude na cidade, com a qual mantém laços sentimentais profundos. “Fiz da minha juventude, da nossa amizade, da Rua do Sossego, das nossas praias, dos nossos amigos de uma vida inteira um marco para minha vida. Araguatins e o Bico do Papagaio são diferenciados. É uma cidade e uma região onde o sentimento verdadeiro impera e transborda”, afirmou Eduardo Gomes, no encerramento das atividades do dia, na Arena Pequi, durante o lançamento da candidatura de Wanderley Milhomem, o Wan Wan, a deputado estadual.
Eduardo Gomes participou ainda do adesivaço promovido pelo deputado Wiston Gomes, também de Araguatins, candidato à reeleição.
Por onde passou, o senador recebeu o apoio caloroso das lideranças e da população à sua reeleição com o número 222.
Da Assessoria
A passagem da Caravana Tocantins com Lula pelo Bico do Papagaio representa mais do que o início de uma agenda de reuniões pelo Estado. A iniciativa marca uma estratégia inédita de mobilização: uma campanha própria do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Tocantins, organizada territorialmente, com presença nos municípios e sob a coordenação de uma das principais lideranças políticas da história recente do Estado, a ex-senadora Kátia Abreu.
A escolha do Bico do Papagaio para abrir a Caravana, que começou por São Miguel e Sítio Novo, também carrega forte simbolismo político. A região mantém historicamente uma relação eleitoral significativa com Lula e concentra municípios nos quais o presidente registra forte votação. Começar pelo Bico significa, portanto, partir de um território de identificação política e social para ampliar a mobilização pelo restante do Tocantins.
À frente desse trabalho, Kátia Abreu tem adotado uma estratégia baseada na presença, na escuta e na organização política. Nos primeiros encontros, a ex-senadora ouviu relatos emocionados de moradores sobre políticas dos governos Lula que chegaram diretamente às famílias da região, como moradias populares, Bolsa Família, Fies, Pé-de-Meia e programas de acesso ao gás de cozinha.
A Caravana inaugura, assim, uma nova etapa da campanha presidencial no Tocantins: com coordenação própria, presença territorial e uma liderança política de expressão estadual e nacional dedicada à mobilização em torno de Lula.
A Caravana segue nos próximos dias por outros municípios da região, dando continuidade a uma mobilização que pretende percorrer o Estado.
A afirmação está em uma representação que levou à abertura de um dos inquéritos contra o filho do presidente Lula (PT) sob suspeita de tráfico de influência
POR JOSÉ MARQUES E MARIANA BRASIL
A Polícia Federal apontou que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, atuava em “comunhão de interesses econômicos” e conduzia negócios em conjunto com a lobista Roberta Luchsinger, que trabalhava para obter contratos com o governo federal.
A afirmação está em uma representação que levou à abertura de um dos inquéritos contra o filho do presidente Lula (PT) sob suspeita de tráfico de influência. O documento da PF está sob sigilo e foi obtido pela Folha de S.Paulo.
O órgão indica a suspeita de que Lulinha, Roberta e Fernando Bittar -empresário que era um dos donos do sítio de Atibaia (SP) investigado na Operação Lava Jato- mantiveram uma “sociedade oculta” em negócios relacionados à Cannabis medicinal, que tentaram vender ao Ministério da Saúde.
No documento obtido pela Folha, delegados da PF afirmam que a atuação de Lulinha, Roberta e Bittar não era apenas lobby ou representação de interesses perante a administração pública.
Eles apontam que as condutas atribuídas ao trio “extrapolam significativamente os limites éticos e legais inerentes a essa atividade”, porque visam “a facilitação da obtenção de contratos públicos, a promoção de alterações legislativas em benefício de interesses privados específicos e a realização de pagamentos a agentes públicos ocupantes de cargos de elevada hierarquia”.
“Os elementos reunidos indicam que Roberta atuou de forma sistemática na interlocução de interesses relacionados ao mercado do canabidiol junto a integrantes do Ministério da Saúde e do gabinete presidencial, tendo Fabio Luís Lula da Silva aparentemente acompanhado ou impulsionado determinadas tratativas.”
