Da Assessoria
Pacientes, profissionais e a direção do Hospital de Amor destacaram publicamente, em vídeo publicado nas redes sociais, a importância do apoio do vice-presidente do Senado e presidente do PL Tocantins, Eduardo Gomes, responsável pela destinação de mais de R$ 137 milhões para fortalecer a estrutura, o atendimento e a ampliação dos serviços da instituição.
O presidente do Hospital de Amor, Henrique Prata, resumiu o reconhecimento da instituição de forma direta. “O Hospital de Amor morre de amor pelo senador”, afirmou, ao destacar a parceria que garante acesso mais próximo, humanizado e contínuo ao tratamento oncológico.

Paciente atendido pela unidade, Moisés Filho ressaltou a qualidade do atendimento e o impacto direto na vida dos pacientes. “Sou muito grato a Deus e ao hospital. O tratamento aqui é espetacular. Antes, ir para Barretos era muito mais distante, aumentava demais as despesas. Aqui ficou mais tranquilo e acessível”, relatou.
Maria Santana também destacou o alívio financeiro e emocional proporcionado pela existência do hospital na região. “Se não tivesse aqui, eu teria que estar morando em Jales para fazer o tratamento. Para nós, financeiramente, foi muito melhor. Tenho gratidão por todas as vidas que contribuem e por existir esse hospital”, afirmou.

Paciente Moisés Filho
Entre os profissionais, o reconhecimento ao apoio do senador é recorrente. A assistente administrativa Jhulienny Almeida destacou o papel das parcerias. “Trabalhar no Hospital de Amor é uma missão. Somos uma instituição filantrópica, vivemos de doações e parcerias como a do senador Eduardo Gomes, que nos ajudam a levar esperança, amor e cuidado desde a prevenção até o tratamento do câncer”, destacou.
A enfermeira Solange Rodrigues reforçou o caráter humanizado do atendimento. “Aqui a gente conversa, brinca, acolhe. Não é só o profissional técnico. É um hospital que traz esperança, alegria e faz o paciente voltar para casa satisfeito”, afirmou.
Ao comentar os depoimentos, Eduardo Gomes ressaltou que os recursos destinados ao Hospital de Amor têm um propósito claro. “Esses investimentos existem para garantir dignidade, acesso e atendimento humanizado a quem enfrenta um dos momentos mais difíceis da vida. O Hospital de Amor salva vidas, reduz distâncias e leva cuidado de verdade às famílias do Tocantins e do Brasil”, concluiu.
Ex-diretor da PRF rompeu tornozeleira, deixou o Brasil sem autorização e foi detido ao tentar embarcar com documento falso rumo à El Salvador
Por Marina Verenicz
O ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, foi preso nesta sexta-feira (26) no Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, em Assunção, no Paraguai, ao tentar embarcar para El Salvador.
A prisão, no entanto, foi o resultado de uma sequência de eventos iniciada ainda na véspera de Natal, após o rompimento da tornozeleira eletrônica que monitorava o cumprimento de medidas cautelares impostas pelo Supremo Tribunal Federal.
Segundo decisão do ministro Alexandre de Moraes que decretou a prisão preventiva de Silvinei, por volta das 3h da quinta-feira (25), o equipamento de monitoramento de do ex-diretor da PRG deixou de emitir sinal de GPS.
Horas depois, por volta das 13h, a tornozeleira perdeu completamente a comunicação de dados, possivelmente em razão do esgotamento da bateria. Às 23h, agentes da Polícia Federal foram até o endereço cadastrado pelo ex-diretor da PRF, em São José (SC), mas não o encontraram no local.
Imagens do sistema de segurança do prédio indicam que, ainda na noite da véspera de Natal, Vasques deixou o imóvel por volta das 19h22, utilizando um veículo alugado. Ele foi filmado transportando diversos pertences pessoais, incluindo bolsas, ração, tapetes higiênicos para cães e um cachorro da raça pitbull. Após essa saída, não retornou ao endereço.
