Senador ficou fora do roteiro no primeiro turno, mas planeja visitar o estado na próxima semana para ampliar sua votação

 

 

Por Camila Xavier - Metrópoles

O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) planeja visitar o Tocantins na próxima semana. O estado ficou fora do roteiro do candidato no primeiro turno, mas é visto por aliados como estratégico para ampliar sua votação na segunda etapa da disputa.

 

No primeiro turno, Flávio venceu no Tocantins, com 50,44% dos votos, contra 43,42% obtidos pelo presidente Lula (PT). O estado está entre os seis que também terão segundo turno para a escolha do governador. Disputam o cargo a professora Dorinha Seabra (União), que recebeu 45,52% dos votos, e Vicentinho Júnior (PSDB), que somou 43,94%.

 

Flávio Bolsonaro

Embora Flávio tenha declarado apoio a Dorinha, Vicentinho também anunciou voto no senador e afirmou que manterá o apoio ao candidato à Presidência no segundo turno.

Retomada das viagens

Integrantes da campanha de Flávio Bolsonaro têm demonstrado cautela diante do clima de “já ganhou” após o senador terminar o primeiro turno à frente de Lula.

A avaliação interna é de que o excesso de confiança pode prejudicar a campanha. A orientação, portanto, é intensificar os esforços nos estados para ampliar a votação e consolidar a vantagem na disputa pelo Palácio do Planalto.

A estratégia prevê a presença do candidato em grandes cidades e centros urbanos nos quais Lula obteve mais votos, como Salvador e Porto Alegre.

 

Flávio já tem compromissos previstos nas duas capitais: na quarta-feira (14/10), deve participar de um evento em Porto Alegre; no sábado seguinte (17/10), a agenda será em Salvador.

 

 

Posted On Terça, 13 Outubro 2026 05:47 Escrito por

Diante da falta de coragem para responsabilizar o presidente, sobrou para Edinho Silva, Sidônio Palmeira e Rosângela da Silva

 

 

Da Assessoria 

 

 

A derrota do presidente Lula para o senador Flávio Bolsonaro no primeiro turno da eleição deste ano reacendeu o fogo amigo no PT e no governo. Como não têm coragem de responsabilizar o chefe, que toca uma gestão sem rumo, reprovada pela maioria do eleitorado e desconectada da realidade da população, petistas, aliados e assessores palacianos elegeram três culpados pelo resultado das urnas.

Um deles é Edinho Silva, comandante do PT e coordenador da campanha à reeleição. Nos bastidores, havia muita reclamação sobre o fato de ele centralizar demais os trabalhos, o que dificultaria a busca de votos nas diferentes regiões do país. Numa reunião após a votação de domingo 4, o próprio Lula, padrinho da ascensão de Edinho Silva à direção da legenda, externou a sua insatisfação.

“Eu acho que nós fizemos uma campanha aquém da minha possibilidade. Eu disse para o Edinho que essa foi a campanha menos organizada de que eu participei desde 1989. E normalmente a gente colhe aquilo que a gente planta”, afirmou o presidente. No primeiro turno, Lula teve 3,38 milhões de votos a menos do que na rodada inicial de 2022.

Mesmo nos três maiores colégios eleitorais do Nordeste, que são estratégicos para suas pretensões eleitorais, ele perdeu pouco mais de 230 000 votos. Diante da situação, o candidato à reeleição decidiu reforçar a coordenação de campanha com Camilo Santana, senador e ex-governador do Ceará, Rui Costa, ex-governador e senador eleito pela Bahia, e Rafael Fonteles, governador reeleito do Piauí.
Sempre a comunicação

Outro alvo de reclamações foi o ministro de Comunicação Social da Presidência, Sidônio Palmeira. Ele não deixou o cargo para se envolver diretamente na eleição, mas colocou seu sócio Raul Rabelo como marqueteiro da campanha. O resultado não agradou a Lula e estrelas petistas.

Prova disso é que passou a circular o boato de que o presidente poderia recontratar os serviços de João Santana, que cuidou de sua campanha vitoriosa em 2006 e — também das campanhas exitosas de Dilma Rousseff. Autor de uma delação que reforçou suspeitas de corrupção em gestões petistas, Santana não foi convocado, mas a campanha ganhou o reforço de marqueteiros indicados por políticos que conquistaram boas votações este ano.

