O "Dia D com Dorinha" lotou o Espaço Luar Eventos e reuniu o grupo político do prefeito e do governo do Estado na cidade para reforçar o apoio à pré-candidata, destacando seu histórico de trabalho pelo município

 

 

Da Assessoria

 

 

Maior parceira de Porto Nacional e fundamental para o funcionamento da saúde pública municipal. Assim o prefeito Ronivon Maciel (União Brasil) destacou o papel decisivo da senadora e pré-candidata a governadora Professora Dorinha (União Brasil), que tem contribuído muito com a melhora da qualidade de vida da população.

 

"Dorinha é fundamental para que a Saúde de Porto Nacional funcione e, no governo do Estado, vai poder ajudar muito mais", cravou o gestor como gancho principal durante o "Dia D com Dorinha". O evento, realizado no formato de super live simultânea em cerca de 100 municípios, reuniu centenas de apoiadores e lotou o Espaço Luar Eventos na cidade.

 

Ronivon lembrou que, na prática, Porto Nacional tem três UPAs funcionando, mas só uma está no sistema tripartite, recebendo repasses regulares da União, de apenas R$ 90 mil mensais. No total, as três unidades – UPA de Porto Nacional, Unidade Mista Brigadeiro Eduardo Gomes e UPA de Luzimangues (Unidade Portal do Lago) – custam cerca de R$ 1,7 milhão por mês. “O apoio que a senadora Dorinha nos dá é fundamental para que o nosso sistema de saúde funcione”, ressaltou.

 

Em todos os seus mandatos, Dorinha destinou mais de R$ 112 milhões para Porto Nacional – maior contribuição da história de qualquer parlamentar para a cidade. Destes, R$ 33,8 milhões para a saúde. Além disso, só na gestão de Ronivon Maciel, iniciada em 2021, Porto Nacional teve R$ 70,3 milhões indicados por Dorinha, dos quais R$ 29,7 milhões para a saúde.

 

“Com recursos enviados por ela, pagamos profissionais, bancamos ações de alta complexidade, de saúde básica, construímos UBS e mantemos tudo funcionando. Porto Nacional reconhece isso e sabe que Dorinha no governo do Estado tem condições de nos ajudar muito mais”, pontuou o prefeito.

 

Para Ronivon, a experiência e o cuidado de Dorinha com os municípios a credenciam para assumir o Palácio Araguaia. Ele alertou sobre o impacto direto da gestão estadual no dia a dia das pessoas: "Se a saúde não der certo, se a educação não der certo, se a infraestrutura não der certo, fica ruim pra quem? Pra sociedade". O prefeito lembrou que a responsabilidade do cargo exige ampla capacidade de gestão. "O prefeito cuida de Porto Nacional, mas a senadora, a governadora, cuida de 139 [municípios]. É para você que às vezes tem que se deslocar de Porto para Palmas, ou pra Abreulândia, ou pra Xambioá, ou pra Araguaína", exemplificou.

 

Convocação da base e o "corpo a corpo"

 

O encontro em Porto Nacional uniu lideranças locais, vereadores e secretários. Aproveitando a força da sua base presente, Ronivon convocou a militância para trabalhar nas ruas com o mesmo empenho de sempre.

 

"Eu não peguei na mão dessa quantidade de pessoas (os 24 mil eleitores, 65,34% dos votos válidos). Foram vocês. Foi esse time aqui, fomos nós juntos. Não fui eu sozinho. E não serei eu sozinho que irei dar à professora Dorinha a vitória aqui em Porto Nacional", projetou o prefeito.

 

Ele também ditou o tom de como a campanha deve ser conduzida nas ruas do município até o dia das eleições: "Será junto com vocês. Daquele jeito que nós sempre fizemos: humildade, simplicidade, tranquilidade, mas aquela batida de porta que não pode faltar".

 

No momento de interação online com a pré-candidata, que acompanhava a festa dos municípios por vídeo, Ronivon selou o compromisso de Porto Nacional com o projeto, que tem o objetivo de eleger a primeira mulher governadora da história do Tocantins. "Nossa professora Dorinha tá presente. Dizer que a gente tá com a senhora, viu, nessa caminhada. Tamo junto!", celebrou o prefeito ao lado da primeira-dama e de apoiadores.

 

 

Posted On Sexta, 31 Julho 2026 13:28 Escrito por O Paralelo 13

Em evento empresarial que reuniu líderes dos quatro maiores institutos de pesquisas do País, números apresentados são favoráveis a um novo mandato para o presidente

 

 

Site 247 

 

 

Por Marco Damiani, para o 247 – Nas contas do CEO do Instituto Quaest, Felipe Nunes, as chances de reeleição do presidente Lula deram um salto significativo desde o início do ano e estão em seu ponto mais alto até aqui. “No modelo que associa a aprovação do governo à probabilidade de reeleição, o presidente está em uma posição bastante competitiva”, afirmou o pesquisador nesta segunda-feira, 27, durante o evento Almoço Empresarial, do grupo Lide, em São Paulo. “No começo no ano, quando o governo tinha 43 por cento de aprovação, as chances de Lula se reeleger eram de 38%. Agora, com uma alta para 47 por cento neste quesito, a probabilidade de reeleição cresceu para 60 por cento.”