Com a constatação da violação da medida cautelar, as autoridades brasileiras acionaram alertas nas fronteiras e mobilizaram a adidância brasileira no exterior. A apuração indica que Vasques deixou Santa Catarina de carro, atravessou o Paraná e seguiu para o Paraguai sem autorização judicial.
Na madrugada desta sexta-feira (26), ele foi localizado e preso no Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, em Assunção, ao tentar embarcar em um voo com destino final a El Salvador, com escala no Panamá. Conforme a investigação, Vasques portava um passaporte paraguaio original, mas que não correspondia à sua identidade, o que levou à abordagem e à prisão pelas autoridades locais.
Após a detenção, o ex-diretor da PRF foi identificado e colocado à disposição do Ministério Público do Paraguai. Ele deve passar por audiência de custódia ainda nesta sexta-feira e, na sequência, ser entregue às autoridades brasileiras.
Silvinei Vasques foi condenado pelo STF em 16 de dezembro a 24 anos de prisão por participação em uma organização criminosa envolvida na tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Segundo a Procuradoria-Geral da República, ele atuou de forma coordenada para dificultar o deslocamento de eleitores em regiões estratégicas do país, especialmente no Nordeste, durante o segundo turno do pleito presidencial.
Perspectiva para 2026 é de um choque de renda com isenção do IR, mas juros em 15% devem frear consumo até março
Por Élida Oliveira
O endividamento das famílias brasileiras atingiu 49,3% em outubro, segundo dados do Banco Central (BC) divulgados nesta sexta-feira (26). Enquanto o estoque total de crédito no país alcançou a marca histórica de R$ 7 trilhões, o custo para o consumidor também disparou: a taxa média de juros para pessoas físicas subiu para 59,4% ao ano, o maior nível desde 2017.
Segundo o especialista em crédito e riscos Jorge Azevedo, o acesso facilitado via bancos digitais e novos aparatos jurídicos explicam o fenômeno. “Essa relação de crédito sobre o PIB tende a aumentar. No Brasil, estamos em patamares próximos a 60%, mas em países como os EUA chega a 180%”, compara Azevedo. Ele ressalta que o endividamento não é inerentemente ruim, desde que seja “dívida boa” — aquela que gera renda, como o financiamento de um veículo para trabalho.
Entre essas facilidades e novas regras jurídicas, está o empréstimo consignado aos trabalhadores com carteira assinada (CLT), microempreendedores individuais (MEI) e trabalhadores de aplicativo por meio do programa Crédito do Trabalhador.
Um estudo do Banco Daycoval aponta que essas concessões de crédito tiveram um disparo de 257% no ano. Antes, a concessão média estava em R$ 1,6 bilhão e, agora, saltou para mais de R$ 6 bilhões mensais. E os juros não param de subir. Em 12 meses, a variação de juros deste tipo de empréstimo foi de 18%. A projeção do Banco Central é de que os juros praticados em novembro estiveram na média de 57,1% neste tipo de empréstimo.
Consignado Privado dispara
O grande motor desse avanço é o crédito consignado para trabalhadores do setor privado, MEIs e motoristas de aplicativo. Beneficiados pelo programa Crédito do Trabalhador, que foi lançado em março desde ano, o volume mensal de concessões saltou de R$ 1,6 bilhão para mais de R$ 6 bilhões, um salto de 257% no ano, conforme aponta estudo do Banco Daycoval.
No entanto, a facilidade tem preço alto. Em 12 meses, os juros dessa modalidade subiram 18%. Eram de 39,1% em novembro de 2024, foram para 44% quando o programa foi reformulado, em março, a projeção do BC é de juros em 57,1% em novembro.
“Em um cenário de juros altos e salários que não acompanham a inflação, a tendência é o aumento da inadimplência”, alerta Azevedo.
Procurador-geral disse que medida é prematura e pediu que ministro suspendesse acareação entre executivos e diretor do BC
Com CNN -TV
O ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo a Tribunal Federal), rejeitou pedido feito pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, e manteve para terça-feira (30) a acareação no âmbito da investigação do Banco Master.
