Evento contou com moradores do entorno, visitantes e corredores de diversas regiões do Tocantins e do Pará

 

 

Por Kleidiane Araújo

 

 

O Parque Estadual do Cantão (PEC), gerido pelo Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), realizou neste sábado, 22, em Caseara, a 5ª edição da corrida ecológica Corredores do Cantão. O evento contou com a parceria das Prefeituras de Marianópolis e Caseara e reuniu cerca de 150 atletas de diferentes regiões do Tocantins e do Pará, incluindo Palmas, Santana do Araguaia e comunidades do entorno da Unidade de Conservação (UC).

 

A iniciativa teve como objetivo incentivar hábitos saudáveis, aproximar a comunidade do PEC e proporcionar aos atletas uma experiência esportiva em contato direto com a biodiversidade da UC.

 

A largada iniciou com os atletas dos 12 km, seguida pela categoria de 5 km e, por último, pela prova infantil de 1 km modalidades masculina e feminina. Os três primeiros colocados de cada categoria receberam troféus.

 

Três primeiras colocadas no percurso de 5 km categoria master feminina - Kleidiane Araújo/Governo do Tocantins

 

O supervisor do PEC, Cleber Cavalcante, destacou a relevância da participação regional e o impacto positivo da ação. “A 5ª edição da Corrida Ecológica do Cantão reforça a importância de aproximar a comunidade das UCs e fortalecer a preservação ambiental. Este evento consolida o Parque como espaço de integração entre contato com a natureza, prática esportiva e incentivo à preservação ambiental. Agradecemos a todos que participaram e prestigiaram essa edição, contribuindo para o sucesso da ação”, afirmou.

 

Durante o evento, o prefeito de Caseara, Marcos Carvalho, destacou a importância da corrida e das parcerias institucionais. “A Corrida Corredores do Cantão aproxima a comunidade do Parque Estadual do Cantão e fortalece iniciativas de preservação ambiental”, disse.

 

A professora Elivane da Silva Brito, moradora da região do Cantão, compartilhou sua experiência como participante. “Foi a minha primeira vez participando da corrida aqui no PEC e a experiência foi simplesmente maravilhosa. Correr em meio à natureza, vivenciando de perto a biodiversidade da fauna e da flora do nosso Cantão, foi algo único”, ressaltou.

 

O agropecuarista Erni Berger, de 72 anos, que já participou de diversas maratonas, celebrou a oportunidade de correr pela primeira vez no Cantão. “Já participei de várias provas ao longo da vida, e foi um presente poder correr aqui no PEC. Fomos abençoados até pela chuva, que caiu em boa parte do Estado e deixou a trilha ainda mais especial. Completar os 12 km neste percurso tão bem preparado foi fantástico, só quem participa entende o quanto essa ação é incrível”, destacou.

 

Entre os atletas visitantes, o servidor público Elias Lima Silva, de Santana do Araguaia/PA, integrante do grupo Amigos da Corrida, também destacou sua experiência. Ele veio acompanhado de outros 13 atletas para prestigiar o evento. “Recebemos o convite e viemos com alegria participar dessa iniciativa na unidade. A organização está de parabéns pelo trabalho realizado em prol do atletismo, tanto no Pará quanto no Tocantins. A trilha é maravilhosa, o contato com a natureza e a recepção calorosa nos surpreenderam”, ressaltou.

 

Entrega de micro-ônibus ao PEC

 

Durante o evento, o PEC recebeu um micro-ônibus adquirido com recursos de compensação ambiental e entregue pela Diretoria de Biodiversidade e Áreas Protegidas (Dbap). O veículo será utilizado para atender às demandas da Unidade de Conservação, apoiando o deslocamento das equipes e as ações de gestão, pesquisa e monitoramento da biodiversidade.

 

 

O supervisor do PEC, ressaltou os benefícios do novo veículo para as atividades da unidade.

