O PP de Arthur Lira aprovou nesta terça-feira, a parceria com União Brasil e espera retorno da sigla aliada até esta sexta-feira. A federação dos partidos da direita e extrema direita seria oficializada no próximo mês, com nome de União Progressistas

 

 

Com Correio do Brasil

 

 

Ex-presidente da Câmara, o deputado Arthur Lira (PP-AL) deverá presidir aa federação integrada pelo Partido Progressistas (PP) e o União Brasil (UB). Pela lei, se federados, os partidos devem atuar juntos, como uma única sigla, pelos próximos quatro anos, com divisão do fundo partidário, tempo de televisão e o mesmo programa. O comando, porém, seria rotativo entre os dois, com substituição a cada seis meses.

Apesar de ainda estar pendente de uma resposta do União, que busca resolver impasses regionais, a federação já começou a dividir os diretórios estaduais – nove estarão sob o comando do PP; nove do União Brasil; e outros nove deverão ser distribuídos em acordo com a Executiva Nacional de cada legenda.

O PP de Arthur Lira aprovou nesta terça-feira, a parceria com União Brasil e espera retorno da sigla aliada até esta sexta-feira. A federação dos partidos da direita e extrema direita seria oficializada no próximo mês, com nome de União Progressistas.

Bancada

No início das negociações, ainda no ano passado, o Republicanos (Rep) também cogitou participar da aliança, mas desistiu nas últimas semanas. O partido abriu conversa com o PSDB, que espera uma fusão com outra legenda, sob risco de deixar de existir já nas eleições de 2026 caso não consiga atingir o quociente mínimo de parlamentares, distribuídos pelas duas Casas Legislativas.

 

Caso a federação entre PP e UB se concretize, o grupo político será o maior da Câmara dos Deputados, com 109 parlamentares, ultrapassando o PL, de Jair Bolsonaro (PL), atual maior bancada. No Senado, as bancadas do Progressistas e do União totalizam 13 senadores.

 

 

Posted On Sexta, 21 Março 2025 04:33 Escrito por

Cooperação entre as pastas fortalece as políticas públicas voltadas ao combate à violência

 

 

Por Larissa Mendes

 

 

A Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO) se reuniu com a Secretaria Estadual da Mulher na manhã desta quinta-feira, 20, para tratar do planejamento dos recursos destinados ao enfrentamento da violência contra a mulher no Estado. Os valores são provenientes do Fundo de Segurança Pública do Tocantins (Fusp/TO) e a reunião teve como objetivo debater ações e garantir que os investimentos sejam aplicados de forma estratégica e eficaz.

 

O assessor de gestão do Fusp, Allan Douglas Tenório, destacou que o planejamento dos recursos segue as diretrizes da portaria do Ministério da Justiça. "As ações que estamos estruturando para 2025 precisam atender aos critérios estabelecidos em portaria. A participação da Secretaria da Mulher é fundamental para que tenham ciência do planejamento e possam contribuir com sugestões, especialmente no alinhamento com ações já realizadas pela pasta", explicou.

 

A secretária da Mulher, Berenice Barbosa, ressaltou a importância da cooperação entre os órgãos. "Essa aproximação fortalece o enfrentamento à violência contra a mulher. Precisamos garantir que os investimentos sejam bem aplicados e direcionados às áreas mais críticas. Trabalhando juntos, conseguimos otimizar os recursos e ampliar o alcance das ações", afirmou.

 

Durante o encontro, os representantes da SSP/TO apresentaram o planejamento para o uso dos recursos, que somam aproximadamente R$ 4 milhões. Outro ponto debatido foi a necessidade de identificar os principais desafios enfrentados no Estado e definir prioridades para os investimentos, com foco na redução dos índices de violência contra a mulher no biênio 2026/2027.

 

Estiveram presentes na reunião representantes da Polícia Civil e da Polícia Científica, além de técnicos das duas secretarias envolvidas no planejamento.

Posted On Quinta, 20 Março 2025 13:55 Escrito por

Até o momento, União não comunicou sua posição; caso federação se concretize, grupo político será o maior da Câmara dos Deputados

 

 

Por Renata Souzada

 

 

O presidente nacional do Progressistas (PP), senador Ciro Nogueira (PI) confirmou, na noite de terça-feira (18), que o partido aprovou dar sequência às tratativas para formar federação com o União Brasil.

 

“Em reunião convocada pela presidência do Progressistas para consultar a Executiva Nacional sobre a formação de federação partidária com o União Brasil, após intensa discussão, deputados federais, senadores e presidentes de diretórios estaduais decidiram, por unanimidade, dar pleno aval à presidência do partido para prosseguir as tratativas no sentido de consolidar a criação da federação”, escreveu o senador em uma publicação nas redes sociais.

 

Agora, resta ao União Brasil deliberar sobre sua posição. Como mostrou a âncora da CNN Tainá Falcão na semana passada, já havia consenso entre os presidentes das duas siglas, mas, internamente, o assunto ainda estaria sendo avaliado.

