Após compromissos em Lagoa da Confusão, Cristalândia e Vale do São José, candidato participou de encontro em Paraíso e reafirmou apoio à chapa majoritária
Da Assessoria
O candidato a deputado federal Osires Damaso, 4577, percorreu neste sábado, 22, diferentes pontos do Vale do Araguaia em uma agenda de encontros com moradores, lideranças políticas e representantes locais. O roteiro passou por Lagoa da Confusão, Cristalândia e Vale do São José e foi encerrado em Paraíso do Tocantins.
Ao longo da programação, Damaso conversou com moradores e lideranças sobre as demandas dos municípios e relembrou ações e recursos destinados à região durante sua passagem pela Câmara dos Deputados. Em Paraíso, onde construiu parte importante de sua trajetória política e empresarial, o candidato participou de reunião que reuniu apoiadores e representantes de diferentes segmentos.

Para Damaso, o Vale do Araguaia tem papel estratégico no desenvolvimento do Tocantins pela força da produção, da geração de empregos e da atividade econômica.
“O Vale do Araguaia tem uma força enorme. É uma região que produz, gera emprego e movimenta a economia do Tocantins. Estar aqui é também ouvir o que cada município precisa e discutir como podemos transformar essa força em mais investimentos e oportunidades. Quero voltar a Brasília com experiência e disposição para fazer os recursos chegarem onde realmente fazem diferença”, afirmou.
Durante a programação, Damaso também reafirmou apoio às candidaturas de Vicentinho Júnior ao Governo do Tocantins, Amélio Cayres a vice-governador e Alexandre Guimarães ao Senado.
A passagem pelo Vale do Araguaia integra a agenda de Damaso pelos municípios tocantinenses durante a campanha. O candidato tem concentrado os encontros no diálogo com lideranças locais, moradores e representantes dos setores produtivos, além da apresentação do trabalho realizado durante seu mandato na Câmara Federal.
Material produzido pela Assessoria de Comunicação de Osires Damaso e encaminhado à imprensa como sugestão de pauta para avaliação editorial.
Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues
Amanhã, terça-feira, dia 25 de agosto, o Tocantins viverá um momento inédito em sua história política recente. Dois institutos de credibilidade nacional — Quaest, em levantamento encomendado pela Rede Globo/TV Anhanguera, e o Real Time Big Data, com custo próprio — divulgarão a primeira rodada de pesquisas de intenção de voto para as eleições majoritárias de 2026.
Segundo dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o estado contará com 1.182.307 eleitores aptos a participar do pleito. Destes, 601.991 são mulheres (50,92%) e 580.316 homens (49,08%), com índice de biometria superior a 95%, acima da média nacional. Palmas concentra o maior colégio eleitoral, com 218.504 eleitores, enquanto municípios como Oliveira de Fátima e Sucupira figuram entre os menores.
As pesquisas que serão divulgadas pelas empresas contratadas e analisadas por nós já estão devidamente registradas no TSE:
• Quaest/Rede Globo/TV Anhanguera: registrada sob nº TO-02161/2026.
• Real Time Big Data registrada sob nº TO-05799/2026
PRIMEIRA FOTOGRAFIA DO CENÁRIO

Os números não têm caráter definitivo, mas servirão como norte para partidos, candidatos e marqueteiros. A expectativa é que os resultados indiquem tendências para os cargos em disputa na eleição majoritária – Presidente da República, Governador e senador – que terão reflexos diretos na disputa pelas oito cadeiras na Câmara dos Deputados e 24 na Assembleia Legislativa.
Além de medir a intenção de voto, os levantamentos devem revelar índices de rejeição e o peso dos indecisos, elementos fundamentais para ajustes de campanha. Empresários e lideranças políticas também acompanharão de perto, buscando compreender a prioridade do eleitorado tocantinense.
Com a divulgação das pesquisas, o Tocantins se coloca no centro das atenções políticas nacionais. A radiografia panorâmica que será apresentada no dia 25 de agosto não definirá vencedores, mas oferecerá um retrato momentâneo das intenções de voto e da força política das lideranças locais, especialmente do governador Wanderley Barbosa, em um estado que celebra 37 anos de criação e se prepara para uma das eleições mais disputadas de sua história.
AJUSTES ESTRATÉGICOS E IMPACTO NACIONAL

