Em SP, maior colégio eleitoral do país, vantagem de Flávio é de cinco pontos. Pesquisas divulgadas nesta sexta-feira (25) foram encomendadas pela Globo e pela Folha de S.Paulo.

 

 

Com G1 e Folha de São Paulo

 

 

Pesquisas divulgadas pelo Datafolha nesta sexta-feira (25) mostram que Flávio Bolsonaro (PL) lidera a disputa pela Presidência da República no 1º turno em São Paulo, no Rio de Janeiro e no Distrito Federal, enquanto Lula fica à frente em Pernambuco. Em Minas Gerais, há empate técnico, com Lula numericamente à frente.

 

Os levantamentos foram encomendados pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. Veja os números abaixo.

 

São Paulo

 

Flávio Bolsonaro (PL): 38% (eram 35% na pesquisa anterior)

Lula (PT): 33% (eram 33%)

Escritor Augusto Cury (Avante): 7% (eram 7%)

Ronaldo Caiado (PSD): 5% (eram 4%)

Renan Santos (Missão): 4% (eram 6%)

Romeu Zema (Novo): 2% (eram 2%)

Samara Martins (UP): 1% (eram 2%)

Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 1% (era 1%)

Clariana Barão (DC): 0 (era 1%)

Rui Costa Pimenta (PCO): 0 (era 1%)

Edmilson Costa (PCB): 0 (não pontuou)

Leonardo Avalanche (PRTB): 0 (não estava na pesquisa anterior)

Hertz Dias (PSTU): 0 (não pontuou)

Em branco/nulo/nenhum: 6% (eram 6%)

Indecisos: 2% (eram 2%)

 

No cenário de 2º turno, Flávio Bolsonaro supera Lula por 49% a 41%. Veja os dados completos.

 

A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Foram entrevistadas 1.610 pessoas em São Paulo entre os dias 22 e 24 de setembro. A pesquisa foi registrada sob o número BR-09355/2026.

 

Rio de Janeiro

 

Flávio Bolsonaro (PL): 44% (eram 39% na pesquisa anterior)

Lula (PT): 38% (eram 35%)

Ronaldo Caiado (PSD): 3% (eram 3%)

Renan Santos (Missão): 3% (eram 4%)

Escritor Augusto Cury (Avante): 3% (eram 5%)

Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 1% (era 1%)

Zema (Novo): 1% (eram 2%)

Samara (UP): 0 (era 1%)

Hertz Dias (PSTU): 0 (não pontuou)

Clariana Barão (DC): 0 (não pontuou)

Edmilson Costa (PCB): 0 (não pontuou)

Rui Costa Pimenta (PCO): 0 (não pontuou)

Leonardo Avalanche (PRTB): 0 (não estava na pesquisa anterior)

Em branco/nulo/nenhum: 4% (eram 7%)

Indecisos: 2% (eram 3%)

 

No cenário de 2º turno, Flávio Bolsonaro supera Lula por 51% a 42%. Veja os dados completos.

 

A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Foram entrevistadas 1.204 pessoas no Rio de Janeiro entre os dias 22 e 24 de setembro. A pesquisa foi registrada sob o número BR-05762/2026.

 

Minas Gerais

 

Lula (PT): 39% (eram 37% na pesquisa anterior)

Flávio Bolsonaro (PL): 37% (eram 35%)

Augusto Cury (Avante): 5% (eram 5%)

Romeu Zema (Novo): 4% (eram 5%)

Ronaldo Caiado (PSD): 3% (eram 3%)

Renan Santos (Missão): 1% (eram 2%)

Samara Martins (UP): 1% (eram 2%)

Rui Costa Pimenta (PCO): 1% (era 1%)

Clariana Barão (DC): 0 (não pontuou)

Leonardo Avalanche (PRTB): 0 (não estava na pesquisa anterior)

Edmilson Costa (PCB): 0 (não pontuou)

Hertz Dias (PSTU): 0 (não foi citado na pesquisa anterior)

Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0 (não pontuou)

Em branco/nulo/nenhum: 5% (eram 5%)

Indecisos: 3% (eram 5%)

 

No 2º turno, o empate técnico se repete, mas é Flávio quem fica à frente por 46% a 44%. Veja os dados completos.

 

A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Foram entrevistados em Minas Gerais 1.204 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 22 e 24 de setembro. A pesquisa foi registrada sob o número BR-06824/2026.