 

O evento do Lide reuniu, presencialmente, os responsáveis pelos institutos Datafolha, Atlas Intel e Paraná Pesquisas, diante de uma plateia de cerca de 400 líderes empresariais. Pela Quaest, Nunes falou via uma mensagem em vídeo, previamente gravada. Para ele, os eleitores independentes, não identificados diretamente com as correntes lulista e bolsonarista da sociedade brasileira, irão definir o pleito. “Nas nossas sondagens mais recentes, esses independentes passaram a rejeitar mais o candidato Flávio Bolsonaro do que Lula.”

 

Para Andrei Roman, CEO do Atlas Intel, o quadro eleitoral ainda “está difícil de acertar”. Mesmo assim, ele afirmou que os dados colhidos pelo instituto mostram que “o presidente Lula parte como favorito tanto no primeiro como no segundo turno”. Em números, os cálculos do Atlas Intel revelam dados que vão além da margem de erros dos levantamentos. “Lula tem uma vantagem de mais ou menos 10 pontos no cenário de primeiro turno e de cerca de 7 pontos na simulação de segundo turno”, revelou Roman.

 

Líder do Paraná Pesquisas, Murilo Hidalgo manifestou que os programas de renegociação de dívidas estruturados neste ano pelo governo federal têm alavancado as intenções de votos, especialmente, na região Sudeste. “Ao nosso ver, a eleição vai ser decidida no estado de São Paulo, onde, neste momento, Lula tem dianteira sobre Flávio Bolsonaro”, afirmou Hidalgo.

 

Luciana Chong, diretora do instituto Datafolha, indicou que o eleitorado feminino, com 53% do contingente total, o público 60+, que chega a 23% do conjunto dos eleitores, e os jovens, entre 18 e 34 anos de idade, são os segmentos sociais que podem decidir a disputa presidencial. “Desde a eleição de 2018, as mulheres têm posicionado o seu voto mais à esquerda”, lembrou ela. “Neste ano, as mulheres têm se mostrado mais a favor de Lula do que de Flávio Bolsonaro”, prosseguiu. Quanto aos eleitores acima de 60 anos, para a diretora do Datafolha “eles são uma fortaleza de Lula”. “O presidente apresenta 11 pontos de vantagem sobre seu principal adversário neste segmento”, informou. No grupo jovem da população, segundo a aferição mais recente feita pelo instituto, o presidente abre 10 pontos sobre o bolsonarista no levantamento espontâneo sobre o primeiro turno. A diferença fica maior no cenário do Datafolha sobre a segunda rodada, com 40% de intenções espontâneas de voto para Lula e 31 pontos percentuais para Flávio Bolsonaro.

 

Os números são muitos, mas a conclusão é um só. Nestes primeiros dias de abertura oficial da disputa pelo voto, o presidente está liderando a corrida presidencial além da margem de erro.

 

 

Posted On Sexta, 31 Julho 2026 09:46 Escrito por

Apuração envolve suspeitas de favorecimento a empresa do setor de cannabis medicinal junto ao ministério da Saúde

 

Com Site Migalhas

 

A pedido da PF, ministro André Mendonça autorizou a abertura de inquérito para investigar o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula.

 

A apuração envolve suspeitas dos crimes de corrupção e tráfico de influência em tratativas relacionadas à autorização para comercialização de cannabis medicinal em programas vinculados ao ministério da Saúde.

 

O procedimento também alcança a empresária  Roberta Luchsinger e Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como "Careca do INSS", preso desde 2025 no âmbito da Operação Sem Desconto.

 

Segundo a representação encaminhada ao Supremo, a PF pretende apurar se houve atuação para favorecer interesses privados junto ao ministério da Saúde e ao gabinete da Presidência da República.

 

O pedido menciona contatos entre os investigados e servidores públicos, inclusive integrantes do gabinete presidencial.

 

De acordo com os investigadores, há indícios de que Lulinha teria participado, ao lado de Roberta Luchsinger, de tratativas no mercado de canabidiol em benefício da World Cannabis, empresa ligada ao "Careca do INSS".

 

Além da instauração do inquérito, a PF pediu autorização para compartilhar elementos de prova colhidos na Operação Sem Desconto, que apura um esquema de fraudes contra o INSS e tem Antonio Carlos Camilo Antunes entre seus principais alvos.

 

No documento enviado ao STF, os investigadores afirmam ter identificado pagamentos feitos pelo empresário à RL Consultoria, de Roberta Luchsinger.

 

A nova apuração deverá esclarecer a finalidade das transferências e verificar se houve eventual repasse de vantagens indevidas a agentes públicos.

 

Tramitação no STF

 

O pedido foi apresentado durante o recesso do Judiciário e encaminhado inicialmente à presidência do Supremo, então exercida em regime de plantão pelo ministro Alexandre de Moraes.

 

Antes de analisar o caso, Moraes solicitou manifestação da PGR.

 

Em parecer, o órgão afirmou que os fatos descritos indicariam possível prática criminosa sem relação direta com a Operação Sem Desconto e defendeu que o procedimento fosse distribuído por sorteio.

