Por Edivaldo Rodrigues e Edson Rodrigues

 

 

Percorrendo todas as regiões do Tocantins e com apoios de expressivas lideranças em vários municípios, o candidato a deputado estadual Otoniel Andrade realiza uma campanha convincente, firme, leve e propositiva. E, amparado pela legislação eleitoral vigente, sua candidatura continua nas ruas, buscando o apoio do eleitorado tocantinense.

 

Mesmo após o TRE — Tribunal Regional Eleitoral — ter julgado, no último dia 24, e negado andamento de uma interposição da defesa, acolhendo parcialmente os embargos que fundamentaram contrariedade à decisão anterior, a candidatura de Otoniel Andrade continua nas ruas.

 

Como, após uma nova decisão do TRE, em que a inelegibilidade de Otoniel Andrade permanece, ele resolveu imediatamente recorrer ao TSE, certo de que haverá uma decisão a seu favor.

 

“Recorremos ao TSE com a convicção de que essa decisão do TRE tocantinense será derrubada. Será derrubada porque não cometemos crimes, não agredimos a lei. Há equívocos nas interpretações das nossas ações, que, naquele instante, como chefe do Executivo portuense, fizemos uma permuta e a municipalidade não sofreu nenhum prejuízo. Está documentado nos autos que não houve nenhum enriquecimento ilícito por parte de terceiros nessa permuta”, garantiu Otoniel Andrade, que complementa: “Estamos confiantes na posição do TSE, e a nossa candidatura continua firme e forte. E, alicerçados nas nossas propostas, temos convicção de que vamos conseguir uma vaga na Assembleia Legislativa do Tocantins”, finalizou o candidato.

 

 

 

Posted On Segunda, 28 Setembro 2026 13:19 Escrito por

Decisão liminar interrompe a divulgação do levantamento da Real Time Big Data por falhas na documentação financeira e na identificação dos locais das entrevistas.

 

 

 

Da Assessoria

 

 

 

Decisão liminar aponta nota fiscal sem relação identificada com o levantamento e descrição geográfica genérica, que impediria a fiscalização da distribuição das entrevistas.

 

O Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO) determinou a suspensão imediata da divulgação da pesquisa TO-04340/2026, realizada pela Real Time Big Data. O levantamento, registrado para as disputas de governador e senador, já havia sido divulgado e reproduzido por veículos de imprensa e nas redes sociais.

 

Na decisão liminar, a Justiça Eleitoral considerou plausíveis as alegações de que a pesquisa foi registrada sem documentação financeira adequada. A única nota fiscal apresentada havia sido emitida quase dez meses antes do registro e descrevia serviços de informática e construção civil, sem discriminar vínculo com a pesquisa, as eleições de 2026 ou o Tocantins.

 

A decisão também apontou falhas na identificação dos locais das entrevistas. Segundo o TRE-TO, o instituto não indicou os setores censitários e utilizou termos genéricos como “área urbana”, “posto de combustível”, “chácara” e “rio” para identificar bairros. Essas referências, conforme a decisão, não correspondem à divisão político-administrativa oficial e dificultam a verificação da distribuição geográfica da amostra.

 

Com a liminar, a Real Time Big Data deve suspender novas divulgações, reproduções ou republicações dos resultados em qualquer meio. O descumprimento pode gerar multa diária de R$ 50 mil. O mérito da representação ainda será julgado.

 

É a segunda pesquisa que tem a divulgação suspensa pelo TRE-TO em menos de uma semana. Na decisão anterior, a Corte determinou a suspensão de um levantamento da Quaest; agora, a medida alcança a pesquisa da Real Time Big Data. As duas pesquisas apontavam Professora Dorinha na frente na disputa pelo Governo do Tocantins.

 

A ação foi apresentada por Vicente Alves de Oliveira Júnior e pela Coligação Pra Cima Tocantins. A representação foi conduzida pelo escritório Solano Donato Advogados Associados, com atuação dos advogados Aline Ranielle Sousa Marreiro Lima, Solano Donato Carnot Damacena e Paulo Santos Mello.

 

 

 

Posted On Segunda, 28 Setembro 2026 08:02 Escrito por

Por Edson e Edivaldo Rodrigues

 

 

O Paralelo13 publicou o último resultado da pesquisa Quaest na semana passada, contratada pelo Grupo Jaime Câmara, antes que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) determinasse sua suspensão. A decisão foi fundamentada em uma ação movida pelo candidato ao Senado, deputado federal Alexandre Guimarães, e trouxe à tona questionamentos sobre a transparência e a credibilidade dos levantamentos.