 

Pernambuco

 

Lula (PT): 60% (eram 55% na pesquisa anterior)

Flávio Bolsonaro (PL): 24% (eram 24%)

Escritor Augusto Cury (Avante): 3% (eram 4%)

Ronaldo Caiado (PSD): 2% (eram 2%)

Renan Santos (Missão): 2% (eram 2%)

Romeu Zema (Novo): 0 (não pontuou)

Edmilson Costa (PCB): 0 (não pontuou)

Samara Martins (UP): 0 (era 1%)

Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0 (não pontuou)

Rui Costa Pimenta (PCO): 0 (não pontuou)

Clariana Barão (DC): 0 (não pontuou)

Hertz Dias (PSTU): não foi citado (não pontuou)

Leonardo Avalanche (PRTB): não foi citado (não estava na pesquisa anterior)

Em branco/nulo/nenhum: 5% (eram 8%)

Indecisos: 2% (eram 3%)

 

No cenário de 2º turno, Lula supera Flávio por 64% a 29%. Veja os dados completos.

 

A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Foram entrevistadas 1.204 pessoas em Pernambuco entre os dias 22 e 24 de setembro. A pesquisa foi registrada sob o número BR-05465/2026.

 

Distrito Federal

 

Flávio Bolsonaro (PL): 41% (eram 40% na pesquisa anterior)

Lula (PT): 34% (eram 32%)

Ronaldo Caiado (PSD): 9% (eram 8%)

Escritor Augusto Cury (Avante): 4% (eram 6%)

Renan Santos (Missão): 3% (eram 3%)

Zema (Novo): 1% (eram 1%)

Samara Martins (UP): 0 (não pontuou)

Hertz Dias (PSTU): 0 (não pontuou)

Leonardo Avalanche (PRTB): 0 (não estava na pesquisa anterior)

Rui Costa Pimenta (PCO): 0 (não pontuou)

Edmilson Costa (PCB): 0% (era 1%)

Veterinário Wilson Grassi (Democrata): não foi citado (não pontuou)

Clariana Barão (DC): não foi citado (não pontuou)

Em branco/nulo/nenhum: 5% (eram 5%)

Indecisos: 2% (eram 3%)

 

No cenário de 2º turno, Flávio Bolsonaro supera Lula por 51% a 41%. Veja os dados completos.

 

A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O Datafolha ouviu 910 pessoas no DF entre os dias 22 e 24 de setembro. A pesquisa foi registrada sob o número BR-06769/2026.

 

 

 

Posted On Sábado, 26 Setembro 2026 06:18 Escrito por

O “Zero Um” acusou Lula de fazer estelionato eleitoral às vésperas da eleição

 

 

Com Estadão Conteúdo

 

 

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) voltou a criticar nesta sexta-feira, 25, a medida provisória (MP) que será editada pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para proibir as bets no País. O “Zero Um” acusou Lula de fazer estelionato eleitoral às vésperas da eleição.

 

“Trata-se de mais um estelionato que o governo Lula quer fazer antes da eleição. Faltando só nove dias para a eleição, ele anuncia que vai acabar com as bets. Você sabia que foi o Lula que legalizou as bets?”, questionou Flávio em vídeo publicado há pouco em seu perfil no Instagram.

 

O senador afirmou que Lula age de forma “oportunista” ao apresentar uma solução para um problema que, segundo ele, o próprio governo criou. “Ele é um oportunista. Isso é o governo do PT. Ferra com a vida das pessoas e agora, na véspera da eleição, vem com politicagem”, afirmou.

 

O candidato do PL também acusou o presidente de ter priorizado a arrecadação ao regulamentar o setor. “O Lula, quando autorizou as bets a funcionar, tomou a decisão de ferrar com a vida das pessoas para arrecadar R$ 20 bilhões”, disse.

 

A regulamentação das apostas de quota fixa foi estabelecida pela Lei nº 14.790, sancionada por Lula em dezembro de 2023. A legislação autorizou a exploração de apostas de quota fixa, incluindo eventos esportivos e jogos online, mediante autorização do Ministério da Fazenda.

 

Flávio também questionou a duração da medida anunciada pelo governo e afirmou que, caso uma eventual MP perca a validade após as eleições, as bets poderiam voltar a operar. “Depois das eleições, se a MP caducar, as bets podem voltar com força total”, declarou.

 

Flávio voltou a prometer, caso seja eleito, a proibição de cassinos online e plataformas como o Tigrinho. “Nos meus quatro anos como presidente do Brasil, não vai ter cassino online, nem Tigrinho”, disse.

 

 

Posted On Sábado, 26 Setembro 2026 05:50 Escrito por

Medida provisória também prevê derrubada de sites e aplicativos a partir de 6 de outubro, além de reforço na fiscalização e devolução dos valores aos apostadores.

 

 

Com Estadão

 

 

O governo federal anunciou nesta sexta-feira (25) uma medida provisória que proíbe a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade de apostas e jogos on-line no Brasil, as chamadas bets. A partir da publicação da MP, novas apostas ficam impedidas, e há um período de transição para o encerramento das operações das empresas autorizadas.