Os resultados das pesquisas não apenas indicarão tendências locais, mas também influenciarão diretamente os programas eleitorais gratuitos de rádio e televisão. A coordenação política da candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva já estaria se baseando em levantamentos qualitativos que apontam alta rejeição ao vermelho do PT, levando a ajustes visuais e de comunicação. A rejeição ao partido é maior que à figura pessoal do presidente, o que explica mudanças estratégicas em sua campanha.
POPULARIDADE E TRANSFERÊNCIA DE VOTOS

Outro ponto crucial será a medição da popularidade do governador Wanderley Barbosa e a aprovação de sua gestão. Os números devem confirmar se o governador tem condições de transferir votos para sua candidata ao governo, a senadora Professora Dorinha Seabra, que lidera a chapa governista.
DISPUTA PELAS DUAS VAGAS AO SENADO
A corrida para o Senado promete ser uma das mais acirradas. O Observatório Político do Paralelo13 alerta que dificilmente uma chapa conseguirá eleger duas candidaturas, devido à pulverização de nomes.

• Situação: A chapa governista encabeçada por Dorinha Seabra reúne cinco candidaturas, incluindo o senador Eduardo Gomes, que aparece como líder nas intenções de voto espontâneas e estimuladas.

• Oposição: O deputado federal Alexandre Guimarães desponta como destaque, concorrendo pela chapa de Vicentinho Júnior, que tem o presidente da Assembleia Legislativa, Amélio Cayres, como vice.
O grande desafio será o segundo voto ao Senado, considerado o “perigo real” da disputa, já que muitos eleitores tendem a dividir suas escolhas entre diferentes chapas.
COMPROMISSO E REFLEXÃO