 

Com a redistribuição, a relatoria ficou com o ministro André Mendonça, que autorizou a abertura do inquérito.

 

Sem problemas, desde que cite o link: https://www.migalhas.com.br/quentes/461352/mendonca-autoriza-investigacao-de-lulinha-por-trafico-de-influencia

 

 

Posted On Sexta, 31 Julho 2026 06:38 Escrito por

A PF observa que o senador e o banqueiro tinham “nítida preferência” por conversas telefônicas, em vez de mensagens

 

 

Com Folha de São Paulo

 

 

Relatório das investigações da Polícia Federal que embasou a operação policial Compliance Zero contra o ex-líder do governo Jaques Wagner apontou a existência de 74 ligações entre o senador e o ex-sócio do Banco Master, Augusto Ferreira Lima, também alvo das apurações. De acordo com os documentos tornados públicos pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), Wagner e Lima conversaram por cinco horas e trinta minutos nessas ligações.

 

A PF observa que o senador e o banqueiro tinham “nítida preferência” por conversas telefônicas, em vez de mensagens. E que eles chegavam a se falar várias vezes no mesmo dia. Os diálogos compreendem o período de novembro de 2023 a maio de 2025.

 

A defesa de Jaques Wagner ainda não se manifestou. Na ocasião da operação, ele negou ter atuado em favor do banqueiro.

 

Os documentos no processo mostram que Mendonça autorizou a PF a monitorar movimentos de celular de Jaques Wagner após a suspeita de vazamentos. O ministro citou que recebeu um pedido de audiência no seu gabinete no mesmo dia em que operação foi protocolada; defesa dele ainda não se manifestou.

 

A investigação da PF apura pagamentos de propina do Banco Master para Jaques Wagner e aponta que a compra de um apartamento de R$ 2,5 milhões para o senador usou o mesmo esquema da aquisição de imóveis de propina para o ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa. Além disso, a PF identificou que o dono do Master, Daniel Vorcaro, marcou encontro com Wagner no Senado, disponibilizou avião “em hangar discreto” para o senador e citou em um diálogo que o senador seria um intermediário para mandar recado a Lula.

 

 

 

 

Posted On Sexta, 31 Julho 2026 06:36 Escrito por

“Estou falando de Lula e Lulinha, mas pode ser interpretado como outro pai que protege outro filho. Já passou da hora de acabar com essa farsa.”

 

 

COM FOLHAPRESS

 

 

Opositores fizeram ataques ao presidente Lula (PT) diante da abertura de investigação pelo STF (Supremo Tribunal Federal) contra o filho dele, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha.

 

Rival de Lula na disputa presidencial, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) comparou o caso com investigações que envolveram Flávio Bolsonaro (PL), também candidato a presidente, embora não tenha citado diretamente o nome do concorrente.

 

“Filho investigado por vender acesso ao governo e o pai que finge não ver. Esse é o retrato da novela política chamada PT”, disse Caiado, que falou em “uma monarquia disfarçada de república, onde o rei protege o príncipe”.

 

“Estou falando de Lula e Lulinha, mas pode ser interpretado como outro pai que protege outro filho. Já passou da hora de acabar com essa farsa.”

 

A abertura do inquérito foi autorizada pelo ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), após pedido da Polícia Federal na última sexta-feira (24). Os investigadores da PF querem apurar os crimes de corrupção e tráfico de influência na autorização da comercialização de cannabis medicinal, com elos no Ministério da Saúde e no gabinete da Presidência.

 

A defesa de Lulinha nega que tenha havido qualquer ilegalidade nas atitudes do filho do presidente.

 

Em transmissão nas redes sociais nesta quinta (30), Flávio Bolsonaro falou das investigações envolvendo Lulinha no caso do INSS. Ele acusou o governo petista de interferir na PF para frear as apurações e fez um paralelo com os inquéritos envolvendo bolsonaristas.

 

“Para o Lulinha, está faltando braço, está faltando gente.”

 

Outros líderes bolsonaristas também criticaram Lula ao comentar a abertura do inquérito. Deputado mais votado do país em 2022, Nikolas Ferreira (PL-MG) postou uma notícia a respeito em rede social e acrescentou: “Filho de Lula…. Lulinha é.”

 

O coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, senador Rogério Marinho (PL-RN), disse em rede social: “Cada enxadada uma minhoca”.

 

Também na internet, o líder da oposição na Câmara, Cabo Gilberto Silva (PL-PB), afirmou que tudo deve ser investigado “doa a quem doer”. “Enquanto você faz fila no SUS, tem gente usando o Ministério da Saúde como balcão de negócio da família.”

 

Em participação em podcast nesta quinta, o presidente Lula afirmou que não usará o cargo para proteger o filho. “Ele não tem o direito de errar. Não vão usar meu cargo para proteger [Lulinha]. Ele vai ter que provar que ele é inocente como eu provei, vai ter que provar. E se for culpado, vai ter que pagar o que todo mundo paga quando erra.”

 

 

Posted On Sexta, 31 Julho 2026 06:34 Escrito por
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