“Receber esse micro-ônibus é um avanço para o nosso trabalho. Ele vai garantir agilidade no deslocamento das equipes, principalmente nas ações realizadas em campo. Esse reforço vai fazer toda a diferença no nosso dia a dia”, finalizou Cleber Cavalcante.

 

Compensação ambiental

 

Previsto na legislação brasileira, o mecanismo de compensação ambiental tem o objetivo de mitigar os impactos gerados por empreendimentos, promovendo a preservação de áreas sensíveis, a recuperação de áreas degradadas e o fortalecimento das UCs.

 

 

 

Posted On Segunda, 24 Novembro 2025 14:06 Escrito por

Por Edson Rodrigues

 

 

Neste fim de semana, os bastidores da política tocantinense e a mídia local confirmaram como certa a nomeação do deputado estadual Eduardo Mantoan para assumir a recém-recriada Secretaria de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Palmas. A pasta, que abrange a capital e mais 20 municípios — Aparecida do Rio Negro, Barrolândia, Brejinho de Nazaré, Fátima, Ipueiras, Lajeado, Lagoa do Tocantins, Miracema do Tocantins, Miranorte, Monte do Carmo, Nova Rosalândia, Novo Acordo, Oliveira de Fátima, Paraíso do Tocantins, Porto Nacional, Pugmil, Rio dos Bois, Santa Tereza do Tocantins, Silvanópolis e Tocantínia — surge como um novo desafio para o parlamentar, mas também como um risco político.

 

 

Eduardo Mantoan, esposo da ex-prefeita de Palmas Cinthia Ribeiro, atual presidente do PSDB Tocantinense e do PSDB Mulher Nacional, é reconhecido como um deputado atuante, educado e com forte articulação política. Sua nomeação é vista como estratégica para fortalecer o partido em meio a uma crise de sobrevivência. O PSDB, tanto em nível nacional quanto estadual, enfrenta um momento delicado: perdeu seus três governadores e vários deputados federais aguardam a janela eleitoral de abril de 2026 para migrar de partido sem risco de perder o mandato. Em Palmas, dos quatro vereadores eleitos pelo PSDB em 2024, nenhum segue as orientações partidárias estadual ou municipal, todos integrando a base política do prefeito Eduardo Siqueira.

 

NOMINATA

 

 

Apesar dos conflitos internos, a direção estadual liderada por Cinthia Ribeiro, junto com Mantoan, trabalha para construir uma nominata mínima capaz de garantir ao menos a reeleição do deputado. No entanto, paira a dúvida se a secretaria não acabará se tornando um verdadeiro presente de grego. A expressão, que remete ao episódio da Guerra de Troia, simboliza uma dádiva que, em vez de benefício, traz prejuízo. Isso porque a pasta foi recriada sem previsão orçamentária para 2026, o que pode limitar a capacidade de Mantoã de realizar ações efetivas e transformá-la em apenas mais um cabide de empregos, com altos custos de assessores, viagens e diárias.

 

PRESENTE DE GREGO

 

Enquanto Mantoan assume a secretaria, seu suplente Jorge Carneiro ocupará a vaga na Assembleia Legislativa, passando a integrar a folha de pagamento do Legislativo com direito a verbas de representação. O Observatório Político do Paralelo 13 já sinalizou que acompanhará de perto as ações e entregas da secretaria. Para que o cargo não se transforme em um fardo, Mantoan precisará montar uma equipe técnica qualificada, buscar recursos e estabelecer metas claras de gestão, atendendo às demandas dos municípios que compõem a região metropolitana.

 

O futuro dirá se a secretaria será um trampolim político para Eduardo Mantoan ou apenas mais um presente de grego na história recente do PSDB tocantinense.

 

 

Posted On Segunda, 24 Novembro 2025 04:23 Escrito por

Em prisão domiciliar, ex-presidente tentou romper tornozeleira eletrônica na madrugada de sábado (22)

 

 

Por Emanuelle Menezes

 

 

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) alegou, em audiência de custódia realizada neste domingo (23), em Brasília, que tentou violar a tornozeleira eletrônica em meio a uma "alucinação". Ele afirmou que acreditava que havia uma escuta no equipamento e negou que estivesse tentando fugir. Ao final, a prisão do ex-presidente foi mantida.

