Da Assessoria

 

 

O Partido Liberal (PL) realiza no próximo dia 7 de fevereiro, em Paraíso, o Encontro do PL Mulher Nacional – Juntas, transformando o Brasil, com a presença da presidente nacional do PL Mulher, Michelle Bolsonaro. O evento é gratuito e as inscrições já estão abertas por meio da plataforma Sympla.

 

O encontro integra a agenda nacional do PL Mulher e tem como foco o fortalecimento da participação feminina na política, o estímulo à formação de lideranças e o debate sobre valores, representatividade e protagonismo social. A programação contará ainda com a vice-presidente nacional do PL Mulher, vereadora Priscila Costa, além de lideranças estaduais e municipais do partido.

 

A presidente do PL Mulher Tocantins, Nilmar Ruiz, destaca que o encontro é aberto a toda a sociedade e não se restringe ao público feminino. “Este é um evento de diálogo, construção e fortalecimento de valores. As mulheres estão no centro dessa mobilização, mas os homens também são convidados a participar, apoiar e caminhar conosco. Queremos todos que acreditam no Brasil e desejam contribuir com um país mais forte e justo”, afirmou.

 

O Encontro do PL Mulher Nacional no Tocantins será realizado na Escola de Tempo Integral Professora Rita Andrade Santos, com início às 9 horas, e abertura dos portões às 8 horas. A expectativa é reunir participantes de diversas regiões do estado para um momento de articulação política, troca de experiências e fortalecimento institucional do PL no Tocantins.

 

As inscrições gratuitas podem ser feitas pelo link: https://www.sympla.com.br/evento/encontro-do-pl-mulher-nacional-em-tocantins/3274689

 

 

Posted On Segunda, 19 Janeiro 2026 15:16 Escrito por

Ministro deve apresentar até março um balanço das ações do ministério e discutir com o presidente Lula (PT) o planejamento de sua saída para atuar nas eleições de 2026

 

 

 

Por Aline Becketty

 

 

O ministro da Educação, Camilo Santana, confirmou que deixará o comando do MEC (Ministério da Educação) após a apresentação de um balanço das ações da pasta referentes a 2025. A ideia é consolidar os principais resultados do ministério e, a partir disso, discutir com o presidente Lula (PT) a programação para sua saída do governo.

 

Durante conversa com jornalistas, Camilo afirmou que o balanço deve ser apresentado até março e que, a partir desse período, pretende se dedicar integralmente à agenda eleitoral de 2026.

 

O ministro já declarou apoio à reeleição de Lula e do governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT).

 

“Estamos fazendo um balanço de 2025 das ações do MEC. No país e no Ceará não podemos retroceder”, afirmou. Segundo o ministro, o estado vem recebendo o maior volume de investimentos estruturantes de sua história, o que, segundo ele, reforça a importância de manter o atual projeto político.

 

Camilo também indicou que ainda deve se reunir com o presidente Lula para alinhar tanto a apresentação do balanço dos anos de governo quanto o planejamento político de sua saída do ministério.

 

No Palácio do Planalto, a avaliação é de que o movimento faz parte da reorganização do governo diante da antecipação das articulações eleitorais.

 

 

Posted On Segunda, 19 Janeiro 2026 15:09 Escrito por

Com Bolsonaro na Papudinha, oposição faz pressão para que veto seja colocado em votação assim que o Congresso voltar do recesso

 

 

Por Lis Cappi

 

 

A oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aposta na derrubada do veto ao projeto da dosimetria, que previa a redução das penas dos condenados pelo 8 de Janeiro e a trama golpista, como o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e projeta um placar mais favorável do que o registrado na aprovação da proposta no Congresso.

 

Parlamentares contrários ao Planalto afirmam que o veto deve ser analisado logo no retorno dos trabalhos legislativos, com chances de reunir ainda mais votos do que os obtidos na votação original.

 

Essa previsão vem desde o anúncio do veto de Lula, mas ganhou força com a transferência de Bolsonaro para a Papudinha, na última semana.

 

Logo após a mudança do local de prisão do ex-presidente, o líder da oposição no Congresso, senador Izalci Lucas (PL-DF), disse ter apresentado um pedido para que a votação para analisar o veto de Lula ocorra o mais rápido possível.

“O Senado tem que reagir. Não tem sentido o Senado ficar inerte diante do que está acontecendo hoje”, afirmou Izalci.

A expectativa de aliados é de que a análise ocorra nos primeiros dias de fevereiro, antes mesmo do feriado de Carnaval. Esse cenário também tem sido defendido por parlamentares próximos ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).