Aconselhado pelos novos colaboradores, Lula deu uma guinada na estratégia nas redes sociais. Ele deixou de lado o formalismo e passou a falar menos de sua biografia e de temas como democracia e soberania. Agora, aposta as fichas principalmente na desconstrução da imagem de Flávio Bolsonaro, adotando o estilo despojado e direto que tanto sucesso faz no universo digital

Continua após a publicidade

O presidente está finalmente interagindo com um aparelho celular. Numa de suas postagens, ele sugere que a promessa de Flávio Bolsonaro de promover um “tesouraço” resultará em cortes em programas sociais, na construção de moradias e até na merenda escolar. Em outra, afirma que o oposicionista — ao prometer que dará continuidade ao legado do pai — entregará desemprego, aumento da pobreza e falta de vacinas.

Sempre ela

Na busca por culpados, sobrou também para a primeira-dama Rosângela da Silva, que desde o início do mandato incomoda governistas em razão de sua alegada busca por protagonismo. Janja força a barra para aparecer demais, dizem seus críticos. Isso já seria ruim, mas ganharia contornos piores porque ela, conforme os críticos, têm imagem desgastada no eleitorado. Ou seja: não agregaria, mas tiraria votos.

Continua após a publicidade

A ex-senadora Kátia Abreu, por exemplo, defendeu “menos Janja e mais Alckmin” no segundo turno, diante da necessidade do presidente de conquistar votos fora da bolha da esquerda. A crítica tem teto. Do desempenho do marido da primeira-dama ninguém fala. É lei no PT: Lula nunca erra, mesmo quando os fatos dizem o contrário.

 

 

Posted On Segunda, 12 Outubro 2026 11:06 Escrito por

Por Edson Rodrigues e Edivaldo Rodrigues

 

 

O primeiro turno das eleições de 2026 deixou lições que merecem ser examinadas com atenção. Uma delas diz respeito aos institutos de pesquisa eleitoral, à responsabilidade de quem contrata e interpreta seus levantamentos e à maneira como os números divulgados antes das urnas podem influenciar o comportamento de candidatos, coordenadores de campanha e lideranças políticas.

 

Outra lição envolve o encerramento de um ciclo de governo. O governador Wanderlei Barbosa ainda tem responsabilidades administrativas a cumprir, independentemente de quem vencerá o segundo turno para o comando do Palácio Araguaia. Os últimos meses de uma gestão exigem atenção redobrada às contas públicas, aos atos administrativos e à prestação de contas perante os órgãos de controle.

 

São assuntos diferentes, mas que se encontram em um mesmo ponto: na política, expectativas não substituem resultados, popularidade não dispensa responsabilidade e nenhum mandato afasta o dever de prestar contas.

 

PESQUISAS ELEITORAIS

 

A Associação dos Veículos de Comunicação do Estado do Tocantins (AVECOM) divulgou nota parabenizando o Portal Stylo, O Girassol e Folha Capital pelo trabalho de divulgação de pesquisas eleitorais durante o primeiro turno.

 

A entidade identificou os responsáveis pelos levantamentos: Instituto ProMotion/Stylo, WS Editora Girassol Ltda. e IPEX, respectivamente. Na avaliação apresentada pela associação, os resultados divulgados por esses veículos foram compatíveis com o cenário posteriormente verificado nas urnas, consideradas as respectivas margens de erro.

 

A AVECOM também defendeu a valorização das empresas tocantinenses, destacando a capacidade técnica dos profissionais que conhecem a realidade política, econômica e social do Estado.

 

O reconhecimento é importante para o mercado regional de comunicação. Mas o debate sobre pesquisas eleitorais precisa ir além da valorização institucional e alcançar a responsabilidade de todos os envolvidos na produção, contratação, divulgação e interpretação dos levantamentos.

 

Durante a campanha, pesquisas de diferentes institutos apresentaram cenários distintos. Alguns levantamentos locais se aproximaram mais do resultado das urnas, enquanto outros, inclusive de institutos nacionais, indicaram a possibilidade de vitória de Professora Dorinha Seabra ainda no primeiro turno.

