Fortalecimento da cooperação técnica deve ampliar o mapeamento geológico e impulsionar novos projetos para o setor mineral tocantinense

 

 

Por Lidieth Sanchez

 

 

O presidente da Companhia de Mineração do Tocantins (Mineratins), Júlio Edstron Secundino Santos, e a gerente de Relações Institucionais da Mineratins, Isabel Carvalho, estiveram reunidos nesta segunda-feira, 24, em Brasília/DF, com o presidente do Serviço Geológico do Brasil (SGB), Valdir Silveira, e sua equipe. O encontro teve como objetivos reforçar a cooperação técnica já existente entre as instituições e avançar na construção de novas parcerias para o desenvolvimento mineral do Tocantins.

 

Durante a reunião, o presidente Júlio apresentou o cenário de expansão do setor mineral no estado e detalhou a proposta de ampliação do Acordo de Cooperação Técnica entre a Mineratins e o SGB. O foco principal é acelerar o mapeamento geológico de alta resolução, fortalecer a pesquisa de minerais estratégicos e fomentar a identificação de depósitos minerais de classe mundial no território tocantinense.

 

O SGB é a instituição pública responsável por produzir e difundir conhecimento geocientífico que orienta políticas públicas, atrai investimentos e fortalece setores como mineração, recursos hídricos e gestão territorial. No Tocantins, o SGB realiza um mapeamento geológico que cobre cerca de 48 mil km², contribuindo para ampliar a base de dados sobre o subsolo e apoiar o desenvolvimento sustentável. Em paralelo, o Estado trabalha para fortalecer pequenos produtores, que representam 97% da atividade mineral, por meio da criação de linhas de crédito destinadas a evitar paralisações por falta de equipamentos, garantindo um ciclo contínuo de crescimento para o setor.

 

Parceria entre o Tocantins e o SGB, abre caminho para mais investimentos em pesquisa geológica, apoio aos pequenos produtores e expansão da mineração sustentável no Estado.

 

O presidente Júlio ressaltou que a pesquisa geológica é a base de todo o desenvolvimento mineral. “O objetivo do Estado é promover o desenvolvimento da mineração como uma estratégia alinhada ao desenvolvimento sustentável, ampliando o conhecimento geocientífico e criando condições mais sólidas para atrair investimentos responsáveis. O nosso objetivo é fazer do Tocantins uma referência nacional em mineração responsável, alinhada às boas práticas ambientais, sociais e econômicas”, pontuou.

 

Mineração, agronegócio e potencial estratégico do Tocantins

 

Além do fortalecimento da base geológica, a reunião também abordou a integração entre mineração e agronegócio, dois setores que caminham juntos no Tocantins e compartilham desafios e oportunidades. No campo agropecuário, foi destacado que o Estado busca expandir sua produção sem ampliar a área plantada, o que torna indispensável o uso de remineralizadores de solo.

 

Nesse contexto, o Tocantins pode optar entre importar insumos ou desenvolver sua própria cadeia mineral, opção considerada mais estratégica. Produzir internamente permite abastecer o mercado local com preços competitivos e, ao mesmo tempo, gerar excedentes destinados a outras regiões, como Bahia, Mato Grosso e Piauí, criando um ciclo virtuoso de desenvolvimento econômico e fortalecimento da indústria mineral tocantinense.

 

Plano de Geologia do Brasil

 

Em âmbito nacional, o SGB atua orientado pelo Plano de Geologia do Brasil (PlanGeo), um planejamento decenal que define as áreas prioritárias para mapeamento e pesquisa geocientífica. Durante a reunião, o presidente do SGB, Valdir Silveira, afirmou que o Tocantins está entre as prioridades da PlanGeo, devido ao seu potencial mineral, à importância estratégica no Matopiba e à sua capacidade de atender tanto a demanda por minerais estratégicos quanto às necessidades do agronegócio. Essa priorização reforça a relevância da parceria entre o Estado e o SGB para ampliar o conhecimento geológico e impulsionar projetos estruturantes de desenvolvimento.

 

O presidente do SGB, Valdir Silveira, afirmou que o Tocantins também está entre as prioridades da instituição. “Reforço que vamos continuar sendo um parceiro estratégico nesse caminho da pesquisa e do desenvolvimento mineral do estado. O estado tem potencial para crescer, fortalecer seu papel no Matopiba e atender tanto a demanda por minerais estratégicos quanto às necessidades do agronegócio, especialmente na produção de remineralizadores e corretivos de solo”, afirmou o presidente.

 

Com o fortalecimento da parceria entre o Tocantins e o Serviço Geológico do Brasil, o Estado avança para consolidar uma base técnica mais sólida, capaz de orientar investimentos, ampliar oportunidades e impulsionar um desenvolvimento mineral sustentável. A integração entre pesquisa, planejamento e cooperação institucional cria as condições para transformar o potencial geológico tocantinense em resultados concretos para a economia e para a população, reafirmando o compromisso com uma política mineral moderna e estratégica.