 

"O depoente [Jair Bolsonaro] afirmou que estava com 'alucinação' de que tinha alguma escuta na tornozeleira, tentando então abrir a tampa. O depoente afirmou que não se lembra de surto dessa natureza em outra ocasião", diz a ata da audiência.

Bolsonaro afirmou no procedimento que não se lembra de ter tido "surto dessa natureza em outra ocasião" e defendeu que a "paranoia" pode ter sido causada por uma nova medicação, iniciada há cerca de quatro dias.

 

"O depoente respondeu que teve uma 'certa paranoia' de sexta para sábado em razão de medicamentos que tem tomado, receitados por médicos diferentes, e que interagiram de forma inadequada (Pregabalina e Sertralina)", diz o documento, protocolado pela juíza auxiliar Luciana Sorrentino.

Em prisão domiciliar, Bolsonaro tentou romper a tornozeleira eletrônica na madrugada de sábado (22) e foi preso preventivamente. Ele passou por audiência de custódia no início da tarde.

 

O procedimento foi marcado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que decretou a prisão do ex-presidente, e foi realizado por uma juiz auxiliar, por meio de videoconferência, na Superintendência Regional da Polícia Federal (PF), em Brasília, para onde Bolsonaro foi levado na manhã de ontem.

 

A audiência de custódia é garantida pela Justiça a pessoas presas em flagrante ou preventivamente, que precisam ser apresentadas a um juiz até o dia seguinte para que ele avalie a legalidade da ordem de detenção.

 

Agora, a defesa do ex-presidente tem até as 16h30 deste domingo para se manifestar.

 

Prisão de Bolsonaro

Bolsonaro foi preso na casa onde cumpria prisão domiciliar, em Brasília. Na determinação da prisão, Moraes afirma que o ex-presidente tentou romper a tornozeleira eletrônica às 0h08 de sábado. O aviso foi feito ao ministro pela Polícia Federal (PF).

 

Moraes entendeu que, diante de uma vigília de apoiadores convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), para permanecer em frente à casa do pai, o ex-presidente apresentava “elevado risco de fuga”.

 

A prisão é preventiva, o que significa que ainda não representa o início do cumprimento da pena do ex-presidente, que foi condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses de detenção por tentativa de golpe de Estado.

 

Ele cumpria prisão domiciliar desde 4 de agosto e usava tornozeleira eletrônica, mas por outro caso: o inquérito no qual o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, é investigado por sua atuação junto ao governo dos Estados Unidos para promover sanções a autoridades brasileiras.

 

 

Posted On Segunda, 24 Novembro 2025 04:16 Escrito por

Fundo Florestas Tropicais para Sempre é uma das conquistas

 

 

POR BRUNO DE FREITAS MOURA

 

 

Depois de 13 dias de negociação, a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30) terminou no sábado (22), em Belém, com uma série de avanços e discussões que prosseguirão pelos próximos meses.

 

A presidência brasileira da COP30 teve como feito a aprovação de 29 documentos de forma unânime pelos 195 países que participaram do encontro na capital paraense.

 

Esse conjunto de textos ficou conhecido como Pacote de Belém, e está publicado no site da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC, da sigla em inglês), âmbito sob o qual se realizam as edições da COP.

 

De acordo com a presidência brasileira da conferência, as 29 decisões incluem avanços em temas como transição justa, financiamento da adaptação, comércio, gênero e tecnologia.

 

Entre as maiores conquistas da COP30, está o Fundo Florestas Tropicais para Sempre.

 

Por outro lado, o Mapa do Caminho para afastamento da economia dependente de combustíveis fósseis, uma das prioridades do governo brasileiro, não entrou na lista de consensos.

 

Veja as principais decisões resultantes da COP30:

 

Fundo Florestas Tropicais para Sempre

O Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, do inglês Tropical Forest Forever Facility) cria uma forma inédita de pagamento para que países mantenham as florestas tropicais em pé.