 

A diferença entre a expectativa e o resultado oficial mostrou que os números precisam ser lidos com cautela. Uma pesquisa representa um retrato de determinado momento, dentro de uma metodologia, de uma amostra e de uma margem de erro. Não é garantia de resultado eleitoral.

 

QUANDO A PESQUISA VIRA CERTEZA, A POLÍTICA PODE PERDER O CHÃO

 

O problema começa quando números favoráveis deixam de ser tratados como indicadores e passam a ser encarados como confirmação antecipada da vitória.

 

No caso da campanha governista, a expectativa de uma vitória de Dorinha Seabra no primeiro turno foi acompanhada, segundo relatos de bastidores, por um ambiente de confiança excessiva entre parte dos aliados. O próprio governador Wanderlei Barbosa teria demonstrado acreditar na possibilidade de encerramento da disputa já na primeira votação.

 

A leitura política que se pode fazer desse cenário é que a confiança nos levantamentos pode ter influenciado a postura de setores da campanha. Em política, porém, acreditar que a vitória está garantida é diferente de trabalhar para conquistá-la.

 

O resultado oficial impediu a definição da eleição no primeiro turno. Dorinha e Vicentinho Júnior voltaram à disputa em uma nova etapa, com a necessidade de reconstruir alianças, ampliar o diálogo com o eleitor e conquistar votos.

 

É nesse ponto que cabe uma reflexão: campanhas eleitorais não podem permitir que a euforia dos números substitua o contato com a realidade. Nenhum candidato deve confundir liderança em pesquisa com vitória consumada. Nenhum coordenador pode considerar dispensável o trabalho de convencimento porque um levantamento aponta vantagem.

 

A urna não conhece o salto alto. Conhece o voto.

 

INSTITUTOS PRECISAM PRESTAR CONTAS À SOCIEDADE

 

O desempenho das pesquisas em 2026 também abre espaço para uma discussão sobre metodologia, transparência e credibilidade. Institutos locais e nacionais precisam demonstrar como seus levantamentos são realizados, apresentar adequadamente as informações técnicas e permitir que a sociedade compreenda o alcance e as limitações de cada resultado.

 

Quando uma pesquisa se distancia significativamente do resultado oficial, é legítimo questionar os fatores que podem ter contribuído para a diferença. Isso não significa presumir fraude ou desonestidade. Significa exigir transparência, rigor metodológico e responsabilidade na comunicação dos dados.

 

Da mesma forma, quando um levantamento se aproxima do resultado, é necessário reconhecer o desempenho sem transformar um acerto em garantia de infalibilidade. O eleitor merece respeito. Não deve ser induzido a acreditar que uma eleição está decidida antes de votar, nem levado a tratar pesquisas como se fossem resultados oficiais.

 

A nota da AVECOM coloca em evidência o trabalho dos veículos tocantinenses e a importância de valorizar o mercado local. O próximo passo é fortalecer o debate sobre a qualidade da informação eleitoral, sem desqualificações generalizadas e sem transformar divergências metodológicas em acusações sem provas.

 

WANDERLEI BARBOSA: POPULARIDADE TAMBÉM EXIGE RESPONSABILIDADE

 

O governador Wanderlei Barbosa construiu uma trajetória política marcada por sucessivas vitórias eleitorais. Desde suas primeiras disputas por mandatos proporcionais até a passagem pela Câmara Municipal de Porto Nacional, a Assembleia Legislativa, vice-governadoria e o Governo do Estado, sua carreira foi acompanhada por uma presença política relevante no Tocantins.

 

Levantamentos divulgados anteriormente chegaram a registrar aprovação de 66,8% de sua gestão. Esse indicador ajuda a dimensionar a força política que o governador construiu, embora não deva ser confundido com uma aprovação superior a 70% sem a identificação de uma pesquisa específica que sustente esse percentual.

 

A trajetória eleitoral de Wanderlei, contudo, não elimina os desafios do encerramento de sua gestão. Pelo contrário: quanto maior a responsabilidade exercida por um agente público, maior a importância da transparência sobre os atos administrativos e a aplicação dos recursos públicos.