O teor do documento corrobora apontamentos de outro relatório da PF, revelado pela revista Veja nesta quinta-feira (20), que aponta Lulinha como “beneficiário indireto” da ação de Roberta, que teria buscado contatos políticos para facilitar a venda de medicamentos à base de canabidiol ao governo federal.
“As comunicações indicam que Fábio é mencionado por Roberta Luchsinger como referência decisória nos projetos discutidos. Ele foi indicado como beneficiário indireto das articulações conduzidas por terceiros em seu nome”, afirma trecho da investigação reproduzido pela revista.
O inquérito da PF ligado ao documento obtido pela Folha trata de suspeitas dos crimes de corrupção e tráfico de influência nas tentativas de obter autorização para a comercialização de cannabis medicinal no Ministério da Saúde e está sob relatoria do ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal). Lulinha é alvo de outros dois inquéritos na corte.
Procurada, a defesa dele afirmou não ter garantia da veracidade do material colhido pela PF e voltou a apontar interesse político na instauração do inquérito. “Deu para perceber que nessas investigações não tem autoridade com foro, não tem desvio de dinheiro público, não tem ato de ofício, não tem relação direta ou indireta com o INSS. Se o Fábio não fosse filho do presidente, esses inquéritos já estariam arquivados. Se ele fosse filho do Bolsonaro, nem sequer teriam sido instaurados”, diz o advogado Marco Aurélio de Carvalho.
Já a defesa de Roberta não respondeu a questionamento da reportagem nesta quinta (20).
Anteriormente, os advogados afirmaram não ter qualquer tipo de informação sobre a instauração de um novo inquérito policial e que os episódios já foram objeto de investigações em andamento.
A defesa de Bittar não foi localizada.
O documento da PF obtido pela Folha de S.Paulo diz que, apesar de Roberta participar formalmente de “diversas pessoas jurídicas”, não há identificação de vínculos societários formais com Lulinha. De acordo com o órgão, eles “mantinham estrutura informal de atuação voltada à captação, gestão e execução de demandas de interesse privado perante agentes públicos, com expectativa de obtenção de vantagens econômicas decorrentes dessas intervenções”.
“A conclusão decorre não apenas da frequência dos contatos identificados [entre os sócios], mas principalmente do conteúdo das conversas mantidas por seus integrantes, as quais evidenciam vínculo associativo estável, comunhão de interesses econômicos e atuação conjunta na condução de negócios.”
De acordo com outro documento, obtido pela Veja, a PF encontrou mensagens de celular que mostram Roberta dizendo que precisaria tirar Lulinha do Brasil até junho de 2025. Naquele ano, ele se mudou para a Espanha.
As investigações da PF também apontam que Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, teria intermediado uma reunião de Roberta com Swedenberger Barbosa, que na época era secretário-executivo do Ministério da Saúde.
Hoje, Barbosa trabalha no gabinete de Lula. Segundo a reportagem, após a reunião, Roberta enviou a Marcola uma minuta do contrato de venda de canabidiol ao governo. O ex-chefe de gabinete de Lula já havia dito à reportagem que não repassou o contrato adiante, e as investidas no Ministério da Saúde não prosperaram.
A defesa de Marcola afirmou não ter tido acesso à íntegra do inquérito e disse que “o vazamento seletivo de trechos da documentação, em vez da totalidade do conteúdo, tem objetivo de distorcer os fatos e interferir no processo eleitoral”. Disse ainda que ele “jamais encaminhou qualquer documento referente a compras ou licitações” no Ministério da Saúde ou na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
Roberta também é investigada pelo vínculo com o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. Procurada, a defesa do Careca não quis se manifestar.
Nesta quinta, a coluna Mônica Bergamo mostrou que a PGR (Procuradoria-Geral da República) pediu ao STF que o inquérito que apura se Lulinha cometeu tráfico de influência seja enviado à primeira instância da Justiça. O argumento é de que não há autoridades com foro envolvidas e, portanto, não há justificativa para que o caso continue no Supremo. Mendonça, porém, planeja manter sob sua relatoria a investigação.