 

Países que preservam as florestas tropicais serão recompensados financeiramente por meio de um fundo de investimento global. Ao menos 63 países já endossaram ideia. O fundo já mobilizou, segundo a presidência da COP30, US$ 6,7 bilhões.

 

O dinheiro não é uma doação. A proposta é que os investidores recuperem os recursos investidos, com remuneração compatível com as taxas médias de mercado, ao mesmo tempo em que contribuem para a preservação florestal e a redução de emissões de carbono.

 

A ideia é que as florestas sejam vistas como fonte de desenvolvimento social e econômico.

 

Financiamento

Os países incluíram no Pacote de Belém o compromisso de triplicar o financiamento da adaptação às mudanças climáticas até 2035 e a ênfase na necessidade de os países desenvolvidos aumentarem o financiamento para nações em desenvolvimento.

 

O documento Mutirão, classificado pela presidência brasileira da COP30 como um “método contínuo de mobilização que começa antes, atravessa e segue além da COP30”, cita a ampliação do financiamento para os países em desenvolvimento para ação climática, de todas as fontes públicas e privadas, para pelo menos US$ 1,3 trilhão por ano até 2035.

 

122 países com NDC

A COP termina com 122 países tendo apresentado Contribuições Nacionalmente Determinada, conhecidas nas discussões como NDC, sigla em inglês para Nationally Determined Contributions.

 

NDC são as metas e os compromissos assumidos pelas partes para a redução de emissões de gases do efeito estufa. Os países devem apresentar a cada cinco anos uma nova versão de NDC, com as ambições atualizadas em relação ao Acordo Paris.

 

O Acordo de Paris, lançado na COP21, em 2015, reúne ações globais em resposta à ameaça da mudança climática, como a redução das emissões de gases de efeito estufa.

 

Meta Global de Adaptação

A COP30 recebeu 59 indicadores voluntários para monitorar o progresso sob a Meta Global de Adaptação. São indicadores que envolvem setores como água, alimentação, saúde, ecossistemas, infraestrutura e meios de subsistência. Todos integram questões transversais como finanças, tecnologia e capacitação.

 

Atenção às pessoas

Os documentos aprovados ressaltam que a transição justa deve se atentar às pessoas, tanto como protagonistas de ações quanto em termos de igualdade entre elas, de forma que populações vulnerabilizadas recebem atenção maior no cenário de mudança do clima.

 

Pela primeira vez, afrodescendentes foram mencionados nos documentos da conferência sobre o clima.

Gênero

Os países aprovaram um Plano de Ação de Gênero. A iniciativa amplia o orçamento e o financiamento sensíveis ao gênero e promove a liderança de mulheres indígenas, afrodescendentes e rurais.

 

Ambição coletiva

O documento Mutirão reafirma a determinação em aumentar a ambição coletiva ao longo do tempo. Para isso, há dois mecanismos de implementação:

Acelerador Global de Implementação: iniciativa colaborativa e voluntária lançada sob a liderança das presidências da COP30 e COP31 para apoiar os países na implementação de NDC e Planos Nacionais de Adaptação.

Missão Belém para 1,5 °C: plataforma orientada para a ação sob a liderança da COP29-COP31, para promover maior ambição e cooperação internacional em mitigação, adaptação e investimento.

COP da Implementação

O Brasil tem defendido que uma série de anúncios e iniciativas de impacto já está em curso, fazendo dessa COP a conferência de implementação das medidas. São exemplos:

 

Iniciativa Fini (Fostering Investible National Implementation), medida para tornar mais viáveis os Planos Nacionais de Adaptação. A Fini reúne países, bancos de desenvolvimento, seguradoras e investidores privados e pretende desbloquear US$ 1 trilhão em projetos de adaptação dentro de três anos, com 20% mobilizados pelo setor privado;
A Fundação Gates prometeu US$ 1,4 bilhão para apoiar pequenos agricultores;

Plano de Ação de Saúde de Belém, endossado por mais de 30 países e 50 organizações, elevou a saúde como prioridade climática. Recebeu US$ 300 milhões do Fundo de Financiadores do Clima e Saúde (Climate and Health Funders Coalition), uma rede de organizações filantrópicas. Os recursos são destinados a fortalecer sistemas de saúde, hospitais, vigilância e prevenção de doenças resilientes ao clima, especialmente nos países emergentes;

Dez países anunciaram apoio ao Acelerador Raiz, iniciativa para restaurar terras agrícolas degradadas e mobilizar capital privado.