 

Nos meses finais do mandato, ele que foi eleito e reeleito, a prioridade precisa ser a conclusão responsável dos compromissos assumidos, a organização das contas e a entrega de uma administração devidamente documentada.

 

A popularidade pode fortalecer uma liderança política. Mas a prestação de contas é uma obrigação institucional que não depende de aprovação popular, resultado eleitoral ou posição ocupada no cenário político.

 

TCU, TCE E AS CONTAS DO GOVERNO

 

O Tribunal de Contas da União (TCU), o Tribunal de Contas do Estado do Tocantins (TCE-TO) e a Assembleia Legislativa exercem funções distintas no sistema de controle e fiscalização da administração pública.

 

Por isso, é necessário separar as competências de cada instituição. O TCU fiscaliza a aplicação de recursos federais sujeitos à sua jurisdição. O TCE-TO atua no controle externo das contas e da gestão pública estadual e municipal, conforme suas atribuições constitucionais e legais. Já a Assembleia Legislativa exerce a função de julgamento das contas do governador nos termos da Constituição e do ordenamento aplicável, considerando os pareceres e procedimentos pertinentes.

 

Wanderlei Barbosa precisa conduzir o encerramento de sua gestão com atenção à documentação dos atos administrativos, à regularidade das despesas, aos contratos, às transferências de recursos e às demais obrigações do Estado.

 

A existência de fiscalização não significa que haja irregularidade comprovada. Da mesma forma, a aprovação de contas anteriores não constitui garantia automática de aprovação de exercícios posteriores. Cada período de gestão deve ser examinado conforme seus próprios atos, documentos e resultados.

 

A reflexão do Observatório Político de O Paralelo 13 é direta: o governador não deve permitir que as movimentações políticas do segundo turno desviem a atenção das responsabilidades administrativas que permanecem sob sua condução.

 

O FIM DO MANDATO NÃO ENCERRA AS RESPONSABILIDADES

Em 31 de dezembro de 2026, termina o atual ciclo de governo. A partir daí, os integrantes da administração seguirão seus próprios caminhos, enquanto os órgãos de controle continuarão exercendo suas atribuições sobre os atos praticados durante a gestão, respeitados os prazos e procedimentos legais.

 

É natural que, no ambiente político, alianças mudem e antigos companheiros sigam projetos diferentes. Por isso, a administração pública não pode depender de relações pessoais ou da expectativa de que aliados permaneçam ao lado de um governante depois do mandato.

 

O que protege um gestor é a regularidade dos atos, a documentação adequada, a transparência e o cumprimento da lei. Não se trata de antecipar conclusões sobre contas ainda sujeitas a análise, muito menos de insinuar a prática de crimes sem provas. Trata-se de reconhecer que o encerramento de um governo exige responsabilidade até o último dia e que eventuais irregularidades devem ser apuradas pelas instituições competentes, com respeito ao devido processo legal.

 

A prioridade de Wanderlei Barbosa, nesta reta final, deve ser concluir sua gestão com responsabilidade administrativa, preservar a documentação pública e garantir que as contas sejam apresentadas de forma transparente, independentemente do resultado do segundo turno.

 

UMA REFLEXÃO PARA O DOMINGO

 

As eleições de 2026 deixam duas advertências importantes. A primeira é dirigida aos institutos de pesquisa, às empresas de comunicação, aos partidos e às campanhas: os números precisam ser tratados com rigor, e a divulgação de cenários eleitorais exige responsabilidade. A pesquisa pode orientar uma estratégia, mas não deve substituir a escuta do eleitor nem produzir a ilusão de uma vitória antecipada.

 

A segunda é dirigida ao governador e à sua equipe: a disputa eleitoral tem data para terminar, mas as responsabilidades administrativas não desaparecem com o fim do mandato. O encerramento de uma gestão exige atenção às contas, aos documentos e aos compromissos assumidos com a população.

 

Wanderlei Barbosa chega ao final de seu ciclo de governo com uma trajetória eleitoral expressiva e capital político construído ao longo dos anos. Justamente por isso, a conclusão da gestão merece cuidado especial.