A Família O Paralelo13 destaca que esta é a primeira vez que o Tocantins figura com tanta relevância no cenário nacional de pesquisas eleitorais, o que reforça a importância da rodada inicial.
Será nosso compromisso com os tocantinenses fazer as análises dessas “fotografias dos momentos políticos”. Construir matérias opinativas, informativas e entrevistas com dirigentes partidários e os candidatos.
A partir desta terça-feira, terá início a fase mais importante da história para partidos e políticos em todo o Brasil e no Tocantins não será diferente.
Os resultados poderão trazer surpresas agradáveis para uns e desagradáveis para outros, mas certamente marcarão o início da disputa sucessória no estado e em todo o Brasil.
Os resultados das duas pesquisas, serão pauta central não apenas para dirigentes partidários, mas também para as equipes de marketing de cada candidatura majoritária e para os próprios candidatos, além de nós, profissionais da comunicação e marketing. Para muitos que já se consideram eleitos, pode ter chegado o momento da “hora da onça beber água”.
No Canal Livre, cientista político aponta que confronto expõe candidatos a temas desconfortáveis
Da TV Band
O cientista político Fernando Schüler analisou que o primeiro debate presidencial da Band combinou conteúdo programático e enfrentamento direto. A avaliação ocorreu durante o Canal Livre deste domingo (23), que reuniu também a cientista política Deysi Cioccari e os jornalistas Rodolfo Schneider e Fernando Mitre para analisar os desdobramentos do evento.
Ao avaliar o comportamento dos candidatos à Presidência da República, Schüler explicou a razão de determinados participantes evitarem o estúdio. "Os candidatos não vêm ao debate por uma simples razão: medo do contraditório, querem evitar o contraditório", afirmou.
Os seis principais candidatos à Presidência foram convidados para o primeiro debate presidencial das eleições 2026. Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo), no entanto, decidiram não comparecer, deixando o debate apenas entre Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante).
Esse debate que a gente viu hoje foi ao mesmo tempo propositivo, ou seja, teve discussão, inegavelmente teve discussão programática. Mas foi um debate também agressivo, ele misturou as duas, foi agressivo. --Fernando Schüler
Para o especialista, essa postura incisiva teve um expoente definido no palco. "Principalmente do Renan Santos, que usou claramente essa estratégia. Por quê? Porque o debate é uma plataforma para as redes sociais e para a internet, para o mundo digital", pontuou.
Repercussão e riscos aos candidatos
Schüler enfatizou que o debate eleitoral pauta a opinião pública nos dias seguintes. "Toda semana vai ser pautada por esse debate, pelas imagens produzidas pelo debate. Pelas frases, pelas expressões, pelas ideias, enfim. Então, ele é uma plataforma. Agora, é uma plataforma contraditória, é uma plataforma de risco", ponderou.
De acordo com o analista, o cenário de confronto rompe o controle mantido pelos concorrentes em outros veículos de comunicação. "O candidato é obrigado a responder o que ele não quer responder, tratar de temas que ele não quer tratar. No marketing político, numa entrevista, na propaganda da televisão, ele fala o que ele quer. Só que no debate ele fala o que ele não quer", explicou.
Só que o candidato falar o que ele não quer é do interesse do eleitor. Quem ganha é o eleitor. --Fernando Schüler
Fernando Mitre também interveio para reforçar a importância do enfrentamento aberto no processo democrático. "Mesmo porque não há política sem risco. Ninguém vive politicamente sem risco. Fugir do risco é uma atitude quase antipolítica", destacou.
Como foi o primeiro debate presidencial
O primeiro debate presidencial das Eleições 2026 foi marcado pela ausência e pelo impacto dos púlpitos vazios de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro (PL) e Romeu Zema (Novo).
A noite quase tomou um rumo inesperado antes mesmo do início da transmissão, quando o escritor e psiquiatra Augusto Cury (Avante) ameaçou não participar do encontro em protesto contra a falta dos líderes das pesquisas. Ele só reverteu sua decisão de abandonar o evento após conversar nos bastidores com o jornalista Fernando Mitre.
Caiado foca em "fujões", segurança e "autoridade moral"
Ronaldo Caiado (PSD) chamou os candidatos ausentes de "fujões" que decidiram não comparecer por não terem como explicar os escândalos em que estão envolvidos. Ele criticou diretamente as investigações dos adversários, destacando que Flávio Bolsonaro tenta fugir das explicações do caso "Dark Horse", enquanto o presidente Lula está associado ao "dark lobby".
No campo das propostas, Caiado afirmou que o Brasil vive um "clima de guerra" comandado por facções criminosas e defendeu dar autoridade para os governadores legislarem sobre segurança pública. Para a recuperação da economia, o candidato propôs um choque de credibilidade baseado na "autoridade moral" para conter as despesas públicas e reduzir a taxa de juros.
A provocação e a linha dura de Renan Santos
Renan Santos (Missão) também buscou confrontar a polarização e iniciou sua participação de forma provocativa, carregando fraldas com os nomes de Lula e Flávio na chegada à emissora para ironizar a ausência de ambos.
Em suas propostas voltadas à segurança pública, o candidato defendeu a decretação de Estado de Defesa e a abertura de centenas de milhares de vagas em superpresídios de segurança máxima.
No setor trabalhista, Santos posicionou-se de forma contrária ao fim da escala 6x1, classificando a promessa governista como inviável diante do cenário de crise econômica no país.
Já na educação, criticou o analfabetismo funcional e propôs a criação da Lei de Responsabilidade Gerencial para punir e tornar inelegíveis os prefeitos que não atingirem metas básicas de ensino.