 

Pelas regras anunciadas, os apostadores terão até as 23h59 de 5 de outubro para retirar voluntariamente os valores disponíveis nas plataformas. Os sites e aplicativos deverão sair do ar a partir de 6 de outubro. Entre os dias 7 e 8, as empresas deverão informar aos bancos os valores mantidos nas contas dos apostadores, vinculados aos respectivos CPFs.

 

A devolução dos saldos será feita integralmente por meio das instituições financeiras. Quem não fizer o resgate dentro do prazo receberá o saldo de volta por meio dos bancos que operam com as empresas de apostas, entre 9 e 14 de outubro. Caso haja impedimento para a devolução, a Caixa Econômica Federal poderá intermediar o pagamento aos apostadores a partir de 14 de outubro.

 

O governo também prevê reforço da fiscalização contra plataformas ilegais e das investigações sobre movimentações financeiras relacionadas às apostas. A estratégia inclui a identificação e derrubada de sites ilegais, o bloqueio de contas bancárias utilizadas irregularmente para apostas e a integração de informações entre órgãos públicos. Segundo o Ministério da Fazenda, há atualmente 85 sites e cerca de 180 marcas legais, que deixam de existir completamente no dia 5 de outubro.

 

Em coletiva nesta sexta-feira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que qualquer outra plataforma será bloqueada e que os recursos movimentados serão rastreados e confiscados. Ele disse que a fiscalização já é feita por um grupo de servidores dos ministérios da Fazenda e da Justiça, Receita Federal, Polícia Federal e Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), e que esse grupo desenvolveu ferramentas de rastreio com inteligência artificial para localizar sites de aposta e cruzar dados sobre recebimento e destino dos recursos. Segundo o ministro, mais de 60 mil páginas foram banidas desde 2024.

 

Durigan acrescentou que será estabelecido um grupo ampliado com os mesmos órgãos e que o governo pretende propor que a exploração ou operação de apostas on-line no país se torne crime. Outro foco, disse, é o combate ao uso de recursos oriundos do crime organizado para manter bets. Com a proibição, os recursos confiscados passarão a ser destinados a políticas de segurança pública.

 

Após assinar a medida provisória, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que as casas de apostas online são um “câncer” e defendeu a proibição como uma medida dura e drástica. Ele comparou o vício em apostas ao consumo de crack e disse que famílias estão sendo destruídas por dívidas relacionadas à ludopatia. O presidente também afirmou que tomou a decisão após ouvir a equipe econômica, organizações da sociedade civil e cidadãos.

 

 

Posted On Sábado, 26 Setembro 2026 05:47 Escrito por

Órgão julgou nesta sexta-feira se abriria investigação contra procurador-geral por suposta relação com Daniel Vorcaro

 

 

Por Augusto Fernandes

 

 

Por unanimidade, o CSMPF (Conselho Superior do Ministério Público Federal) decidiu manter, nesta sexta-feira (25), o procurador-geral da República, Paulo Gonet, à frente das investigações do Caso Master.

 

Por outro lado, houve 5 votos a 4 para arquivar o pedido de apuração contra o procurador-geral da República. O conselho analisou as mensagens encontradas pela Polícia Federal no celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro com referências ao procurador-geral.

Relator votou pelo arquivamento

O primeiro voto foi do relator, subprocurador-geral da República Francisco Sanseverino. Ele votou para rejeitar um inquérito contra Gonet e também contra o afastamento dele dos casos relacionados ao Banco Master.

 

Para Sanseverino, não existem elementos mínimos de autoria e materialidade que indiquem a prática de crime comum, como prevaricação, e que justifiquem a designação de outro subprocurador-geral para investigar o chefe da PGR (Procuradoria-Geral da República).

O relator destacou ainda que a Polícia Federal não encontrou o contato de Gonet salvo na agenda do celular de Vorcaro nem identificou mensagens ou chamadas diretas entre os dois.

 

As referências a Gonet aparecem, segundo o relator, em conversas mantidas por Vorcaro com terceiros, especialmente o advogado Ciro Soares.

 

Sobre o afastamento de Gonet, Sanseverino entendeu que o Conselho não tem competência para declarar a suspeição do procurador-geral da República nos processos que tramitam no STF. Essa questão, segundo ele, deve ser analisada nos próprios processos pelo Supremo.

 

O voto de Sanseverino foi acompanhado na íntegra pelos demais conselheiros.

 

Para eles, os fatos apresentados não oferecem suporte suficiente para sustentar a suspeita de prevaricação do procurador-geral da República.

 

Apuração preliminar

 

A conselheira Janice Ascari divergiu parcialmente do relator. Ela não votou pela abertura imediata de uma investigação criminal, mas também não considerou adequado arquivar de forma sumária a representação.