 

O resultado do segundo turno definirá quem comandará o Tocantins a partir de 2027. Não definirá, entretanto, o dever de prestar contas de quem administrou o Estado até o último dia de 2026.

Aos institutos de pesquisa, fica a cobrança por transparência, metodologia e respeito ao eleitor.

Ao governador e aos seus auxiliares, fica o lembrete de que a responsabilidade pública não termina com a última reunião, a última inauguração ou a última fotografia de governo.

 

Na política, a pesquisa não é urna. A popularidade não é salvo-conduto. E o fim do mandato não é o fim da prestação de contas.

 

 

Posted On Domingo, 11 Outubro 2026 03:28 Escrito por

Candidata detalhou o trabalho com lideranças e fez um chamamento aos tocantinenses para diminuir a abstenção nas urnas durante agenda em Gurupi, cidade onde Dorinha foi majoritária

 

 

Texto: Cidiane Carvalho

 

 

A candidata ao Governo do Tocantins, Professora Dorinha (União Brasil), afirmou nesta sexta-feira (09), durante agenda em Gurupi, que o trabalho no segundo turno está concentrado no contato direto com os eleitores, nas visitas aos municípios e na apresentação de propostas. Em entrevista à imprensa, destacou que ouvir a população também faz parte desse percurso, ao lado de parceiros e lideranças.

 

“Nós vamos seguir falando com as pessoas, com vários parceiros, visitando os municípios, apresentando as nossas propostas, ouvindo também o Tocantins, porque essa é a nossa responsabilidade”, declarou.

 

Esforço para estimular o eleitor a votar

Questionada sobre a abstenção no primeiro turno, Dorinha defendeu um esforço coletivo para estimular a presença dos eleitores nas urnas. Para a candidata, a escolha de quem vai governar o Estado exige participação e atenção ao futuro do Tocantins. “É importante que as pessoas saiam de casa. É um exercício da democracia e da escolha”, afirmou.

 

Dorinha também citou o papel da Justiça Eleitoral e das gestões municipais e estadual no apoio à participação dos cidadãos. “A abstenção, eu acho que ela tem que ser combatida e enfrentada por todos nós”, disse, ao defender que a população tenha condições de votar e participar das decisões políticas do país e do Estado.

 

A prefeita Josi Nunes (União Brasil), afirmou que a mobilização por Dorinha no segundo turno já está organizada, com reuniões, caminhadas, visitas e divulgação nas redes sociais. “Nós já nos organizamos, já montamos toda a nossa plataforma de trabalho no segundo turno: reuniões, caminhadas, visitas”, declarou. Segundo a prefeita, a campanha vai ampliar o contato com os eleitores, “levando a consciência da importância do nome de Dorinha não somente para Gurupi, mas para todo o Estado do Tocantins”.

 

 

 

Posted On Domingo, 11 Outubro 2026 03:01 Escrito por

Em vídeo publicado no X, candidato à Presidência aparece em carro de som durante ato de campanha no Rio de Janeiro

 

 

Por Estadão Conteúdo

 

 

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou neste sábado (10) em vídeo publicado no X, que pretende “declarar guerra ao narcotráfico” caso seja eleito. As imagens mostram o senador discursando sobre um carro de som durante ato de campanha no Rio de Janeiro.

 

Bolsonaro também defendeu o endurecimento das penas para crimes. Segundo ele, ladrões de celular deverão permanecer presos por oito anos e trabalhar para custear a própria permanência no sistema prisional.

 

O senador ainda voltou a defender a redução da maioridade penal. “Se o menor de idade comete crime de gente grande, vai pagar como gente grande”, afirmou.

 

Na mesma fala, Bolsonaro propôs permitir que jovens com mais de 16 anos obtenham carteira de motorista. “Se menor de idade pode votar para presidente, pode responder pelos seus atos também. Pode dirigir carro e moto, vai ter direito a carteira de motorista quem tem mais de 16 anos de idade”, disse.

 

 

Posted On Domingo, 11 Outubro 2026 02:45 Escrito por
Página 6 de 4033