 

FUNDAMENTAÇÃO DA JUSTIÇA ELEITORAL

 

 

A Justiça Eleitoral do Tocantins apontou falhas graves na pesquisa: ausência de informações completas sobre o perfil sociodemográfico dos entrevistados, omissão de dados geográficos em 26 dos 134 setores censitários e impossibilidade de auditoria por partidos e Ministério Público. Segundo a decisão, esses problemas poderiam induzir o eleitor a erro, especialmente na reta final da campanha, quando pesquisas têm forte poder de influência sobre o chamado “voto útil”. A suspensão foi imediata e acompanhada da fixação de multa de R$ 20 mil em caso de descumprimento.

Em Goiás, decisão semelhante suspendeu os resultados da Quaest, também contratada pelo Grupo Jaime Câmara, sob argumentos de inconsistência metodológica e falta de transparência.

 

COMO FUNCIONAM O REGISTRO E A FISCALIZAÇÃO DE PESQUISAS

 

Toda pesquisa de intenção de voto destinada à divulgação pública deve ser registrada previamente no TSE com antecedência mínima de cinco dias. O registro é feito no Sistema de Registro de Pesquisas Eleitorais (PesqEle) e deve conter:

• Nome do contratante e valor pago;

• Origem dos recursos utilizados;

• Metodologia completa, incluindo plano amostral, ponderação por sexo, idade, escolaridade, renda e área física da coleta;

• Sistema de controle interno da coleta de dados;

• Questionário aplicado;

• Nome e registro do estatístico responsável;

• Período da coleta de dados.

Após a divulgação, os institutos devem atualizar o sistema com os dados efetivamente coletados: tamanho real da amostra, perdas e recusas, métodos de ponderação e medidas de precisão estatística. Isso garante que partidos, candidatos e o Ministério Público possam fiscalizar e contestar eventuais irregularidades.

Portanto, quando uma pesquisa não apresenta dados completos ou impossibilita auditoria, como ocorreu com a Quaest, a Justiça Eleitoral considera a falha grave porque fere diretamente o princípio da transparência e pode comprometer a confiança pública no processo democrático.

 

EFEITOS PÓS-PRIMEIRO TURNO

 

O Observatório Político de O Paralelo13 aguarda os resultados das urnas nas eleições estaduais de Tocantins. Caso os números se aproximem dos resultados da pesquisa suspensa, será um ponto positivo para a credibilidade da empresa e para a candidatura da senadora Prof. Dorinha Seabra, apoiada pelo governador Wanderley Barbosa. Se houver divergência significativa, especialmente em relação à vantagem de 13 a 14 pontos sobre o deputado Vicentinho Júnior, a confiança nas pesquisas poderá ser abalada, dificultando a atuação da Quaest em futuros levantamentos.

 

ENFIM

O Observatório Político de O Paralelo13 prefere aguardar os resultados das urnas de 4 de outubro de 2026 para então se manifestar sobre a pesquisa Quaest suspensa pela Justiça Eleitoral tocantinense. Os fundamentos apresentados foram considerados incontestáveis, e com a suspensão também em Goiás, o tema da credibilidade das pesquisas eleitorais ganha ainda mais relevância neste momento decisivo.

Em outras palavras, a empresa de pesquisa Quaest — sua credibilidade, sua metodologia, seus resultados e sua seriedade — está em jogo caso os resultados das urnas venham totalmente desencontrados com os últimos números divulgados sobre a intenção de votos para o governo em território tocantinense. Até...

 

 

 

Posted On Segunda, 28 Setembro 2026 06:39 Escrito por

Em pronunciamento nas redes sociais, governador destacou que a transferência de Kauan Carvalho Martins ocorreu após avaliação médica e criticou o uso político do caso

 

 

Da Assessoria

 

 

O governador do Tocantins e presidente do Republicanos no estado, Wanderlei Barbosa, utilizou as redes sociais neste domingo, 27, para defender a atuação dos profissionais do Hospital Geral de Palmas (HGP) e rechaçar o que classificou como politização do caso do menino Kauan Carvalho Martins, de 5 anos. O paciente foi transferido na sexta-feira, 25, em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) aérea, para o Hospital da Criança e Maternidade de São José do Rio Preto (SP), onde será avaliado por uma equipe especializada. A transferência ocorreu após avaliação da equipe médica, autorização para o transporte e confirmação de vaga na unidade especializada.