Nas contas de integrantes da oposição, o apoio para reverter o veto no Senado pode ultrapassar 50 votos, número superior aos 48 senadores que votaram a favor do projeto quando ele foi aprovado. A avaliação é de que o veto de Lula acabou fortalecendo a mobilização de parlamentares críticos ao governo.

 

Para derrubar o veto, os congressistas precisam de, no mínimo, 257 votos na Câmara e 41 no Senado. Se eles derrubarem, a proposta vira lei por promulgação de Davi Alcolumbre.

O senador amapaense ainda não se manifestou em relação a uma data para análise do veto da dosimetria. A decisão cabe a ele.

 

Em paralelo, parlamentares passaram a retomar a defesa da anistia. No dia do veto de Lula, o relator da dosimetria no Senado, Esperidião Amin (PP-SC), apresentou um projeto para perdão total aos condenados pelo 8 de Janeiro.

 

O caminho do veto

Para que se tornasse lei, a proposta de redução de penas aprovada pelo Congresso precisaria ser sancionada por Lula. O presidente, contudo, vetou o projeto na íntegra.

 

Além de servir para quem participou dos atos do 8 de Janeiro, a proposta poderia beneficiar Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão, em regime inicial fechado, por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes.

 

O projeto aprovado no Congresso poderia reduzir o tempo que Bolsonaro teria que ficar na cadeia para dois anos e quatro meses, segundo o relator da proposta na Câmara, Paulinho da Força (Solidariedade-SP).

 

Uma decisão que beneficie o ex-presidente tem sido defendida por aliados dele, como o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN). O parlamentar criticou o veto de Lula e classificou a medida como “hipocrisia”.

 

Em outra frente, parlamentares da base governista sustentam que tentarão votos para manter o veto. O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), defende que derrubar a decisão seria equivalente a “ignorar” os crimes do 8 de Janeiro.

 

 

Posted On Segunda, 19 Janeiro 2026 06:25 Escrito por

Por Edson Rodrigues

 

 

O cenário político do Tocantins vive um aquecimento que promete intensificar-se nas próximas semanas. A fala do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Amélio Cayres, em diálogo com o governador Wanderley Barbosa, sobre quem será o candidato ou candidata ao governo do Estado com apoio do Palácio Araguaia, acendeu os bastidores.

 

Não será nada fácil para o governador Wanderley Barbosa atender aos interesses dos dois grupos políticos que orbitam em torno do governo. Após o afastamento de 90 dias do cargo por determinação do STF, seguido de 180 dias de turbulência, compromissos políticos foram firmados e precisam ser cumpridos.

 

Kátia Abreu

 

 

O ambiente político ganhou ainda mais tensão após uma declaração da ex-senadora Kátia Abreu, que afirmou:

 

“Lugar de WB não é no Palácio Araguaia. É só uma questão de tempo e ele vai ver onde será seu gabinete permanente. Vai ver onde é o lugar de meliante corrupto. Laurez vai ocupar o seu lugar de direito quando a justiça do Brasil e de Deus agir.”

 

A fala repercutiu fortemente nos bastidores e foi recebida com indignação pelo governador Wanderley Barbosa, que classificou as palavras como ofensivas e injustas. Barbosa reagiu reafirmando sua legitimidade no cargo e destacando que continuará conduzindo o governo com respaldo institucional e político, apesar das críticas.

 

Pacto

 

Um pacto foi estabelecido entre o governador e os senadores Eduardo Gomes, vice-presidente do Senado, e a professora Dorinha Seabra, enquanto o deputado federal Carlos Gaguim

permanece na sombra.

 

Até o momento, Wanderley Barbosa vem dando sinais nesse sentido: reuniu-se por horas no Palácio Araguaia e participou de solenidades ao lado da pré-candidata. Dorinha, por sua vez, já conversou com diversos deputados governistas em busca de apoio.

 

O papel de Amélio Cayres

 

 

Há, contudo, uma peça central nessa engrenagem: o presidente da Assembleia Legislativa, Amélio Cayres. Com quatro mandatos de deputado estadual, dois como presidente da Casa de Leis e dois de prefeito, Cayres consolidou liderança junto à maioria dos parlamentares, inclusive da oposição. Reeleito presidente da Casa, vem mantendo equilíbrio político e institucional.

 

Patrimônio político

 

Antes do afastamento de Wanderley Barbosa, Amélio Cayres percorria o Estado em plena pré-campanha, acompanhado pelo governador em entregas de obras e visitas a cidades. Em várias regiões, discursava como potencial candidato à sucessão, com apoio explícito de Barbosa. Esse movimento foi amplamente registrado nos veículos de comunicação do Tocantins.