 

No início das negociações, ainda no ano passado, a eventual federação contaria com o Republicanos. A sigla decidiu, no entanto, não seguir nas discussões. Agora, o partido costura a possibilidade de uma fusão com o PSDB.

 

Caso a federação entre PP e União Brasil se concretize, o grupo político será o maior da Câmara dos Deputados, com 109 parlamentares, ultrapassando o PL, de Jair Bolsonaro, atual maior bancada. No Senado, as bancadas do Progressistas e do União totalizam 13 senadores.

 

 

Posted On Quinta, 20 Março 2025 06:37 Escrito por

Da Assessoria

 

A quarta-feira, 19, foi marcada por um dia de articulação política para o vice-presidente do Senado e presidente do PL Tocantins, senador Eduardo Gomes. Desde as primeiras horas do dia, o parlamentar cumpriu uma série de compromissos, incluindo audiências, entrevista para a imprensa e participação na sessão ordinária da Casa.

 

No período da tarde, a movimentação seguiu no gabinete do senador, localizado no Anexo I do Senado, onde ele recebeu uma comitiva de prefeitos, parlamentares e lideranças do Tocantins. Entre os presentes estavam o deputado estadual Vilmar de Oliveira; o presidente da Associação Tocantinense de Municípios (ATM), Diogo Borges; e os prefeitos Celso Morais (Paraíso), Cleiton Paulo (Nazaré), Gilmar do Posto (Pau D'Arco), Wanderly Leite (Aguiarnópolis), Júnior Noleto (Palmeiras), Dr. Murilo (Brejinho de Nazaré), André Borba (São Salvador), Paulo da Barra Bonita (Arapoema), Jesus Evaristo (Nova Olinda), Joaquim Pinheiro (Pedro Afonso) e Seu Manoel (Juarina). Também participaram uma caravana de vereadores de Araguaína e de outros municípios do estado.

 

Durante os encontros, Eduardo Gomes ouviu atentamente as demandas e reforçou o compromisso de atuar em defesa dos interesses dos tocantinenses no Congresso Nacional. “Nosso gabinete está sempre de portas abertas para acolher as reivindicações das nossas lideranças e buscar soluções que melhorem a vida da população do Tocantins”, destacou.

 

 

Posted On Quinta, 20 Março 2025 06:23 Escrito por

À frente da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República (SRI) e encarregada da articulação política do governo, a ministra Gleisi Hoffmann (PT) usou seu perfil no X, antigo Twitter, para criticar os governadores de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás e Rio Grande do Sul, que fazem oposição ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

 

 

Por Raisa Toledo

 

 

Sem citar os nomes dos gestores, ela lembrou a dívida paga em fevereiro pelo governo federal e cobrou gratidão por parte dos chefes do Executivo. Os estados são administrados por Romeu Zema (Novo), Cláudio Castro (PL), Ronaldo Caiado (União) e Eduardo Leite (PSDB).

 

“Ninguém ouviu, da parte dos governadores desses quatro grandes estados, uma palavra de agradecimento ao presidente Lula nem de esclarecimento à população”, escreveu Gleisi. “Ao contrário, eles estão entre os que mais atacam o presidente, fazendo oposição sistemática a quem os socorre na hora mais difícil”.

 

Na segunda-feira, 17, o Ministério da Fazenda divulgou o pagamento de R$ 1,33 bilhão em dívidas de unidades federativas. Em valores arredondados, foram R$ 854 milhões para dívidas de Minas Gerais, R$ 320 milhões para o Rio, R$ 76 milhões para Goiás e R$ 73 milhões do Rio Grande do Sul.

 

Com exceção de Cláudio Castro, que pode concorrer ao Senado em 2026, Zema, Caiado e Leite são considerados possíveis candidatos à Presidência nas próximas eleições. Um evento de lançamento da pré-candidatura do governador de Goiás está marcado para o dia 4 de abril.

 

Do montante de R$ 1,33 bilhão, R$ 2,8 milhões ainda foram para dívidas do Rio Grande do Norte e R$ 74 mil do município de Santanópolis (BA).

 

Assim como os quatro gestores alfinetados pela ministra da SRI, a governadora do RN, Fátima Bezerra (PT), e o prefeito de Santanópolis, Vitor do Povo (MDB), não se manifestaram sobre o pagamento das dívidas em redes sociais depois da divulgação dos valores pelo Ministério da Fazenda.

 

O pagamento das dívidas de Estados pelo governo federal ocorre quando o Tesouro Nacional informa o devedor e pede que se manifeste quanto aos atrasos nos pagamentos. Caso o ente não cumpra com as obrigações no prazo estipulado, a União paga os valores devidos.

 

Como garantidora de operações de crédito, a União, representada pelo Tesouro Nacional, é comunicada pelos credores de que o estado ou município não realizou determinada quitação de valores.

 

 

Posted On Quarta, 19 Março 2025 13:59 Escrito por
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