 

 

 

Posted On Terça, 25 Novembro 2025 04:32 Escrito por

Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues 

 

 

À medida que 2026 se aproxima, as operações da Polícia Federal que atingiram a gestão da ex-prefeita de Palmas, Cinthia Ribeiro (PSDB), saem dos autos judiciais e voltam ao centro da disputa política no Tocantins. Deflagradas em 2023, as operações “Segundo Plano” e “Plano Inserto” miraram contratos da educação que somam mais de R$ 30 milhões em suspeitas de contratações ilegais, corrupção e lavagem de dinheiro. Agora, um novo elemento amplia o alcance das investigações: a ligação entre a aprovação de loteamentos e a destinação de lotes de alto padrão para pessoas sem capacidade financeira compatível.

 

Fontes ouvidas por O Paralelo 13 apontam que ao menos uma babá e um funcionário ligado a altas autoridades do município aparecem como beneficiários de lotes de padrão elevado logo após a aprovação de determinados loteamentos pela prefeitura. Trabalhadores de salário mínimo surgem em lista apreendida pela PF, com quadras, lotes e contratos detalhados, já compartilhada com órgãos de controle. Num contexto em que a polícia encontrou bolsas e caixas com dinheiro vivo, joias e pedras preciosas em endereços ligados à antiga cúpula da gestão, a presença de supostos “laranjas” em loteamentos pode indicar uma segunda etapa da engrenagem: transformar dinheiro suspeito em patrimônio imobiliário pulverizado pelo mapa da cidade.

 

 

No centro dessa história está o ex-secretário Edmilson Vieira das Virgens, homem de confiança política da gestão, preso em flagrante por lavagem de dinheiro após as apreensões milionárias. Posteriormente, ele foi indiciado por lavagem de dinheiro e associação criminosa. A partir da lista de beneficiários de lotes, o roteiro ganha contornos mais amplos: primeiro, a captura de recursos; depois, a blindagem por meio de imóveis em nome de terceiros sem lastro econômico para justificar tamanha “sorte”. Palmas deixa de ser apenas cenário e passa a ser parte do próprio inquérito.

 

A nova frente de apuração, ligada aos loteamentos, desloca o debate do campo estritamente jurídico para o terreno institucional. À PF e ao Ministério Público cabe seguir o rastro até o fim. Mas o Poder Legislativo de Palmas também está em exame: vai se omitir, como se nada tivesse a ver com o problema, ou assumirá o papel de fiscal do povo, cobrando documentos, explicações e transparência sobre cada contrato, cada lote, cada assinatura? A escolha definirá se a cidade trata escândalo como algo que o tempo apaga ou como algo que deve ser esclarecido, doa a quem doer.

 

Em meio a esse tabuleiro, é preciso um registro inequívoco: até o momento, nas operações e decisões judiciais já tornadas públicas, nem a ex-prefeita Cinthia Ribeiro, nem seu esposo, o deputado federal Eduardo Mantoan, figuram como investigados. O alvo direto das medidas mais duras foi Edmilson Vieira das Virgens. Nada, nas investigações oficialmente conhecidas, desabona diretamente Mantoan ou Cinthia, hoje figura de peso no PSDB e cotada para compor, como possível vice, a chapa de reeleição do governador Laurez Moreira em 2026.

 

 

Isso, porém, não elimina a discussão sobre responsabilidade política. Responsabilidade penal depende de prova, indiciamento, denúncia. Responsabilidade política nasce das escolhas: quem foi nomeado, quais contratos foram assinados, que tipo de controle – ou de omissão – marcou a administração. A Justiça decide sobre culpa e inocência. O eleitor decide sobre confiança e futuro.

 

O fato é que o cenário de 2026 se desenha sob a sombra dessas operações. Quando nomes ligados a uma gestão marcada por ações da PF reaparecem em arranjos majoritários, agora em outro patamar de poder, é natural que o eleitor queira saber que leitura se faz, nos bastidores, daquilo que aconteceu na capital: foi um ponto fora da curva ou parte de um padrão que se preferiu não enxergar? Em democracia, mandato e biografia caminham juntos. Quem pede o voto precisa explicar o que sabia, o que não sabia, o que fez e o que deixou de fazer quando os primeiros sinais de fumaça surgiram.

 

 

Nós, do Observatório Político de O Paralelo 13, seguiremos acompanhando cada desdobramento. Nosso compromisso é seguir o dinheiro, confrontar versões, ouvir todas as partes e não permitir que o silêncio oficial seja a última palavra. Este editorial se baseia em informações preliminares, documentos públicos e decisões já conhecidas. Não é sentença. É um chamado à transparência.