A decisão foi tomada na noite desta quarta-feira (24), cerca de duas horas depois de a manifestação ter sido enviada ao STF por Gonet. O processo, a manifestação e a decisão estão em sigilo.
Gonet disse ao ministro que realizar a acareação neste momento da investigação seria “prematuro” e pediu que ela fosse suspensa por tempo indefinido.
Na avaliação do procurador-geral, a acareação poderia ser determinada tão logo fossem preenchidos os requisitos que a legitimam e a tornam útil.
Toffoli rejeitou o pedido de Gonet por volta das 23h da véspera de Natal. O ministro concluiu, em sua decisão, que já há motivos para ordenar a acareação na atual fase da investigação.
Isso significa, na prática, que o ministro entende haver contradições claras nas descobertas do inquérito que tramita em sigilo em seu gabinete.
A acareação entre Daniel Vorcaro, dono do Master, Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, e Ailton de Aquino, diretor do BC será realizada no penúltimo dia do ano por videoconferência.
O objetivo é confrontar versões sobre a suposta fraude de R$ 12,2 bilhões na operação frustrada de venda do Master para o Banco de Brasília.
Esse instrumento jurídico é utilizado pelo juiz, a pedido de investigadores, quando há contradições ou eventuais omissões nos depoimentos de pessoas investigadas em um processo.
Só que neste caso o ministro determinou a acareação dos executivos e do diretor do Banco Central antes mesmo de marcar depoimentos dos investigados no inquérito. Ou seja, sem que houvesse a possibilidade de constatação de eventuais contradições.
Toffoli ordenou a audiência para confrontar versões sobre a negociação de venda do Master ao BRB sem que houvesse pedido da Procuradoria-Geral da República ou da Polícia Federal.
A CNN revelou que a ordem do ministro pegou de surpresa investigadores, procuradores e integrantes do Banco Central.
A avaliação colhida pela CNN é a de que a determinação é precipitada e de que a acareação não é uma necessidade da investigação neste momento.
Também há a percepção entre essas fontes de que colocar Vorcaro e Aquino frente a frente constrangeria o Banco Central e parece representar intimidação ao diretor. A autarquia foi responsável por denunciar as supostas fraudes ao analisar a integridade da operação pretendida.
Da Assessoria
Em mensagem de fim de ano veiculada na TV e nas redes sociais, o vice-presidente do Senado e presidente do PL Tocantins, Eduardo Gomes, reforçou a importância da união, do respeito e do compromisso coletivo para o futuro do estado, ao desejar um 2026 de esperança, prosperidade e avanço para a população tocantinense.
Ao fazer um balanço do trabalho desenvolvido no Senado Federal, Eduardo Gomes destacou que sua atuação tem sido orientada pela determinação da população do Tocantins, com ações voltadas aos 139 municípios, alcançando todas as regiões do estado. Ele destacou que o foco tem sido iniciativas que geram impacto direto na vida das pessoas, especialmente nas áreas social, educacional e de saúde.
O senador citou o apoio a projetos e instituições que fortalecem a cidadania e promovem inclusão, como universidades, o Hospital de Amor, a Fazenda da Esperança e a Universidade da Maturidade (UMA), além do contato permanente com a população. Para Eduardo Gomes, essas ações contribuem para consolidar o Tocantins como um estado moderno, unido e preparado para oferecer soluções e oportunidades ao Brasil.
Na mensagem, o senador ressaltou que o Tocantins avança quando caminha unido, respeitando ideias diferentes e mantendo como prioridade a melhoria da qualidade de vida de quem mais precisa. Ao encerrar, desejou um 2026 de saúde, prosperidade e bênçãos a todos que amam o estado.
“Que as pessoas cultivem a amizade, o respeito e o amor pelo Tocantins. Seguiremos trabalhando para fortalecer o espírito tocantinense e construir um futuro melhor para todos”, concluiu Eduardo Gomes.