Mobilização realizada nesta terça-feira (22) reuniu apoiadores e representantes do setor produtivo, com saída do Ginásio Ayrton Senna, na região sul da capital
Da Assessoria
O senador Eduardo Gomes (PL-TO), presidente estadual do Partido Liberal, participou nesta terça-feira (22) da carreata em apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República, em Palmas. A mobilização, denominada “Acorda Brasil”, teve concentração no Ginásio Ayrton Senna, na região de Taquaralto, e reuniu apoiadores e representantes do setor produtivo tocantinense.

Segundo os organizadores, centenas de veículos participaram da carreata, que percorreu ruas e avenidas da capital, acompanhada por buzinaços, até a Praça dos Girassóis. A manifestação reuniu participantes de diferentes faixas etárias e integrou as atividades de apoio à candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro no Tocantins.
Durante a mobilização, Eduardo Gomes reafirmou seu posicionamento político e relembrou sua atuação como líder do governo Jair Bolsonaro no Congresso Nacional durante três anos e meio. "Sou presidente do PL no estado, fui líder do Governo Bolsonaro no Congresso Nacional por três anos e meio. Tenho posição definida claramente de que voto em Flávio Bolsonaro, que vem crescendo na reta final da campanha e vamos ganhar as eleições, para cumprir nossos compromissos com a família brasileira", afirmou.
Além da carreata, Eduardo Gomes cumpriu uma agenda de compromissos em Palmas nesta terça-feira, incluindo gravações para o programa eleitoral de televisão, reuniões com lideranças políticas e participação em concentrações organizadas pelo movimento jovem de sua campanha e pelo candidato a deputado federal Coronel PM Barbosa.
A desaprovação de Lula oscilou para baixo: era de 54% na rodada anterior da pesquisa, divulgada no último dia 16 de setembro
Com Estadão Conteúdo
Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira, 23, aponta que o desempenho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no cargo é desaprovado por 53% dos entrevistados. O petista é aprovado por 45,4%, enquanto 1,6% não soube responder.
A desaprovação de Lula oscilou para baixo: era de 54% na rodada anterior da pesquisa, divulgada no último dia 16 de setembro. A aprovação se manteve estável, em 45%.
A Atlas também questionou os entrevistados sobre como eles avaliam o governo petista. Para 50,9%, a gestão é ruim ou péssima, 40,4% avaliam a administração como ótima ou boa e 8,7% como regular. Na semana anterior, o placar era 52%, 41% e 8%, respectivamente.
A Atlas/Bloomberg entrevistou 5.015 pessoas pela internet por meio do método de recrutamento digital aleatório entre os dias 17 e 22 de setembro. A margem de erro é de 1 ponto porcentual para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-04739/2026.
Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues
Existem diferentes maneiras de avaliar um mandato parlamentar. É possível olhar para discursos, votações, projetos apresentados, presença em plenário, participação em comissões, recursos destinados aos municípios e capacidade de articulação em Brasília. O Observatório Político de O Paralelo 13 acompanha a atuação dos representantes tocantinenses no Congresso Nacional e, nesta reta final das eleições de 2026, volta suas atenções para a trajetória do deputado federal Ricardo Ayres (Republicanos).
Sua chegada à Câmara dos Deputados não aconteceu de uma hora para outra. Antes de ocupar uma das oito cadeiras do Tocantins na Câmara Federal, Ayres construiu uma longa trajetória política no Estado. E Porto Nacional ocupa posição central nessa história.
DE PORTO NACIONAL PARA A POLÍTICA

Ricardo iniciou sua participação política no movimento estudantil e esteve envolvido no movimento que antecedeu a criação da Universidade Federal do Tocantins. Foi secretário de Juventude e sua atuação esteve relacionada a diversos programas sociais no Estado. Era o início de uma trajetória que posteriormente o levaria ao Legislativo. Em 2010 disputou a eleição. Tal experiência abriu-lhe caminhos para o pleito seguinte. Assumiu em 2014, conquistou a reeleição como deputado estadual em 2018 e em 2023 chegou em Brasília para ocupar seu primeiro mandato de federal.
A mudança da Assembleia para a Câmara significou também uma mudança de dimensão. Em Palmas, o parlamentar discutia diretamente as leis e políticas estaduais. Em Brasília, passou a participar das decisões nacionais e, simultaneamente, a trabalhar pela inclusão dos interesses tocantinenses no Orçamento da União. É aí que entram dois instrumentos fundamentais de qualquer mandato federal: articulação política e orçamento.
PRESENÇA NA CÂMARA

Um levantamento divulgado em agosto deste ano colocou Ricardo Ayres entre apenas 12 dos 513 deputados federais sem registro de falta nas sessões deliberativas do Plenário desde o início da atual legislatura, em 2023. Isso não determina, sozinho, a qualidade de um mandato. Mas é um dado objetivo importante. Deputado precisa estar presente para votar, relatar matérias, discutir projetos, participar das comissões e representar o Estado que o elegeu.
PORTO NACIONAL
Se Ricardo Ayres representa todo o Tocantins, existe uma relação política e histórica particular com Porto Nacional. O município onde cresceu aparece entre os beneficiados pelas articulações e emendas do parlamentar. A relação institucional com a gestão municipal também aparece nesse processo, mas existe uma questão maior. Ter um representante com raízes no município pode ampliar os canais de interlocução. Ao mesmo tempo, o mandato federal exige que esse parlamentar consiga ultrapassar as fronteiras da própria base e atuar pelos 139 municípios.
DO PLENÁRIO À ARTICULAÇÃO