 

As operações “Segundo Plano” e “Plano Inserto” ainda não contaram toda a sua história. Cabe às instituições e à sociedade decidir se essa história terminará em esquecimento ou em esclarecimento. De nossa parte, seguiremos. Porque a verdade, em política como na vida, pode até demorar, mas tende a aparecer.

 

 

Posted On Segunda, 24 Novembro 2025 14:48 Escrito por O Paralelo 13

Julgamento acontece no plenário virtual; relator, Moraes apontou "risco de fuga" após ex-presidente tentar romper tornozeleira eletrônica

 

Por Camila Stucaluc

 

 

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, nesta segunda (24), para manter a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), decretada pelo ministro Alexandre de Moraes no sábado (22), após a Polícia Federal alertar que o político havia tentado romper a tornozeleira eletrônica. O relator referendou sua decisão inicial e foi acompanhado pelos magistrados Cristiano Zanin, Flávio Dino e Cármen Lúcia.

 

 

O julgamento para referendar ou revogar a medida acontece na Primeira Turma da Corte. Os ministros analisaram a manutenção da prisão de Bolsonaro em plenário virtual, isto é, sem discussão sobre o assunto. O colegiado é composto atualmente por quatro magistrados. Como Luiz Fux, única voz dissonante do grupo, pediu para migrar para a Segunda Turma em outubro, já havia a expectativa de que a sessão terminasse com votação unânime para manter a prisão preventiva.

 

 

Bolsonaro foi preso na casa onde cumpria prisão domiciliar, em Brasília. A determinação foi feita por Moraes, substituindo a prisão domiciliar imposta anteriormente pelo Supremo.

 

No relatório que acompanhou o voto, o magistrado argumentou que Bolsonaro “violou dolosa e conscientemente o equipamento de monitoramento eletrônico”, ao tentar abrir a tornozeleira com um ferro de solda.

 

Para o relator, o episódio demonstra intenção deliberada de fuga e constitui “grave descumprimento” das medidas impostas pela Corte. Moraes detalha que o relatório da Secretaria de Administração Penitenciária do DF identificou “sinais claros e importantes de avaria” no dispositivo, incluindo queimaduras no ponto de encaixe.

 

Na decisão que ordenou a prisão, o ministro havia apontado “elevado risco de fuga”, já que Bolsonaro tentou romper a tornozeleira eletrônica um dia após seu filho Flávio Bolsonaro convocar uma vigília de apoiadores na porta do condomínio. O magistrado citou a possibilidade do ex-presidente se deslocar para embaixadas próximas, assim como já feito anteriormente.

 

“Sua recente condenação nos autos da AP 2.668/DF [tentativa de golpe de Estado] e a proximidade do trânsito em julgado do acórdão condenatório, bem como as novas informações trazidas aos autos no sentido da convocação de apoiadores para uma ‘vigília’ no condomínio residencial do réu, indicam alta possibilidade de tentativa de fuga, o que, nos termos da jurisprudência desta Suprema Corte, autoriza a decretação da prisão preventiva”, alegou Moraes.

 

O ministro destacou ainda que Bolsonaro já havia violado medidas anteriormente impostas, incluindo o uso indevido de redes sociais e condutas que contrariavam regras da prisão domiciliar.

 

Tornozeleira eletrônica

A tornozeleira de Bolsonaro foi levada para perícia no Instituto Nacional de Criminalística. Uma análise inicial apontou que o aparelho possuía “sinais claros e importantes” de avaria, com marcas de queimadura em toda sua circunferência e no local de encaixe/fechamento do case. Agora, as equipes analisam o eventual uso de ferramentas para violar o equipamento.

No domingo (23), Bolsonaro passou por audiência de custódia, onde disse que tentou violar a tornozeleira eletrônica com um ferro de solda, em meio a uma “alucinação” de que havia uma escuta da Polícia Federal no equipamento. Ele defendeu que a "paranoia" pode ter sido causada por uma nova medicação, iniciada há cerca de quatro dias, e negou que tinha qualquer intenção de fuga.

 

Ao final da audiência, a prisão de Bolsonaro foi mantida, já que ocorreu dentro da legalidade. Neste caso, a detenção é preventiva, o que significa que ainda não representa o início do cumprimento da pena do ex-presidente, condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses de detenção por tentativa de golpe de Estado. Ele cumpria prisão domiciliar desde 4 de agosto e usava a tornozeleira eletrônica, mas por outro caso: o inquérito no qual o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, é investigado por sua atuação junto ao governo dos Estados Unidos para promover sanções a autoridades brasileiras.

 

 

Posted On Segunda, 24 Novembro 2025 14:40 Escrito por

Curso Trabalhador na Operação de Drone prepara os participantes para atuar como operadores de aeronaves não tripuladas, com foco em agricultura de precisão

 

 

Por Cláudio Duarte

 

A Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (Setas), por meio do Sistema Nacional de Emprego (Sine), segue fortalecendo a política de qualificação profissional no Tocantins e ampliando as oportunidades para trabalhadores que buscam inserção ou reinserção no mercado de trabalho.