 

Analistas e políticos aguardam, para os próximos dias, que o governador e o presidente da Assembleia se reúnam para discutir a sucessão estadual. Essa conversa, de foro pessoal, colocará frente a frente Amélio Cayres e Dorinha Seabra como os principais nomes em disputa.

 

Dorinha Seabra

 

 

A senadora Dorinha vem se comportando com ética, humildade e sabedoria, reafirmando que a formatação da chapa majoritária será decidida em colegiado liderado pelo governador Wanderley Barbosa.

 

Enquanto não houver a conversa definitiva entre Amélio e Wanderley, tudo permanece no campo da especulação — parte natural da democracia.

 

Base não pode rachar

 

 

O governador Wanderley Barbosa terá que “pisar sobre ovos” na conversa com o presidente da Assembleia Legislativa. Amélio Cayres foi companheiro e leal aliado durante o processo de afastamento do governador pelo STF, quando diversos pedidos de impeachment foram protocolados na Casa. Sob pressão do Palácio Araguaia e de deputados estaduais, Cayres segurou a situação por 90 dias até que Barbosa retornasse ao cargo outorgado pelo povo tocantinense.

 

Oposição

 

 

A oposição, por sua vez, trabalha nos bastidores e não é fraca. Está se organizando e, caso haja um racha na base governista, o quadro pode mudar com uma oposição fortalecida tanto na Assembleia quanto no Congresso. Isso poderia complicar o placar da sucessão, que até este sábado é positivo para o governo, com a candidatura da senadora Dorinha liderando as pesquisas de intenção de votos.

 

Vale lembrar que até 4 de abril há condições legais para mudança de partido por detentores de mandato eletivo na Assembleia Legislativa, sem risco de perda de mandato. Dias atrás, o governador assegurou que “na hora certa todos ficarão acomodados em um mesmo barco”.

 

Na base governista, muito ainda pode acontecer já na próxima semana. A única coisa que não pode ocorrer, segundo aliados, é a base rachar.

 

 

Posted On Sábado, 17 Janeiro 2026 07:13 Escrito por

Pesquisa mostra ex-presidente como o político mais rejeitado do País; Davi Alcolumbre e Hugo Motta têm desconhecimento acima de 60%

 

 

Por Gabriel de Sousa e Vanessa Araujo

 

 

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta sexta-feira, 16, mostra que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é o político mais rejeitado entre nove personalidades analisadas no levantamento. Entre os entrevistados que dizem conhecê-lo, 53% afirmam ter uma imagem negativa, enquanto 41% avaliam o ex-presidente de forma positiva. Outros 6% afirmam desconhecê-lo.

 

No Congresso, os presidentes da Câmara e do Senado seguem amplamente desconhecidos da população. No Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) é desconhecido por 68% dos entrevistados. Outros 7% dizem ter uma imagem positiva do senador, enquanto 25% afirmam conhecê-lo e rejeitá-lo.

 

 

Jair Bolsonaro, que está preso na Papudinha, aparece com alta rejeição em pesquisa

 

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), é desconhecido por 63% dos brasileiros. Entre os que têm opinião formada, 26% dizem rejeitá-lo, e 11% afirmam ter uma imagem positiva do deputado.

 

Entre os demais nomes avaliados, o líder evangélico Silas Malafaia, aliado do bolsonarismo, aparece como o segundo político mais rejeitado da lista: 46% dizem conhecê-lo e ter uma imagem negativa, enquanto 17% o aprovam. Outros 37% afirmam não conhecê-lo.

 

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, é o nome do campo da esquerda com maior rejeição no levantamento. Segundo a pesquisa, 42% dizem rejeitá-lo, 32% têm imagem positiva e 26% afirmam não conhecê-lo.

 

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) tem índice próximo de aprovação e rejeição: 39% dizem ter uma imagem positiva, enquanto 38% a rejeitam. Outros 23% afirmam não conhecê-la.

 

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin (PSB), é aprovado por 37% dos entrevistados e rejeitado pelo mesmo porcentual. Ele é desconhecido por 26% da população.

 

O empresário e ex-candidato à Prefeitura de São Paulo Pablo Marçal (PRTB) é rejeitado por 34% dos entrevistados, enquanto 27% dizem aprová-lo. Outros 39% afirmam não conhecê-lo.

 

A senadora Tereza Cristina (PP-MS) é a mais desconhecida entre os nomes analisados: 75% dos entrevistados dizem não ter opinião formada sobre ela. A aprovação soma 11%, e a rejeição, 14%.

 

A pesquisa Genial/Quaest foi realizada entre os dias 8 e 11 de janeiro, com 2.004 entrevistas presenciais em todo o país. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR 00835/2026.

 

 

Posted On Sexta, 16 Janeiro 2026 14:35 Escrito por
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