Interlocutores de Mendonça afirmaram que o requerimento do procurador-geral da República, Paulo Gonet, causa perplexidade –já que, em julho, a PGR se manifestou favoravelmente ao sorteio da relatoria no próprio STF.
Um auxiliar de Gonet, no entanto, diz que não há contradição, pois as duas manifestações tratam de questões processuais diferentes.
Uma é sobre a distribuição do processo -se deve ser por livre sorteio ou por prevenção (quando o encaminhamento é feito a um ministro que já analisa um processo semelhante). Definido o relator, cabe um novo parecer sobre a sua competência ou não para analisar o caso.
O relatório da PF mostra que o ex-chefe de gabinete do presidente Lula, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, recebeu de Roberta minuta de um contrato para venda, ao Ministério da Saúde, de medicamentos à base de canabidiol com dispensa de licitação.
Marcola confirma ter recebido um modelo de contrato, mas afirma não ter repassado a minuta adiante para ninguém do governo. A troca de mensagens publicada inicialmente pelo jornal O Globo.
As investigações apontam a relação dela com Lulinha, além de reuniões que envolveram também Marcola e o então secretário-executivo do Ministério da Saúde, Swedenberger Barbosa, conhecido como Berger.
Ela chegou a ser recebida no Ministério da Saúde. A interlocutores Swedenberger repete que uma de suas funções era receber pessoas e dar encaminhamento a demandas para análise técnica e posterior decisão. Ele frisa que não houve andamento à proposta apresentada por ela.
Reunião definiu ações de segurança, trânsito, transporte, limpeza e organização do evento, que espera receber cerca de 200 mil pessoas
Texto: Josiane Mendes
A Prefeitura de Palmas reuniu, nesta quinta-feira, 20, órgãos municipais e forças de segurança para alinhar os últimos detalhes da 20ª edição do Festival Gastronômico de Taquaruçu (FGT). O evento será realizado de 3 a 6 de setembro, na Praça Vereador Tarcísio Machado, em Taquaruçu, com expectativa de receber cerca de 200 mil pessoas.
Durante a reunião, os representantes conheceram o projeto estrutural do festival e definiram as demandas de cada órgão para atuação no evento. Entre os principais pontos discutidos estão segurança, limpeza do circuito, coleta e destinação de resíduos, organização do trânsito e ampliação das linhas de transporte coletivo durante os dias de programação. A montagem da estrutura do festival teve início nesta quinta-feira, 20.
Participaram do encontro representantes das secretarias municipais de Zeladoria Urbana; Desenvolvimento Econômico e Empreendedorismo; Trânsito, Transporte e Mobilidade Urbana; Guarda Metropolitana de Palmas; Fundação Municipal de Meio Ambiente; além do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-TO), Polícia Militar e Corpo de Bombeiros.
Organização
A secretária municipal de Turismo, Ana Paula Setti Nogueira, destacou que o planejamento busca garantir a organização do festival e, ao mesmo tempo, reduzir os impactos da programação na rotina dos moradores de Taquaruçu. “Estamos trabalhando de forma integrada para oferecer um evento organizado, seguro e com uma estrutura adequada para receber o público, sem deixar de olhar para a comunidade. Por isso, entre as medidas adotadas, está a definição de que os shows sejam encerrados até uma hora da manhã”, afirmou.
O circuito do FGT será aberto diariamente às 17 horas, com o início do funcionamento da área gastronômica. A estrutura contará com 32 estandes de alimentação, cinco estandes de drinks regionais e oito food trucks.
A programação também terá o Cozinha Show, que receberá três chefs de projeção nacional para apresentações ao público, com demonstrações de técnicas e preparo de receitas. Já no palco principal, atrações regionais e nacionais se apresentam a partir das 21 horas.
Entre os nomes já confirmados na programação musical estão Seu Jorge, no dia 3; Vanessa da Mata, no dia 4; Marina Sena e Jorge Vercillo, no dia 5; e o grupo infantil 3 Palavrinhas, que encerra a programação do festival no dia 6 de setembro.