O trabalho de um deputado federal, entretanto, não termina quando a sessão acaba. Em meio ao trabalho na Câmara, Ricardo Ayres esteve presente na sua base e já destinou R$560 milhões entre emendas e recursos obtidos por meio da atuação e articulação do parlamentar. Desse montante, cerca de R$ 300 milhões foram destinados à área da saúde.
UMA TRAJETÓRIA CONSTRUÍDA PASSO A PASSO
No primeiro mandato federal, Ricardo Ayres buscou transformar presença parlamentar em articulação e recursos para os municípios. Os números mostram os resultados deste trabalho, com presença nas sessões, atuação política em Brasília e recursos direcionados a áreas fundamentais.
Agora, ao buscar a reeleição, Ricardo Ayres coloca essa trajetória novamente diante dos tocantinenses. É o momento em que currículo, presença, articulação e resultados passam pelo julgamento soberano das urnas.

Para quem começou sua caminhada política no Tocantins e chegou a Brasília ocupando uma das oito cadeiras reservadas ao Estado na Câmara dos Deputados, cada nova etapa representa também uma responsabilidade maior. Quanto maior o espaço conquistado, maior deve ser o compromisso de fazer a voz do Tocantins ser ouvida onde as grandes decisões nacionais são tomadas.
Ricardo Ayres percorreu um longo caminho até aqui. De Porto Nacional à Assembleia Legislativa. Da Assembleia ao Congresso Nacional. Da política estadual à responsabilidade de representar o Tocantins em Brasília. O próximo capítulo dessa trajetória não será escrito apenas pelos discursos, pelas articulações ou pelos números de um mandato.
Será escrito pelo eleitor tocantinense. E é assim que deve ser em uma democracia: o trabalho é apresentado, a trajetória é colocada à mesa e a palavra final com o reconhecimento será feito pelo povo.
Terminais já têm operadores, mas seus contratos chegam ao fim em dezembro de 2026. O leilão está previsto para ocorrer no dia 3 de dezembro
Por João Caires, Sandra Manfrini
O Ministério dos Transportes publicou nesta terça-feira, em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), os avisos de licitação de cinco terminais ferroviários da Infra S.A, na Ferrovia Norte-Sul, conforme o Estadão/Broadcast antecipou mais cedo. Os projetos abrangem 29,3 hectares e somam R$ 91,6 milhões em investimentos.
Os terminais já têm operadores, mas seus contratos chegam ao fim em dezembro de 2026. O leilão está previsto para ocorrer no dia 3 de dezembro.
Entre os ativos, os três terminais de granéis líquidos localizados no Pátio de Integração Multimodal de Porto Nacional possuem áreas de 33,8 mil metros quadrados (TPN01), 67,3 mil metros quadrados (TPN02) e 120,5 mil metros quadrados (TPN03), sendo este último o maior terminal de combustíveis da rodada.
As estruturas são destinadas à movimentação de diesel, biodiesel, gasolina e etanol e contam com acesso à infraestrutura ferroviária da Norte-Sul.
Já os terminais de granéis sólidos agrícolas incluem o TPN04, em Porto Nacional, com área de aproximadamente 2,4 hectares e capacidade estática estimada em 19,2 mil toneladas de grãos, e o TPT01, em Palmeirante, que ocupa 4,72 hectares e possui capacidade de armazenagem de 32 mil toneladas.
Os envelopes com as propostas para os terminais devem ser entregues no dia 26 de novembro, das 10h às 16h, exclusivamente por meio da Plataforma de Leilões da B3. O leilão está previsto para o dia 3 de dezembro, às 14h, na sede da B3. O edital e os anexos estão disponíveis no site da Infra S.A.
Proprietários de veículos podem emitir o boleto no site do Detran, sem a necessidade de se deslocarem até uma unidade do órgão
Detran/Governo do Tocantins
Os proprietários veiculares do estado, cujas as placas terminam em 1 e 2, têm até o dia 30 de setembro para quitarem a taxa anual. Já os veículos com placas finais 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, e 0 devem pagar a taxa até o dia 30 de outubro.
Os prazos foram estabelecidos pela Portaria nº 26/2026, publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) nº 6.996 e seguem a resolução nº 110 de 2000, do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que estabelece os prazos para a renovação do licenciamento anual.
O Tocantins possui hoje 201.620 automóveis com placas finais 1 e 2, de uma frota total de 994.845 veículos registrados no estado, o que representa 10,27% da frota total, conforme dados do Departamento Estadual de Trânsito do Tocantins (Detran/TO).
Emissão do CRLV-e
O licenciamento é obrigatório e, sem o pagamento, o condutor fica impossibilitado de emitir o Certificado de Registro e Licenciamento Veicular eletrônico (CRLV-e), documento indispensável para o tráfego e que precisa ser renovado todos os anos.
Todo o processo pode ser feito de forma on-line, sem custo adicional e sem a necessidade de deslocamento até uma unidade do Detran/TO, responsável pelo recolhimento da taxa ou da Sefaz, responsável pela emissão do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA).
Como emitir o boleto da taxa?
Acesse o portal de serviços no site do Detran/TO pelo link. Na página, selecione a opção “Solicitar serviço” e informe a placa e o Renavam do veículo.
Em seguida, digite o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) do proprietário. Com essas informações, o sistema gera a taxa do licenciamento, fixada no valor de R$ 79,83 para todos os veículos.