As propostas de Cury contra a agressividade
Como contraponto, Augusto Cury censurou o tom adotado por Renan Santos, afirmando que a agressividade do oponente o "assombra" e asfixia a capacidade de divergência democrática.
Cury defendeu a pacificação do país e a constituição de um "time de ouro" técnico e livre de corrupção, assegurando que, sob sua gestão, o desvio de verba pública será punido como um crime violento.
O candidato também contrapôs as discussões trabalhistas defendendo a jornada de trabalho 5x2 com foco na saúde mental do trabalhador. Por fim, Cury criticou o alto custo de juros que afeta os agricultores e eleva os índices de depressão no campo, sugeriu reformular a educação básica para focar no desenvolvimento socioemocional e criticou a exposição precoce de crianças às redes sociais.
Quando será o próximo debate eleitoral?
Serão três debates presidenciais antes do primeiro turno das Eleições 2026. Confira o cronograma:
14 de setembro: Debate organizado em formato de pool por um consórcio de veículos de imprensa que inclui CNN Brasil, SBT e revista VEJA.
27 de setembro: Encontro promovido pela Record.
1º de outubro: TV Globo encerra debates antes do primeiro turno, marcado para o dia 4 de outubro.
Bandido será tirado de circulação em pé ou deitado, diz Flávio Bolsonaro
Em outro trecho, Flávio reafirmou que pretende reduzir para 14 anos a maioridade penal em casos de estupro
Com Estadão
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) voltou a defender neste sábado, 22, uma política de endurecimento na segurança e afirmou que “o bandido vai ser tirado de circulação, em pé ou deitado”, numa provável referência a morte de criminosos.
“O bandido vai ser tirado de circulação, em pé ou deitado. Porque quem tem que andar sem medo na rua somos nós, que as ruas são nossas”, declarou, durante lançamento da campanha de Douglas Ruas (PL) ao governo do Rio de Janeiro, no Maracanãzinho, na zona norte da capital fluminense.
Flávio recheou seu discurso com promessas para a segurança pública e voltou a prometer aumentar as penas para crimes como roubo de celular. “Ladrão de celular vai começar com oito anos de cadeia”, declarou. Segundo ele, os condenados terão de trabalhar durante o cumprimento da pena para custear a própria estadia e indenizar a vítima. O candidato defendeu a castração química para estupradores e abusadores de mulheres e crianças e afirmou que “espancador de mulher vai ser preso imediatamente”.
Em outro trecho, Flávio reafirmou que pretende reduzir para 14 anos a maioridade penal em casos de estupro. Também prometeu combater o aliciamento de jovens pelo tráfico e disse que pretende usar tecnologia para proteger mulheres sob medidas protetivas.
Ao falar sobre o crime organizado, o candidato declarou que seu eventual governo irá “declarar guerra contra os narcoterroristas” e que não pretende “baixar a cabeça para bandido”.
Educação e emprego
Além da segurança, Flávio apresentou propostas para educação e qualificação profissional. Disse que pretende manter o Bolsa Família, mas associá-los a políticas de qualificação. Entre as medidas, citou escolas técnicas e profissionalizantes, com empresas atuando dentro das instituições de ensino, além do programa “Minha Primeira Empresa”, voltado à inserção de jovens no mercado de trabalho e ao empreendedorismo.
O candidato também afirmou que pretende proteger crianças e adolescentes do aliciamento pelo tráfico e criticou o que classificou como preocupação de pais com a possibilidade de os filhos se tornarem “militantes”. “Não vou mais aceitar que minhas filhas e os seus filhos concluam o ensino fundamental e o ensino médio e não saibam fazer uma conta simples de matemática, não saibam interpretar um texto”, disse.
Flávio disse ter sido vítima de ameaças de morte. “Estou aqui para colocar o meu peito na frente do povo brasileiro”, afirmou
Falou ainda que precisará do apoio do Senado para aprovar a redução da maioridade penal para 14 anos em casos de estupro, além de uma “anistia geral dos acusados de 8 de janeiro” e para “libertar Jair Messias Bolsonaro”.
Campanha do candidato a deputado federal tem ganhado força com encontros e m anifestações de apoio de diferentes denominações religiosas no Tocantins.
Da Assessoria
O candidato a deputado federal Fábio Vaz (REP) tem recebido manifestações públicas de apoio de lideranças evangélicas de diferentes denominações durante agendas realizadas pelo Tocantins. Nas últimas semanas, o candidato participou de encontros com representantes de igrejas como Universal do Reino de Deus, Monte Sinai, Casa da Bênção e Igreja do Evangelho Quadrangular.
Durante as reuniões, foram discutidos temas relacionados à atuação parlamentar, políticas públicas e pautas de interesse das comunidades religiosas. Os encontros também serviram para que lideranças apresentassem demandas e perspectivas sobre assuntos como família, assistência social e liberdade religiosa.
Fábio destacou que sua fé faz parte de sua trajetória pessoal, mas que na Câmara Federal pretende representar toda população, pautado nos valores que defende. "Nunca escondi a minha fé. Sou cristão, evangélico, e esses valores fazem parte da minha família e da minha vida pública. Recebo com gratidão o apoio de irmãos e lideranças de diferentes denominações”, afirmou.
O candidato acrescentou que considera importante manter o diálogo com diferentes segmentos da sociedade. "A minha fé define quem eu sou, mas não limita quem eu represento. Respeito todas as religiões e quero representar pessoas de todas as crenças, sempre defendendo princípios como respeito, cuidado com as pessoas e fortalecimento das famílias”, destaca. Veja o vídeo: https://www.instagram.com/reel/DcV-E1GBwQ_/?igsi=MTV0eTV6ZW95MmlzMw=