 

O governador também afirmou que a decisão judicial relacionada ao caso deveria ser cumprida sem colocar em risco a segurança do paciente. "A gente sabe que não há por que o HGP segurar um paciente que precisa de tratamento em outro lugar. Se nós não oferecemos o tratamento, a pessoa precisa ser transferida. Nós lembramos que a mãe dele fez um manifesto, que nós respeitamos muito. É o desespero de uma mãe, mas, às vezes, as pessoas que a orientaram não sabiam, ou não queriam entender, que uma decisão judicial, para um paciente que está em um leito de UTI, depende de um encaminhamento ou de uma orientação médica. E nós esperamos essa orientação para que ela fosse dada no tempo certo, sem colocar em risco a vida do Kauan ", detalhou.

 

Ainda conforme Wanderlei Barbosa, o HGP prestou toda a assistência necessária durante o período de internação, até que a transferência pudesse ser realizada com segurança. O chefe do Executivo também criticou o que classificou como politização do caso e defendeu os profissionais da unidade.

 

"Eu acho que, quando a motivação política faz da maneira que fizeram nesse assunto, é porque essas pessoas não têm sentimento nem coração e não respeitam os nossos profissionais. Quando faltam com respeito ao HGP, faltam com respeito aos médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e demais profissionais do hospital. Dificuldades nós temos, e o Brasil inteiro tem. Basta analisar as pesquisas mais recentes para ver que todos os estados enfrentam o mesmo desafio na saúde. Mas nós melhoramos muito. Agora, este é um momento muito sensível por causa do processo eleitoral", acrescentou.

 

A transferência de Kauan para São Paulo passou a ser discutida judicialmente diante da necessidade de uma avaliação cardiológica especializada e da possibilidade de realização da cirurgia de Fontan, procedimento que ainda dependerá da análise da equipe médica que receberá o menino.

 

 

Com a chegada à unidade paulista, Kauan passará por avaliação da equipe especializada. A definição sobre a realização da cirurgia e as próximas etapas do tratamento dependerá dos exames e do parecer médico.

 

 

 

Posted On Segunda, 28 Setembro 2026 06:37 Escrito por

O boato de que Flávio Bolsonaro (PL) iria, se eleito, retirar o título da santa causou danos à campanha

 

 

POR LUÍSA MARTINS

 

 

O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), anulou decisão do ministro André Mendonça e liberou publicações nas redes sociais sobre a lei que transformou Nossa Senhora Aparecida em “padroeira do Brasil”.

 

O boato de que Flávio Bolsonaro (PL) iria, se eleito, retirar o título da santa causou danos à campanha, que pediu intervenção do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Mendonça deu decisão favorável ao candidato, justificando os conteúdos como “notoriamente inverídicos”.

Porém, neste domingo (27), Dino disse que postagens como a do ator Antônio Tabet não trazem “grau de certeza de ilicitude para extrair duríssimas consequências contra a liberdade de expressão e, em última análise, contra a própria liberdade religiosa”.

 

A decisão de Dino atende a um pedido de Tabet, que teve uma publicação derrubada pelas plataformas digitais por ordem de Mendonça. No texto, o ator afirmava que “a família miliciana odeia tanto mulher preta, que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida”. Não havia menção ao nome de Flávio.

 

De acordo com Dino, a remoção do conteúdo pressuporia “estabelecer como verdade que ‘família miliciana’ refere-se a um determinado candidato à Presidência da República”. O ministro também disse que debates sobre ideias religiosas não podem ser interditados por decisões judiciais desproporcionais.

“Os adeptos da fé em Nossa Senhora Aparecida ficariam, na prática, receosos ou impedidos de se manifestar”, disse Dino, salientando que Flávio chegou a pedir a prisão de um funcionário do Palácio do Planalto por repostar conteúdos sobre Nossa Senhora.

 

“É juridicamente admissível que um candidato ou seus adeptos se oponham a certas convicções religiosas, já que não pode existir nenhuma imposição nesse âmbito temático. Contudo, tal candidato ou seus apoiadores não podem vedar que suas posições sejam informadas e livremente debatidas.”

 

Apesar de ter analisado um pedido especificamente de Tabet, o ministro afirmou que o restabelecimento das postagens vale para todas as “demais que tenham sido excluídas pelo mesmo fundamento”. Disse, ainda, que outros perfis que tenham se sentido prejudicados podem pedir a extensão da decisão.

 

“Com a cassação da decisão no TSE, ficam preservadas a liberdade de expressão e a liberdade religiosa dos que defendem a manutenção da lei que transformou Nossa Senhora Aparecida em ‘Padroeira do Brasil'”, escreveu Dino.

 

 

Posted On Segunda, 28 Setembro 2026 06:23 Escrito por
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