Mapa do Caminho

Prioridade do governo brasileiro, inclusive tendo sido objeto de discursos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nos últimos dias, o Mapa do Caminho, um roteiro para o afastamento dos combustíveis fósseis – emissores de gases do efeito estufa, causadores do aquecimento global – ficou de fora dos documentos.

 

Na COP, questões precisam ser aprovadas por unanimidade, mas o Mapa do Caminho teve apoio de 80 a 85 países.

 

De acordo com a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, e do presidente da COP30, o embaixador André Corrêa do Lago, o Mapa do Caminho não foi descartado. Pelo contrário, fará parte dos próximos meses de discussão entre os países.

 

O Brasil segue na presidência da COP até novembro de 2026.

 

“O Mapa do Caminho já não é mais uma proposta apresentada pelo Brasil, pelo presidente Lula, mas por dezenas de países e por milhares e milhares de pessoas em todo mundo, chancelada pela comunidade científica”, disse Marina.

 

A ministra disse acreditar que cada país deverá ter o seu próprio Mapa do Caminho, assim como acontece com as NDC.

 

“Um país rico, eu imagino que todos já têm seus mapas do caminho, já têm suas trajetórias muito bem planejadas. Agora países em desenvolvimento, países pobres, dependentes inclusive de petróleo em suas economias, não têm essas trajetórias. É por isso que é muito importante o esforço que será feito”.

 

Ela ressalta que o Brasil recebeu de mais de 80 países o mandato para tratar do tema, além de ser assunto com respaldo “muito grande na opinião pública, da sociedade civil e da comunidade científica".

 

Além do afastamento dos combustíveis fósseis, lembrou Marina, haverá outro mapa referente ao fim do desmatamento.

 

O embaixador Corrêa do Lago admitiu que imaginava ser difícil ter consenso sobre o Mapa do Caminho na COP30.

 

“Há uma resistência sobre o tema e havia uma outra possibilidade, que era a de transformar isso em uma agenda importante da COP”, relativiza ele, prometendo estudos pelos próximos 11 meses e meio da presidência brasileira na COP.

 

“Vamos juntar a maior inteligência possível sobre energia fóssil”, disse.

 

 

Posted On Segunda, 24 Novembro 2025 04:11 Escrito por

Governador de Goiás será submetido a 'ablação de catéter' após quadro de arritmia; quadro de saúde do político permanece estável

 

 

Por Antonio Souza

 

 

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (UB), permanece internado no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo. A informação foi divulgada neste domingo (23) por meio de boletim médico oficial.

 

 

Caiado foi internado na tarde desta sexta-feira (21) após apresentar um quadro de arritmia cardíaca.

 

Segundo a equipe médica, o governador passará nesta segunda-feira (24) por um procedimento de ablação por catéter, técnica considerada padrão no tratamento de pacientes com arritmia cardíaca.

 

O objetivo é corrigir áreas do coração que podem estar gerando impulsos elétricos irregulares.

 

Qual é o estado de saúde do governador?

 

O boletim informa que Caiado evoluiu bem e apresenta quadro de saúde estável. Ele permanece em observação e não teve novas ocorrências médicas.

 

A equipe afirmou que, após a ablação, o governador deverá seguir em acompanhamento contínuo para avaliar a resposta ao tratamento e garantir a recuperação total.

 

 

Posted On Segunda, 24 Novembro 2025 04:07 Escrito por
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