 

Entre as ações ofertadas, está o curso “Trabalhador na Operação de Drone – Mapeamento Aéreo na Agropecuária”, previsto no Plano Instrucional elaborado pelo Senar Tocantins.

 

A capacitação, de 40 horas, prepara os participantes para atuar como operadores de aeronaves não tripuladas, com foco em agricultura de precisão, uma área em crescente expansão no estado.

 

Aluno Advaldo Nunes disse que o curso de Drone é inovador e o Sine está trazendo uma capacitação de grande importância. Foto - Setas

 

 

A primeira turma foi capacitada de 17 a 21 de novembro, e a segunda turma acontecerá de 1º a 5 de dezembro, já com a capacidade completa. Devido a grande procura, novas turmas serão formadas a partir de janeiro de 2026.

 

Para a secretária da Setas, Ana Carina Souto, promover cursos como este é fortalecer o compromisso do Governo do Tocantins com a empregabilidade, a inovação e o desenvolvimento regional: “As ações do Sine unem tecnologia, capacitação e mercado, permitindo que trabalhadores tenham acesso a formação de qualidade e possam disputar vagas em setores cada vez mais competitivos e especializados”.

 

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

 

O conteúdo inclui desde introdução aos drones, legislação e segurança operacional, até prática de pilotagem, planejamento de voo, mapeamento aéreo e processamento de imagens.

 

O aluno Advaldo Nunes disse que o curso de Drone é inovador e o Sine está trazendo uma capacitação de grande importância: “Eu não tinha nenhum conhecimento do assunto e saio daqui com bastante conhecimento e novas perspectivas”.

 

Secretária Ana Carina Souto disse que promover cursos é fortalecer o compromisso do Governo do Tocantins com a empregabilidade. Foto - Márcio Vieira/Governo do Tocantins

 

A formação integra teoria e prática, garantindo que o aluno conclua o curso apto a operar equipamentos e utilizar tecnologias essenciais para o agronegócio moderno.

 

A Gerente de Capacitação, Qualificação e Gestão das Unidades do Sine, Shárina Passos, ressaltou que “com iniciativas como essa, a Setas reafirma seu papel de fomentar oportunidades, ampliar a renda e impulsionar o futuro profissional dos tocantinenses”.

 

 

 

 

Posted On Segunda, 24 Novembro 2025 14:34 Escrito por

Período teve um aumento de 0,92% nas receitas em comparação com 2024; valor corresponde à terceira alta mensal consecutiva

 

 

Por Bernardo Caram

 

A arrecadação federal teve alta real de 0,92% em outubro sobre o mesmo mês do ano anterior, somando R$261,908 bilhões, e atingiu o maior patamar para outubro da série iniciada em 1995 com ajuda do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), elevado pelo governo neste ano, informou a Receita Federal nesta segunda-feira (24).

Os recursos administrados pela Receita, que englobam a coleta de impostos de competência da União, cresceram 4,74% em outubro em termos reais frente a um ano antes, a R$246,951 bilhões. A receita administrada por outros órgãos, que tem peso grande de royalties de petróleo, caiu 37,02%, a R$14,957 bilhões.

 

No recorte por tributos, os dados da Receita mostram que o maior avanço percentual do mês passado foi registrado na arrecadação de IOF, com uma alta real de 38,8% para R$8,138 bilhões.

 

Também foram registrados ganhos em Imposto de Renda de empresas e Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL), com elevação de 5,54%, e Imposto de Renda incidente sobre rendimentos de capital, alta de 28,01%.

 

O fisco apontou ainda uma contribuição da tributação sobre jogos de azar e apostas, com uma arrecadação que saltou de R$11 milhões em outubro de 2024 para R$1,093 bilhão em outubro deste ano.

 

Acumulado de janeiro a outubro

No acumulado de janeiro a outubro, a arrecadação federal foi de R$2,367 trilhões, ficando 3,20% acima do registrado nos primeiros dez meses de 2024. O valor também é recorde para o período.

 

Os dados da Receita indicam uma desaceleração dos ganhos da arrecadação nos últimos meses. Após atingir em julho um pico de 4,41% de alta acumulada no ano, o desempenho arrefeceu, indo a 3,73% em agosto, 3,49% em setembro e 3,20% em outubro.

 

Autoridades do governo têm demonstrado preocupação com efeitos do nível restritivo da taxa Selic, que vem sendo mantida em 15% ao ano pelo Banco Central para controlar a inflação, com efeitos sobre a atividade econômica e, consequentemente, sobre a arrecadação.

 

Posted On Segunda, 24 Novembro 2025 14:11 Escrito por
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