 

Janice propôs que um subprocurador-geral seja designado, por critério impessoal, para fazer uma apuração preliminar dos fatos. A medida teria como objetivo explicar pontos que, na avaliação dela, ainda apresentam dúvidas, antes de uma decisão definitiva sobre arquivar o caso ou instaurar um procedimento investigatório criminal.

 

Entre os pontos que a conselheira considerou merecedores de esclarecimento estão a viagem envolvendo o filho de Gonet e as circunstâncias da foto feita em Londres em que o procurador-geral da República aparece ao lado de Vorcaro em uma degustação de charutos.

 

 

Posted On Sábado, 26 Setembro 2026 05:45 Escrito por

Candidata também defende mais tecnologia no sistema prisional, preparação para a reforma tributária, crédito, qualificação profissional e apoio aos municípios na construção de creches

 

 

Texto: Jéssica Sá

 

 

A candidata ao Governo do Tocantins, Professora Dorinha (União Brasil), afirmou nesta sexta-feira, 25, durante debate do SBT, que pretende reorganizar a rede de saúde do Estado, integrando atendimento estadual, municípios e parcerias para melhorar o fluxo de consultas e reduzir a espera por serviços especializados.

 

“O desafio da saúde passa por uma estrutura de planejamento que organize não só o sistema próprio do Estado, mas também as redes municipais e as parcerias. Vamos reorganizar todo esse sistema”, afirmou.

 

Questionada sobre o caso de uma mãe que se acorrentou em frente a um hospital de Palmas para cobrar a transferência do filho, Dorinha disse que entende a atitude e que situações semelhantes precisam ser evitadas com uma rede preparada para responder antes de chegar ao limite. “Sou mãe e provavelmente faria a mesma coisa que ela. No nosso governo, vamos organizar a estrutura para que uma família não precise chegar a uma situação dessa natureza”, disse.

 

 

A candidata também respondeu sobre a autonomia de uma eventual gestão diante dos apoios políticos recebidos. “Não fiz compromisso de cargo com ninguém. Quero ter liberdade para construir a gestão que o Estado merece. Há avanços, há muita coisa para melhorar e eu vou governar com autonomia, do jeito da Dorinha de administrar”, afirmou, ao lembrar que a gestão estadual tem 80% de aprovação, mas que existem muitos pontos a serem melhorados;

 

Segurança, empresas e infraestrutura

 

Na segurança pública, Dorinha defendeu melhorias na estrutura dos presídios, mais tecnologia e monitoramento e aumento do efetivo policial. A pergunta citou a fuga registrada na unidade prisional de Cariri do Tocantins, em dezembro de 2025.

 

“O sistema prisional precisa de melhoria na estrutura e de mais investimento em tecnologia e monitoramento. Também precisamos organizar as forças, com as guardas municipais articuladas e a Polícia Militar com efetivo maior”, afirmou.

 

No desenvolvimento econômico, Dorinha disse que o Estado precisa começar desde já a se preparar para as mudanças da reforma tributária e manter diálogo com os empresários para preservar a competitividade. Ela citou ainda crédito, qualificação de mão de obra e redução de entraves para instalação e expansão de empresas.

 

“Precisamos dar previsibilidade e segurança para quem já está no Tocantins e construir, junto com os empresários, condições para manter o Estado competitivo. A redução de impostos pode, sim, estar nessa discussão”, afirmou.

 

Na infraestrutura, a candidata defendeu monitoramento permanente de pontes e rodovias estaduais. Ao comentar as restrições na ponte entre Tupirama e Pedro Afonso, afirmou que estruturas sob responsabilidade do Estado devem passar por avaliações regulares da Ageto, com uso de tecnologia e integração com órgãos federais quando necessário.

 

Educação e qualificação

 

Na última rodada, Dorinha afirmou que a educação será usada também como instrumento de acesso ao trabalho. Entre as propostas citadas estão apoio aos municípios para ampliar creches, fortalecimento da educação profissional e parcerias com o Sistema S e outras instituições de formação.

 

 

“Eu enxergo a educação como estrutura para mudança. Quero fortalecer a educação infantil, apoiar os municípios na construção de creches e aproximar o mundo do trabalho de quem precisa de qualificação”, disse.

 

Ela também citou atendimento específico às comunidades indígenas e quilombolas, com respeito às diferentes realidades educacionais e sociais do Estado. Nas considerações finais, Dorinha voltou a falar sobre políticas para mulheres, crianças, jovens e idosos. “Não quero que nenhuma mulher tenha medo de voltar para casa ou de andar na rua sem segurança. Vamos cuidar das crianças, dos jovens e da pessoa idosa. O nosso maior valor é a nossa gente, esteja nas aldeias, nos quilombos, no campo ou nas cidades”, afirmou.

 

 

 

Posted On Sexta, 25 Setembro 2026 16:07 Escrito por
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